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Maior conferência de captação de recursos da América Latina terá palestrantes internacionais

Em formato presencial, Festival ABCR 2022 será realizado nos dias 27 e 28 de junho, no Centro de Convenções Frei Caneca (SP)

 

Faltam poucos dias para o Festival ABCR 2022. Uma iniciativa da Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR), o Festival é considerado a maior conferência de captação de recursos da América Latina e deve receber mais de 500 pessoas nos dias 27 e 28 de junho. A 14ª edição vai ocorrer em formato presencial, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo (SP).

Nesta edição, o evento terá a participação de Heather Hill, diretora da organização sem fins lucrativos Chapel & York, dedicada ao aumento da captação de recursos e da filantropia internacional. Com uma extensa e diversificada bagagem na filantropia, Heather abordará a captação internacional, no dia 27.

Outro palestrante é Dereck Mulhern, líder de equipe da Association of Fundraising Professionals (AFP), que oferece dicas de boas práticas de captação por meio de capacitações, networking, pesquisa e advocacy. A experiência de Derek na área contribuirá com o debate na plenária que vai discutir os investimento sociais e as doações no Brasil e no mundo.

Somam-se a eles Carola Matarazzo e Ana Fontes. Carola é diretora-executiva do Movimento Bem Maior, organização social apartidária, sem fins lucrativos, que tem como objetivo fortalecer o ecossistema filantrópico do Brasil. Ela falará sobre perspectivas para o setor, no dia 27, no Festival.

Ana é fundadora da Rede Mulher Empreendedora, a primeira e maior rede de apoio ao empreendedorismo feminino no Brasil. Ela também fundou o Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), cuja atuação complementa o trabalho da Rede Mulher Empreendedora, envolvendo causas sociais e políticas públicas que fomentam o empreendedorismo e a independência feminina.

Destaques 

Além desses profissionais, outros destaques são a participação de Mike Geiger, presidente e CEO da AFP (Associação de Captadores Americanos), que falará sobre a difícil tarefa dos captadores e dará dicas de boas práticas em todo o mundo. Outros palestrantes são o sócio-diretor da PonteAponte, Cássio Aoqui, que mostrará o exemplo da plataforma Potências Periféricas como mobilizadora de recursos para as periferias do Brasil, e Filipe Dantas, sócio da Sistêmica Comunicação, que abordará recursos comunicacionais para atrair e surpreender doadores.

O uso de filmes para a arrecadação de recursos será o tema ministrado por Cynthia Betti, diretora-executiva da Plan Internacional Brasil. Já Maíra de Oliveira, especialista em Diversidade e Inclusão Racial do Médicos Sem Fronteiras Brasil, irá revelar os aprendizados e ações da organização na promoção dos princípios de diversidade, inclusão e equidade na captação de recursos e comunicação.

Além das palestras, serão realizadas duas masterclasses, nos dias 25 e 26 de junho, com os seguintes temas: “ESG e Captação de Recursos” e “Como identificar as melhores estratégias de captação”, dentre as 36. Ambas ocorrerão das 09h30 às 17h.

Evento terá mais de 60 sessões

O Comitê Científico do Festival ABCR selecionou mais de 60 sessões, com palestrantes nacionais e internacionais, que abordarão cinco eixos temáticos: gestão e captação de recursos, o papel do captador, inovação e redes de captação, comunicação e engajamento, ferramentas e fontes de captação de recursos.

Serão 64 sessões paralelas distribuídas em 08 salas simultâneas e 05 plenárias, com 50 minutos de duração cada, além de mesas de mentoria exclusiva e feira de exposições com as principais empresas brasileiras prestadoras de serviços para ONGs.

“O Festival ABCR 2022 está imperdível! Diálogos para a retomada não vão faltar durante o evento. O eixo de Comunicação e Engajamento está repleto de estratégias e ferramentas para redigir e criar campanhas surpreendentes para converter doadores. O eixo ‘O Papel do Captador ‘contará com uma sessão que desvenda o perfil de talentos em captação, revelando como são os processos seletivos e quais as competências que o mercado busca”, afirma Camila Figueiredo, presidente voluntária do Comitê Científico do Festival ABCR.

Camila também destaca que o eixo Gestão e Captação de Recursos terá uma sessão muito especial, chamada “A Parada não fica parada”, agendada para o dia 28 de junho, que é o dia internacional do orgulho LGBT+ no mundo.  Já no eixo Ferramentas e Fontes de Captação, o evento terá uma sessão sobre as Organizações Sociais da Saúde, Cultura e Ciência & Tecnologia, e os desafios da parceria com o Estado.

Abordagem ampla e debates sobre planejamento e inovação

Os inscritos no evento terão uma compreensão ampla sobre a área de captação de recursos, com debates sobre planejamento, fortalecimento institucional, governança, ética, a importância da função dos captadores e a valorização da profissão, novos formatos de captação de recursos, experiências positivas, o papel estratégico da comunicação no setor, fidelização de fontes de doadores, entre outros assuntos.

Por ser presencial, os participantes do evento devem respeitar o distanciamento social para não gerar aglomeração, além de seguir as práticas de higiene e segurança. O Festival ABCR 2022 conta com o patrocínio da Ambev – VOA, Santander, Doare, Trackmob, Criando Desenvolvimento Institucional, Pinheiro Carrenho e Chapel & York.

Últimas vagas

As inscrições para o Festival ABCR 2022 estão abertas e membros da ABCR têm entre 20% e 50% de desconto. As inscrições para as masterclasses são feitas à parte. Para conferir mais informações sobre a programação do evento ou realizar o cadastro, acesse o link www.festivalabcr.org.br.

Sobre o Festival ABCR

O Festival ABCR é o principal espaço de formação, troca de experiências e contatos para quem atua com captação de recursos no Terceiro Setor. A primeira edição foi em 2009, na PUC-SP, com outras edições pelo país a partir de então, sempre em São Paulo desde 2015. Sua promotora é a ABCR, que foi fundada em 1999 para atuar pela promoção da sustentabilidade do Terceiro Setor e pelo desenvolvimento da área de captação de recursos das organizações da sociedade civil. Mais informações, acesse www.festivalabcr.org.br.

 

 

 

 

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Projeto prevê aplicação de multa à distribuidora de energia elétrica em caso de falha no fornecimento

EM TRAMITAÇÃO

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Foto: Reprodução/Web

Valor deverá ser compensado como crédito na fatura do usuário. A ideia é ressarcir os consumidores pelos prejuízos, além de estimular investimentos nas redes elétricas

O líder do governo na Câmara Legislativa do Distrito Federal, deputado distrital Robério Negreiros (PSD), apresentou um projeto de lei (PL 927/24) com o objetivo de determinar a aplicação de multa à concessionária de energia elétrica quando houver falha no fornecimento do serviço. A ideia é que sejam criados mecanismos para ressarcir os consumidores por ocasionais prejuízos, bem como estimular investimentos nas redes elétricas e, assim, melhorar a qualidade do serviço prestado.

O valor referente à multa indenizatória, de acordo com a proposta, deverá ser compensado como crédito na fatura de consumo do usuário. A multa será fixada no equivalente a cinco vezes a média do consumo, considerado o intervalo de tempo em que ocorrer falha no fornecimento de energia, e terá como base de cálculo o consumo dos últimos seis meses.

Defesa do consumidor

A proposta foi apresentada após recentes apagões que deixaram centenas de moradores sem luz em algumas regiões administrativas do DF. Para o distrital, esse tipo de situação impede, inclusive, o funcionamento de estabelecimentos e dificulta a expansão dos negócios para que as necessidades da população sejam atendidas.

 

 

Segundo o autor do projeto, por diversas razões as distribuidoras ainda alegam que a queima de itens eletroeletrônicos não é de sua responsabilidade e que os usuários não comprovam que os estragos são consequência das oscilações.“Todos sabem que a falta de energia pode danificar aparelhos eletrônicos, causando prejuízos aos consumidores, e é necessário estabelecer mecanismos para ressarcir tais danos”, defende Robério.

Por esse motivo, a proposta, afirma o parlamentar, tem como intuito garantir direitos e proteger o consumidor do DF. “O fornecimento de energia elétrica é um caso claro de relação de consumo, onde o consumidor é parte extremamente hipossuficiente, razão pela qual seus direitos devem ter tratamento diferenciado”, justifica o distrital.

* Com informações da assessoria de imprensa do deputado Robério Negreiros

Agência CLDF

 

 

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Recintos do Zoológico de Brasília são reformados para bem-estar dos animais

Estão em obras os espaços destinados a micos, onças, ariranhas e cervídeos. No caso do micário, ampliação está sendo feita para abrigar dois novos bichos que chegaram ao Zoo

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Adriana Izel, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader

 

Em breve, alguns espaços do Zoológico de Brasília estarão de cara nova. Os recintos dos micos, das onças, das ariranhas e dos cervídeos estão em obras para garantir ambientes mais confortáveis para os animais. As intervenções incluem benfeitorias, como pintura, e ampliação, com a criação de novas áreas. Para realizar os trabalhos estão sendo utilizados recursos do Governo do Distrito Federal (GDF) e de emenda parlamentar, num total superior a R$ 1 milhão.

O micário ganhou dois novos recintos que receberão um mico-leão-dourado e um mico-leão-da-cara-dourada | Fotos: Geovana Albuquerque/ Agência Brasília

A grande novidade é a extensão do micário. O espaço ganhou dois novos recintos que serão usados para abrigar dois animais que chegaram ao Zoo vindos de outros estados: um mico-leão-dourado e um mico-leão-da-cara-dourada. O primeiro já está integrado no plantel antigo, enquanto o outro segue no Hospital Veterinário aguardando a liberação para a exposição.

“Precisamos ampliar os espaços adequando às novas normas e algumas exigências que precisamos cumprir. Tem mais ou menos 15 anos que não se tinha entrega aqui no Zoológico”, revela o diretor-presidente da Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB), Wallison Couto.

O recinto das onças-pintadas, que já havia passado por intervenções com o aumento da grade e a instalação da cerca elétrica, agora terá outras melhorias. Além de uma nova pintura interna, o espaço voltará a ter uma área com água para os animais poderem nadar. “Tem um tempo já que a parte de água das onças não está funcionando. Vamos revitalizar para que possa voltar a funcionar novamente. Também vamos fazer uma cascata para o bem-estar dos animais”, adianta.

O espaço dedicado aos cervídeos vai ser equipado com um tanque de 24 metros quadrados

As obras se estendem, ainda, para o recinto das ariranhas, onde foi feita a pintura, a reforma do tanque e a recuperação de toda a área, e para o espaço dos cervídeos, onde fica o cervo-do-pantanal, com adaptação para a implantação de um tanque de 24 metros quadrados.

“Todas essas reformas, melhorias e construções foram pensadas para melhorar o ambiente interno dos animais. Temos um planejamento para os próximos cinco anos. O nosso trabalho aqui é de preservação e conservação ambiental. Criamos um cenário para que os animais se sintam bem”, esclarece o diretor-presidente.

Aprovação do público

A analista de sistemas Josiane da Cruz, 31 anos, passou a manhã com as filhas, as gêmeas Helena e Catarina, 3, no Zoológico. Esse é um passeio que a família adora. Ela se mostrou animada com as reformas no espaço. “Sem dúvida vai ser mais agregadora para o Zoológico e para as pessoas que estão vindo aqui fazer uma visita”, define.

Enyo Guimarães elogia as melhorias no espaço das onças-pintadas: “Vai ser mais agradável ver o animal mais confortável”

Para Josiane, o local é uma ótima opção de lazer e de contato com a natureza. “É um excelente lugar para trazer as crianças. Percebemos muitas melhorias. O Zoológico está bem limpinho e legal para passearmos com as crianças”, acrescenta.

O empresário Enyo Guimarães, 35, foi até o Zoo para fazer turismo e se surpreendeu com o espaço. Ele elogiou a iniciativa da FJZB de reestruturar os recintos. “Acredito que a reforma vai ser boa, porque sabemos que as onças gostam de contato com a água. Até para evitar que o animal fique estressado é importante”, diz. “E para nós, como visitantes, vai ser mais agradável ver o animal mais confortável”, analisa.

A empresária Romy do Socorro, 47, veio do Maranhão para conhecer o Zoológico. Essa foi a primeira experiência dela num espaço deste tipo. “Fiquei apaixonada, me encantei”, afirma. Sobre as obras, ela destacou: “Toda benfeitoria é bem-vinda, a população agradece. Quem ganha somos nós”.

 

 

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Força-tarefa define medidas para fortalecer acolhimento familiar

Recomendações foram publicadas hoje no Diário Oficial

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) reuniu várias instituições, como ministérios e colegiados de assistência social, em uma força-tarefa para garantir o direito de convivência familiar a crianças, adolescentes e jovens mesmo durante medida protetiva de acolhimento. Uma recomendação conjunta foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (23), com objetivos e orientações.

O texto orienta que União, estados, Distrito Federal, municípios, Poder Judiciário e o Ministério Público trabalhem em regime de colaboração com a sociedade civil, para atingir objetivos como a implementação e a ampliação dos Serviços de Acolhimento em Família Acolhedora do Sistema Único de Assistência Social, por exemplo. Também recomenda um esforço para promover a transição da modalidade de acolhimento institucional para acolhimento familiar.

O principal objetivo é permitir que crianças e adolescentes afastados da família de origem por qualquer razão, possam aguardar uma solução em ambiente familiar, por meio de adoção temporária, por exemplo. Esse formato daria lugar à permanência do menor de 18 anos em instituições, até que ele possa ser reinserido na família ou que seja adotado de forma permanente.

As recomendações incluem a meta de garantir o acolhimento em ambiente familiar de, pelo menos, 25% da demanda do país até 2027.

O documento indica estratégias para atingir os objetivos estabelecidos, como o financiamento por diferentes frentes para ampliação do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora, bem como o direcionamento dos recursos disponíveis preferencialmente para essa modalidade.

A estruturação, oferta e qualificação de formação inicial e de educação permanente para os atores envolvidos na transição, também são medidas previstas para alcançar metas e objetivos.

Mais do que recomendações, o documento é também um compromisso das instituições participantes de concentrar esforços em medidas que possibilitem a transição, como o estudo da situação de cada caso, a elaboração e implementação do Plano Individual de Atendimento (PIA), de forma intersetorial e o envio de relatórios trimestrais para o Poder Judiciário, pelo Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora, por exemplo.

Além do CNJ, assinam o documento ministros e presidentes do Conselho Nacional do Ministério Público, Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, Ministério do Planejamento e Orçamento, Conselho Nacional de Assistência Social, Conselho Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente.

Edição: Graça Adjuto

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