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Ibama lança no Amazonas campanha “Não tire as penas da vida”

Vídeo de conscientização da campanha será exibido durante festival folclórico em Parintins

 

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Superintendente do Ibama/AM Joel Araújo / Fotos: Daiane Cortes – Ascom/Ibama

Manaus (14/06/2024) – O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) lançou hoje, 14/06, em Manaus/AM, uma nova edição da campanha “Não tire as penas da vida”, antecedendo a realização do tradicional Festival Folclórico de Parintins, nos dias 28, 29 e 30 de junho.

A autarquia quer reforçar uma das importantes iniciativas a que se dedica há 22 anos: a luta pela preservação dos animais silvestres, fundamental para o equilíbrio dos ecossistemas.

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Foto: Daiane Corte – Ascom/Ibama

Entre as principais espécies ameaçadas por esse comércio ilegal estão as aves, principalmente as do grupo dos psitacídeos (papagaios e araras), além de gaviões, garças, mutuns, entre outras. Um único cocar grande de araras, por exemplo, pode significar o abate de vários indivíduos dessas espécies.

O mote deste ano será a Educação Ambiental. O objetivo é prevenir e combater o comércio ilegal de trabalhos artesanais produzidos com produtos e subprodutos da fauna nativa, tais como brincos, tiaras e cocares, um dos fatores que ameaça a sobrevivência de várias espécies, particularmente as aves.

No lançamento, o superintendente do Ibama/AM, Joel Bentes Araújo Filho, afirmou que a campanha tem uma mensagem clara para incentivar as pessoas a não comercializar, não utilizar e não adquirir artesanatos feitos com partes de animais silvestres. “Estamos atuando com muito rigor contra o turismo que adota práticas ilegais com a utilização da fauna, como a caça e o tráfico de animais silvestres.”, alertou.

Na campanha, serão utilizados tanto os meios tradicionais de comunicação, como TV, rádio, mídia impressa e outdoors, quanto a publicidade digital, com ênfase no marketing por meio de canais on-line, como sites e redes sociais, e em diversos formatos de mídia, incluindo texto, imagem, áudio e vídeo.

“Estamos investindo na conscientização das pessoas.”, diz o superintendente Joel Araújo. “Queremos tocar as pessoas, expondo, sem dissimular, essa realidade triste, que é provocada pelo uso partes de animais silvestres na confecção de artesanatos.”.

Na edição desse ano, o evento irá exibir vídeo da campanha durante o intervalo do festival de Parintins. O vídeo foi desenvolvido pela Assessoria de Comunicação do Ibama em conjunto com a Superintendência do Instituto no Amazonas. A exibição, inédita desde que a campanha foi criada, é uma parceria entre o Instituto e as secretarias de Meio Ambiente e de Cultura do estado.

Parcerias

O Ibama se junta à mobilização em torno da festa, que recebe um número superior a 100 mil visitantes durante os três dias de sua realização. Os fiscais da autarquia visitarão locais de grande afluência de público para coibir a venda de produtos e subprodutos oriundos de animais silvestres.

Os servidores do Ibama estarão ao lado de representantes da prefeitura de Parintins, organizadora oficial do festival, do governo do estado – por meio do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) da Secretaria de Segurança Pública –, universidades, escolas, Ministério Público e de entidades culturais, entre outros. Cada um levará a sua mensagem, realizando ações para que os turistas se divirtam sem causar danos à natureza.

A estratégia de ação se desenvolverá de forma equilibrada, de um lado orientando as pessoas sobre a importância da vida silvestre e a necessidade de respeitá-la tal como é, e, de outro, mostrando a ilegalidade do comércio envolvendo artigos retirados da fauna local.

O Ibama vai incentivar a opção pelo turismo de contemplação, que utiliza o patrimônio natural de forma sustentável. Segundo Joel Araújo, é uma alternativa inovadora, que se adapta às características culturais e ambientais da região, como a abundância de rios, a riqueza da fauna e as peculiaridades da flora.

Cidades de realização da campanha

Manaus é a cidade de onde mais saem visitantes para Parintins. Por isso, nos diversos locais da cidade com relevante circulação de pessoas, em especial os tradicionais pontos turísticos, a divulgação da campanha será amplificada.

De forma a estender ainda mais o alcance, o projeto de comunicação inclui visitas de sensibilização a todos os veículos de imprensa, locais e nacionais, a órgãos públicos e escolas de ensino fundamental e médio.

Os servidores responsáveis por transmitir a mensagem sobre a necessidade de cuidar da fauna silvestre darão atenção especial a dois pontos da capital amazonense, tendo em vista o trânsito elevado de pessoas: o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, por onde passa grande parte dos turistas, e o Porto de Manaus, às margens do Rio Negro, a principal porta de entrada fluvial para o estado do Amazonas, e que tem rotas diárias para Parintins que se intensificam no período do festival.

A cidade de Santarém, embora se localize no estado do Pará, também receberá atenção do Ibama. Isto porque, em função da Festa do Sairé, outra grande manifestação folclórica da Amazônia, de lá se deslocam centenas de visitantes e muitos artesãos para o Festival de Parintins.

A cidade de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus), no entanto, será o alvo principal das ações do Ibama e seus parceiros. Como os organizadores do Festival, realizado tradicionalmente no último fim de semana de junho, projetam a presença de mais de 100 mil pessoas (mais de 180 mil em 2023), as ações de divulgação da campanha vão se concentrar com mais ênfase no município.

Nas últimas três décadas, só não houve campanha por dois anos consecutivos, em 2020 e 2021, em função da pandemia de covid-19. O Bumbódromo, onde se apresentam os bois, não foi aberto ao público por conta do alto risco de contaminação.

O planejamento do Ibama para a conscientização das pessoas em relação à necessidade de preservação da vida silvestre não se restringirá ao Festival de Parintins. O projeto inclui levar a campanha para outros lugares do estado onde houver eventos com grande concentração de público e também estendê-la a uma escala nacional.

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Campanha Não tire as penas da vida

Não tire as penas da vida

A campanha “Não tire as penas da vida” teve início em 2002 por meio do então servidor do Ibama Paulo Andrade, que na época trabalhava no setor de fauna do Ibama Amazonas. Paulo realizou um levantamento sobre o uso de aves mortas para a confecção de enfeites para festas folclóricas no Amazonas com penas. O número de abates chegou a mais de 30 mil aves, principalmente araras, em apenas um ano.
A campanha nasceu com a missão de salvar os animais por meio da conscientização de quem confeccionava as peças e de quem as comprava.
Desde então, o Ibama/AM, por meio da Educação Ambiental, realiza esse trabalho não apenas durante os festivais folclóricas, mas em escolas e em visitas a outras instituições.

 

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Motoclubes e similares são reconhecidos por relevante interesse social e cultural

Lei originada na Câmara Legislativa prevê promoção de eventos, proteção dos direitos dos motociclistas e criação de programas de educação, entre outros

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Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília

Justificativa da proposta aponta que os motoclubes oferecem benefícios sociais e culturais como a promoção da amizade, segurança no trânsito e outros

A Lei do Distrito Federal nº 7.910, sancionada em 16 de junho de 2026, reconhece as atividades de motoclubes, moto grupos, moto car clube e similares como forma de expressão cultural, lazer e convívio social. Para o autor da norma, deputado Martins Machado (Republicanos), os grupos não apenas reúnem pessoas com interesses comuns, mas também contribuem para a construção de uma identidade cultural específica, que deve ser valorizada e respeitada.

O projeto de lei justifica que os motoclubes e moto grupos oferecem uma série de benefícios sociais e culturais significativos, como a promoção da amizade, apoio mútuo, segurança no trânsito e ações beneficentes entre os motociclistas. Além disso, preservam a história, celebram a liberdade e influenciam a sociedade por meio de sua cultura e estilo de vida.

A legislação prevê a promoção de eventos relacionados ao motociclismo e ao automobilismo; a proteção dos direitos dos motociclistas, incluindo a liberdade de expressão e associação; a criação de programas de educação e conscientização sobre as atividades; a ampliação da quantidade de espaços adequados para a realização de eventos; e o fortalecimento, a promoção e a difusão das práticas.

Beatriz Negreiros (sob a supervisão de Ivan Iunes)

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ENQUANTO HOUVER BRASIL

HAVERÁ PELÉ

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Não há como não falar da COPA do Mundo de 2026. Foram 48 seleções e 1.100 atletas disputando o torneio de esporte mais importante do Planeta.
Espetáculo de emoções, de mídia, de BETs, de patriotadas, de fanatismo, de alegrias, de teatro e de marketing. Tudo isso, junto misturado, dá o chamamos, hoje, de paixão pelo Futebol.
Vi e li todos os jornais desta segunda-fera. Em fotos, estilos e críticas, mais ou menos o óbvio. Tostão, magistral no campo da bola e no campo das letras, deixou sua opinião: “Os grandes problemas do País se estendem ao futebol… Nas últimas décadas e em variados governos, o Brasil tem sido incompetente… O mesmo acontece no futebol”.
Vi, também, pelas crônicas e reportagens que os atuais deuses do futebol (Messi, Mbapé, Cristiano Ronaldo) vão deixando seus pódiuns. Novos deuses virão… E, como sempre, chegarão as novas comparações. Ele ou Pelé?
Vi também, e gostei, da crônica de Gustavo Poli, em O Globo: “Perdoa, Rei Edson Arantes do Nascimento”-
Pois é, ano que vem – outubro de 2027 – serão 50 anos que Pelé se aposentou no campo… Sim, há quase meio século Pelé deixou de jogar. E hoje, Pelé está há mais de três anos em outro patamar. Mesmo assim, tenho certeza, continuará sendo alvo de comparações: – QUEM FOI MAIOR?
Penso comigo: enquanto houver Brasil, haverá Pelé.
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Nova lei estabelece projeção de informações sobre pontos turísticos em Brasília nas salas de cinema

As exibições de informações devem ter duração de 30 segundos e serem projetadas antes do início de filmes nos cinemas e em casas de show

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Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília

 

Legislação visa explorar o potencial turístico e cultural do Distrito Federal

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) promulgou a Lei nº 7.868, de 6 de maio de 2026, de autoria da deputada Jaqueline Silva (MDB), após o veto ao projeto de lei original pelo ex-governador Ibaneis Rocha. A nova lei institui a obrigatoriedade da exibição de informações sobre pontos turísticos de Brasília nas telas de cinema no DF.

Originalmente PL nº 2.279/2021, a justificativa do projeto é a promoção do turismo como fonte inesgotável de renda, emprego, desenvolvimento econômico e cultural. O cinema deverá ser utilizado como meio ímpar de divulgação de atrações pela sua abrangência e diversidade de público.

Segundo Jaqueline Silva, o fomento ao turismo traz um cenário benéfico de geração de empregos e o surgimento de profissionais capacitados em diversas áreas, abrindo espaço para bacharéis em turismo e hotelaria, profissionais da gastronomia, transporte turístico, idiomas, comércios diversos e artesanatos.

As exibições de informações devem ter duração de 30 segundos e ser projetadas antes do início de filmes nos cinemas e em casas de show.  A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Secec) fornecerá todas as informações que serão projetadas.

Beatriz Negreiros (sob a supervisão de Ivan Iunes)

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