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Distritais são diplomados pelo TRE-DF e estão aptos para a posse dia 1º de janeiro

ELEIÇÕES 2022

 

Os 24 deputados distritais eleitos em 2 de outubro foram diplomados em solenidade na noite desta segunda-feira (19) no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. A diplomação é o reconhecimento da Justiça Eleitoral sobre o resultado das urnas e atesta que os novos representantes do Legislativo do Distrito Federal estão aptos a tomar posse no dia 1º de janeiro.

Além dos distritais, foram diplomados pela Tribunal Regional Eleitoral (TR-DF) os oito deputados federais, a senadora Damares Alves, o seu primeiro suplente, Manoel Coelho Arruda Junior, o governador Ibaneis Rocha e a vice-governadora Celina Leão. Ibaneis, no entanto, não pode estar presente porque contraiu Covid 19 e foi representado pelo advogado Bruno Rangel Avelino da Silva. Cerca de 1.200 pessoas foram convidadas para a solenidade.

Na abertura do evento, o presidente do TRE-DF, desembargador Roberval Belinati, destacou o “momento de festa pela democracia brasileira”.

“A Justiça Eleitoral atesta que todos os 37 candidatos diplomados, 30 homens e sete mulheres, foram efetivamente eleitos pelo povo e estão aptos a tomar posse. Todos tiveram suas contas eleitorais aprovadas pelo TRE, nenhum eleito teve as contas reprovadas”, afirmou

O presidente do TRE apresentou ainda alguns dados das eleições. No DF foram 896 candidatos, agremiados em 32 partidos políticos, dos quais 14 elegeram mandatários. Os candidatos receberam recursos públicos e privados na ordem de R$ 173.7 milhões. Já os 32 partidos receberam R$ 39.2 milhões. Candidatos e partidos juntos receberam mais de R$ 212 milhões.

O único distrital a discursar durante a solenidade de diplomação foi Fábio Felix (PSOL), por ter sido o mais votado nas últimas eleições, com 51.792 votos. O parlamentar criticou posicionamentos contrários às urnas eletrônicas e grupos que não aceitam o resultado da eleição presidencial. Felix cobrou ainda a responsabilização dos envolvidos em atos de violência na Asa Norte, no último dia 12.

​​​​​​​”Estou agradecido pelo privilegio que o povo do DF me deu de exercer mais um mandato parlamentar, afirmando que o honrarei com independência, coragem, altivez. E tenho orgulho de dizer que, em meio a tanto autoritarismo e fundamentalismo, um gay assumido é o deputado distrital mais votado da história do DF”, bradou Fábio Felix.

Conheça o perfil dos novos deputados distritais

Veja a retrospectiva 2019-2022
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Federais

Dois distritais da atual legislatura foram diplomados para o cargo de deputado federal. O presidente da Casa, Rafael Prudente (MDB), e deputado Reginaldo Veras (PV).

Para mais fotos da solenidade de diplomação, acesse o Flickr da Agência CLDF
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Veja a lista dos candidatos eleitos do DF que foram diplomados:

Ibaneis Rocha (MDB) – Governador

Celina Leão (PP) – Vice-Governadora

Damares Regina Alves (Republicanos)- Senadora

Manoel Coelho Arruda Junior (Republicanos) – Suplente de Senador
Deputados Federais:

Bia Kicis (PL)

Fred Linhares (Republicanos)

Erika Kokay (PT)

Rafael Prudente (MDB)

Julio Cesar Ribeiro (Republicanos)

Reginaldo Veras (PV)

Alberto Fraga (PL)

Gilvam Máximo (Republicanos)

Deputados Distritais:
Fábio Felix (PSOL)

Chico Vigilante (PT)

Max Maciel (PSOL)

Daniel Donizet (PL)

Martins Machado (Republicanos)

Robério Negreiros (PSD)

Jorge Vianna (PSD)

Jaqueline Silva (Agir)

Thiago Manzoni (PL)

Eduardo Pedrosa (União Brasil)

Joaquim Roriz Neto (PL)

Iolando Almeida (MDB)

Pastor Daniel de Castro (PP)

Hermeto (MDB)

Roosevelt Vilela (PL)

Doutora Jane

Rogério Morro da Cruz (PMN)

Gabriel Magno (PT)

João Cardoso (Avante)

Paula Belmonte (Cidadania)

Ricardo Vale (PT)

Wellington Luiz (MDB)

Pepa (PP)

Dayse Amarilio (PSB)

 

Bruno Sodré – Agência CLDF

 

 

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Representação feminina: total de candidatas à Câmara cai 24% em 2026

Barreiras culturais e de financiamento persistem, aponta estudo do Instituto Esfera

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Deputadas da bancada feminina da CâmaraFoto: Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

O número de candidaturas femininas para a Câmara dos Deputados caiu 24% em 2026 em relação a 2022, passando de 3.717 para 2.820. Apesar da queda no total de inscritas, a proporção de mulheres entre os concorrentes a deputado federal subiu de 35% para 36,7%.

Nas eleições majoritárias, não há mulheres nas chapas presidenciais de partidos com representação no Congresso Nacional. Além disso, 34 mulheres disputam os governos estaduais e o Distrito Federal, em um universo de 198 concorrentes. Em 2022, foram 38.

Estudo e propostas

Um estudo do Instituto Esfera aponta que é necessário ampliar o acesso das mulheres aos recursos do Fundo Partidário e adotar a reserva de vagas. A pesquisadora Daniela Matos afirma que México e Bolívia alcançaram índices próximos a 50% de mulheres nas cadeiras do Poder Legislativo com esse modelo.

Segundo o levantamento, o Brasil tem a menor representação feminina na política entre os países da América Latina.

Do conjunto geral de 20.719 candidaturas registradas para todos os cargos nas eleições de 2026, 35% são de mulheres. Em 2022, elas representavam 34%.

Conforme o levantamento do Instituto Esfera, entre 1998 e 2022, o número de candidatas à Câmara dos Deputados cresceu 925%. No mesmo período, o número de deputadas eleitas cresceu apenas 210%.

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No Brasil, as mulheres representam 52% do eleitoradoFoto: Roberto Jayme/Ascom/TSE

Cotas e financiamento

No Brasil, as mulheres representam 52% do eleitorado, mas ocupam cerca de 18% das vagas do Congresso Nacional, embora a legislação determine cota de 30% para candidaturas e recursos repassados pelos partidos.

Segundo Daniela Matos, falta fiscalização na distribuição das verbas. “O sistema de cotas até garante que a mulher seja candidata, mas não dá condições para a eleição. Não dá condições e um dos motivos é a falta de acesso ao Fundo Partidário”, afirma.

A pesquisadora explica que diversos fatores dificultam a entrada das mulheres na vida pública. “Geralmente o trabalho doméstico ainda recai sobre a mulher: cuidar das crianças e organizar a rotina. A vida partidária ocorre à noite e nos fins de semana, exigindo dedicação contínua. As barreiras culturais e de acesso são muito altas”, ressalta.

 

 

 

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura “Agência Câmara”.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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Conheça os direitos de pessoas com deficiência no transporte público do DF

Todos os benefícios garantem direitos, mas cada um tem um uso específico

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Agência Brasília | Edição: Paulo Soares

 

Na busca pela inclusão e pela garantia dos direitos previstos na Constituição brasileira, foram criadas, nas últimas décadas, leis e mecanismos para que as pessoas com deficiência possam exercer plena cidadania. É o caso do colar de girassol, da Carteira de Identificação da Pessoa com Deficiência (Carteira CadPcD) e do Cartão Especial, que garante gratuidade no transporte público. E nenhum deles substitui o outro.

O colar de girassol identifica pessoas com deficiências, síndromes ou doenças que não são visíveis fisicamente. Ele foi regulamentado para validar o direito ao atendimento preferencial e evitar constrangimentos. O uso é opcional e não dispensa a apresentação da Carteira CadPcD. No transporte público, o girassol garante acesso ao embarque prioritário, assentos preferenciais nos ônibus e metrô, mas para transpor a catraca é necessário apresentar também o Cartão Especial.

O girassol representa um pedido discreto por empatia, paciência e compreensão no dia a dia. Ele está regulamentado pela Lei Federal nº 14.624, de 17 de julho de 2023. No DF, o uso do colar é amparado pela Lei Distrital nº 6.842, de 29 de abril de 2021, e regulamentado pelo Decreto nº 45.230, de 1º de dezembro de 2023. Entre as deficiências ocultas ou invisíveis, estão condições como: autismo, TDAH, surdez, epilepsia, fibromialgia e demência. Contudo, o fato de a pessoa não portar o colar, não prejudicará o exercício dos seus direitos e das suas garantias previstos em lei.

Carteira de Identificação de PcD

O Passe Livre Especial, ou Cartão Especial, é um benefício específico, com critérios próprios e processo de concessão | Foto: Divulgação

A Carteira de Identificação da Pessoa com Deficiência (Carteira CadPcD) foi instituída por meio da Lei Distrital nº 6.809/2021 e regulamentada pelo Decreto nº 42.363/2021. É com ela que a pessoa com deficiência acessa benefícios econômicos e sociais garantidos por políticas públicas, ou seja, previstos em lei. O documento é expedido e renovado gratuitamente.

 

Para obter a CadPcD, o cidadão precisa fazer o Cadastro da Pessoa com Deficiência, em site próprio. Conforme o art. 1º da referida lei, a carteira só é emitida para pessoas com deficiência de natureza física, auditiva, visual, mental ou múltipla. Ela pode ser especialmente importante quando a deficiência não é aparente.

Cartão Especial

O Passe Livre Especial, ou Cartão Especial, é um benefício específico, com critérios próprios e processo de concessão que envolve documentação, laudo médico e análise conforme a legislação vigente. Podem solicitá-lo pessoas com insuficiência renal e cardíaca crônica, portadores de câncer, de HIV, de anemias congênitas (falciforme e talassemia) e coagulatórias congênitas (hemofilia), além de pessoas com deficiência física, sensorial ou mental.

O cadastro pode ser feito neste site ou presencialmente, na estação do metrô da 112 Sul, em posto especializado no atendimento dos serviços do Cartão Especial. Após o preenchimento, é feita uma análise conclusiva e a validação dos laudos médicos apresentados, requisito indispensável para a liberação do benefício.

Empatia e garantia de direitos

É importante destacar que nem o colar de girassol nem a Carteira CadPcD concedem, por si só, gratuidade ao transporte público. Mais do que identificar uma deficiência, esses recursos ajudam a tornar visíveis necessidades que nem sempre podem ser percebidas. Por isso, é fundamental respeitar quem utiliza o colar ou apresenta uma carteira de identificação, evitando julgamentos e constrangimentos.

Nem toda deficiência pode ser vista, mas toda pessoa merece ter seus direitos e necessidades respeitados.

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Semana da Primeira Infância une música, educação e conscientização ambiental

Crianças de Ceilândia participaram de atividade lúdica no auditório da CLDF e aprenderam sobre a importância da preservação da fauna do Cerrado

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Foto: David Calaça/Agência CLDF

Iniciativa busca promover educação para a cidadania a partir de atividades que incluem visitas guiadas, contação de histórias, oficinas e espetáculos

Apresentação do grupo Camerata Caipira

 

A conscientização sobre a preservação da fauna do Cerrado, apresentada de forma lúdica por meio da música, deu o tom do encerramento do projeto Infância Cidadã no auditório da Câmara Legislativa, nesta terça-feira (25). Com uma proposta lúdica e pedagógica, o grupo Camerata Caipira encantou crianças da Escola de Ensino Fundamental 17 de Ceilândia. O evento integra a 4ª Semana Legislativa pela Primeira Infância, promovida pela Escola do Legislativo (Elegis), que ocorre hoje e amanhã.

A apresentação do grupo reforça a iniciativa da Elegis, que busca promover educação para a cidadania com estudantes de quatro a seis anos de idade, a partir de atividades que incluem visitas guiadas aos espaços da CLDF, contação de histórias, oficinas e espetáculos musicais.

A exibição reuniu ritmos como xote, samba de roda e frevo para mostrar aos alunos a importância da preservação do Cerrado e de espécies nativas como o lobo-guará, o tamanduá, o tatu-canastra, a anta e o teiú.

 

Alunos do EC 17 de Ceilândia particiaram da apresentação

Instituída pela Resolução nº 357/2025, de autoria da deputada Paula Belmonte (PSDB), a Semana Legislativa pela Primeira Infância integra oficialmente o calendário anual da CLDF. “Ver a Semana Legislativa chegar à quarta edição mostra que essa agenda se consolidou e continua cumprindo o propósito para o qual foi criada: manter as crianças no centro das políticas públicas”, destaca Belmonte.

A distrital ressalta ainda que a primeira infância precisa ser prioridade do Estado. “É nesse período que construímos bases fundamentais para o desenvolvimento das nossas crianças e, consequentemente, para o futuro da nossa sociedade”, acrescenta.

A programação segue na tarde desta terça-feira e durante toda a quarta-feira (26), com uma conferência magna e uma meda redonda.

25 de agosto (terça-feira)

Local: Auditório da CLDF (com visita guiada aos espaços da CLDF)
•    8h às 11h | Projeto Infância Cidadã
•    14h às 17h | Projeto Infância Cidadã

26 de agosto (quarta-feira)

Local: Auditório da CLDF
•    8h30 | Credenciamento e acolhimento
•    9h | Abertura Institucional. Tema: Escutar para Construir: cultura democrática desde a infância
•    9h30 | Conferência Magna. Tema: Escutar para Reconhecer: a criança como sujeito histórico, cultural e de direitos
–    Palestrante: Prof.ª Dra. Zoia Prestes
•    11h30 às 14h | Intervalo para almoço
•    14h | Recepção

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Confira as imegens a apresentação

Christopher Gama – Agência CLDF de Notícias

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