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JK

HÁ 121 ANOS NASCIA O ESTADISTA QUE DEU AUTOESTIMA AOS BRASILEIROS

 

“Tive o privilégio de viver os Anos Dourados.
Tínhamos que correr atrás do Brasil.
O presidente JK, com sua energia e sua ousadia,
conseguiu substituir o hábito do sofrimento pela pedagogia do prazer.
O brasileiro passou a ter autoestima”.
Cacá Diegues
Silvestre Gorgulho – jornalista e ex-Secretário de Estado de Comunicação e de Cultura de Brasília.
O sabor da vida depende de quem a tempere. O mantra vale para o simples cidadão, no seu dia-a-dia, e para as maiores autoridades da política do País. Hoje é dia de relembrar um político que soube temperar suas ações como cidadão e como político: Juscelino Kubitschek de Oliveira, o 21º Presidente da República do Brasil.
Há 121 anos nascia Juscelino Kubitschek, em Diamantina.
Há 67 anos, em 31 de de janeiro de 1956, o médico-tenente da Polícia Militar de Minas Gerais, ex-prefeito, deputado e governador de Minas Gerais, tomava posse como Presidente da República. E cumpria sua primeira promessa de campanha: em 18 de abril assinava a “Mensagem de Anápolis”, enviando ao Congresso o projeto de lei, prometendo mudar, em 21 de abril de 1960, a capital federal do litoral para o Planalto Central.
Há 67 anos, JK iniciava a construção da nova capital. Há 63 anos, depois de 1.112 dias de obras, inaugurava Brasília.
Abraçadas nas comemorações dos 121 anos de JK, Diamantina e Brasília entram no túnel do tempo para bendizer e celebrar a História de um governante que mexeu com as entranhas geopolíticas e culturais do Brasil.
De Diamantina, o menino Juscelino enfrentou todas dificuldades para estudar. Ele pegou estradas, saltou montanhas, cruzou fronteiras, ganhou o mundo, sorriu e chorou para, enfim, repousar sua História de vida e de maior estadista brasileiro em um Memorial no Eixo Monumental de Brasília.
Uma História rica em brasilidade e pioneirismo. Em coragem e magnanimidade.
O ex-presidente JK foi um construtor de sonhos. No poder, JK foi exemplo de empreendedorismo e de generosidade. Fora do poder, foi exemplo de luta pela Democracia. E, no exílio, foi um brasileiro que só pensava em Brasil, usando seu prestígio internacional para exaltar e trazer investimentos para seu País.
A construção de Brasília fez o Brasil colher um novo País do Centro-Oeste, do Cerrado e da Amazônia. Nos tempos de JK, o Brasil colheu efervescência cultural. O Brasil colheu a primeira Copa do Mundo, colheu Bossa Nova e colheu alegria. O povo brasileiro colheu o sentimento de que é capaz de construir o que parece impossível.
JK plantou Democracia. E o Brasil colheu Paz!
A Era JK terminou, tragicamente, há 47 anos, numa curva da rodovia Presidente Dutra. O presidente JK tinha 73 anos, a 21 dias de completar 74 anos.
Em 22 de agosto de 1976, o Brasil dormiu um domingo triste. Acordou em sobressaltos. A notícia de que um Opala metálico, atravessou a pista e bateu de frente com uma carreta com placa de Orleans-SC, pegou os brasileiros de surpresa. Um pesadelo. Entre os ferros retorcidos estavam os corpos do ex-presidente e de seu fiel motorista Geraldo Ribeiro.
Se os brasileiros lamentaram sua partida, quando ainda tinha muito a oferecer ao Brasil, neste 12 de setembro de 2023 há que celebrar uma data de vida: os 121 anos de nascimento do ex-presidente. Seu legado é o maior da História.
Antes de Brasília, o Centro-Oeste não produzia nem um grão de soja. Hoje é responsável por 49,2% da produção nacional. A soja avançou sobre novas fronteiras e levou junto a cultura do milho. A produção de milho na região – antes de Brasília – era inferior a 10%. Atualmente representa 55,30% da safra nacional. Essas duas culturas levaram uma promissora cultura empreendedora em outros setores: pecuária, frutas, café, algodão, arroz, feijão, trigo. Centenas de pequenos povoados nasceram no vazio do Cerrado e transformaram-se, nestes últimos anos, em cidades de pequeno, médio e grande porte com excelentes índices de IDH.
Carlos Lacerda, o grande líder a UDN, quando soube da morte de JK fez uma declaração enfática: “Fiz muitos discursos contra Brasília e contra JK. Celebram-no hoje por ter feito Brasília. Mas há que celebrá-lo muito mais por ter demonstrado aos brasileiros que a Democracia é possível. E, desde que possível, indispensável. Ele disse, certa vez, que Deus o privara do sentimento do medo. Poderia ter acrescentado que também o privou da capacidade de invejar e de odiar”.
Sorridente, festeiro, magnânimo, realizador, generoso e cumpridor de todas as 31 metas que prometeu na sua campanha política, o exemplo está aí. Foi ousado, não teve medo de nada e deixou uma lição para quem quiser seguir seus passos: não invejar e não odiar.
Obrigado, JK!

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UnB tem finalistas no Prêmio Jabuti Acadêmico 2026

Obras dos docentes Edileuza Penha, Gabriele Cornelli e Elimar Pinheiro concorrem nas áreas de Artes; Tradução; e Ciências Agrárias e Ciências Ambientais. Premiação ocorre em 11 de agosto, em São Paulo

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Eleições 2026: conheça as regras e faça do seu voto um instrumento de transformação

Entenda o calendário eleitoral, as principais normas do pleito e a importância de buscar informação de qualidade para exercer um voto consciente e fortalecer a democracia brasileira.

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Antes de escolher um candidato, o eleitor escolhe o futuro do país. Em 2026, milhões de brasileiros voltarão às urnas para eleger presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais ou distritais. Mais do que um direito, o voto é um dos principais instrumentos da democracia e uma oportunidade de influenciar os rumos do Brasil pelos próximos anos.

As eleições deste ano seguem regras definidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que buscam garantir transparência, igualdade entre os candidatos e segurança no processo de votação. O primeiro turno será realizado em 4 de outubro, enquanto o segundo turno, caso necessário para presidente e governadores, ocorrerá em 25 de outubro. A campanha eleitoral oficial começa em 16 de agosto, quando passam a ser permitidas as propagandas e os atos de campanha previstos na legislação.

Além do calendário, algumas normas ganharam destaque em 2026. O TSE atualizou regras relacionadas ao uso da inteligência artificial nas campanhas, reforçou medidas de combate à desinformação, aprimorou procedimentos de auditoria das urnas eletrônicas e promoveu ajustes na regulamentação do Fundo Eleitoral. O objetivo é aumentar a transparência, proteger a integridade do processo eleitoral e oferecer mais segurança aos eleitores.

Mas conhecer as regras é apenas parte da responsabilidade do eleitor. O voto consciente começa muito antes do dia da eleição. É importante pesquisar a trajetória dos candidatos, avaliar suas propostas, verificar seu histórico de atuação e confirmar se as informações compartilhadas nas redes sociais são verdadeiras. Em um cenário marcado pelo grande volume de conteúdos digitais, desconfiar de mensagens sem fonte confiável e consultar os canais oficiais da Justiça Eleitoral faz toda a diferença.

Também vale lembrar que votos brancos e nulos não são direcionados a nenhum candidato e não alteram o cálculo dos votos válidos utilizados para definir os eleitos. Por isso, participar de forma consciente significa escolher um candidato de acordo com suas convicções e acompanhar, depois da eleição, o trabalho dos representantes escolhidos.

A democracia não se fortalece apenas no dia da votação. Ela depende da participação permanente da sociedade, do respeito às instituições e do compromisso de cada cidadão com a informação de qualidade. Informar-se, comparar propostas e votar com responsabilidade são atitudes que ajudam a construir um país mais justo, transparente e representativo.

Para conferir o calendário completo, as regras atualizadas e outras informações oficiais sobre as Eleições 2026, consulte a página oficial das Eleições 2026 do TSE e o Calendário Eleitoral.

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BRASIL HELOU ou BRASÍLIA HELOU

Brasília está mais triste.

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Nos despedimos hoje de uma das mais importantes, carismáticas e realizadoras figura de Brasília: BRASIL HELOU.
Sua empresa construiu o Panteão e também a Igrejinha Ortodoxa do Lago Sul – projetos de Oscar Niemeyer.
Eu tinha um carinho especial por ele. Sempre proavitivo, tranquilo e levava na alma a força do Bemquerer.
Mais do que um pioneiro, Brasília perdeu um cidadão do bem e que, em vida, só fez o bem.
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