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Cantoria matinal antecipada: o esforço do sabiá-laranjeira para vencer a poluição sonora urbana

Pássaro emblemático do Brasil ajusta seu canto às madrugadas de São Paulo, em busca de encontrar uma parceira e escapar do barulho urbano diurno.

 

O sabiá-laranjeira, um dos símbolos do Brasil — Foto: Luciano Lima/Instituto Butantan

 

O cantar do sabiá-laranjeira, considerado um dos símbolos do Brasil, tem tomado novas nuances nas primeiras horas da madrugada na cidade de São Paulo, tudo em um esforço para contornar a perturbação sonora proveniente do ambiente urbano. Luiz Fernando Haddad, um designer industrial, expressa sua admiração pelo fenômeno, destacando como o canto dessas aves proporciona um toque revigorante de contato com a natureza em meio à vida citadina agitada.

Esses pássaros, que podem ser encontrados em diversos locais, desde praças até florestas, têm modificado seus hábitos de canto em resposta direta ao ruído urbano. Erika Hingst-Zaher, diretora do Museu Biológico do Instituto Butantan, explica que o sabiá começa a cantar mais cedo para garantir que seu canto seja audível acima do zumbido da cidade, permitindo que ele se comunique e encontre uma parceira, de forma semelhante a um mecanismo de busca como o Tinder.

Enquanto os sabiás adaptam seus padrões de canto, os residentes urbanos também enfrentam desafios semelhantes. O médico Arthur Menino Castilho destaca os efeitos prejudiciais da exposição prolongada à poluição sonora, não apenas em termos de perda auditiva, mas também em relação ao impacto psicológico, incluindo distúrbios do sono e irritabilidade.

Para se proteger da poluição sonora, o uso de protetores auriculares e a instalação de janelas à prova de som são opções sugeridas. No entanto, Castilho adverte contra o uso de música alta nos fones de ouvido como uma solução alternativa, enquanto ressalta a necessidade de regulamentações por parte das autoridades para mitigar os efeitos negativos do barulho urbano. Enquanto isso, Hingst-Zaher ressalta a importância de áreas verdes tanto para os humanos quanto para os sabiás, proporcionando um refúgio da agitação da vida urbana.

 

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EMILIANO PEREIRA BOTELHO

(1948-2026)

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O Brasil perdeu ontem à noite (11/08) um cidadão empreendedor, dedicado e que deixa um legado incomensurável para a agricultura tropical: EMILIANO PEREIRA BOTELHO.
Paracatu perdeu um filho ilustre e eu perdi um amigo, inclusive, que escreveu a abertura do meu livro “DE CASACA E CHUTEIRAS – JK-BRASÍLIA-PELÉ – A Era dos Grandes dribles na Política, Cultura e História”.
Nesse livro, Emiliano, como presidente da CAMPO – Companhia de Promoção Agrícola, escreveu sobre o Planalto Central e a história da revolução verde-amerela do Cerrado, focando na chegada dos japoneses das famílias Kanegae, Hayakawa, Ogawa, Ikeda e Okudi para desbravar a região do Distrito Federal.
Como jogador de futebol, amante da boa música e torcedor do Cruzeiro, EMILIANO BOTELHO tinha seu lado alegre e festeiro. Como profissional da agropecuária, deixa uma história de empreendedorismo: logo depois de ser o superintendente e, depois, presidente da Cooperativa Agropecuária do Vale do Paracatu, a Coopervap, presidiu por mais de 30 anos a CAMPO – Companhia de Promoção Agrícola, ligada ao Programa de Cooperação Nipo-Brasileiro para o Desenvolvimento dos Cerrados, o Prodecer.
FOTOS
1) Emiliano Botelho quando foi homenageado pela Casa de Cultura e pela Prefeitura Municipal de Paracatu como Personalidade que fez e faz diferença na região.
2) Emiliano, o Ministro Alysson Paolinelli e o primeiro presidente da CAMPO, Paulo Afonso Romano.
3) Emiliano e sua paixão pelo Cruzeiro, que hoje no jogo com o Flamengo bem podia fazer um minuto de silêncio em sua Memória.
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UnB tem finalistas no Prêmio Jabuti Acadêmico 2026

Obras dos docentes Edileuza Penha, Gabriele Cornelli e Elimar Pinheiro concorrem nas áreas de Artes; Tradução; e Ciências Agrárias e Ciências Ambientais. Premiação ocorre em 11 de agosto, em São Paulo

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Eleições 2026: conheça as regras e faça do seu voto um instrumento de transformação

Entenda o calendário eleitoral, as principais normas do pleito e a importância de buscar informação de qualidade para exercer um voto consciente e fortalecer a democracia brasileira.

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Antes de escolher um candidato, o eleitor escolhe o futuro do país. Em 2026, milhões de brasileiros voltarão às urnas para eleger presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais ou distritais. Mais do que um direito, o voto é um dos principais instrumentos da democracia e uma oportunidade de influenciar os rumos do Brasil pelos próximos anos.

As eleições deste ano seguem regras definidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que buscam garantir transparência, igualdade entre os candidatos e segurança no processo de votação. O primeiro turno será realizado em 4 de outubro, enquanto o segundo turno, caso necessário para presidente e governadores, ocorrerá em 25 de outubro. A campanha eleitoral oficial começa em 16 de agosto, quando passam a ser permitidas as propagandas e os atos de campanha previstos na legislação.

Além do calendário, algumas normas ganharam destaque em 2026. O TSE atualizou regras relacionadas ao uso da inteligência artificial nas campanhas, reforçou medidas de combate à desinformação, aprimorou procedimentos de auditoria das urnas eletrônicas e promoveu ajustes na regulamentação do Fundo Eleitoral. O objetivo é aumentar a transparência, proteger a integridade do processo eleitoral e oferecer mais segurança aos eleitores.

Mas conhecer as regras é apenas parte da responsabilidade do eleitor. O voto consciente começa muito antes do dia da eleição. É importante pesquisar a trajetória dos candidatos, avaliar suas propostas, verificar seu histórico de atuação e confirmar se as informações compartilhadas nas redes sociais são verdadeiras. Em um cenário marcado pelo grande volume de conteúdos digitais, desconfiar de mensagens sem fonte confiável e consultar os canais oficiais da Justiça Eleitoral faz toda a diferença.

Também vale lembrar que votos brancos e nulos não são direcionados a nenhum candidato e não alteram o cálculo dos votos válidos utilizados para definir os eleitos. Por isso, participar de forma consciente significa escolher um candidato de acordo com suas convicções e acompanhar, depois da eleição, o trabalho dos representantes escolhidos.

A democracia não se fortalece apenas no dia da votação. Ela depende da participação permanente da sociedade, do respeito às instituições e do compromisso de cada cidadão com a informação de qualidade. Informar-se, comparar propostas e votar com responsabilidade são atitudes que ajudam a construir um país mais justo, transparente e representativo.

Para conferir o calendário completo, as regras atualizadas e outras informações oficiais sobre as Eleições 2026, consulte a página oficial das Eleições 2026 do TSE e o Calendário Eleitoral.

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