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La Boulangerie em Brasília: A Doce Jornada do Padeiro Francês

Guillaume Petitgas e a Arte de Transformar Fermento em História, Amor e Pães Deliciosos na Capital Brasileira

 

Conheça a trajetória do padeiro francês que encontrou em Brasília não apenas um lar, mas também o cenário perfeito para se destacar na arte da panificação. Guillaume Petitgas, desde a adolescência, alimentava o sonho de ser paisagista, mas uma visita à padaria de um amigo do pai mudou seu destino.

Com apenas 15 anos, iniciou seu caminho na panificação, realizando estágios e mergulhando na arte de fazer pão. Sua jornada na França, entre trabalhos em supermercados e padarias artesanais, moldou sua expertise e paixão pela profissão. Aos 20 anos, movido pela saudade após a perda do pai, aventurou-se na Noruega, onde aprimorou suas habilidades em diferentes ambientes de produção.

O retorno à França o levou a uma reviravolta inesperada: um convite para trabalhar como confeiteiro em Brasília. Em setembro de 2004, desembarcou na capital brasileira, onde encontrou não apenas uma oportunidade profissional, mas também o amor. Sua história de amor com Thais Melo, uma estudante da UnB, floresceu em meio aos pães e doces.

Após um breve retorno à França, o casal decidiu retornar ao Brasil e em 2007 inaugurou a La Boulangerie, inicialmente em uma pequena loja na 106 Sul. O início foi desafiador, mas a qualidade dos produtos logo atraiu atenção, especialmente após uma matéria elogiosa de uma colunista de gastronomia. O reconhecimento impulsionou o negócio, que cresceu e se expandiu para diferentes regiões de Brasília.

Além da panificação, Guillaume introduziu um bistrô no CasaPark, trazendo um toque de sua paixão pela culinária. Apesar dos desafios durante a pandemia, ele planeja retomar o projeto em 2024 com a abertura de um novo bistrô na 306 Sul, mantendo a essência francesa com um jardim acolhedor.

Ao lado de Thais e seus três filhos, Guillaume construiu raízes em Brasília, conquistando uma clientela fiel. Seu pão, feito com amor e tradição francesa, tornou-se parte da história das pessoas. Neste Natal, ele compartilha uma receita especial de panetone de chocolate meio amargo, convidando todos a celebrarem com amor e sabor.

Isca (massa pré-fermentada que auxilia na fermentação do panetone)
300g de farinha de trigo
20g de açúcar
15g de fermento
160ml de água

Calda de leite
200ml de leite
100g de açúcar
20g de mel
100g de manteiga
4 gemas de ovos (para reservar e adicionar lentamente)

Massa para a isca
350g de farinha
14g de fermento
15g de sal
1 zeste de uma laranja

Recheio
300g de chocolate em gotas meio amargo

Modo de preparar
Pese os ingredientes da isca dentro de uma vasilha e misture-os. Na mesa, sove a massa até atingir uma consistência elástica e firme. Deixe descansar por uma hora.

Durante esse tempo, prepare a calda. Em uma panela, leve ao fogo o leite, o açúcar, o mel e a manteiga e misture bem. Quando ferver, desligue o fogo. Em seguida, despeje lentamente a calda sobre as gemas e misture com um fouet.
Acrescente à calda, pouco a pouco, os ingredientes da massa (350g de farinha, 14g de fermento, 15g de sal e 1 zeste de uma laranja) e a isca já pré-fermentada. Misture e sove a massa até ficar lisa e com consistência elástica.

Ao final, acrescente o chocolate e misture rapidamente mais uma vez até ficar homogêneo. Cubra com um pano úmido e deixe descansar por uma hora (até dobrar de volume), dentro do forno fechado e desligado. Distribua a massa de acordo com o tamanho de suas formas de panetones. Deixe crescer novamente dentro do forno por mais ou menos uma hora. Para acelerar a fermentação, coloque uma panela de água quente dentro do forno.

Depois de crescidos, tire tudo do forno e pré-aqueça a 150ºC. Pincele um ovo batido ou manteiga derretida em cima de cada panetone e coloque no forno assim que estiver na temperatura correta. O tempo de cozimento pode variar entre 20 a 35 minutos, dependendo do forno e do tamanho dos panetones. Para conferir o ponto, espete a massa com um palito ou uma faca. Espere esfriar e bon appetit!

 

 

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CABO VERDE

A COPA DO MUNDO E O BRASIL

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– “Um dia você vai olhar para trás e descobrirá que cada lágrima financiou sua vitória”. VOZINHA (Josimar José Évora Dias) goleiro de Cabo Verde,como filósofo e influenciador mundial do momento. ”
CABO VERDE está na ordem do dia. Na Europa, França e Bahia. Na Time Square, na rua e na Lua. O que é uma Copa do Mundo de Futebol, heim?
Na sexta Copa do Mundo de 1958, esse mesmo fenômeno de empatia e paixão aconteceu com o Brasil. Imagina que na recepção oficial dos 13 países participantes da Copa-6, em Estocolmo, o Comitê Organizador da FIFA simplesmente errou ao hastear a bandeira brasileira. Sim, a bandeira do Brasil – hoje cantada em prosa e verso – não estava lá. Pior: mesmo com o protesto e muita reclamação de Zagallo e do Mário Trigo, o coordenador da FIFA na Copa, Bengt Agren, levou os dois até o local onde estavam as bandeiras e mostrou, assim, com ar de autoridade:
– Está vendo? Olha aí vossa bandeira…
Era a bandeira de Portugal. Mário Trigo e Zagallo foram buscar uma enciclopédia Delta-Larousse para provar qual era a verdadeira bandeira do Brasil. Aí foi que Embaixada do Brasil na Suécia teve que entrar na historia para que a bandeira brasileira pudesse tremular em terras suecas.
Pois bem, a Copa terminou com show de Garrincha e Pelé e o mundo enrolado na bandeira do Brasil, cantando loas à Seleção Brasileira.
Pois bem, 68 anos depois, na COPA 23, CABO VERDE, por motivos diferentes, virou o queridinho da Europa, França e Bahia… do Brasil e do Mundo. E VOZINHA (Josimar Évora Dias) incorporou os mitos Garrincha e Pelé.
CABO VERDE: O QUE TEM A VER
O PAÍS DE VOZINHA COM O BRASIL?
Em abril de 2024, aportei na cidade de Praia, Capital de Cabo Verde. Como foi bom e prazeroso visitar Cabo Verde.
O país é um arquipélago de 10 ilhas. Cabo Verde, além de ser um dos nove países que falam o Português, tem duas referências fortes em relação ao Brasil. Uma delas com Brasília.
Depois de um dia em PRAIA, na Ilha Santiago, fui para Mindelo, a cidade cultural, que fica na Ilha São Vicente.
Cabo Verde foi a referência para definir a linha de demarcação do Tratado de Tordesilhas.
O Tratado foi assinado por Portugal e Espanha em 7 de junho de 1494 e ratificado em 5 de setembro do mesmo por D. João II de Portugal e Fernando II de Aragão. Ele estabelecia que as terras descobertas e as terras a descobrirem, nas Américas, deveriam obedecer um meridiano traçado a 370 léguas da ilha de Santo Antão (Cabo Verde). A OESTE do meridiano, as terras pertenceriam ao Reino de Castela (Espanha) e a LESTE ao Reino de Portugal.
O meridiano está, por assim dizer, numa linha reta de Belém do Pará até Laguna, em Santa Catarina.
Quem é de Brasília sabe que esse meridiano do Tratado de Tordesilhas passava a menos de 100km do DF, bem perto de Cacalzinho.
Os originais de cada idioma encontram-se depositados no Archivo General de Índias, na Espanha, e no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Portugal.
Voltando à Copa do Mundo vale dizer: a Argentina venceu o jogo entrando para as Oitavas de Final e CABO VERDE também venceu entrando para a História.
O SUCESSO DA PRIMEIRA COPA DO MUNDO NINGUÉM ESQUECE.
VIVA CABO VERDE!
FOTOS:
1) A pedido da FFIFA, Cabo Verde foi o primeiro país a dar o nome de REI Pelé ao seu estádio de futebol. (Seria o sucesso de Cabo Verde na Copa o primeiro milagre do Rei?)
2) Visitando Mindelo, terra da cantora Cesarea Évora, aliás também a terra natal do goleiro VOZINHA – Josimar Évora Dias.
3) VOZINHA – depois da atuação na Copa tem emprego com bom salário garantido.

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BioTech XP reúne público no Planetário de Brasília

Confirma nova edição no Pátio Brasil com mais de 40 horas de atrações

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Brasília recebeu nesta semana a festa de lançamento da BioTech XP no Planetário de Brasília, em um evento que combinou ciência, tecnologia e experiências imersivas voltadas ao público jovem e às famílias. A programação movimentou o espaço com atividades interativas, palestras e atrações que transformaram o ambiente em um grande laboratório de descobertas.

Entre os destaques da edição no Planetário estiveram os simuladores de realidade virtual de montanha-russa e asa-delta, que proporcionaram uma experiência sensorial de alta imersão aos visitantes. As atrações chamaram a atenção do público pela proposta de aproximar ciência e tecnologia de forma prática e acessível.

O evento também contou com a participação do Einstein Jr., que apresentou conteúdos de biologia e ciência de maneira dinâmica e interativa, despertando a curiosidade dos participantes e incentivando o aprendizado por meio da experimentação. A proposta central da BioTech XP foi justamente apresentar a ciência sob uma nova perspectiva, mais lúdica e conectada ao cotidiano.

De acordo com a organização, a receptividade do público reforça a consolidação do projeto como uma iniciativa de divulgação científica voltada para novas gerações, unindo educação, entretenimento e inovação em um mesmo ambiente.

Com o sucesso da estreia, a BioTech XP já tem nova edição confirmada no Pátio Brasil Shopping. O evento contará com mais de 40 horas de programação, incluindo experiências imersivas, atividades educativas e novas atrações voltadas à ciência e tecnologia, ampliando ainda mais o alcance da proposta.

A iniciativa reforça a expansão do projeto no Distrito Federal e a intenção de levar conteúdos científicos de forma acessível e envolvente a diferentes públicos, mantendo a experiência como elemento central da jornada do visitante.

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Assim nasceu

BRASILIA

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Pela primeira vez, graças a JK, levou-se um Planejamento urbanístico sério. Mesmo com todo rigor de um plano diretor, depois de 67 anos, houve desvirtuamentos… afinal, isso aqui é Brasil.
Vale a pena assistir a este vídeo

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