O Prêmio Dulcina vai conceder R$ 10 mil ao melhor espetáculo. As demais categorias terão premiação de R$ 4 mil cada. Todos os grupos selecionados também receberão cachê de participação no valor de R$ 4 mil. A seleção foi realizada por uma comissão julgadora formada por nomes atuantes na cena e na pesquisa teatral.
Reportagens
Aniversário de Brasília terá megashow do DJ Alok na Esplanada dos Ministérios
Artista foi a primeira atração anunciada da programação dos 64 anos da cidade, que se estenderá por toda a semana do dia 21 de abril
Por Adriana Izel, da Agência Brasília | Edição: Igor Silveira
O aniversário de Brasília terá como grande atração um dos artistas mais conhecidos em todo o mundo e que fez carreira na capital federal: DJ Alok. Ele integra a programação oficial e gratuita da celebração dos 64 anos da cidade. O anúncio foi feito nesta terça-feira (19), no Museu Nacional da República, pelo governador Ibaneis Rocha ao lado de autoridades do Governo do Distrito Federal (GDF) e do próprio DJ que apareceu com o cachorro robô Aulok.
“Hoje é um dia muito importante para o Distrito Federal e para o mundo. Recebemos aqui um dos maiores artistas e que doa o seu cachê para a festa de 64 anos de Brasília. Vamos fazer uma grande festa, trazendo os nossos vizinhos e toda a população do DF para comemorar esses 64 anos”, afirmou o governador Ibaneis Rocha.
Também no aniversário de Brasília, o GDF promoverá a campanha ‘É Direito Delas Dizer Não’ para proteger todos os cidadãos que passem por situações de assédio, preconceito ou demais formas de violência no ambiente de lazer e entretenimento | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
Goiano de nascimento, DJ Alok passou boa parte da vida em Brasília, onde despontou como um dos maiores DJs do planeta. Essa história com a capital federal o fez aceitar o convite e também abrir mão da cobrança de cachê para a participação. “O primeiro show da minha vida foi em Brasília. Grande parte da minha história foi escrita aqui. Já fui no evento de aniversário como público e queria muito poder estar tocando no evento. Quando fui convidado, me senti privilegiado. Para mim é uma honra e quis abrir mão do cachê como uma forma de retribuir o meu carinho à cidade”, explicou.
“Será um show feito exclusivamente para cá. Quero poder trazer uma experiência única e memorável para o público de Brasília. Teremos a participação dos povos indígenas e de artistas locais. Mas ainda não posso dar muitos spoilers”
DJ Alok
Conhecido por apresentações emblemáticas, ele promete um megashow na Esplanada dos Ministérios em 20 de abril, véspera da data da inauguração da capital. A estrutura prevê uma pirâmide como palco, participações especiais e até o lançamento do novo álbum do artista. “Será um show feito exclusivamente para cá. Quero poder trazer uma experiência única e memorável para o público de Brasília. Teremos a participação dos povos indígenas e de artistas locais. Mas ainda não posso dar muitos spoilers”, disse o DJ em referência aos detalhes do show.
Segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, o nome de Alok foi o primeiro a aparecer durante as conversas da programação do aniversário de Brasília. Ele foi escolhido pela história com a cidade. O titular da pasta lembrou que o DJ chegou a se inscrever no início da carreira no Cadastro de Entes e Agentes Culturais (Ceac), da Secec. Na ocasião, Abrantes entregou uma cópia do processo a Alok.
“Desde o início queríamos artistas que tivessem uma ligação com Brasília, mesmo que não morassem mais aqui. O primeiro nome da lista foi o Alok, porque ele conviveu com a cidade durante muito tempo. Iniciamos as tratativas e contamos com esse lado afetivo dele. Ele queria muito estar aqui e chegamos a esse formato, onde o custo da estrutura vem da iniciativa privada dos nossos parceiros do BRB e o cachê do Alok, ele abriu mão para tocar em Brasília”, explicou Claudio Abrantes.
“Quando fui convidado, me senti privilegiado. Para mim, é uma honra e quis abrir mão do cachê como uma forma de retribuir o meu carinho à cidade”, afirmou Alok sobre a festa dos 64 anos da cidade | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
O presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, destacou que o banco participará da festa para valorizar ainda mais a celebração. “Há pouco mais de um mês o secretário nos procurou para comemorar o aniversário com uma série de celebrações valorizando a cidade. Estamos muito felizes em ajudar e fazer parte dessa data”, comentou.
Mais atrações
Alok será a grande atração do aniversário, mas a celebração, que se estenderá por toda a semana do dia 21 de abril, com diversas outras apresentações. Está confirmado também o show da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro na Concha Acústica – área recém-reformada pelo GDF – na tarde de domingo.
O restante da programação será definido por meio de um edital em tramitação da Secretaria de Cultura e Economia Criativa no valor de R$ 5 milhões, que prevê a contratação de organização da sociedade civil (OSC) para a execução da festividade, e em parceria com a Secretaria de Turismo. A ideia é contratar artistas locais e descentralizar a programação com atrações distribuídas em outras regiões administrativas para além da área central do Plano Piloto.
“Estamos com um edital na rua e vamos ter várias atrações musicais que vão enfeitar a festa da nossa capital. A Secretaria de Cultura está cuidando para que tenhamos atrações em outros locais, para que a população possa se divertir nesse dia, que é de grandes comemorações para todos nós”, definiu o governador do DF, Ibaneis Rocha.
Campanha
Após ter tido o Carnaval da Paz, Brasília pretende repetir a atmosfera de segurança na celebração dos 64 anos. Para isso, a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) promoverá a campanha “É Direito Delas Dizer Não” para proteger todos os cidadãos que passem por situações de assédio, preconceito ou demais formas de violência no ambiente de lazer e entretenimento. Durante o evento, Alok recebeu a camisa da campanha.
Todo um esquema de segurança será montado junto à Secretaria de Segurança Pública (SSP) para garantir que a festividade ocorra sem grandes problemas. “Esperamos poder celebrar esses 64 anos com muita alegria e com toda a população presente. O esquema de policiamento será totalmente montado para que tenhamos uma festa extremamente pacífica, onde a população possa se divertir, trazer sua família, seus filhos e suas crianças. Será um momento muito importante para todos nós”, decretou Ibaneis Rocha.
Reportagens
Motta defende ação coordenada no combate ao crime organizado
Presidente da Câmara destacou a aprovação de cerca de 50 propostas de segurança pública e defendeu que o tema seja tratado como pauta de Estado
Marina Ramos / Câmara dos Deputados
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o Programa Brasil contra o Crime Organizado demonstra que o governo federal trata a segurança pública como prioridade. Ao participar do lançamento da iniciativa no Palácio do Planalto, Motta destacou a necessidade de atuação coordenada entre os Poderes e os entes federativos no enfrentamento à criminalidade.
Em discurso no evento, Motta reiterou a importância da ação coordenada entre os Poderes e os entes federados. Segundo ele, o tema não deve ser tratado de forma partidária e precisa ser conduzido como uma pauta de interesse da sociedade.
“A segurança pública é uma das preocupações mais concretas da vida nacional. Ela não se resolve com frases fáceis, nem com disputa estéril. Exige ação coordenada, inteligência, firmeza, respeito à lei e compromisso permanente com a proteção da vida. Segurança não pertence ao governo nem à oposição, pertence à cidadania brasileira”, afirmou Motta.
Hugo Motta lembrou que a Câmara dos Deputados aprovou cerca de 50 propostas relacionadas à segurança pública na sua gestão. Entre elas, a PEC da Segurança Pública, encaminhada pelo Poder Executivo, que busca ampliar a cooperação entre União, estados e municípios no combate ao crime organizado. O texto está no Senado.
O presidente da Câmara também mencionou a aprovação do Marco Legal do Combate ao Crime Organizado, que, segundo ele, fortalece instrumentos de atuação das forças de segurança, do Ministério Público e do Judiciário contra facções criminosas e milícias. O texto prevê aumento de penas e medidas de combate ao financiamento de organizações criminosas.
“Também aprovamos o Marco Legal do Combate ao Crime Organizado. O texto, também encaminhado pelo Poder Executivo, foi debatido intensamente e aprimorado pela Câmara. Seu objetivo central foi dar às forças de segurança, ao Ministério Público e ao Poder Judiciário instrumentos mais firmes para enfrentar facções, milícias e organizações que desafiam a autoridade pública, exploram comunidades e contaminam a economia formal”, declarou o presidente da Câmara.
Durante o pronunciamento, Motta destacou ainda a aprovação de projetos voltados ao endurecimento penal para crimes praticados contra agentes de segurança pública e privada, além de propostas relacionadas à proteção de pessoas vulneráveis.
Violência contra a mulher
Ao abordar o combate à violência contra a mulher, o parlamentar afirmou que o feminicídio deve permanecer como prioridade das instituições públicas. Ele citou a participação da Câmara no pacto nacional contra o feminicídio e informou que a Casa criou um grupo de trabalho para discutir o projeto de lei que criminaliza a misoginia, com previsão de apresentação de parecer até o início de junho.
O presidente da Câmara também mencionou a aprovação de medidas como o uso de tornozeleira eletrônica para agressores de mulheres e o aumento de penas para crimes de violência doméstica.
“Não podemos, no Brasil, tratar da segurança pública sem citar o combate ao feminicídio como um foco inescapável. Não há civilização em que se mate por tão pouco e com tanta covardia, como é o caso dos homens que agridem, estupram e matam as mulheres. Na Câmara, estamos totalmente engajados nesse movimento que é de toda a sociedade brasileira. Somos, inclusive, um dos signatários do pacto contra o feminicídio”, afirmou Hugo Motta.
Ao encerrar o discurso, Hugo Motta declarou que a Câmara continuará debatendo propostas relacionadas à segurança pública e afirmou que o enfrentamento ao crime organizado depende da integração entre instituições e do respeito à Constituição e ao pacto federativo.
Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira
Fonte: Agência Câmara de Notícias
Reportagens
Transporte e iluminação são temas de pronunciamentos na sessão desta quarta
Sessão reuniu debates diversos, que incluíram também educação e defesa do consumidor, entre outros assuntos
Foto: Andressa Anholete/Agência CLDF
Deputados reunidos durante sessão ordinária nesta quarta-feira (6)
Pronunciamentos sobre transporte e iluminação pública foram temas de destaque na sessão ordinária da Câmara Legislativa do Distrito Federal desta quarta-feira (6). Os deputados distritais também falaram sobre educação e defesa do consumidor, entre outros assuntos.
O deputado Max Maciel (PSOL) manifestou preocupação com a situação do sistema do Metrô do DF, que, segundo ele, amanheceu hoje funcionando “com apenas 12 trens no pico e com espera de mais de 15 minutos”. O distrital comparou o metrô local com o de Medelin, na Colômbia, onde esteve recentemente para conhecer o sistema de transporte público.
Max destacou as diferenças na modelagem do transporte das duas cidades. Para ele, Medelin fez a opção correta no modal metroviário, enquanto Brasília aposta no modelo que privilegia o rodoviário. O distrital criticou a “falta de recursos para o sistema metroviário e a falta de priorização do metrô”. Ele relatou ainda denúncias de que vários trens estão parados, “alguns deles sem especificação da falha que motivou a paralisação”. “Estamos vivendo uma situação de colapso. Vou oficiar ao Ministério Público e exigir que o governo invista no Metrô”, completou.
O deputado Chico Vigilante (PT) apresentou na sessão dados de um laudo pericial referente a uma ação civil pública sobre o transporte público do DF, ajuizada pelo Ministério Público contra o GDF e as cinco empresas que operam as bacias do transporte público. Segundo ele, o perito chegou à conclusão de que tem empresa que tem que devolver dinheiro ao governo e outras que têm dinheiro a receber. “O total do saldo a favor do GDF é de R$ 309,4 milhões. Mas aí vem um outro problema, pois o GDF também está devendo cerca de R$ 1 bilhão, além destes valores”, analisou. Para ele, o GDF precisa resolver logo esta situação, “pois o sistema de transporte está entrando em colapso”. “Sei de empresa que, se o GDF não pagar, ela vai parar porque não tem dinheiro nem para comprar o diesel”, finalizou.
Já o deputado Ricardo Vale (PT), vice-presidente da Casa, destacou que a governadora Celina Leão anunciou esta semana que fará um estudo sobre a implantação da tarifa zero no DF. O parlamentar lembrou que apresentou projeto de tarifa zero em 2015 e enfrentou muitas dificuldades para aprovar a matéria. Para ele, a medida é uma necessidade para muitos trabalhadores, famílias e jovens, que não conseguem se locomover por causa dos altos custos das passagens.
O distrital entende que a tarifa zero estudantil é uma “medida precursora da tarifa zero para todos”. “Vamos continuar trabalhando para que o Tarifa Zero saia do papel no DF e em todo o País. É um projeto de distribuição de renda e este dinheiro que iria para as passagens vai parar no pequeno comércio. Já gastamos uma fortuna com subsídios para as empresas de ônibus. Transporte é um direito do cidadão”, assinalou.
Iluminação pública
Na mesma sessão, o deputado Rogério Morro da Cruz (PSD) elogiou a nova diretoria da CEB Iluminação Pública e cobrou que o DF fique 100% iluminado. O distrital cobrou instalação de iluminação pública, principalmente na região de São Sebastião e Jardim Botânico, que, de acordo com ele, “tem muitas áreas sem luz”. Morro da Cruz pediu um cuidado especial para alguns bairros da região e ressaltou que tem “destinado recursos para regularizar, escriturar e para iluminar toda São Sebastião”.
Doação de sangue e defesa do consumidor
O deputado Pastor Daniel de Castro (PP) destacou a aprovação de projeto de lei, de sua autoria, que estabelece que servidores doadores de sangue terão direito até a dois dias de descanso, alternadamente, “medida muito importante para aumentar o estoque no banco de sangue do DF”.
O parlamentar também falou sobre a necessidade de nomeação urgente de servidores para o Procon, visando o fortalecimento da luta pela defesa do consumidor. Segundo ele, o Procon conta atualmente somente com 84 servidores efetivos para fazer todo o trabalho do órgão, e tem 116 cargos vagos. “Como cobrar fiscalização se o órgão está com mais da metade do seu quadro de pessoal defasado? O DF precisa de um Procon forte e eficiente”, disse, pedindo à governadora que autorize as contratações para o órgão.
Diálogo com professores
O deputado Gabriel Magno (PT) agradeceu e parabenizou a governadora Celina Leão por ter se reunido com os professores para tratar das demandas da categoria. “Vamos continuar cobrando os desdobramentos, especialmente em relação aos pagamentos atrasados e aos problemas do sistema EducaDF. Mas é importante a abertura de diálogo, após oito anos de desmandos do governo Ibaneis”, sinalizou ele.
Violência contra técnica de enfermagem
O deputado Fábio Felix (PSOL) manifestou indignação com o caso de suposta violência contra uma técnica de enfermagem, no hospital DF Star, que “teria tomado um tapa do senador Magno Malta (PL-ES), e que agora está sendo vítima nas redes sociais e precisou se afastar do trabalho”. “O senador já mudou de versão várias vezes. Desacreditar a palavra da vítima é um absurdo. Qual é o recado que este caso passa para a população?”, disse, se solidarizando com a vítima e cobrando a investigação do episódio.
O deputado Pastor Daniel de Castro (PP) pediu cautela e defendeu o direito a ampla defesa. Para ele, é necessário que o caso seja investigado e não se pode apenas levar em conta a palavra da técnica. “Se o fato for verdade, tem que haver punição, mas após a investigação do caso”, ponderou.
Luís Cláudio Alves – Agência CLDF
Reportagens
Festival Dulcina terá prêmio inédito de até R$ 10 mil para artistas do DF e Entorno
Mostra competitiva reúne oito espetáculos gratuitos no Teatro Sesc Paulo Autran, em Taguatinga, com recursos de acessibilidade para o público
Por
Geovanna Gravia, da Agência Brasília | Edição: Paulo Soares
O Festival Dulcina chega à quarta edição com uma novidade: pela primeira vez, o evento vai premiar artistas do Distrito Federal e do Entorno com valores de até R$ 10 mil. Aberto ao público, o festival ocorre entre os dias 15 e 23 deste mês, no Teatro Sesc Paulo Autran, em Taguatinga, com entrada gratuita.
Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Fernando Modesto, o festival fortalece a produção cultural do DF, valoriza os artistas locais e amplia o acesso da população às artes cênicas. “Esta edição, ao reconhecer exclusivamente produções do DF e do Entorno, evidencia a potência criativa da nossa cena teatral e o compromisso da pasta em apoiar iniciativas que preservam a memória cultural, incentivam a formação artística e promovem diversidade, inclusão e acessibilidade”, destaca.
Realizado com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), o festival reúne oito produções locais de teatro, dança e performance selecionadas entre grupos do DF e do Entorno. Nesta edição, os espetáculos concorrem em dez categorias, incluindo melhor atriz, ator, direção, dramaturgia, iluminação, sonoplastia, cenário, figurino, produção e espetáculo.
Entre os espetáculos selecionados para a mostra competitiva estão Pedra (p)Árida, Atrás das Paredes, Desdesempre, Se Eu Fosse Eu – Clarices, Um Lapso de Ouro e Vinho, Baraúna Boi Valente, Os sonhos de Gaubi Beijodo: a dor e a delícia de ser quem é e Galhada, em tempos de fissura.
Todas as apresentações contarão com tradução em Libras e audiodescrição. Os ingressos serão distribuídos duas horas antes de cada sessão, no Teatro Sesc Paulo Autran, em Taguatinga.
Serviço
Festival Dulcina
Período: 14 a 23 de maio
Local: Teatro Sesc Paulo Autran – St. B Norte CNB 12 Área Especial 02/03 – Taguatinga
Informações: @festivaldulcina
Programação
15/5 (sexta), 20h – Pedra (P)Arida
16/5 (sábado), 20h – Atrás das Paredes
17/5 (domingo), 20h – Desdesempre
18/5 (segunda), 20h – Se Eu Fosse Eu – Clarices
19/5 (terça), 20h – Um Lapso de Ouro e Vinho
20/5 (quarta), 20h – Baraúna Boi Valente
21/5 (quinta), 20h – Os sonhos de Gaubi Beijado: a dor e a delícia de ser quem é
22/5 (sexta), 20h – Galhada – Em tempos de fissura
23/5 (sábado), 19h – Premiação e encerramento
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