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Grandes eventos nacionais e internacionais posicionam Brasília como potência no turismo

Capital brasileira se destaca por investimentos do GDF em parceria com a iniciativa privada, pela rede hoteleira e pelo hub logístico do aeroporto brasiliense, entre outros fatores. Nesta quinta (12), maior feira de casamentos da América Latina recebe visitantes para imersão gratuita no mundo do matrimônio

 

Por Catarina Loiola, da Agência Brasília | Edição: Débora Cronemberger

 

Brasília é mais do que o centro das principais decisões políticas do país. Nos últimos meses, a capital federal também tem se destacado por sediar eventos de alta relevância para os calendários nacionais e internacionais, como a mais importante feira de casamentos da América Latina, o Casar Decor – aberto ao público nesta quinta-feira (12), das 17h30 às 23h30, no Clube Ascade -, o maior evento náutico do Centro-Oeste, o Brasília Boat Show, a principal competição off road das Américas, o Rally dos Sertões BRB, e o maior festival de motos e rock da América Latina, o Capital Moto Week. As conquistas são fruto dos investimentos do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio das secretarias de Turismo (Setur) e Esporte e Lazer (SEL), em parceria com a iniciativa privada.

Com entrada gratuita, o Casar Decor é a maior feira de casamentos da América Latina, reunindo estandes de mais de 100 empresas | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília

As arquibancadas dos equipamentos esportivos, principalmente da Arena BRB Mané Garrincha e do Ginásio Nilson Nelson, também estiveram lotadas neste ano, com o Circuito Mundial de Vôlei de Praia, o mundial de beach tennis, o Grand Prix Internacional de Boxe e o Jungle Fight 126. Recentemente, houve o K-1 World GP 2024, com disputas entre os principais nomes do kickboxing, e o Festival de Areia de Brasília, que reuniu 150 atletas de vôlei de praia e futevôlei para competirem na etapa Challenger do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia.

“Somos o terceiro polo gastronômico do país, estamos entre as cinco cidades brasileiras com maior visitação náutica, dispomos de um grande parque hoteleiro, com mais de 400 estabelecimentos com acomodações de quatro e cinco estrelas, além de contarmos com segurança qualificada e o hub aeroportuário do Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek”

Cristiano Araújo, secretário de Turismo

E não para por aí. A capital vai sediar a 51ª edição da Abav Expo, um dos maiores eventos sobre turismo do Brasil, de 26 a 28 de setembro, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). A feira de turismo contará com a participação de mais de duas mil marcas do setor, incluindo representantes de hotelaria, gastronomia, transporte, turismo e artesanato. Participarão players de 22 países, 26 estados brasileiros e 15 municípios em treinamentos e encontros, que proporcionarão oportunidades em networking, trade de negócios, contato direto com agentes de viagens e grandes empresas do setor.

A expectativa é de que o evento atraia 30 mil visitantes, dos quais 10 mil virão de fora de Brasília, gerando uma movimentação de R$ 30 milhões na economia local. O aporte do GDF é de cerca de R$ 7 milhões. Nesta edição, será a primeira vez que a Abav Expo terá um dia aberto ao público em geral. Além disso, no dia 28 de setembro, o evento terá ingressos disponíveis ao preço popular de R$ 20. As inscrições para participar do evento podem ser feitas no site oficial.

“São muitas as características que fazem de Brasília o lugar ideal para promover eventos de grande porte”, avaliou o secretário de Turismo, Cristiano Araújo. “Somos o terceiro polo gastronômico do país, estamos entre as cinco cidades brasileiras com maior visitação náutica, dispomos de um grande parque hoteleiro, com mais de 400 estabelecimentos com acomodações de quatro e cinco estrelas, além de contarmos com segurança qualificada e o hub aeroportuário do Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek.”

“Estamos realmente colocando Brasília no eixo de grandes eventos esportivos, e isso facilita muito pela geografia e logística da área central de Brasília, onde temos os setores hoteleiros Norte e Sul, e os maiores espaços esportivos, que estão a 15 minutos do aeroporto”

Renato Junqueira, secretário de Esporte e Lazer

Entre 8 e 19 de outubro, a maior etapa dos Jogos Universitários Brasileiros (Jubs) vai ocorrer em solo brasiliense, com participação prevista de mais de 6 mil pessoas. No mesmo mês, entre os dias 11 e 13, a Ponte JK será palco de disputas da Copa do Mundo e da edição inaugural do Mundial Júnior do High Diving, modalidade de saltos altos derivada dos saltos ornamentais, com disputa de mais de 50 atletas.

Outro evento muito aguardado no eixo esportivo é a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será sediada em Brasília e outras nove cidades brasileiras. A Arena BRB Mané Garrincha foi uma das mais bem-avaliadas durante a votação e deve receber oito partidas: cinco jogos da fase de grupos, um de oitavas, um de quartas e uma semifinal. O estádio também recebe partidas do Campeonato Brasileiro e shows de artistas que arrastam multidões, como Red Hot Chilli Peppers, no ano passado, e Bruno Mars, programado para outubro.

“Reunimos uma diversidade de produtos em um só lugar, além de estarmos gerando empregos diretos e indiretos e movimentando a economia local”, afirma a a idealizadora do Casar Decor, Anna Barra

“Estamos realmente colocando Brasília no eixo de grandes eventos esportivos, e isso facilita muito pela geografia e logística da área central de Brasília, onde temos os setores hoteleiros Norte e Sul, e os maiores espaços esportivos, que estão a 15 minutos do aeroporto”, observou o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, em entrevista ao podcast da Agência Brasília, GDF de Ponto a Ponto.

Véu e grinalda

Maior feira de casamentos da América Latina, o Casar Decor tem entrada gratuita e recebe investimento de cerca de R$ 500 mil da Secretaria de Turismo (Setur). Os visitantes terão acesso às últimas tendências de decoração, gastronomia, gastronomia, vestuário e audiovisual, em estandes de mais de 100 empresas, workshops, palestras, bate-papos, degustações e desfiles de noivas.

Breno da Silva e Lizandra Lima planejam o casamento, marcado para o próximo ano. “O DF tem um mercado muito promissor nesse setor. Percebemos que não faltam opções”, diz Breno

“Simulamos uma verdadeira festa! São 12 espaços de exposição, cada um com formato diferenciado, com cores e texturas que podem agradar desde as noivas mais modernas e fashionistas até as mais românticas. Para os noivos, buscamos divulgar o que há de melhor na parte musical e gastronômica”, afirmou a idealizadora da feira, Anna Barra. “No setor de eventos, trazemos oportunidades para o consumidor. Aqui, a noiva pode encontrar desde valores mais acessíveis aos mais suntuosos, uma vez que reunimos uma diversidade de produtos em um só lugar, além de estarmos gerando empregos diretos e indiretos e movimentando a economia local.”

O empresário e chef de cozinha Diego Gebrim, 33 anos, definiu o Casar Decor como uma vitrine para os consumidores. “Podemos mostrar o que temos de melhor para noivos que desejam firmar o matrimônio no ano que vem e em 2025, com a degustação do nosso cardápio é uma pequena amostra de como é o mini-wedding no Verona Ristorante.”

A assistente social Larissa da Silva, 32, sonha com o momento em que entrará na igreja de véu e grinalda, para encontrar o namorado, o segurança Bruno Siqueira, 29, no altar. “Hoje nós completamos dois anos de namoro e ele me trouxe aqui, então fiquei ainda mais emocionada. Quero uma decoração com muitas flores, mais romântica, e achei várias opções aqui”, compartilhou ela. “Nós já vimos algumas referências juntos e a data casou bem com nossa vinda”, completa ele.

Outro casal que aproveitou a exposição para imaginar como será o grande dia foi a dentista Lizandra Lima, 23, e o empresário Breno da Silva, 27. Juntos há nove anos, eles vão se casar daqui um ano, em 11 de setembro de 2025. “A ansiedade é grande. Conversamos com alguns fornecedores que, mesmo que a gente não feche hoje, vão ficar no nosso radar”, observou Lizandra, ao que Breno acrescentou: “O DF tem um mercado muito promissor nesse setor. Percebemos que não faltam opções, tanto para quem tem o orçamento menor para quem pode gastar valores mais elevados.”

 

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Jovens eleitores quilombolas defendem voto em defesa de ideais

Mais de 188 mil pessoas identificados como quilombolas vão às urnas

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Luiz Cláudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil

No próximo dia 4 de outubro, o agricultor Joaquim Moreira, de 87 anos, pessoa mais velha da comunidade quilombola de Antinha de Baixo, em Santo Antônio do Descoberto (GO), fará o caminho até a escola em que vai votar em uma companhia especial. 

Ele estará com a neta, a estudante Thauany Silva, de 16 anos, que terá a primeira experiência na urna. Ambos estão muito ansiosos pela data e com os títulos bem guardados em suas carteiras. “Sempre votei e vou votar de novo”, diz o agricultor.

Thauany tem 16 anos e votará pela primeira vez. Foto: acervo da família
Thauany tem 16 anos e votará pela primeira vez. Foto: acervo da família

Thauany ficou tão empolgada com o primeiro voto que, assim que completou 16 anos em abril, foi com a mãe, Mayara, até o centro da cidade para fazer valer os direitos de cidadã.

Dobro de eleitores

Nas eleições de 2026, o número de eleitores que se identificaram como quilombolas praticamente dobrou em relação ao pleito de 2024, segundo os números divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral. Eram 95.409 pessoas nas eleições municipais e subiu para para 188.371 em 2026. Em Goiás, onde a família deles vota, o número de quilombolas eleitores subiu de 3.625 para 5.394

Mayara Silva, de 36, mãe de Thauany, afirma que ensina aos filhos que é necessário acompanhar as decisões políticas porque interferem diariamente no dia a dia da sua comunidade. “Não tem como fechar os olhos para o fato que tudo é política”, diz.

A adolescente ficou muito feliz quando recebeu o título provisório de eleitora em mãos.  “Quando a gente vota, estamos cuidando do futuro de todos nós, né?”, argumenta.

“Até o ar que a gente respira”

O sentimento de querer participar do dia importante da democracia também encanta a universitária de direito Franciele Silva, de 27 anos. Ela, que é nascida e criada na comunidade de Rio dos Macacos, em Simões Filho (BA), explica que tem o título de eleitor desde os 18 anos.

“Eu tinha muita curiosidade sobre como era votar. Até o ar que a gente respira tem a ver com política. Minha mãe sempre me ensinou a lutar pelos meus direitos e da minha comunidade”, enfatiza. Franciele, desde que começou a estudar direito na Universidade Federal da Bahia (UFBA), passou a trazer ainda mais informações para a comunidade sobre caminhos para a defesa do seu território. “Votar é fundamental”.

Franciele Silva vive na comunidade de Rio dos Macacos. Foto: acervo de família
Franciele Silva vive na comunidade de Rio dos Macacos. Foto: Acervo de família

Inclusive, no Nordeste, há maior quantidade de quilombolas eleitores do país. Em 2024, eram 51.633 pessoas e, em 2026, serão 95.901. Segundo o TSE, a região tem mais da metade do eleitorado quilombola do país.

Mais visibilidade

O crescimento do eleitorado nas comunidades tradicionais tem relação com a ampliação da visibilidade e da conscientização política nos territórios, segundo avalia a professora Bia Nunes. Ela é pesquisadora da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq).

“Nós temos levado as nossas pautas a diferentes espaços e encontramos parcerias.” Ela diz que, o engajamento de eleitores quilombolas ocorre a partir de conscientização e letramento sobre o papel que os quilombolas realizam pela natureza como guardiões da floresta. “Entender, por exemplo, a importância que os territórios têm para a biodiversidade. É o trabalho que os quilombolas sempre fizeram e fazem”, acrescenta.

Bia Nunes, da Conaq, diz que é fundamental engajar os jovens. Foto: Arquivo pessoal
Bia Nunes, da Conaq, diz que é fundamental engajar os jovens. Foto: arquivo pessoal

Bia Nunes diz que a reivindicação de políticas públicas leva em conta o papel que as comunidades têm para a coletividade. “As pessoas começam a dimensionar esse trabalho e a entender a importância do voto e de escolher os representantes”.

A representante da entidade ressalta ainda que a população quilombola tem entendido que deve exigir dos governantes comprometimento com a proteção das pessoas e avanço das titulações de territórios quilombolas pelo país. Para isso, o engajamento dos mais jovens torna-se um caminho essencial.

Bia Nunes defende mais campanhas por parte do Estado brasileiro para o estímulo de eleitores e candidatos quilombolas. Inclusive, ainda há um contexto de vulnerabilidade, formado por pressões e ameaças de violências. “Eu mesmo sou uma pessoa que estou no programa de proteção porque, no ano de 2020, eu sofri uma ameaça contra a minha vida (quando era candidata)”.

Consciência política

A conscientização política da comunidade quilombola tem diferentes caminhos, como explica o educador de alfabetização financeira Rafael Costa, de 32 anos, da comunidade Mesquita, da Cidade Ocidental (GO). Ele avalia que há um crescimento de interesse por temas temas relacionados à participação e à representatividade política.

“Quanto mais as pessoas se informam, mais pesquisam, estudam e passam a ter mais noção da necessidade de políticas públicas, por exemplo”, contextualiza.

 Rafael é educador financeiro. Foto: Acervo pessoal
Rafael é educador financeiro. Foto: Acervo pessoal

Rafael Costa avalia que as comunidades, que cresceram com espírito de cooperação e altruísmo, precisam estar atentas para evitar golpes financeiros e desinformação. “A partir do momento que se conscientizam sobre seu modo de vida e de produção, começam também a desenvolver maior consciência política”, argumenta.

Há, segundo o educador financeiro, engajamento e politização dos jovens adultos sobre participação política para se defender da desinformação que ameaça territórios.  “A comunidade está cada vez mais se fortalecendo politicamente”.

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Unidades básicas de saúde oferecem atendimento em horário noturno e aos sábados

No DF, Atenção Primária à Saúde conta com nove postos abertos até as 22h durante a semana e 66 aos sábados

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Jak Spies, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto

Pessoas residentes no Distrito Federal que precisam acessar uma unidade básica de saúde (UBS) fora do horário comercial dispõem de opções de atendimento em horário estendido. Das 183 UBSs da rede de saúde pública do DF, nove funcionam no período noturno, de segunda a sexta-feira, das 18h às 22h, e 66 unidades abrem aos sábados, das 7h às 12h.

 

A oferta de horários estendidos busca atender à população que estuda ou trabalha durante o expediente convencional. A maior parte das UBSs funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, mas as unidades com atendimento estendido constituem alternativa para o acesso aos serviços.

 

Durante os horários estendidos, as unidades oferecem os serviços da Atenção Primária à Saúde, incluindo consultas agendadas e atendimento à demanda espontânea para situações de menor complexidade.

Nas UBSs, a população encontra acompanhamento de condições como hipertensão e diabetes, pré-natal, vacinação, curativos, renovação de receitas e atendimento com equipes de Saúde da Família, entre outros procedimentos. Casos de urgência e emergência são encaminhados para as unidades de pronto atendimento (UPAs) ou hospitais da rede.

Os endereços, horários de funcionamento e demais informações sobre as UBSs do Distrito Federal podem ser consultados no Painel Infosaúde — Atenção Primária. O sistema reúne dados atualizados da rede e permite verificar quais unidades operam em horário ampliado.

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Câmara Legislativa celebra 10 anos do Instituto Arte Jovem

Cerimônia lembrou da trajetória e das contribuições sociais feitas pela organização social que oferece aulas de música, dança e canto em Ceilândia

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Foto: Tiago Orihuela/Agência CLDF

Sessão solene contou com apresentação do bailarino Thiago Batista

“Uma ideia teimosa, que a gente não sabe como vai dar certo, mas tem a certeza de que precisa existir.” Foi assim o início do Instituto Arte Jovem, nas palavras de seu fundador e diretor artístico Edmilson Campos Júnior. Criada em 2016, a organização social oferece aulas de música, dança e canto na região administrativa de Ceilândia. A trajetória foi homenageada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), em sessão solene na noite de terça-feira (18).

>> Confira a cobertura fotográfica

Hoje, essa ideia tem quase 600 crianças e jovens de Ceilândia”, ressaltou Edmilson Júnior, que discursou sobre a transformação promovida pela arte. “Nós vimos crianças chegarem aqui sem coragem de olhar nos olhos. Pouco tempo depois, subiram no palco e se apresentaram para centenas de pessoas. Já vimos jovens descobrirem aqui um talento que nem sabiam que existia e, junto com ele, descobriram o próprio valor. Não é só ensinar música e dança. É ensinar que vocês são capazes”, enfatizou o fundador.

Edmilson Júnior também deixou um conselho para os alunos:“Se em algum momento a vida disser a vocês que não dá, que é difícil demais, que não é para gente como nós, lembrem-se dessa noite. Lembrem-se de um projeto nascido em Ceilândia, sem quase nada além de vontade, e que hoje está sendo homenageado pela Câmara Legislativa. Desistir nunca foi uma opção para nós. E também não vai ser para vocês”.

Orquestra do Instituto Arte Jovem (Foto: Tiago Orihuela/Agência CLDF)

A homenagem foi uma iniciativa do deputado distrital Martins Machado (Republicanos), que destacou o impacto do instituto na família e na comunidade, ajudando a construir novas perspectivas. “É gente que ganhou confiança, encontrou oportunidades e passou a enxergar novos caminhos. Quando uma pessoa começa a acreditar mais em si mesma, muita coisa ao redor dela também começa a mudar”, refletiu.

Representando as famílias dos alunos, Antônio Carlos de Souza demonstrou gratidão aos professores, colaboradores, parceiros e “todos que acreditaram e continuam acreditando no projeto”. “(O instituto) abriu portas, fortaleceu sonhos e ajudou nossas crianças e jovens a descobrirem suas capacidades, sua sensibilidade e seu lugar no mundo.”

A cofundadora e diretora-geral do Instituto Arte Jovem, Inayá Amanacy, comentou sobre a continuidade da organização, que está sempre agregando novos integrantes e alunos. “Hoje, nós temos alunos que tocam com a gente, já são pais e seus filhos continuam conosco”, observou.

O professor Edmilson Campos com os alunos da Orquestra Baby do Instituto Arte Jovem (Foto: Tiago Orihuela/Agência CLDF)

Um dos propósitos do instituto é a formação permanente de novos professores, conforme explicou o professor Edmilson Campos, que também é pai do fundador da organização. “O nosso papel é estar sempre formando e transformando. Eu sempre coloco os alunos para aprender a dar aula, independentemente da idade. Se tem seis anos, ensina para quem tem quatro. Você já é professor ao ensinar tudo o que sabe para o outro que não sabe”, detalhou.

No final, foram entregues moções de louvor a participantes do Instituto Arte Jovem, em reconhecimento à relevante contribuição prestada à formação musical, cultural e cidadã, promovendo inclusão social, desenvolvimento humano e valorização dos talentos locais.

A sessão solene completa está disponível no YouTube da TV Câmara Distrital.

Agência CLDF

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SRTV Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719
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(61) 98442-1010