A oferta de horários estendidos busca atender à população que estuda ou trabalha durante o expediente convencional. A maior parte das UBSs funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, mas as unidades com atendimento estendido constituem alternativa para o acesso aos serviços.
Reportagens
Atletas do DF representam a capital no mundial de saltos em grandes alturas
Pela primeira vez realizado no Brasil, evento reunirá competições de nível adulto e juvenil de High Diving, modalidade derivada dos saltos ornamentais. Programação é aberta ao público e começa nesta sexta-feira (11)
Por Catarina Loiola, da Agência Brasília | Edição: Saulo Moreno
Um dos principais cartões-postais de Brasília será palco de saltos de até 27 metros de altura neste final de semana. Com apoio do Governo do Distrito Federal (GDF), a Ponte JK recebe a Copa do Mundo e o Mundial Júnior de High Diving, torneios internacionais inéditos no Brasil. De sexta-feira (11) a domingo (13), mais de 80 atletas de 19 países vão participar das disputas – maior número de competidores já registrado na modalidade, segundo a organização do evento. Os atletas brasilienses Rafael Borges, Miguel Cardoso e Janine Freitas representarão a capital federal com garra e dedicação.
Mais de 80 atletas de 19 países vão participar da Copa do Mundo e do Mundial Júnior de High Diving em Brasília, duas competições inéditas no Brasil. Programação é aberta ao público e começa nesta sexta-feira (11) | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília
Para Rafael Borges, 19 anos, ter familiares e amigos na plateia é uma oportunidade única. “Vou estar em casa. Já competi no Peru, no Canadá, na França, mas nunca aqui em Brasília. Vai ser totalmente diferente: com mais emoção, com mais pessoas torcendo por mim”, conta ele, que competirá no nível juvenil.
Morador da Vila Telebrasília, ele começou a praticar saltos ornamentais na infância e há cerca de um ano migrou para a segunda modalidade. “O salto ornamental é um esporte olímpico com trampolins de até 10 metros na altura, enquanto o High Diving é algo mais recente e tem saltos em altura. Os homens podem pular de até 27 metros no adulto e as mulheres de até 20 metros. No juvenil, os saltos são de 15 metros. Ou seja, é muito mais alto, muito mais radical”, explica.
Em 2018, Rafael viajou ao Canadá com apoio do Compete Brasília, iniciativa do GDF que visa incentivar a participação de atletas e paratletas em campeonatos diversos, oferecendo suporte para transporte aéreo e terrestre. “Esse apoio foi essencial. Sempre tive o sonho de viajar para competir e ali vi que seria possível”, diz. Muitas outras competições vieram depois, como o Mundial de High Diving do Catar, realizado em fevereiro deste ano, em que ele alcançou a 19ª colocação.
“Já competi no Peru, no Canadá, na França, mas nunca aqui em Brasília. Vai ser totalmente diferente: com mais emoção, com mais pessoas torcendo por mim”, diz Rafael Borges, morador da Vila Telebrasília | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília
Adrenalina
Miguel Cardoso, 18, será o único da delegação brasileira que vai disputar os campeonatos adulto e juvenil. Ele conquistou uma medalha de bronze no ano passado, no Pan-Americano Júnior, no Peru, e se prepara para trazer novas conquistas para a capital federal. “É muito gratificante poder representar o meu país em um evento tão grande como esse, com os melhores do mundo e em um dos lugares mais bonitos de Brasília”, pontua.
Morador da Asa Norte, ele pratica esportes aquáticos há mais de uma década e, assim como a maioria dos atletas, também iniciou a jornada no High Diving há cerca de um ano. “Desde pequeno sempre fui ligado à piscina. Meu irmão fazia saltos ornamentais quando eu era criança e sempre tive vontade de fazer também. Até que, aos 8 anos, comecei e não parei mais. Já o High Diving me chamou a atenção pois gosto muito de adrenalina”, revela ele, que almeja competir em olimpíadas futuramente.
Janine Freitas será a única mulher representando Brasília na competição internacional. Ela começou a jornada esportiva na ginástica rítmica, depois partiu para os saltos ornamentais e, há cerca de um ano, pratica o High Diving | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília
O jovem recebe o Bolsa Atleta disponibilizado pelo GDF e já viajou para diversas competições com apoio do Compete Brasília. “A bolsa facilita a compra de materiais, como esparadrapo, fitas para dores musculares, custo com transporte. É uma ajuda que faz a diferença no nosso desempenho”.
Por sua vez, a atleta Janine Freitas, 18, será a única mulher representando Brasília na competição internacional. Ela começou a jornada esportiva na ginástica rítmica, depois partiu para os saltos ornamentais e, há cerca de um ano, pratica o High Diving. “Essa será a minha primeira competição nesta modalidade e estou muito feliz que será aqui na minha casa. Bate o nervosismo, mas estou feliz em poder competir em um lugar tão bonito. Vou dar o meu máximo”, ressalta a jovem, que já esteve em outras competições internacionais.
Miguel Cardoso será o único da delegação brasileira que vai disputar os campeonatos adulto e juvenil. Ele conquistou uma medalha de bronze no ano passado, no Pan-Americano Júnior, no Peru, e se prepara para trazer novas conquistas para a capital federal | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília
“Tem pouca visibilidade no Brasil e, agora, mais pessoas vão poder conhecer e quem sabe sentir interesse em praticar”, afirma Janine. “O esporte me trouxe uma família e me ensinou muitas coisas, como autoconfiança e coragem. Pular de alturas tão grandes é uma sensação indescritível, é um turbilhão de emoções, e algo que quero levar para frente”.
Inédito no Brasil
O campeonato internacional é organizado pela Saltos Brasil e pela World Aquatics, com o apoio da Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal (SEL-DF). “A participação de atletas talentosos destaca a excelência da modalidade e traz uma série de impactos positivos para o DF, já que somos os primeiros no país a realizar uma competição deste nível”, enfatiza o titular da pasta, Renato Junqueira.
A entrada é gratuita, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível. Para confirmar a presença, basta retirar ingresso pelo Sympla (Parque Saltos Brasil ). Haverá atividades para crianças, praça de alimentação e show do Di Propósito, no sábado (12), e do Bhaskar, no domingo (13).
Nas disputas da Copa do Mundo de High Diving, os atletas saltam de 27 metros na prova masculina e de 20 metros na feminina. Já no Mundial Júnior, jovens de 17 a 19 saltam de 15 metros e os competidores de até 16 anos, de 12 metros. Os resultados são classificatórios para o Mundial de Singapura 2025.
Nas disputas da Copa do Mundo de High Diving, os atletas saltam de 27 metros na prova masculina e de 20 metros na feminina. Já no Mundial Júnior, jovens de 17 a 19 saltam de 15 metros e os competidores de até 16 anos, de 12 metros | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília
Composta por sete saltadores, a seleção brasileira também terá Jaki Valente, Paty Valente e Jucelino Júnior na competição adulta; e Gabriel Perdigão no campeonato para jovens de até 19 anos. Outros nomes confirmados são a tetracampeã mundial de High Diving, Rhiannan Iffland, da Austrália; a duas vezes vice-campeã mundial, Molly Carlson, do Canadá; os campeões mundiais Aidan Heslop, da Grã-Bretanha; e Cristian Popovic, da Romênia, além do francês Gary Hunt, bicampeão mundial e decacampeão do circuito Red Bull Cliff Diving.
Serviço
Copa do Mundo e Mundial Júnior de High Diving
– Local: Ponte JK
– Datas: 11, 12 e 13 de outubro (sexta, sábado e domingo)
*Retirada de ingressos em plataformas indicadas pelo evento; programação completa no Instagram
Horários das competições
Sexta-feira (11)
Mundial Júnior
– 8h30: Treinamento pré-competição
– 10h: Feminino Grupo A – 17 a 19 anos (rodadas 1 e 2)
– 11h30: Masculino Grupo A – 17 a 19 anos (rodadas 1 e 2)
– 13h: Feminino Grupo B – 15 e 16 anos (rodadas 1 a 4)
– 14h30: Masculino Grupo B – 15 e 16 anos (rodadas 1 a 4)
– 15h30: Cerimônia de Premiação Grupo B – Feminino e Masculino
Copa do Mundo
– 16h: Treinamento Feminino
– 17h: Treinamento Masculino
Sábado (12)
Mundial Júnior
– 8h30: Treinamento pré-competição
– 10h: Feminino Grupo A – 17 a 19 anos (rodadas 3 e 4)
– 11h30: Masculino Grupo A – 17 a 19 anos (rodadas 3 e 4)
– 12h40: Cerimônia de Premiação Grupo A – Feminino e Masculino
Copa do Mundo
– 12h50: Treinamento Feminino pré-competição
– 13h45: Feminino (rodadas 1 e 2)
– 14h40: Treinamento Masculino pré-competição
– 15h45: Masculino (rodadas 1 e 2)
Domingo (13)
Copa do Mundo
– 9h30: Treinamento Feminino pré-competição
– 11h: Feminino (rodadas 3 e 4)
– 12h15: Cerimônia de Premiação Feminino
– 12h20: Treinamento Masculino pré-competição
– 13h30: Masculino (rodadas 3 e 4)
– 15h10: Cerimônia de Premiação Masculino
Reportagens
Jovens eleitores quilombolas defendem voto em defesa de ideais
Mais de 188 mil pessoas identificados como quilombolas vão às urnas
No próximo dia 4 de outubro, o agricultor Joaquim Moreira, de 87 anos, pessoa mais velha da comunidade quilombola de Antinha de Baixo, em Santo Antônio do Descoberto (GO), fará o caminho até a escola em que vai votar em uma companhia especial. 

Ele estará com a neta, a estudante Thauany Silva, de 16 anos, que terá a primeira experiência na urna. Ambos estão muito ansiosos pela data e com os títulos bem guardados em suas carteiras. “Sempre votei e vou votar de novo”, diz o agricultor.
Thauany ficou tão empolgada com o primeiro voto que, assim que completou 16 anos em abril, foi com a mãe, Mayara, até o centro da cidade para fazer valer os direitos de cidadã.
Dobro de eleitores
Nas eleições de 2026, o número de eleitores que se identificaram como quilombolas praticamente dobrou em relação ao pleito de 2024, segundo os números divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral. Eram 95.409 pessoas nas eleições municipais e subiu para para 188.371 em 2026. Em Goiás, onde a família deles vota, o número de quilombolas eleitores subiu de 3.625 para 5.394
Mayara Silva, de 36, mãe de Thauany, afirma que ensina aos filhos que é necessário acompanhar as decisões políticas porque interferem diariamente no dia a dia da sua comunidade. “Não tem como fechar os olhos para o fato que tudo é política”, diz.
A adolescente ficou muito feliz quando recebeu o título provisório de eleitora em mãos. “Quando a gente vota, estamos cuidando do futuro de todos nós, né?”, argumenta.
“Até o ar que a gente respira”
O sentimento de querer participar do dia importante da democracia também encanta a universitária de direito Franciele Silva, de 27 anos. Ela, que é nascida e criada na comunidade de Rio dos Macacos, em Simões Filho (BA), explica que tem o título de eleitor desde os 18 anos.
“Eu tinha muita curiosidade sobre como era votar. Até o ar que a gente respira tem a ver com política. Minha mãe sempre me ensinou a lutar pelos meus direitos e da minha comunidade”, enfatiza. Franciele, desde que começou a estudar direito na Universidade Federal da Bahia (UFBA), passou a trazer ainda mais informações para a comunidade sobre caminhos para a defesa do seu território. “Votar é fundamental”.
Inclusive, no Nordeste, há maior quantidade de quilombolas eleitores do país. Em 2024, eram 51.633 pessoas e, em 2026, serão 95.901. Segundo o TSE, a região tem mais da metade do eleitorado quilombola do país.
Mais visibilidade
O crescimento do eleitorado nas comunidades tradicionais tem relação com a ampliação da visibilidade e da conscientização política nos territórios, segundo avalia a professora Bia Nunes. Ela é pesquisadora da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq).
“Nós temos levado as nossas pautas a diferentes espaços e encontramos parcerias.” Ela diz que, o engajamento de eleitores quilombolas ocorre a partir de conscientização e letramento sobre o papel que os quilombolas realizam pela natureza como guardiões da floresta. “Entender, por exemplo, a importância que os territórios têm para a biodiversidade. É o trabalho que os quilombolas sempre fizeram e fazem”, acrescenta.
Bia Nunes diz que a reivindicação de políticas públicas leva em conta o papel que as comunidades têm para a coletividade. “As pessoas começam a dimensionar esse trabalho e a entender a importância do voto e de escolher os representantes”.
A representante da entidade ressalta ainda que a população quilombola tem entendido que deve exigir dos governantes comprometimento com a proteção das pessoas e avanço das titulações de territórios quilombolas pelo país. Para isso, o engajamento dos mais jovens torna-se um caminho essencial.
Bia Nunes defende mais campanhas por parte do Estado brasileiro para o estímulo de eleitores e candidatos quilombolas. Inclusive, ainda há um contexto de vulnerabilidade, formado por pressões e ameaças de violências. “Eu mesmo sou uma pessoa que estou no programa de proteção porque, no ano de 2020, eu sofri uma ameaça contra a minha vida (quando era candidata)”.
Consciência política
A conscientização política da comunidade quilombola tem diferentes caminhos, como explica o educador de alfabetização financeira Rafael Costa, de 32 anos, da comunidade Mesquita, da Cidade Ocidental (GO). Ele avalia que há um crescimento de interesse por temas temas relacionados à participação e à representatividade política.
“Quanto mais as pessoas se informam, mais pesquisam, estudam e passam a ter mais noção da necessidade de políticas públicas, por exemplo”, contextualiza.
Rafael Costa avalia que as comunidades, que cresceram com espírito de cooperação e altruísmo, precisam estar atentas para evitar golpes financeiros e desinformação. “A partir do momento que se conscientizam sobre seu modo de vida e de produção, começam também a desenvolver maior consciência política”, argumenta.
Há, segundo o educador financeiro, engajamento e politização dos jovens adultos sobre participação política para se defender da desinformação que ameaça territórios. “A comunidade está cada vez mais se fortalecendo politicamente”.
Reportagens
Unidades básicas de saúde oferecem atendimento em horário noturno e aos sábados
No DF, Atenção Primária à Saúde conta com nove postos abertos até as 22h durante a semana e 66 aos sábados
Por
Jak Spies, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto
Pessoas residentes no Distrito Federal que precisam acessar uma unidade básica de saúde (UBS) fora do horário comercial dispõem de opções de atendimento em horário estendido. Das 183 UBSs da rede de saúde pública do DF, nove funcionam no período noturno, de segunda a sexta-feira, das 18h às 22h, e 66 unidades abrem aos sábados, das 7h às 12h.
Durante os horários estendidos, as unidades oferecem os serviços da Atenção Primária à Saúde, incluindo consultas agendadas e atendimento à demanda espontânea para situações de menor complexidade.
Nas UBSs, a população encontra acompanhamento de condições como hipertensão e diabetes, pré-natal, vacinação, curativos, renovação de receitas e atendimento com equipes de Saúde da Família, entre outros procedimentos. Casos de urgência e emergência são encaminhados para as unidades de pronto atendimento (UPAs) ou hospitais da rede.
Os endereços, horários de funcionamento e demais informações sobre as UBSs do Distrito Federal podem ser consultados no Painel Infosaúde — Atenção Primária. O sistema reúne dados atualizados da rede e permite verificar quais unidades operam em horário ampliado.
Reportagens
Câmara Legislativa celebra 10 anos do Instituto Arte Jovem
Cerimônia lembrou da trajetória e das contribuições sociais feitas pela organização social que oferece aulas de música, dança e canto em Ceilândia
Foto: Tiago Orihuela/Agência CLDF
Sessão solene contou com apresentação do bailarino Thiago Batista
“Uma ideia teimosa, que a gente não sabe como vai dar certo, mas tem a certeza de que precisa existir.” Foi assim o início do Instituto Arte Jovem, nas palavras de seu fundador e diretor artístico Edmilson Campos Júnior. Criada em 2016, a organização social oferece aulas de música, dança e canto na região administrativa de Ceilândia. A trajetória foi homenageada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), em sessão solene na noite de terça-feira (18).
>> Confira a cobertura fotográfica
“Hoje, essa ideia tem quase 600 crianças e jovens de Ceilândia”, ressaltou Edmilson Júnior, que discursou sobre a transformação promovida pela arte. “Nós vimos crianças chegarem aqui sem coragem de olhar nos olhos. Pouco tempo depois, subiram no palco e se apresentaram para centenas de pessoas. Já vimos jovens descobrirem aqui um talento que nem sabiam que existia e, junto com ele, descobriram o próprio valor. Não é só ensinar música e dança. É ensinar que vocês são capazes”, enfatizou o fundador.
Edmilson Júnior também deixou um conselho para os alunos:“Se em algum momento a vida disser a vocês que não dá, que é difícil demais, que não é para gente como nós, lembrem-se dessa noite. Lembrem-se de um projeto nascido em Ceilândia, sem quase nada além de vontade, e que hoje está sendo homenageado pela Câmara Legislativa. Desistir nunca foi uma opção para nós. E também não vai ser para vocês”.

A homenagem foi uma iniciativa do deputado distrital Martins Machado (Republicanos), que destacou o impacto do instituto na família e na comunidade, ajudando a construir novas perspectivas. “É gente que ganhou confiança, encontrou oportunidades e passou a enxergar novos caminhos. Quando uma pessoa começa a acreditar mais em si mesma, muita coisa ao redor dela também começa a mudar”, refletiu.
Representando as famílias dos alunos, Antônio Carlos de Souza demonstrou gratidão aos professores, colaboradores, parceiros e “todos que acreditaram e continuam acreditando no projeto”. “(O instituto) abriu portas, fortaleceu sonhos e ajudou nossas crianças e jovens a descobrirem suas capacidades, sua sensibilidade e seu lugar no mundo.”
A cofundadora e diretora-geral do Instituto Arte Jovem, Inayá Amanacy, comentou sobre a continuidade da organização, que está sempre agregando novos integrantes e alunos. “Hoje, nós temos alunos que tocam com a gente, já são pais e seus filhos continuam conosco”, observou.

Um dos propósitos do instituto é a formação permanente de novos professores, conforme explicou o professor Edmilson Campos, que também é pai do fundador da organização. “O nosso papel é estar sempre formando e transformando. Eu sempre coloco os alunos para aprender a dar aula, independentemente da idade. Se tem seis anos, ensina para quem tem quatro. Você já é professor ao ensinar tudo o que sabe para o outro que não sabe”, detalhou.
No final, foram entregues moções de louvor a participantes do Instituto Arte Jovem, em reconhecimento à relevante contribuição prestada à formação musical, cultural e cidadã, promovendo inclusão social, desenvolvimento humano e valorização dos talentos locais.
A sessão solene completa está disponível no YouTube da TV Câmara Distrital.
Agência CLDF
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