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BOLA DE OURO x PRÊMIO NOBEL DA PAZ
O jogo é duro. O time ideológico entrou em campo e não sai. Apita o jogo, joga, faz gol e anula gol. Defende seus interesses. Dormi, ontem, pensando… pensando… Acordei, hoje, sob o impacto da repercussão da escolha do Prêmio Bola de Ouro.
O maior troféu para um desportista, o Ballon d’Or – foi criado em 1956 pela revista ‘France Football’, mas desde 2010 a FIFA o incorporou. Houve a unificação do prêmio com o de “Melhor Jogador do Mundo pela FIFA”.
Mas o que tem a ver a BOLA DE OURO com o PRÊMIO NOBEL DA PAZ?
Nesse jogo das premiações há um empate técnico. Comprovado com várias escolhas polêmicas.
Duas especiais: a vitória ontem do meio-campista do Manchester City, RODRI, deixando de lado VINI JR.
E outra NÃO-ESCOLHA dos anos 1940, do líder indiano Mahatma Gandhi.
Em 123 anos de Nobel da Paz, Gandhi nunca foi citado ou reverenciado, nem em vida e nem post-mortem, pelo Comitê do prêmio. E ele é o maior símbolo mundial da Paz.
Pelo jeito, Vinicius Jr (indiscutivelmente o melhor em campo neste ano de 2024) não ganhou o Bola de Ouro por suas ações contra o racismo. Seria falta de fair-play? Tal qual Mahatma Gandhi, símbolo da Paz e defensor da não-violência, que não ganhou o Nobel da Paz por lutar (sem armas) pela independência de seu país em 1947.
Houve um veto explícito dos colonizadores.