A oferta de horários estendidos busca atender à população que estuda ou trabalha durante o expediente convencional. A maior parte das UBSs funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, mas as unidades com atendimento estendido constituem alternativa para o acesso aos serviços.
Reportagens
Festival de Cinema e programação musical marcam a agenda cultural do fim de semana
Com atrações que contam com o fomento das secretarias de Turismo e de Cultura e Economia Criativa, eventos temáticos são destaque
Por Thais Umbelino, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto
Neste fim de semana, os brasilienses terão variadas opções gratuitas e pagas para aproveitar a capital federal. De cinema a eventos ao ar livre, a programação contempla todos os tipos de gostos. Destaca-se o 57º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, com eventos no Cine Brasília e espalhados por Taguatinga, Planaltina e Gama. A capital federal também conta com programação musical e feira colaborativa de arte impressa. Confira, abaixo, as principais atrações.
Cinema
No Cine Brasília, quase 80 filmes brasileiros serão apresentados durante o tradicional festival, que este ano está na 57ª edição | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília
Em sua 57ª edição, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro exibe, de sábado (30) a 7 de dezembro, mais de 79 filmes brasileiros, em mostras competitivas e paralelas que ocorrem no Cine Brasília e em sessões descentralizadas em Planaltina, Ceilândia e Gama. O mais longevo festival do gênero no país inaugura nova gestão compartilhada entre a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e o Instituto Alvorada Brasil.
Os ingressos para as sessões da Mostra Competitiva Nacional no Cine Brasília custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), e estarão à venda sempre a partir de duas horas antes do início da sessão, exclusivamente na bilheteria do cinema. Todas as demais mostras e atividades do festival são gratuitas. Apenas para a Mostra Brasília há distribuição gratuita de ingressos, também a partir de duas horas antes da sessão. O ingresso é o único meio que habilita a votação do júri popular. Mais informações no site.
Já o projeto Cineclube Vale do Amanhecer chega à 14ª edição para a comunidade de Planaltina com debates e muita cidadania. A programação abrange desde clássicos do cinema nacional até produções independentes e locais. As sessões gratuitas serão oferecidas no CEF Mestre Darmas (Salão Ypuena), nesta sexta (29) e em 6 e 13 de dezembro, às 19h.
O projeto tem como missão democratizar o acesso ao cinema e fomentar o diálogo crítico e reflexivo sobre pautas relevantes à sociedade. Para este ano, as obras exibidas abordam temas como assédio moral e sexual contra mulheres, feminicídio, racismo, igualdade, inclusão, pessoas com deficiência (PcDs), cultura indígena, transexualidade e bullying. O projeto é viabilizado pela Lei Paulo Gustavo, com o apoio da Secec-DF.
Programação musical
O 57º Festival de Brasília no Cine Brasília também terá música, com um tema especial a cada noite. A programação musical, gratuita, será apresentada no Cine Brasília e em sessões em Planaltina, Gama e Taguatinga. Os shows começam sempre às 20h, de sábado (30) a 7 de dezembro. Veja abaixo as apresentações.
Cine Brasília
⇒ Sábado (30) – Festa de abertura – Sistema Criolina com DJ Pezão, DJ Barata e DJ Ops
⇒ Domingo (1º/12) – DJ Pequi , DJ Carol Costa e o Samba da Passarinha
⇒ 2/12 – Discoteca árabe, com El Roquer e DJ Savana
⇒ 3/12 – Vinil com DJ Mak, DJ PSK e DJ Ogunda-O
⇒ 4/12 – Bebe Blues, Come Jazz com Coletivo Superjazz, Her Jazz e Brazilian Blues Band
⇒ 5/12 – Toranja com DJ Spot, DJ Buzzi, DJ Ivan Bicudo e DJ Gas
⇒ 6/12 – Ondas Tropicais com DJ Son Andrade, DJ Fernando Rosa e participação especial de Chico Correa (live)
7/12 – Festa de encerramento – Contraplano com DJ Mica, DJ Tamenpi e DJ Dolores
Planaltina
⇒ Sábado (30) – DJ Mica e Grupo Real Samba
⇒ Domingo (1º/12) – DJ Ana Ximenes e DJ Maoli
⇒ 2/12 – DJ Jannu e DJ Rud
⇒ 3/12 – DJ Fagner Souza e DJ Alan Def
⇒ 4/12 – DJ Disson e DJ Nilma Naiz
⇒ 5/12 – DJ Odara Kadiegi e DJ Sapo
⇒ 6/12 – DJ New Nay e Grupo Omó Ayó
* Os eventos ocorrem no Complexo Cultural Planaltina (Av. Uberdan Cardoso, Setor Administrativo, Lote 2)
Taguatinga
⇒ Sábado (30) – Coletivo Isso Aqui é DF com Savana, Janna e ITNDBRSL
⇒ Domingo (1º/12) – Samba na Comunidade e Sarau-Vá
⇒ 2/12 – DJ Janna e DJ Ketlen
⇒ 3/12 – Disco n’ Funk com DJ Jean C e Lethal Breakz
⇒ 4/12 – DJ J4K3 e Margaridas
⇒ 5/12 – Boom Clap com Di Afreeka e Negra Eve
⇒ 6/12 – Pratanes e DJ Wells + Jay Lee
* Apresentações no Centro Universitário Estácio (CSG 9, Setor G Sul, Q CS 11, Pistão Sul), com entrada gratuita
Gama
⇒ Sábado (30) – DJ Bruna Val e Coco de Quebrada
⇒ Domingo (1º/12) – DJ Brotha e DJ J4K3
⇒ 2/12 – DJ Boquinha, MC Dub e DJ Fraktal
⇒ 3/12 – DJ Rubens, MC No Beat e DJ Valbert Neném
⇒ 4/12 – DJ New Nay e DJ Doda
⇒ 5/12 -DJ Altervir e DJ Willian Vinil
⇒ 6/12 – DJ Silvana e Banda Lúpulo e Cereais Não Maltados
* Local: Cia Lábios da Lua (Quadra 4, Lote 16, lojas C e D. Comercial Setor Sul)
Clube do Choro
Clube do Choro tem shows nesta sexta e no sábado | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília
Na sexta-feira, o Clube do Choro apresenta Augusto Silva & Frevo Novo no show Simbiose, uma noite dedicada à fusão de ritmos e ao frevo. O evento será às 20h30, com entrada gratuita. No sábado, Diego Amador e José María Bandera são destaque no espetáculo Paqueando, uma noite de música flamenca. Os ingressos, a partir de R$ 30, podem ser adquiridos por este link.
Festival Ferrock
No sábado, o tradicional festival Ferrock, em parceria com o Movimento Salve Arie JK/Rio Melchior, apresenta uma edição especial com rock e debates sobre o meio ambiente e da sustentabilidade: o Ferrock Ecologia, das 8h às 18h no Campus da Universidade de Brasília (UnB) em Ceilândia (Centro Metropolitano, Conjunto A, lote 1, Ceilândia Sul).
A programação plantio de mudas de árvores nativas do Cerrado, ônibus expositor da Caesb, bate-papos sobre o tema com autoridades convidadas e com o público, apresentação musical da artista Cristyle com o DJ Kliff e shows, a partir das 13h, com as bandas Tritio, Zuada, Sala de Gritos, Cerrado Hostil, Arqvírus, Vasto Infinito, Diferencial Zero, Terrorcídio, Cálida Essência e Podrera. A entrada é franca. Mais informações no Instagram do evento.
Periferia em Movimento
Atitude Feminina é atração do festival Periferia em Movimento, no Sol Nascente | Foto: Divulgação
O fim de semana no Sol Nascente vai ser marcado pela cultura urbana e pelo festival Periferia em Movimento, na Escola Classe 66 (Avenida Córrego das Corujas). Com entrada gratuita, a programação musical começa no sábado, às 14h30, com o DJ DuduMano, e segue com Nildão Combatente MCs, Markão Aborígene e Amaro e Martinha do Coco, que convida Markão Aborígene para o seu palco.
No domingo, a música começa mais cedo, ao meio-dia, com DJ Flávia Aguiar, Mestre Sivuquinha, DJ Jay Lee, Bsb Girls, DJ Jay Lee e Atitude Feminina.
O Periferia em Movimento é também um espaço intergeracional, de encontro e partilha. Em dois dias, haverá oficinas gratuitas a partir das 9h, com temas voltados para a confecção de bonecos de mamulengo, rap, grafite e break, entre outros temas. Além das oficinas, o festival recebe o Seminário Conexão Cultura – Formação e compartilhamento.
Feira
No sábado e no domingo, o Museu Nacional da República recebe mais de 200 expositores no Motim-Feira colaborativa de arte impressa. A 15ª edição do evento, com acesso livre ao público, apresenta artes impressas de todas as formas e variedades. Mais informações pelo Instagram (www.instagram/edicoesmotim) .
Reportagens
Jovens eleitores quilombolas defendem voto em defesa de ideais
Mais de 188 mil pessoas identificados como quilombolas vão às urnas
No próximo dia 4 de outubro, o agricultor Joaquim Moreira, de 87 anos, pessoa mais velha da comunidade quilombola de Antinha de Baixo, em Santo Antônio do Descoberto (GO), fará o caminho até a escola em que vai votar em uma companhia especial. 

Ele estará com a neta, a estudante Thauany Silva, de 16 anos, que terá a primeira experiência na urna. Ambos estão muito ansiosos pela data e com os títulos bem guardados em suas carteiras. “Sempre votei e vou votar de novo”, diz o agricultor.
Thauany ficou tão empolgada com o primeiro voto que, assim que completou 16 anos em abril, foi com a mãe, Mayara, até o centro da cidade para fazer valer os direitos de cidadã.
Dobro de eleitores
Nas eleições de 2026, o número de eleitores que se identificaram como quilombolas praticamente dobrou em relação ao pleito de 2024, segundo os números divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral. Eram 95.409 pessoas nas eleições municipais e subiu para para 188.371 em 2026. Em Goiás, onde a família deles vota, o número de quilombolas eleitores subiu de 3.625 para 5.394
Mayara Silva, de 36, mãe de Thauany, afirma que ensina aos filhos que é necessário acompanhar as decisões políticas porque interferem diariamente no dia a dia da sua comunidade. “Não tem como fechar os olhos para o fato que tudo é política”, diz.
A adolescente ficou muito feliz quando recebeu o título provisório de eleitora em mãos. “Quando a gente vota, estamos cuidando do futuro de todos nós, né?”, argumenta.
“Até o ar que a gente respira”
O sentimento de querer participar do dia importante da democracia também encanta a universitária de direito Franciele Silva, de 27 anos. Ela, que é nascida e criada na comunidade de Rio dos Macacos, em Simões Filho (BA), explica que tem o título de eleitor desde os 18 anos.
“Eu tinha muita curiosidade sobre como era votar. Até o ar que a gente respira tem a ver com política. Minha mãe sempre me ensinou a lutar pelos meus direitos e da minha comunidade”, enfatiza. Franciele, desde que começou a estudar direito na Universidade Federal da Bahia (UFBA), passou a trazer ainda mais informações para a comunidade sobre caminhos para a defesa do seu território. “Votar é fundamental”.
Inclusive, no Nordeste, há maior quantidade de quilombolas eleitores do país. Em 2024, eram 51.633 pessoas e, em 2026, serão 95.901. Segundo o TSE, a região tem mais da metade do eleitorado quilombola do país.
Mais visibilidade
O crescimento do eleitorado nas comunidades tradicionais tem relação com a ampliação da visibilidade e da conscientização política nos territórios, segundo avalia a professora Bia Nunes. Ela é pesquisadora da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq).
“Nós temos levado as nossas pautas a diferentes espaços e encontramos parcerias.” Ela diz que, o engajamento de eleitores quilombolas ocorre a partir de conscientização e letramento sobre o papel que os quilombolas realizam pela natureza como guardiões da floresta. “Entender, por exemplo, a importância que os territórios têm para a biodiversidade. É o trabalho que os quilombolas sempre fizeram e fazem”, acrescenta.
Bia Nunes diz que a reivindicação de políticas públicas leva em conta o papel que as comunidades têm para a coletividade. “As pessoas começam a dimensionar esse trabalho e a entender a importância do voto e de escolher os representantes”.
A representante da entidade ressalta ainda que a população quilombola tem entendido que deve exigir dos governantes comprometimento com a proteção das pessoas e avanço das titulações de territórios quilombolas pelo país. Para isso, o engajamento dos mais jovens torna-se um caminho essencial.
Bia Nunes defende mais campanhas por parte do Estado brasileiro para o estímulo de eleitores e candidatos quilombolas. Inclusive, ainda há um contexto de vulnerabilidade, formado por pressões e ameaças de violências. “Eu mesmo sou uma pessoa que estou no programa de proteção porque, no ano de 2020, eu sofri uma ameaça contra a minha vida (quando era candidata)”.
Consciência política
A conscientização política da comunidade quilombola tem diferentes caminhos, como explica o educador de alfabetização financeira Rafael Costa, de 32 anos, da comunidade Mesquita, da Cidade Ocidental (GO). Ele avalia que há um crescimento de interesse por temas temas relacionados à participação e à representatividade política.
“Quanto mais as pessoas se informam, mais pesquisam, estudam e passam a ter mais noção da necessidade de políticas públicas, por exemplo”, contextualiza.
Rafael Costa avalia que as comunidades, que cresceram com espírito de cooperação e altruísmo, precisam estar atentas para evitar golpes financeiros e desinformação. “A partir do momento que se conscientizam sobre seu modo de vida e de produção, começam também a desenvolver maior consciência política”, argumenta.
Há, segundo o educador financeiro, engajamento e politização dos jovens adultos sobre participação política para se defender da desinformação que ameaça territórios. “A comunidade está cada vez mais se fortalecendo politicamente”.
Reportagens
Unidades básicas de saúde oferecem atendimento em horário noturno e aos sábados
No DF, Atenção Primária à Saúde conta com nove postos abertos até as 22h durante a semana e 66 aos sábados
Por
Jak Spies, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto
Pessoas residentes no Distrito Federal que precisam acessar uma unidade básica de saúde (UBS) fora do horário comercial dispõem de opções de atendimento em horário estendido. Das 183 UBSs da rede de saúde pública do DF, nove funcionam no período noturno, de segunda a sexta-feira, das 18h às 22h, e 66 unidades abrem aos sábados, das 7h às 12h.
Durante os horários estendidos, as unidades oferecem os serviços da Atenção Primária à Saúde, incluindo consultas agendadas e atendimento à demanda espontânea para situações de menor complexidade.
Nas UBSs, a população encontra acompanhamento de condições como hipertensão e diabetes, pré-natal, vacinação, curativos, renovação de receitas e atendimento com equipes de Saúde da Família, entre outros procedimentos. Casos de urgência e emergência são encaminhados para as unidades de pronto atendimento (UPAs) ou hospitais da rede.
Os endereços, horários de funcionamento e demais informações sobre as UBSs do Distrito Federal podem ser consultados no Painel Infosaúde — Atenção Primária. O sistema reúne dados atualizados da rede e permite verificar quais unidades operam em horário ampliado.
Reportagens
Câmara Legislativa celebra 10 anos do Instituto Arte Jovem
Cerimônia lembrou da trajetória e das contribuições sociais feitas pela organização social que oferece aulas de música, dança e canto em Ceilândia
Foto: Tiago Orihuela/Agência CLDF
Sessão solene contou com apresentação do bailarino Thiago Batista
“Uma ideia teimosa, que a gente não sabe como vai dar certo, mas tem a certeza de que precisa existir.” Foi assim o início do Instituto Arte Jovem, nas palavras de seu fundador e diretor artístico Edmilson Campos Júnior. Criada em 2016, a organização social oferece aulas de música, dança e canto na região administrativa de Ceilândia. A trajetória foi homenageada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), em sessão solene na noite de terça-feira (18).
>> Confira a cobertura fotográfica
“Hoje, essa ideia tem quase 600 crianças e jovens de Ceilândia”, ressaltou Edmilson Júnior, que discursou sobre a transformação promovida pela arte. “Nós vimos crianças chegarem aqui sem coragem de olhar nos olhos. Pouco tempo depois, subiram no palco e se apresentaram para centenas de pessoas. Já vimos jovens descobrirem aqui um talento que nem sabiam que existia e, junto com ele, descobriram o próprio valor. Não é só ensinar música e dança. É ensinar que vocês são capazes”, enfatizou o fundador.
Edmilson Júnior também deixou um conselho para os alunos:“Se em algum momento a vida disser a vocês que não dá, que é difícil demais, que não é para gente como nós, lembrem-se dessa noite. Lembrem-se de um projeto nascido em Ceilândia, sem quase nada além de vontade, e que hoje está sendo homenageado pela Câmara Legislativa. Desistir nunca foi uma opção para nós. E também não vai ser para vocês”.

A homenagem foi uma iniciativa do deputado distrital Martins Machado (Republicanos), que destacou o impacto do instituto na família e na comunidade, ajudando a construir novas perspectivas. “É gente que ganhou confiança, encontrou oportunidades e passou a enxergar novos caminhos. Quando uma pessoa começa a acreditar mais em si mesma, muita coisa ao redor dela também começa a mudar”, refletiu.
Representando as famílias dos alunos, Antônio Carlos de Souza demonstrou gratidão aos professores, colaboradores, parceiros e “todos que acreditaram e continuam acreditando no projeto”. “(O instituto) abriu portas, fortaleceu sonhos e ajudou nossas crianças e jovens a descobrirem suas capacidades, sua sensibilidade e seu lugar no mundo.”
A cofundadora e diretora-geral do Instituto Arte Jovem, Inayá Amanacy, comentou sobre a continuidade da organização, que está sempre agregando novos integrantes e alunos. “Hoje, nós temos alunos que tocam com a gente, já são pais e seus filhos continuam conosco”, observou.

Um dos propósitos do instituto é a formação permanente de novos professores, conforme explicou o professor Edmilson Campos, que também é pai do fundador da organização. “O nosso papel é estar sempre formando e transformando. Eu sempre coloco os alunos para aprender a dar aula, independentemente da idade. Se tem seis anos, ensina para quem tem quatro. Você já é professor ao ensinar tudo o que sabe para o outro que não sabe”, detalhou.
No final, foram entregues moções de louvor a participantes do Instituto Arte Jovem, em reconhecimento à relevante contribuição prestada à formação musical, cultural e cidadã, promovendo inclusão social, desenvolvimento humano e valorização dos talentos locais.
A sessão solene completa está disponível no YouTube da TV Câmara Distrital.
Agência CLDF
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