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DO AZERBAIJÃO PARA O BRASIL

DEPOIS DA COP-29 EM BAKU, BELÉM DO PARÁ JÁ ESTÁ EM RITMO DE COP-30 QUE ACONTECERÁ EM NOVEMBRO DE 2025

 

As obras em Belém não param. Daqui a um ano, a capital do Pará receberá a COP-30 e as obras estão transformando Belém. Segundo o governador Helder Barbalho, os serviços contemplam melhor trafegabilidade, maior rede de mobilidade, saneamento e a criação de áreas verdes e de lazer, entre outras iniciativas. “Há um conjunto de obras em andamento que já estão mudando para a melhor a vida de toda a população da capital paraense. São serviços que permanecerão e farão a diferença depois da realização do maior evento climático do Planeta”, garantiu o governador paraense.

 

Belém se prepara para um evento histórico que acontecerá daqui a um ano: sediar em novembro de 2025 a 30ª edição da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas. (fotos: Agência Pará)

 

SAÚDE E A NOVA DOCA

Iniciado em junho de 2021, no dia 18 de maio o governador Helder Barbalho entregou o novo Pronto Socorro de Belém, unidade que terá 150 leitos, sendo 110 leitos do Pronto Socorro e 40 da Psiquiatria. Com 28 mil metros quadrados de área construída, o hospital oferta leitos de urgência e emergência, leitos clínicos e de Unidades de Terapia Intensiva (UTI), além de salas de cirurgia e atendimentos de média e alta complexidade. A unidade atenderá moradores da Região Metropolitana e, sobretudo, região do entorno, a exemplo dos bairros do Bengui, Mangueirão, distritos de Icoaraci e Outeiro, sem necessidade de encaminhamentos.

 

O governo do Estado iniciou também a construção da Nova Doca, um grande parque urbano, com diversos equipamentos, uma estrutura que permitirá receber famílias paraenses e turistas. A obra é resultado de convênio firmado pela Itaipu Binacional com o Governo do Pará.

 

SANEAMENTO

A vice-governadora Hana Ghassan destacou o investimento em saneamento na reconstrução do espaço. “Além disso, também estaremos fazendo tratamento de esgoto desta região da cidade, permitindo, inclusive, com que a água do canal da Doca possa ser uma água tratada com qualidade, evitando poluição e o cenário atual de degradação do meio ambiente”, ressaltou ela.

O projeto será executado pela Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop), por meio do Consórcio Nova Doca. Em 1,2 quilômetro de canal serão executados os serviços de drenagem, paisagismo, urbanização e construção de passarelas, além da substituição de seis comportas para controle de água de maré para evitar inundações. Também serão pavimentados mais de 2,4 km da Avenida Visconde de Souza Franco e construídos um novo sistema de drenagem profunda e superficial de chuva, rede de esgoto sanitário, tubulação de água potável, ciclovia e um sistema de energia limpa.

As intervenções no canal estão divididas em módulos. Neste primeiro momento, as obras iniciarão no perímetro entre a Avenida Marechal Hermes e a Rua Belém. No espaço, serão colocados tapumes e sinalização de obras.

 

Ao longo da Nova Doca estão implantados mirantes, quiosques de alimentação, parque infantil, academia ao ar livre e espaços de contemplação integrados à paisagem do canal.

 

Segundo o governador Helder Barbalho, a arborização, tão necessária para melhorar as condições climáticas, será um dos diferenciais do novo espaço público. O projeto inclui o plantio de cerca de 200 árvores de grande porte e mais dez mil unidades de arbustos e forragem – plantas pequenas.

Helder anunciou que além da Nova Doca, haverá a pavimentação asfáltica em todos os bairros de Belém, além da duplicação da Estrada da Marinha, ligando a Av. Augusto Montenegro à Rod. dos Trabalhadores, criando um novo corredor de tráfego urbano.

Em 12 de abril passado teve início a infraestrutura das obras da Nova Tamandaré. O projeto está entre as intervenções urbanas que serão executadas pelo governo para melhorar a mobilidade, o lazer e a urbanização em Belém. As intervenções já iniciaram com o levantamento topográfico e social, perfuração de solo, cadastro de moradores e limpeza da área.

“Esta é uma obra importantíssima dentro da organização urbana para a nossa cidade. O governo do Estado planejou um conjunto de obras para melhorar Belém. Obras de saneamento e de macrodrenagem, que estão sendo estruturadas e executadas nas áreas que historicamente alagam, mas também obras que deixam a cidade melhor, mais bonita. E a Nova Tamandaré compõe essa estratégia, já que nós estamos falando de urbanizar toda esta região com o equipamento público urbano de embelezamento de um novo espaço turístico, nova área de lazer, junto com o terminal hidroviário, que também está incluído no projeto”, informa o governador.

 

 

Navios Cruzeiro e outras embarcações poderão ficar ancoradas no porto de Belém durante a COP-30. Foto: Augusto Miranda/Agência Pará

A arborização, tão necessária para melhorar as condições climáticas, será um dos diferenciais do Parque da Tamandaré. O projeto inclui plantio de árvores; área de passeio público para dentro do canal, por meio de uma passarela em balanço, e jardins nos passeios, sem comprometer a estrutura do canal.

A permeabilidade do solo e a infiltração pluvial são estratégias importantes para melhorar os sistemas drenagem e diminuir eventuais alagamentos. Os jardins de chuva são projetados para potencializar a retenção, o tratamento e a infiltração das águas pluviais. Será feita dragagem no fundo do canal para aumentar a capacidade de escoamento do volume de água. As comportas vão ajudar no controle de água dentro do canal.

O novo terminal será mais uma porta de entrada para a capital paraense, próximo à Praça do Arsenal. A construção inclui d

A maior obra de intervenção urbana em execução em Belém é o Parque da Cidade. O espaço, que sediará parte da programação da 30ª edição da COP-30, vai ter mais de 500 mil metros quadrados de obras construídas, além de uma área paisagística de 50 hectares.

 

O equipamento cultural terá o Centro de Economia Criativa e o Centro Gastronômico, além de cinema, estúdio de gravação musical, mercado de produtos regionais, biblioteca, fonoteca, praça de alimentação, a praça marajoara e um ateliê multiuso. Haverá ainda uma Torre de Contemplação, um templo ecumênico, o “Oratório da Água e da Luz”, um Teatro Multiuso, palcos interno e externo e uma Praça de Exposição de Aeronaves, que manterá viva a memória do Aeroporto Brigadeiro Protásio e do Aeroclube de Belém, que funcionou no local.

Continuação – Seguem em andamento as obras da segunda fase do Parque Urbano Belém Porto Futuro. O projeto inclui o restauro e reconstrução dos armazéns 04, 04-A, 05, 06, 06-A e a remontagem dos armazéns 11 e 12, ocupando uma área total 50.000 m², com extensa cobertura vegetal. A transformação possibilitará o incentivo ao desenvolvimento sustentável e mais qualidade de vida para as pessoas por meio da integração porto-cidade. Cerca de 25% do cronograma já foi realizado.

As propostas para os armazéns preveem espaço total de 72.063,02 m² para a economia criativa (artesanato e bioeconomia); cultura alimentar (alimentação, oficinas, experiências, cursos); uma praça central, com área infantil, apoio turístico, segurança e área técnica; estacionamento com 200 vagas para carros e bicicletário; nove guindastes, sendo que os dois laterais serão transformados em mirantes; e a transformação dos armazéns 11 e 12 em Memorial da Navegação Amazônica, solicitado pela CDP, e Memorial da Cultura Popular e Patrimônio Imaterial.

A obra é dividida em duas etapas, inclui a revitalização das praças Pedro Teixeira e Barão de Mauá, e a primeira será entregue em outubro de 2025, como parte das entregas para COP 30. Após o evento a segunda fase será realizada até meados de 2026.

Reestruturação da BR-316 – Outra obra estruturante está em andamento na BR-316, principal corredor de entrada e saída da capital paraense, que receberá até o final da obra, mais de 20 quilômetros de asfalto da rodovia, executadas pelo Núcleo de Gerenciamento de Transporte Metropolitano (NGTM).

As pistas expressas já estão cerca de 85% executadas, os túneis com mais de 90% concluídos e o Centro de Controle Operacional está 98% de avanço. As intervenções fazem parte do projeto BRT Metropolitano, um conjunto de obras no trecho dos 10,8 quilômetros da BR-316, que juntas vão proporcionar qualidade de vida aos moradores, com mais infraestrutura e mobilidade. No momento mais de mil operários atuam em três turnos para cumprir o cronograma pré-estabelecido.

 

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Sessão especial vai destacar história do 14-Bis e importância da Força Aérea

Santos Dumont voa em seu 14-bis: inventor é patrono da aeronáutica brasileira e herói da pátria
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Yasmim Rodrigues

O Senado faz nesta quarta-feira (21), às 10h, uma sessão especial pelos 120 anos do primeiro voo do 14-Bis e pelo Dia do Aviador e da Força Aérea Brasileira (FAB). A homenagem, proposta pelo senador Dr. Hiran (PP-RR) e outros parlamentares, destaca a atuação da Força Aérea na defesa do espaço aéreo, em missões de resgate e no apoio a regiões de difícil acesso. As datas, comemoradas em 23 de outubro, fazem referência ao dia do primeiro voo do avião criado por Santos Dumont.

 

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Fonte: Agência Senado

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13 TEMPORADAS NETFLIX

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ORGULHO DO PARANÁ

A cidade das flores, da catedral e dos parques é exemplo de sustentabilidade. Conheça mais sobre o terceiro município paranaense.

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Maringá nasceu no meio da mata e o planejamento urbano, muito bem elaborado, garantiu que muitos ipês roxos fossem respeitados dentro daquele conceito de cidade jardim. Hoje seus habitantes e turistas, que visitam a cidade atraídos pelo espetáculo anual, se orgulham de ver a beleza das floradas, registram e compartilham suas fotos e vídeos, as postagens ganham o mundo conectado pelas redes sociais.

 

Para facilitar o encontro das árvores floridas pela população e turistas e também uma maneira de proteger e cuidar dos ipês, a Prefeitura de Maringá elaborou um roteiro dos ipês floridos, com um mapa apontando a localização de todas as árvores.

A CATEDRAL DE MARINGÁ

A Catedral idealizada por Dom Jaime Luiz Coelho e projetada pelo arquiteto José Augusto Bellucci. O templo tem uma altura de 124 e lembra que o peregrino deve ser afastar do mundo para ficar mais perto de Deus. Foi construída entre julho de 1959 e maio de 1972. De forma cônica, possui um diâmetro externo de 50 metros e uma nave circular, com diâmetro interno de 38 metros. Apresenta 114 metros de altura, mais dez metros de cruz no topo, somando 124 metros. É o 10º monumento mais alto do mundo e o primeiro da América do sul.

 

 

Contornando a catedral, abaixo das rampas de acesso ao seu interior, estão os espelhos d’água que formam as fontes luminosas com chafariz, que jorram suas águas a mais de 5 metros de altura. Seus 16 vitrais de linhas abstratas e cores exuberantes são verdadeiras obras de arte, de autoria de Lorenz Helmair. A arquitetura interior é de inspiração de Manfred Ostterroht.

 

 

MODELO DE GOVERNANÇA

QUANDO OS CIDADÃOS PARTICIPAM DA GESTÃO DA CIDADE

 

A vida administrativa, em Maringá, teve um avanço de qualidade e de gestão a partir de 1996, quando foi criado o Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá – CODEM. O órgão foi implantado no cinquentenário da cidade, em 1997, quando aconteceu a posse dos primeiros dirigentes. O CODEM virou referência para muitas cidades brasileiras pelo sucesso na participação ativa da sociedade civil, entidades e lideranças locais. Outros municípios, inclusive Brasília, copiaram a ideia e criaram o CODESE (Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico, como modelo de governança.

E foi justamente este modelo de governança que ajudou Maringá planejar melhor seu desenvolvimento e crescimento de forma sustentável.

Em 2025, Maringá foi classificada como a sétima cidade mais competitiva do Brasil no Ranking de Competitividade dos Municípios, divulgado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). No Paraná, o município ocupa a segunda colocação, ficando atrás apenas de Curitiba, que aparece em quinto lugar no levantamento.

O bom desempenho da Cidade foi impulsionado principalmente pelos avanços no saneamento básico e na eficiência da gestão pública. Maringá alcançou a primeira posição nacional em cobertura da coleta de resíduos domésticos e recebeu nota máxima na destinação adequada do lixo, consolidando-se como referência na área. Apenas nesse pilar, subiu 24 colocações em relação ao ano passado. Também se destacou no funcionamento da máquina pública, ocupando a sétima posição no País.

Na área ambiental, o município aparece em primeiro lugar no combate ao desmatamento ilegal e a 14ª posição em qualidade da educação, além do 22º lugar em qualidade da saúde.

Entre as 10 cidades com maior vegetação urbana em área total, destacam-se grandes capitais como Rio de Janeiro (12.844 ha), São Paulo (11.814 ha) e Brasília (10.256 ha). Esses números refletem a extensão territorial e, em muitos casos, a presença de parques naturais e áreas de proteção ambiental dentro dos limites urbanos.

 

O PARQUE DO INGÁ

Uma homenagem ao município paraibano de Ingá

 

A cidade de Maringá nasceu na segunda metade da década de 1940, planejada pela  Companhia de melhoramento do Norte do Paraná. Os primeiros assentamentos do noroeste do Paranã evoluíram rapidamente. Diante do avanço da então pequena vila, que virou cidade em 1947, 21 anos depois, em 1968, foi criado o Bosque 01. Mais tarde, essa área verde recebeu o  nome de Parque do Ingá. Ao contrário do que algumas pessoas contam, de que o motivo do nome seria porque havia no bosque árvores da espécie Ingá, a principal razão foi outra: fazer uma homenagem da Cidade-Canção ao município paraibano de Ingá, que deu origem à famosa música Maringá, um neologismo de “Maria de Ingá”.

 

Além da canção, a cidade de Maringá fez outra homenagem ao município paraibano de Ingá. Deu o nome de Parque do Ingá à mais importante área verde da cidade. (foto: Rafael Macri / PMM)

 

 

O Parque do Ingá foi criado com objetivo de ser uma área de preservação da flora e fauna local numa perspectiva inclusive do desenvolvimento do ecoturismo. O Parque do Ingá, que compreende uma área de 473.300 m², cuja vegetação é denominada Floresta Estacional Semidecidual, encontra-se numa região geográfica denominada terceiro Planalto Paranaense. Localiza-se na região central de Maringá entre as avenidas São Paulo, Anchieta, Néo Alves Martins, Laguna e Juscelino Kubitschek.

 

CONHECENDO A CIDADE DE INGÁ-PB

A cidade paraibana, que está no DNA do nome Maringá, foi fundada ao redor da Pedra de Ingá, um monumento arqueológico.

 

O município de Ingá, na Paraíba, está a menos de 100km da capital, João Pessoa. O nome vem de um monumento natural ou sítio arqueológico com o nome Itacoatiara do Ingá, localizado à margem de um rio do Agreste. As inscrições e desenhos no monumento têm sulcos profundos que atravessam uma parede da pedra e resistem há milhares de ano sem uma tradução definitiva. A cidade de Ingá cresceu ao redor desse cenário, hoje protegido como monumento natural, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

 

Segundo o Iphan as formas sugerem animais, frutas, pessoas e elementos celestes, sem apresentar essas leituras como uma tradução definitiva. O tombamento federal ocorreu em 1944. Pesquisas também registraram artefatos líticos e cerâmicos encontrados na superfície, ampliando o interesse arqueológico do lugar.

 

A Pedra do Ingá é um dos monumentos arqueológicos mais importantes e misteriosos do mundo, localizada no município de Ingá, no agreste do estado da Paraíba. Classificada como uma “itacoatiara” (termo do tupi que significa “pedra pintada” ou “riscada”), trata-se de um imenso bloco de gnaisse com cerca de 46 metros de comprimento e 3,8 metros de altura inteiramente coberto por inscrições rupestres profundas gravadas na rocha.

O painel exibe quase 400 gravuras enigmáticas que combinam diferentes formas geométricas e figurativas. O significado exato de toda essa simbologia permanece um mistério absoluto para a ciência.

 

 

 

“Em todo o planeta nós temos registros de pedras gravadas. Elas estão na África, no continente americano, na Europa, na Ásia e na Oceania. O sítio arqueológico itacoatiara do Ingá torna-se importante pela quantidade de gravuras que tem. E, também, pela beleza cênica. Esses dois pontos acabaram por transformar a Pedra do Ingá num dos sítios arqueológicos mais importantes do Brasil”. Juvandi de Souza Santos – Universidade Estadual da PB

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