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NOVO PATRIMÔNIO BRASILEIRO

Unesco anuncia 26 novos sítios como Patrimônio Mundial Natural da Humanidade. Um deles está no Brasil: o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu.

 

Como a Folha do Meio Ambiente anunciou em maio passado, (link https://folhadomeio.com/2025/05/parque-nacional-cavernas-do-peruacu/ ) o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, criado em 1997, foi chancelado pela Unesco como Patrimônio Mundial da Natural da Humanidade. O parque abrange os municípios de Januária, Itacarambi e São João das Missões, no norte de Minas Gerais. Mas o Parque só foi inaugurado oficialmente em 16 de dezembro de 2022. Antes, em 21 de setembro de 1999, por decreto federal, o Parque de Peruaçu passou a funcionar como uma compensação ambiental por danos decorrentes de irregularidades nos veículos produzidos e comercializados pela montadora FIAT. Segundo o MPF, naquela época foi acordado com a montadora o compromisso de aquisição de seis mil hectares de terras localizadas na área da APA Cavernas do Peruaçu, para montagem da infraestrutura necessária à criação do parque. A decisão da Unesco foi anunciada durante a 47ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial, realizada em 13 de julho, em Paris.

 

A Unesco divide seus patrimônios em três categorias principais: cultural, natural e misto. Patrimônios culturais são obras e sítios criados pelo homem; os naturais envolvem paisagens e ecossistemas únicos; e os mistos combinam ambos.

Com a nova adição, o Brasil soma 25 locais com o título de Patrimônio Mundial da Unesco (veja outras matérias Patrimônios da Humanidade 2 e 3). Já a lista completa da Unesco passa a ter, no total, 1.248 patrimônios espalhados por 170 países.

PARQUE NACIONAL CAVERNAS DO PERUAÇU

O único representante brasileiro da nova leva, que passa a contar com o título de Patrimônio Mundial Natural, é o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu. O Parque fica no Norte de Minas e é famoso por abrigar cerca de 250 cavernas, pinturas rupestres de até 12 mil anos e cânions com até 200 metros de profundidade.

A paisagem mistura formações rochosas impressionantes com ecossistemas típicos do Cerrado, da Caatinga e da Mata Atlântica.

A região também é habitada por comunidades tradicionais e indígenas, como o povo Xacriabá, que mantém viva a relação ancestral com o território.

Gruta do Janelão, no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu — Foto: Ataliba Coelho

EX-MINISTRO JOSÉ CARLOS CARVALHO COORDENOU OS PRIMEIROS TRABALHOS

O ex-ministro do Meio Ambiente, José Carlos Carvalho, lembrou em sua rede social que, em 1999, como Secretário Executivo do Ministério do Meio Ambiente, coordenou as providências que propiciaram a criação do Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, pelo Presidente FHC, com o apoio do Professor Célio Murilo de Carvalho Vale. Segundo o ex-ministro, “Peruaçu é um patrimônio natural dos mais exuberantes do País, AGORA declarado PATRIMÔNIO NATURAL MUNDIAL DA UNESCO”.

O ex-ministro José Carlos Carvalho hoje cuida de seus cafezais, planta suas florestas e está sempre atendendo convites para conferências sobre sustentabilidade.

 

Explica José Carlos Carvalho que na mesma época, a unidade de conservação foi implantada com uma compensação ambiental exigida da FIAT, no âmbito do CONAMA, em articulação com o então Deputado Fábio Feldman e a intervenção do MPF. Cinco anos antes, como Diretor Geral do IEF, no governo de Eduardo Azeredo, criamos o Parque Estadual Veredas do Peruaçu, a montante do Parque Nacional, protegendo as mais belas veredas e lagoas do Vale do Peruaçu, formando um mosaico de unidades de conservação de raríssima beleza e de importância paleontológico, arqueológico e espeleológica mundialmente reconhecido, que inclui também os Parques Estaduais da Serra das Araras, da Mata Seca, APA Gibão e Cochá, APA do Pandeiros, Parque Nacional Grande Sertão Veredas, Área Indígena Xacriaba, Reservas Particulares, totalizando mais de 1.700.000 hectares. Parabéns ao ICMBio, Ekos e ao MMA pela conquista junto à UNESCO”. E finaliza o ex-ministro José Carlos Carvalho: “Muito bom sentir a sensação do dever cumprido”.

 

A decisão foi anunciada durante a 47ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial, realizada em Paris – Foto: ICMBio

 

Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) o título consagra o Peruaçu como um sítio de valor universal excepcional, pela sua combinação singular de relevância geológica, arqueológica, ecológica e paisagística. Com mais de 200 cavernas catalogadas, sítios arqueológicos com vestígios humanos de até 12 mil anos, pinturas rupestres e uma biodiversidade que integra espécies típicas da Mata Atlântica, do Cerrado e da Caatinga, o parque é um verdadeiro tesouro natural e cultural do Brasil e do mundo.

Para o presidente do ICMBio, Mauro Pires, “Este título reconhece não apenas a excepcional beleza natural e a riqueza arqueológica e geológica do Parque mas também o papel fundamental que as comunidades locais e a equipe do Instituto Chico Mendes desenvolveram neste processo de candidatura.”  E destaca Mauro Pires: “A chancela de Patrimônio Mundial pele Unesco reafirma o esforço cotidiano destas pessoas na proteção da biodiversidade brasileira, um legado para as presentes e futuras gerações”.

Este é o primeiro sítio do Patrimônio Mundial Natural localizado em Minas Gerais, ampliando a representatividade do Brasil na lista da UNESCO e contribuindo para a valorização e o desenvolvimento sustentável da região. O reconhecimento também abre novas oportunidades para o ecoturismo, a pesquisa científica e a inclusão social das comunidades do entorno, especialmente por meio do fortalecimento da economia local e do turismo de base comunitária.

O Brasil reafirma, com este reconhecimento, seu compromisso com a proteção da biodiversidade e com a conservação de seus patrimônios naturais e culturais.

 

O cânion do Peruaçu abriga 114 sítios arqueológicos que registram ocupações humanas desde o Pleistoceno, há mais de 12.000 anos, evidenciadas por pinturas rupestres excepcionalmente preservadas. (Foto: Ataliba Coelho)

 

A Lapa dos Desenhos é um dos mais belos conjuntos de pinturas rupestres. As cores são vivas e fascinantes. Nem parece terem sido pintadas há milhares de anos. (Foto: Maurício Oliveira)

 

A HISTÓRIA DO PARQUE

A história da criação do Parque do Peruaçu começa em 1997, com a assinatura de um termo de compromisso entre o MPF e a FIAT, após atuação do então procurador da República, Hindenburgo Chateaubriand Filho. O parque funcionaria como uma compensação ambiental por danos decorrentes de irregularidades nos veículos produzidos e comercializados pela montadora. Naquela ocasião, o MPF pleiteou e obteve da Fiat o compromisso de aquisição de seis mil hectares de terras localizadas na área da APA Cavernas do Peruaçu.

Em 2002, um aditivo ao acordo foi firmado pelo procurador da República José Adércio Leite Sampaio. Nele, foram detalhadas algumas das obrigações da FIAT, como a aquisição de terras e as obras que deveriam ser feitas para a implementação do Parque.

A procuradora da República Miriam Moreira Lima, que à época havia assumido o caso, preocupada com a falta de cumprimento das condições ajustadas, chamou a Fiat e o ICMBio para verificar o que estava acontecendo e para pressioná-los a resolver em definitivo as pendências ainda existentes.

No entanto, em 2010, após 13 anos da assinatura do acordo e do aditivo de 2002, a nova unidade de conservação ainda não tinha saído do papel. Após diversas rodadas de negociações, em julho de 2010, o MPF, o ICMBio e a Fiat chegaram a um novo acordo, com a imposição de novas medidas a serem cumpridas, inclusive com significativa ampliação das glebas de terras que deveriam ser adquiridas pela montadora. Na época, foi estabelecido um cronograma para elaboração dos projetos de infraestrutura e execução de todas as obras necessárias à conclusão do processo de implementação do parque.

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Exposição revisita origens visuais de Brasília

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Niemeyer no Palácio do Alvorada, uma das fotos em exposição | Foto: Acervo

O Museu de Arte de Brasília (MAB) apresenta a exposição “Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília”, que reúne obras de arte, fotografias históricas, documentos e objetos relacionados à construção e à inauguração da capital federal. A mostra é composta por trabalhos do acervo do próprio MAB e da Coleção Brasília, com Acervo Izolete e Domício Pereira, e propõe ao público um panorama sobre os primeiros anos de Brasília a partir de diferentes linguagens visuais e registros históricos.

O eixo central da exposição é o álbum “Brasília 1960: O Mais Arrojado Plano Arquitetônico do Mundo”, de autoria do fotógrafo Mário Fontenelle, responsável pelos registros oficiais do governo de Juscelino Kubitschek.

O conjunto reúne 24 fotografias em preto e branco produzidas entre 1958 e 1960, que documentam etapas da construção da cidade, bem como os eventos e cerimônias de sua inauguração, em 21 de abril de 1960. As imagens apresentam registros do canteiro de obras, da arquitetura emergente e do contexto político e simbólico da criação da nova capital.

A partir desse núcleo documental, a exposição estabelece diálogos com obras de artistas que participaram da consolidação do imaginário visual de Brasília. Estão presentes trabalhos de Oscar Niemeyer, Lúcio Costa, Roberto Burle Marx, Athos Bulcão, Marianne Peretti, Alfredo Ceschiatti, Bruno Giorgi, Zeno Zani, Ake Borglund, entre outros.

As obras evidenciam a integração entre arte, arquitetura e paisagem urbana que marcou o projeto da capital federal desde seus primeiros anos.

O percurso expositivo também inclui produções de artistas de gerações posteriores, como Honório Peçanha, Ziraldo, Danilo Barbosa e Carlos Bracher.

Essas obras estabelecem relações com o conjunto histórico ao abordar temas ligados à memória, à cidade e à permanência dos símbolos de Brasília no imaginário cultural brasileiro. A proposta curatorial coloca em diálogo produções de diferentes períodos, buscando aproximar registros do passado e interpretações contemporâneas.

Ítens históricos

Além das artes visuais, a mostra reúne objetos e itens históricos relacionados ao período de formação da capital. Entre eles, estão a maquete de lançamento do automóvel Romi-Isetta, peças utilizadas no serviço do Palácio da Alvorada e a primeira fotografia de satélite do Plano Piloto. Esses elementos ampliam o contexto histórico apresentado pelas obras e ajudam a situar o visitante no ambiente político, social e tecnológico da época.

No segmento documental, dois itens recebem destaque especial. Um deles é a carta-depoimento escrita por Juscelino Kubitschek em 1961, ao final de seu mandato presidencial, na qual o ex-presidente registra reflexões sobre seu governo e sobre a construção de Brasília. O outro é a homenagem da Igreja Católica a Dom Bosco, padroeiro da capital, composta por fragmentos de suas vestes, que remete à dimensão simbólica e religiosa associada à fundação da cidade.

“Museu Imaginado”

A exposição inclui ainda a obra “Museu Imaginado”, do artista mineiro Carlos Bracher, doada ao Museu de Arte de Brasília pelo próprio artista em parceria com o curador Cláudio Pereira. A obra propõe uma reflexão sobre o papel das instituições museológicas, da memória e da imaginação na construção de narrativas históricas e culturais, dialogando com o conjunto da exposição.

Como parte dos recursos expográficos, o público tem acesso à gravação em áudio da carta-depoimento de Juscelino Kubitschek, a um minidocumentário dedicado ao álbum “Brasília 1960: O Mais Arrojado Plano Arquitetônico do Mundo” e a uma versão colorizada das fotografias históricas, realizada por meio de processos de inteligência artificial. Esses recursos ampliam as possibilidades de leitura e interpretação do material apresentado.

A proposta curatorial busca evidenciar relações entre diferentes gerações de artistas, linguagens e formas de expressão, estimulando leituras cruzadas entre obras, documentos e objetos. Ao reunir registros históricos e produções artísticas, a exposição convida o público a refletir sobre a construção da identidade cultural brasileira e sobre o papel da arte na formação simbólica da capital federal.

Pioneiros

“Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília” também destaca a atuação do casal Izolete e Domício Pereira, pioneiro da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), responsável pela formação de um acervo dedicado à preservação da memória artística de Brasília.

A exposição reafirma o compromisso da coleção com a preservação histórica e com a promoção do debate cultural, apresentando a arte como instrumento de reflexão e diálogo entre passado, presente e futuras gerações.

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BRASÍLIA, A CIDADE AURIVERDE

COM CORES E FLORES DURANTE O ANO INTEIRO

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FOLHA DO MEIO AMBIENTE – JANEIRO DE 2026

 

LINKs
EM 2026, SEMPRE DE JOELHO. NEM PÉ ESQUERDO E NEM PÉ DIREITO.
NIÈDE GUIDON: LIVRO HOMENAGEM DE ANDRÉ PESSOA
A FOTOGRAFIA-DENÚNCIA DE MICHAEL NAIFY
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NEM PÉ DE ESQUERDO, NEM DE PÉ DIREITO, MAS DE JOELHO.

Um convite à humildade, à gratidão e à fé para atravessar o novo ano com propósito e serenidade.

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Silvestre Gorgulho – Fundador e Editor-Geral da Folha do Meio.

 

Já decidi. É definitivo: não quero entrar em 2026 nem com o pé esquerdo e nem com o pé direito. Confesso que quero entrar de joelho. Ajoelhar, como todo gesto corporal, não é algo neutro. É um gesto de humildade, de reverência e de penitência. Requer muita serenidade, sabedoria e paz. Mais do que uma oração, é uma atitude em que aceitamos nossa condição de criaturas abaixo de Deus e entendemos nossa finitude humana.

 

  • Tenha certeza: quando a gente se ajoelha, vai sentir que está se entregando ao poder de Deus.
  • De joelho, com as sandálias da humildade, diante dos Céus, significa permanecer de pé em qualquer circunstância.
  • Gratidão é tudo. É de joelhos que se agradece as coisas boas do ano que passou, que se pode levar o que foi bom e aprender com o que doeu.
  • Neste Ano Novo, um livro novo vai ser escrito. Ao escrever as próximas páginas da vida, você tem 365 dias para – de joelho – escrever e sonhar. Mas há que confiar sempre no prazer da releitura.
  • É de joelho que a gente extrai o prazer de praticar certos pecados, sabendo, até que alguns valem muito bem pela penitência futura.
  • Vale agradecer de joelho e não reclamar por envelhecer. Nem todos têm esse privilégio.
  • Ajoelhado, a gente se sente maior e menos ansioso. A ansiedade não tira o problema do ano que começa. Só tira a paz do momento.
  • É de joelho que a gente pede que os próximos políticos sejam eleitos por votos e não por devotos.
  • Vale sempre pedir (de joelho) que o Brasil deixe de punir o sucesso com impostos e o fracasso com bolsas e benefícios.
  • Entenda de uma vez por todas que não vale a pena tropeçar em algo que já ficou atrás de você.
  • É ajoelhado e em silêncio que a gente medita e reflete. Mas, tenha certeza, que quando nada acontece há sempre um milagre que não estamos vendo.
  • Nada melhor do que estar ajoelhado e contrito para sentir que o sabor da vida depende sempre de quem a tempere.
  • Se colocando de joelho para os amigos, podemos aprender que a amizade e a tolerância desenvolvem a felicidade e reduz o sofrimento. Mais: duplica a nossa alegria e divide qualquer dor.
  • De joelho ou não, leve a sério durante os próximos 365 dias: quando você ama o que tem, você tem tudo o que precisa.
  • Ajoelhado diante de uma floresta ou na contemplação de um parque a gente entende por que árvore que verga, o vento não quebra.
  • É ajoelhado, mas sempre firme, que podemos entender as conveniências do ser humano: não deixe de desconfiar dos idealistas que lucram com o seu ideal.
  • Comece o Ano Novo fazendo planos, mas sem esquecer que a vida é o que acontece com a gente justamente enquanto fazemos planos. Mais: o Amanhã tem uma extrema mania de ser tarde demais.
  • Se, por acaso, coisas ruins acontecerem, mesmo ainda ajoelhado, lembre-se: nada é para sempre. E tudo que é bom de passar, é ruim de contar. Mas tudo que foi ruim de passar, é sempre bom de contar.
  • Comece o Ano vivendo de forma honesta. Então, para falarem mal de você, vão ter que mentir.
  • É de joelho que a gente entende que quando o dinheiro falta e o coração aperta, seu Anjo da Guarda continua presente. A luta não é o fim de história. Confie que é só o capítulo que antecede o milagre.
  • Ajoelhado, preste atenção: às vezes, Deus permite a dificuldade para fortalecer a fé. O que hoje dói, amanhã será testemunho.
  • Quem tem a humildade de se ajoelhar uma vez por dia, vai entender que a felicidade não é a ausência de conflitos, mas é a habilidade de lidar com eles. Uma pessoa feliz não tem o melhor de tudo. Ela torna tudo melhor.
  • Há tempo para tudo na vida. Até a pressa em ajudar pode sufocar a natureza das coisas que precisam florescer sozinhas. Quem ajuda uma borboleta a sair do casulo, rouba-lhe o voo.
  • Estando de pé ou de joelhos, passeando ou trabalhando, não se esqueça nunca: quanto mais tempo você ficar no trem errado, mais longa é a viagem de volta.
  • A crença e a convicção de uma pessoa ajoelhada são mais puras e reais. Vale a máxima: A vida é muito perigosa. Não só pelas pessoas que fazem o mal, mas também por aquelas que ficam sentadas à beira do caminho vendo tudo acontecer.
  • Sempre ajoelhado, entra ano e sai ano, desde 1680, nunca ficam defasados os sermões do Padre Antônio Vieira: “A educação e a humildade são moedas de ouro. Valem muito em qualquer tempo e em qualquer lugar”.
  • Estar de joelho é um ato de gratidão e de humildade. Conscientize-se: Ano Novo começa e termina. E todo o ano você, sem saber, passa pelo dia que você um dia vai morrer.

 

 

 

 

 

 

 

 

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