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SÃO 1.248 SÍTIOS DO PATRIMÔNIO MUNDIAL. O BRASIL TEM 23 INSCRITOS

O Patrimônio é composto por monumentos, construções e sítios arqueológicos

 

O mundo é formado por 193 países reconhecidos internacionalmente. Eles estão distribuídos por todos os continentes, com exceção da Antártica. Países são territórios que apresentam estrutura político-administrativa ou, um sistema de governo. Os países são territórios bem delimitados por fronteiras, dentro das quais estão contidas a sua população. Pois bem, a Unesco reconhece um total de 1.248 sítios do Patrimônio Mundial localizados em 170 países distintos. Segundo a Unesco, existem 53 sítios (17 naturais e 36 culturais) listados como Patrimônio Mundial em Perigo. Dos sítios em perigo, 21 estão localizados nos países árabes, sendo 6 deles na Síria e 5 na Líbia. Na África em 16 em perigo. Na América Latina e Caribe tem 6 em perigo. Na Ásia e Pacífico também tem 6 em perigo e 4 estão localizados América do Norte e Europa.

Lista da Unesco: 1.248 patrimônios mundiais, 788 patrimônios imateriais, 759 reservas da biosfera e 229 geoparques.

GEOPARQUES BRASILEIROS

Os geoparques são áreas com importante patrimônio geológico, que combinam a conservação com o desenvolvimento sustentável, promovendo o turismo e a educação. Esses geoparques são:

  1. Geoparque Araripe:Localizado no Ceará, foi o primeiro geoparque brasileiro a receber o título da UNESCO, em 2006. 
  2. Geoparque Caminhos dos Cânions do Sul:Localizado entre os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, foi reconhecido em 2022. 
  3. Geoparque Seridó:Localizado no Rio Grande do Norte, também foi reconhecido em 2022. 
  4. Geoparque Quarta Colônia:Localizado no Rio Grande do Sul, foi reconhecido em 2023. 
  5. Geoparque Caçapava do Sul:Localizado no Rio Grande do Sul, foi reconhecido em 2023. 
  6. Geoparque Uberaba:Localizado em Minas Gerais, foi reconhecido em 2024. 

 

PATRIMÔNIOS DA UNESCO

Segundo o Iphan, o Brasil possui 23 bens inscritos, 15 são bens culturais, sete são naturais, e um deles é misto. Entre os exemplos de bens brasileiros do Patrimônio Mundial Cultural podemos citar o Centro Histórico da Cidade de Goiás, e como Patrimônio Mundial Natural, temos o exemplo do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, e de bem Misto, o único bem inscrito nessa categoria: Paraty e Ilha Grande, de cultura e biodiversidade.

Para a Unesco, o Patrimônio Cultural é composto por monumentos, conjuntos de construções e sítios arqueológicos, de fundamental importância para a memória, a identidade e a criatividade dos povos e a riqueza das culturas. Esta composição está definida na Convenção para a Proteção do Patrimônio Mundial, Cultural e Natural, elaborada na Conferência Geral da ONU para Educação, a Ciência e a Cultura, em Paris, em 1972, e ratificada pelo Decreto N°80.978, de 12 de dezembro de 1977.

No vasto universo do Patrimônio Cultural, é essencial compreender seus conceitos e as características de cada grupo. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) destaca quatro principais classificações de patrimônio: material, imaterial, arqueológico e mundial. No Brasil, cabe ao Iphan relacionar os bens que integram a atual Lista Indicativa ao Patrimônio Mundial, contendo os bens tombados como Patrimônio Cultural Brasileiro, que têm duas classificações: Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade e Patrimônio Mundial Cultural e Natural.

 

 

PATRIMÔNIOS CULTURAIS:

  • Cidades Históricas: Ouro Preto, Diamantina, Goiás, Olinda, São Luís, Salvador, Paraty e Ilha Grande. 
  • Monumentos e Conjuntos Arquitetônicos: Centro Histórico de São Cristóvão, Conjunto Moderno da Pampulha, Ruínas de São Miguel das Missões, Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, Brasília, Cais do Valongo, Paisagens Cariocas entre a Montanha e o Mar. 
  • Outros: Parque Nacional da Serra da Capivara, Sítio Roberto Burle Marx. 

 

PATRIMÔNIOS NATURAIS:

  • Reservas de Mata Atlântica da Costa do Descobrimento e da Serra do Mar.
  • Parque Nacional do Iguaçu.
  • Parque Nacional de Fernando de Noronha.
  • Reservas de fauna e flora do Pantanal.
  • Parque Nacional Chapada dos Veadeiros.
  • Áreas protegidas do Cerrado – Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. 

 

PATRIMÔNIO MISTO:

  • Ilhas Atlânticas Brasileiras: Reservas de Fernando de Noronha e Atol das Rocas. 

 

 

Conjunto Arquitetônico da Pampulha, em Belo Horizonte, projetado por Oscar Niemeyer (considerado o embrião de Brasília) ganhou da UNWAXO, em 2016, o título de Patrimônio Cultural da Humanidade.

 

PATRIMÔNIO MATERIAL

O Patrimônio Material abarca construções, monumentos, sítios arqueológicos, paisagens culturais e demais bens que possuem uma dimensão física e palpável. Esses elementos são testemunhos materiais da história, da arte e da cultura de um povo, representando marcos significativos de sua identidade. Exemplos incluem igrejas históricas, fortificações, casarões antigos, praças e centros urbanos preservados.

 

PATRIMÔNIO IMATERIAL

O Patrimônio Imaterial diz respeito a práticas, expressões, saberes e celebrações que são transmitidos de geração em geração e que proporcionam um sentido de identidade e continuidade cultural. Isso pode incluir manifestações como festas populares, rituais religiosos, técnicas artesanais, culinária tradicional, músicas e danças regionais, entre outros. A preservação do patrimônio imaterial visa manter vivas essas tradições e promover sua valorização e perpetuação.

 

PATRIMÔNIO ARQUEOLÓGICO

São vestígios de presença ou ação humana do passado. Esses objetos são recuperados por meio de pesquisa arqueológica e podem ser espaços de ocupação, como vilas, abrigos, cemitérios, como também os famosos sítios de arte rupestre, e ainda os objetos produzidos por essas ocupações humanas.

 

PATRIMÔNIO MUNDIAL

O Patrimônio Mundial está relacionado ao reconhecimento de bens de valor excepcional para a humanidade pela Unesco, conforme os objetivos da Convenção de 1972 para a Proteção do Patrimônio Cultural e Natural, no caso de bens culturais materiais (lugares, paisagens, sítios históricos, edificações, sítios arqueológicos) e Natural (bens de alto valor de fauna e flora, paisagens e biomas sem intervenção humana), e bens Mistos, quando reúne valores culturais e naturais.

 

MG TEM MAIS PATRIMÔNIOS

Com seis patrimônios mundiais reconhecidos pela Unesco, Minas se destaca pela riqueza cultural, material, imaterial, histórica e natural. O Queijo Minas Artesanal ganhou destaque como patrimônio imaterial da humanidade.

 

Ouro Preto conta com o maior conjunto homogêneo de arquitetura barroca do Brasil. A cidade é uma joia encravada nas montanhas de Minas. Foto: Prefeitura OP – Patrick de Araújo

 

  • MATERIAL: Ouro Preto, Congonhas, Diamantina, Pampulha e Cavernas do Peruaçu
  • IMATERIAL: modo (ou jeitin) de fazer do Queijo Minas Artesanal.

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Exposição revisita origens visuais de Brasília

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Niemeyer no Palácio do Alvorada, uma das fotos em exposição | Foto: Acervo

O Museu de Arte de Brasília (MAB) apresenta a exposição “Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília”, que reúne obras de arte, fotografias históricas, documentos e objetos relacionados à construção e à inauguração da capital federal. A mostra é composta por trabalhos do acervo do próprio MAB e da Coleção Brasília, com Acervo Izolete e Domício Pereira, e propõe ao público um panorama sobre os primeiros anos de Brasília a partir de diferentes linguagens visuais e registros históricos.

O eixo central da exposição é o álbum “Brasília 1960: O Mais Arrojado Plano Arquitetônico do Mundo”, de autoria do fotógrafo Mário Fontenelle, responsável pelos registros oficiais do governo de Juscelino Kubitschek.

O conjunto reúne 24 fotografias em preto e branco produzidas entre 1958 e 1960, que documentam etapas da construção da cidade, bem como os eventos e cerimônias de sua inauguração, em 21 de abril de 1960. As imagens apresentam registros do canteiro de obras, da arquitetura emergente e do contexto político e simbólico da criação da nova capital.

A partir desse núcleo documental, a exposição estabelece diálogos com obras de artistas que participaram da consolidação do imaginário visual de Brasília. Estão presentes trabalhos de Oscar Niemeyer, Lúcio Costa, Roberto Burle Marx, Athos Bulcão, Marianne Peretti, Alfredo Ceschiatti, Bruno Giorgi, Zeno Zani, Ake Borglund, entre outros.

As obras evidenciam a integração entre arte, arquitetura e paisagem urbana que marcou o projeto da capital federal desde seus primeiros anos.

O percurso expositivo também inclui produções de artistas de gerações posteriores, como Honório Peçanha, Ziraldo, Danilo Barbosa e Carlos Bracher.

Essas obras estabelecem relações com o conjunto histórico ao abordar temas ligados à memória, à cidade e à permanência dos símbolos de Brasília no imaginário cultural brasileiro. A proposta curatorial coloca em diálogo produções de diferentes períodos, buscando aproximar registros do passado e interpretações contemporâneas.

Ítens históricos

Além das artes visuais, a mostra reúne objetos e itens históricos relacionados ao período de formação da capital. Entre eles, estão a maquete de lançamento do automóvel Romi-Isetta, peças utilizadas no serviço do Palácio da Alvorada e a primeira fotografia de satélite do Plano Piloto. Esses elementos ampliam o contexto histórico apresentado pelas obras e ajudam a situar o visitante no ambiente político, social e tecnológico da época.

No segmento documental, dois itens recebem destaque especial. Um deles é a carta-depoimento escrita por Juscelino Kubitschek em 1961, ao final de seu mandato presidencial, na qual o ex-presidente registra reflexões sobre seu governo e sobre a construção de Brasília. O outro é a homenagem da Igreja Católica a Dom Bosco, padroeiro da capital, composta por fragmentos de suas vestes, que remete à dimensão simbólica e religiosa associada à fundação da cidade.

“Museu Imaginado”

A exposição inclui ainda a obra “Museu Imaginado”, do artista mineiro Carlos Bracher, doada ao Museu de Arte de Brasília pelo próprio artista em parceria com o curador Cláudio Pereira. A obra propõe uma reflexão sobre o papel das instituições museológicas, da memória e da imaginação na construção de narrativas históricas e culturais, dialogando com o conjunto da exposição.

Como parte dos recursos expográficos, o público tem acesso à gravação em áudio da carta-depoimento de Juscelino Kubitschek, a um minidocumentário dedicado ao álbum “Brasília 1960: O Mais Arrojado Plano Arquitetônico do Mundo” e a uma versão colorizada das fotografias históricas, realizada por meio de processos de inteligência artificial. Esses recursos ampliam as possibilidades de leitura e interpretação do material apresentado.

A proposta curatorial busca evidenciar relações entre diferentes gerações de artistas, linguagens e formas de expressão, estimulando leituras cruzadas entre obras, documentos e objetos. Ao reunir registros históricos e produções artísticas, a exposição convida o público a refletir sobre a construção da identidade cultural brasileira e sobre o papel da arte na formação simbólica da capital federal.

Pioneiros

“Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília” também destaca a atuação do casal Izolete e Domício Pereira, pioneiro da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), responsável pela formação de um acervo dedicado à preservação da memória artística de Brasília.

A exposição reafirma o compromisso da coleção com a preservação histórica e com a promoção do debate cultural, apresentando a arte como instrumento de reflexão e diálogo entre passado, presente e futuras gerações.

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BRASÍLIA, A CIDADE AURIVERDE

COM CORES E FLORES DURANTE O ANO INTEIRO

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FOLHA DO MEIO AMBIENTE – JANEIRO DE 2026

 

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EM 2026, SEMPRE DE JOELHO. NEM PÉ ESQUERDO E NEM PÉ DIREITO.
NIÈDE GUIDON: LIVRO HOMENAGEM DE ANDRÉ PESSOA
A FOTOGRAFIA-DENÚNCIA DE MICHAEL NAIFY
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NEM PÉ DE ESQUERDO, NEM DE PÉ DIREITO, MAS DE JOELHO.

Um convite à humildade, à gratidão e à fé para atravessar o novo ano com propósito e serenidade.

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Silvestre Gorgulho – Fundador e Editor-Geral da Folha do Meio.

 

Já decidi. É definitivo: não quero entrar em 2026 nem com o pé esquerdo e nem com o pé direito. Confesso que quero entrar de joelho. Ajoelhar, como todo gesto corporal, não é algo neutro. É um gesto de humildade, de reverência e de penitência. Requer muita serenidade, sabedoria e paz. Mais do que uma oração, é uma atitude em que aceitamos nossa condição de criaturas abaixo de Deus e entendemos nossa finitude humana.

 

  • Tenha certeza: quando a gente se ajoelha, vai sentir que está se entregando ao poder de Deus.
  • De joelho, com as sandálias da humildade, diante dos Céus, significa permanecer de pé em qualquer circunstância.
  • Gratidão é tudo. É de joelhos que se agradece as coisas boas do ano que passou, que se pode levar o que foi bom e aprender com o que doeu.
  • Neste Ano Novo, um livro novo vai ser escrito. Ao escrever as próximas páginas da vida, você tem 365 dias para – de joelho – escrever e sonhar. Mas há que confiar sempre no prazer da releitura.
  • É de joelho que a gente extrai o prazer de praticar certos pecados, sabendo, até que alguns valem muito bem pela penitência futura.
  • Vale agradecer de joelho e não reclamar por envelhecer. Nem todos têm esse privilégio.
  • Ajoelhado, a gente se sente maior e menos ansioso. A ansiedade não tira o problema do ano que começa. Só tira a paz do momento.
  • É de joelho que a gente pede que os próximos políticos sejam eleitos por votos e não por devotos.
  • Vale sempre pedir (de joelho) que o Brasil deixe de punir o sucesso com impostos e o fracasso com bolsas e benefícios.
  • Entenda de uma vez por todas que não vale a pena tropeçar em algo que já ficou atrás de você.
  • É ajoelhado e em silêncio que a gente medita e reflete. Mas, tenha certeza, que quando nada acontece há sempre um milagre que não estamos vendo.
  • Nada melhor do que estar ajoelhado e contrito para sentir que o sabor da vida depende sempre de quem a tempere.
  • Se colocando de joelho para os amigos, podemos aprender que a amizade e a tolerância desenvolvem a felicidade e reduz o sofrimento. Mais: duplica a nossa alegria e divide qualquer dor.
  • De joelho ou não, leve a sério durante os próximos 365 dias: quando você ama o que tem, você tem tudo o que precisa.
  • Ajoelhado diante de uma floresta ou na contemplação de um parque a gente entende por que árvore que verga, o vento não quebra.
  • É ajoelhado, mas sempre firme, que podemos entender as conveniências do ser humano: não deixe de desconfiar dos idealistas que lucram com o seu ideal.
  • Comece o Ano Novo fazendo planos, mas sem esquecer que a vida é o que acontece com a gente justamente enquanto fazemos planos. Mais: o Amanhã tem uma extrema mania de ser tarde demais.
  • Se, por acaso, coisas ruins acontecerem, mesmo ainda ajoelhado, lembre-se: nada é para sempre. E tudo que é bom de passar, é ruim de contar. Mas tudo que foi ruim de passar, é sempre bom de contar.
  • Comece o Ano vivendo de forma honesta. Então, para falarem mal de você, vão ter que mentir.
  • É de joelho que a gente entende que quando o dinheiro falta e o coração aperta, seu Anjo da Guarda continua presente. A luta não é o fim de história. Confie que é só o capítulo que antecede o milagre.
  • Ajoelhado, preste atenção: às vezes, Deus permite a dificuldade para fortalecer a fé. O que hoje dói, amanhã será testemunho.
  • Quem tem a humildade de se ajoelhar uma vez por dia, vai entender que a felicidade não é a ausência de conflitos, mas é a habilidade de lidar com eles. Uma pessoa feliz não tem o melhor de tudo. Ela torna tudo melhor.
  • Há tempo para tudo na vida. Até a pressa em ajudar pode sufocar a natureza das coisas que precisam florescer sozinhas. Quem ajuda uma borboleta a sair do casulo, rouba-lhe o voo.
  • Estando de pé ou de joelhos, passeando ou trabalhando, não se esqueça nunca: quanto mais tempo você ficar no trem errado, mais longa é a viagem de volta.
  • A crença e a convicção de uma pessoa ajoelhada são mais puras e reais. Vale a máxima: A vida é muito perigosa. Não só pelas pessoas que fazem o mal, mas também por aquelas que ficam sentadas à beira do caminho vendo tudo acontecer.
  • Sempre ajoelhado, entra ano e sai ano, desde 1680, nunca ficam defasados os sermões do Padre Antônio Vieira: “A educação e a humildade são moedas de ouro. Valem muito em qualquer tempo e em qualquer lugar”.
  • Estar de joelho é um ato de gratidão e de humildade. Conscientize-se: Ano Novo começa e termina. E todo o ano você, sem saber, passa pelo dia que você um dia vai morrer.

 

 

 

 

 

 

 

 

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