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PETER LUND (Parte 2)

O RETORNO À DINAMARCA PARA NOVOS ESTUDOS E A VOLTA DEFINITIVA PARA MINAS GERAIS.

 

Peter Lund fez duas viagens ao Brasil. A primeira entre 1825 e 1829, pelo seu grande interesse nos estudos de Botânica e de Zoologia. Estabeleceu-se no Rio de Janeiro, mas fez várias expedições pelo interior do País. Voltou para a Dinamarca em 1829, para se aprofundar nos estudos. Doutorou-se pela Universidade de Kiel e retornou ao Brasil, em 1833 para não mais voltar à Europa.

 

Na sua primeira viagem ao Brasil, entre 1825 e 1829, Peter Lund evita o Rio, pois a vida social e o calor impedem seus estudos, e hospeda-se em Niterói, com a mesma família francesa que recebera Saint-Hillaire alguns anos antes. Viajou para Nova Friburgo, onde permanece alguns meses. Lund deixou registrado:

“Para chegar lá levamos quatro dias cavalgando de manhã até a noite. Atravessávamos rios com a água subindo até a cintura em uma forte corrente e sobre pedras lisas arredondadas com que o fundo era coberto, tornando tremendamente difícil controlar os cavalos. Logo à frente, os cavalos tinham que enfrentar uma légua inteira dentro do lodo com a lama subindo até os seus quartos. O último dia foi especialmente difícil, quando tivemos que atravessar uma cadeia de montanhas de 6.000 pés de altura”.

Depois de uma temporada em uma fazenda de nome Rosário, mais no interior, retorna para o povoado de pesca Taipu, na região do Rio, para preparar seu regresso à Europa.

Diz Peter Lund: “É impossível explicar os diferentes tipos de sentimento, a quase alegria misturada com uma melancolia impronunciável que me invadia quando, sob a brisa refrescante após o pôr-do-sol, acabávamos o trabalho do dia deitando-se em nossos couros de boi, enquanto o puro céu estrelado livre de qualquer interferência humana lançava o seu manto gelado sobre as nossas cabeças. Vozes noturnas em incessante variação ressoavam de florestas nas proximidades, e os seus tons misteriosos provocaram surpresa e temor, mantendo-me acordado por diversas horas até que o farfalhar das folhas de buriti me fizessem cair no sono, do qual eu só despertaria graças ao som de milhares de pássaros cantando a alvorada”.

 

A VIAGEM DEFINITIVA DE LUND AO BRASIL

Ainda em Paris, Lund começa a questionar sua transferência para algum lugar de clima mais quente, para fugir do frio nórdico que causara a morte precoce de dois de seus irmãos. Depois de uma temporada em Paris e de um curto período no aconchego familiar.

Outro fato leva Peter Lund a retomar suas pesquisas no Brasil. Ele é procurado pelo botânico alemão Ludwig Riedel, que acompanhara Langsdorf em uma trágica expedição até a Amazônia. Riedel, que abrasileirou seu nome para Luiz e casou-se por aqui, convida Lund para uma expedição pelo interior do Brasil.

Chegam ao Brasil em 20 de janeiro de 1833, para nunca mais voltar à Europa. Mas isso ele ainda não sabia.

Lund descreve assim o início da viagem: “Em toda a parte estamos rodeados por florestas queimadas, cuja fumaça do fogo aliada à poeira da estrada ameaça sufocar-nos. Não há capim para os nossos animais, nem água nos rios ou riachos. Tivemos que alimentá-los com milho e matar a sede com cana de açúcar”. 

A expedição passa por Taubaté, São Paulo, São Carlos de Campinas, Sorocaba, São Bento d’Araraquara e Villa de Franca.

Na travessia do Rio Pardo, Lund anota: “Os canoeiros que deveriam nos atravessar apareceram no começo da noite, anunciando a sua chegada com o som de um berrante ao longe que, combinado com o eco da floresta e o silêncio total que nos rodeava, criou um efeito mágico. Eram mulatos e negros seminus. Deixamos que eles enchessem seus estômagos vazios ao lado do fogo, onde se acomodaram e nos entretiveram uma boa parte da noite com as histórias infantis sobre todos os monstros que deveriam se alimentar nas profundezas do rio”.

 

DE CATALÃO PARA PARACATU

Em Catalão, decidem redirecionar a expedição para a região das Minas Gerais e seguem para a Villa de Paracatu do Príncipe.

Escreve extasiado:

“Diariamente acampávamos nas encostas daqueles vales de buritis. As impressões da maravilhosa paisagem natural eram e sempre serão indeléveis em minha memória. Ao mesmo tempo é impossível explicar os diferentes tipos de sentimento, a quase alegria misturada com uma melancolia impronunciável que me invadia quando, sob a brisa refrescante após o pôr-do-sol, acabávamos o trabalho do dia deitando-se em nossos couros de boi, enquanto o puro céu estrelado livre de qualquer interferência humana lançava o seu manto gelado sobre as nossas cabeças. Vozes noturnas em incessante variação ressoavam de florestas nas proximidades, e os seus tons misteriosos provocaram surpresa e temor, mantendo-me acordado por diversas horas até que o farfalhar das folhas de buriti me fizessem cair no sono, do qual eu só despertaria graças ao som de milhares de pássaros cantando a alvorada”.

Atravessam o Rio São Francisco em cinco canoas, pouco acima do rio Abaeté, antes de chegarem à Villa de Santo Antônio do Curvello. Um ano após a partida do Rio, ao pernoitarem no rancho dos tropeiros da vila, Lund ouve outro viajante argumentar com Riedel que contava sempre com a vantagem de usar o dinamarquês quando lhe convinha, pois ninguém o compreenderia. Enrolado em seu couro de boi, rebate de pronto para não contar muito com isso.

 

PEDRO DINAMARQUÊS

APRESENTA GRUTAS A LUND

Conta-se, assim, seu encontro com Peter Claussen, que se autodenominava Pedro Cláudio Dinamarquês, misto de fazendeiro, geólogo amador e negociante oportunista. Foi Claussen que apresentou a Lund as grutas calcárias da região e os fósseis pré-históricos. O fato altera a vida de ambos. A expedição segue por Lagoa Santa, Santa Luzia e Caeté. Riedel e Lund coletam na Serra da Piedade e descansam por um tempo na mina de Gongo Soco, administrada pelos ingleses.

Em carta para o primo Peter Christian Kierkegaard, irmão do filósofo Soeren Kierkegaard, resume: “No sertão eu encontrei a paz e a ocasião perfeita para a mais profunda contemplação e trabalhei arduamente para construir a minha concha, a filosofia da vida prática, na qual se busca abrigo e proteção contra as tempestades do mundo. Mas a falta de notícias é penosa”.  

 

AS CAVERNAS MÁGICAS

Em Ouro Preto, Lund despacha suas coleções e despede-se do amigo, com quem mantém contato por cartas até a morte de Riedel em 1861.

Retorna ansioso para a região das cavernas de Curvelo, que denomina de “cavernas mágicas’, para dedicar-se à exploração de fósseis e ossadas em associação com Claussen, que o buscara em Ouro Preto.

Não se decepciona: “Com um arrepio secreto adentrei a primeira dessas grutas místicas. Tudo o que me cercava dirigia-se a mim em um idioma estranho. Por todo lado eu via os traços de acontecimentos horríveis, que fecharam o capítulo anterior da história da evolução do globo terrestre, e, não sem horror, contemplei as infelizes vítimas da grande cena de sofrimento, cujos ossos jaziam aos milhares, espalhados aos meus pés. Uma voz secreta logo me disse que esses monstros não pertenciam ao mundo próximo; mal ousei, com as mãos trêmulas, tocar esses santuários da natureza e levou um longo tempo antes que, finalmente, com a mais ansiosa das expectativas, eu partisse para o penoso trabalho de tentar decifrar esses veneráveis hieróglifos”.

 

Gruta Maquiné na visão de Peter Lund: “Os esplêndidos reflexos produzidos pela luz, ferindo as inúmeras facetas destes cristais, deslumbram a vista, de modo que o homem se julga transportado a um palácio de fadas”.

 

Na Gruta de Maquiné, não se contém: “Os esplêndidos reflexos produzidos pela luz, ferindo as inúmeras facetas destes cristais, deslumbram a vista, de modo que o homem se julga transportado a um palácio de fadas. A mais rica imaginação poética não saberia criar tão esplêndida morada para seres maravilhosos; diante dessa notável gruta, ela seria forçada a confessar a sua impotência. Meus companheiros permaneceram durante muito tempo mudos à entrada deste templo; depois, involuntariamente, se ajoelharam e, persignando-se, exclamaram, diversas vezes: ‘Milagre! Deus é grande!’ Foi-me impossível dissuadi-los da ideia de que este templo devia servir de morada a Nosso Senhor. Quanto a mim, confesso que nunca meus olhos viram nada de mais belo e magnífico nos domínios da natureza e da arte”.

 

Peter Wilhelm Lund não estava só em seu grande trabalho nas grutas no entorno de Lagoa Santa. Ele teve um importante colaborador, o pintor visionário norueguês Peter Andreas Brandt. Brandt era indispensável para Lund em muitos aspectos, mas os mais notáveis foram as belas e precisas ilustrações que ele fez para os tratados pioneiros de Lund. Este livro mostra todo o Caderno de Esboços de Brandt, que ilustra o trabalho de Lund nas grutas e contém as primeiras representações de Lagoa Santa.

 

 

Próxima edição – abril de 2026 – Naturalistas Viajantes

PETER LUND (Parte 3)

O LEGADO DO VIAJANTE SEDUZIDO PELA NATUREZA BRASILEIRA

Por suas pesquisas, escavações e estudos nas grutas da região mineira, principalmente na Gruta do Maquiné, em Cordisburgo, Peter Lund descreveu minuciosamente a fauna de mamíferos e as mudanças ambientais ocorridas durante período Pleistoceno, há aproximadamente 2 milhões a 10 mil anos, quando a Terra era habitada por uma megafauna.

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HIDROSOFIA

A essência da água para além de sua dimensão econômica

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ÁGUA – RELAÇÃO FILOSÓFICA E ESPIRITUAL

 

O escritor Maurício Andrés Ribeiro está além de suas atividades na arquitetura, fotografia e gestão das águas. E seu novo livro, Hidrosofia, está – como o autor – muito além da dimensão econômica da água. Mais do que um livro sobre recursos hídricos, Hidrosofia é uma jornada que apresenta a água como uma riqueza e um patrimônio filosófico, cultural, fonte de vida e inspiração, abordando-a através das lentes da filosofia, ética, artes, ciências, arquitetura e educação. O livro busca mergulhar numa relação mais sábia, harmoniosa e consciente entre a humanidade e a água.

UMA VISÃO INTEGRAL EM CINCO PARTES

A estrutura do livro reflete seu propósito de abraçar a complexidade do tema, de tratar a água como tema gerador central e de colocar a água no centro da atenção, numa perspectiva Hidrocêntrica, que vai além do antropocentrismo, do biocentrismo e do ecocentrismo.

 

Parte 1: Hidroética: Explora a relação filosófica e espiritual com a água, incluindo cosmovisões indígenas, a personificação de rios na Nova Zelândia, os fundamentos da justiça socioambiental aplicada à água e as limitações de uma abordagem utilitarista.

Parte 2: Artes: Traça a presença da água nas artes brasileira e mundial, percorrendo sua representação na música, literatura e poesia, artes plásticas, fotografia, cinema e animação e nos jogos eletrônicos e arte digital.

Parte 3: Arquitetura e Ambiente Construído: Examina como a água se integra ao espaço, desde as artes cênicas, a arquitetura, o paisagismo e o urbanismo sensíveis ao ciclo hídrico, a cidade e o ciclo da água, as superquadras de Brasília, até exemplos de harmonia na relação com a água no Japão e a importância de espaços como os museus e oceanários.

Parte 4: Ciências: Oferece uma base científica, desde a origem da água na Terra e seu ciclo, sua presença no cosmos, até conceitos modernos como hidrologia integral, pegada hídrica, água virtual e as fascinantes descobertas sobre a quarta fase da água. Foca na relação intrínseca entre a água e a saúde integral, traçando um paralelo entre o sistema circulatório do corpo humano e o dos territórios ou bacias hidrográficas.

Parte 5: Educação: Propõe um caminho transdisciplinar para o futuro, discutindo a necessidade da hidroalfabetização, a superação da hidroalienação; a água nas redes sociais e na internet, e projetos educacionais que promovam a hidratação das consciências das crianças e dos cidadãos em suas profissões.

 

PARA QUEM É ESTE LIVRO?

Segundo o próprio Maurício Andrés, o livro Hidrosofia é leitura apropriada para profissionais e acadêmicos de diversas áreas (ambiental, social, humanidades, artes), educadores, gestores públicos, ativistas socioambientais e qualquer leitor que busque uma compreensão mais profunda e interconectada dos desafios e da beleza que a água representa no século XXI. “Existe hoje uma relevância do tema da água que clama pela hidrosofia”, explica o autor. “Em um contexto de falência, emergência e crise hídrica global e das mudanças climáticas, a obra surge como um farol, argumentando que a solução para os problemas relacionados à água não é apenas técnica ou gerencial, mas também cultural, ética e espiritual”.

Com prefácio de Sérgio Luís Boeira, da Universidade Federal de Santa Catarina, a obra, cujo próprio título é um neologismo e um campo novo para abordar o tema, apresenta um olhar inovador, discutindo conceitos como Hidrodiversidade, Justiça das Águas, Hidroconsciência e Hidromimética.

 

ATRAVESSAMENTOS IMPOSSÍVEIS

Para o editor, Anelito de Oliveira, Hidrosofia preenche com precisão um dos pré-requisitos da Coleção Atravessamentos impossíveis: pensar fora da caixa, ultrapassar barreiras epistemológicas que nos impedem de operacionalizar de modo mais produtivo questões prementes neste século XXI, que se revelam em eventos climáticos extremos como tsunamis, furacões, enchentes, secas e estiagens. “Neste livro, encontramos uma referência muito clara do que entendemos como modo produtivo de pensar as questões prementes: a transdisciplinaridade, a mobilização de perspectivas diversas para a compreensão de um objeto que é complexo de tão simples, que é irredutível a qualquer campo de conhecimento, sobretudo àqueles campos movidos (ainda) por preceitos racionalistas ocidentais, limitações logocêntricas”, salienta o editor.

 

 

SOBRE O AUTOR E SUA OBRA

Maurício Andrés Ribeiro é arquiteto, escritor e fotógrafo. Foi pesquisador visitante no Instituto Indiano de Administração, em Bangalore, Índia (1977-1978). Atuou como presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento de Minas Gerais (IAB-MG), entre 1982 e 1983, e é atual diretor da instituição no período 2025-2028. Entre 1985 e 1987, foi diretor do Centro de Estudos Culturais da Fundação João Pinheiro. Posteriormente, exerceu o cargo de secretário municipal de Meio Ambiente de Belo Horizonte (1990-1992) e presidiu a Fundação Estadual de Meio Ambiente de Minas Gerais – FEAM (1995-1998). No contexto federal, foi diretor executivo do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA, em Brasília (2001-2002), além de ter atuado como secretário-geral substituto da Agência Nacional de Águas – ANA. Também foi vice-presidente da Fundação Cidade da Paz, em Brasília.

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CABO VERDE

A COPA DO MUNDO E O BRASIL

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– “Um dia você vai olhar para trás e descobrirá que cada lágrima financiou sua vitória”. VOZINHA (Josimar José Évora Dias) goleiro de Cabo Verde,como filósofo e influenciador mundial do momento. ”
CABO VERDE está na ordem do dia. Na Europa, França e Bahia. Na Time Square, na rua e na Lua. O que é uma Copa do Mundo de Futebol, heim?
Na sexta Copa do Mundo de 1958, esse mesmo fenômeno de empatia e paixão aconteceu com o Brasil. Imagina que na recepção oficial dos 13 países participantes da Copa-6, em Estocolmo, o Comitê Organizador da FIFA simplesmente errou ao hastear a bandeira brasileira. Sim, a bandeira do Brasil – hoje cantada em prosa e verso – não estava lá. Pior: mesmo com o protesto e muita reclamação de Zagallo e do Mário Trigo, o coordenador da FIFA na Copa, Bengt Agren, levou os dois até o local onde estavam as bandeiras e mostrou, assim, com ar de autoridade:
– Está vendo? Olha aí vossa bandeira…
Era a bandeira de Portugal. Mário Trigo e Zagallo foram buscar uma enciclopédia Delta-Larousse para provar qual era a verdadeira bandeira do Brasil. Aí foi que Embaixada do Brasil na Suécia teve que entrar na historia para que a bandeira brasileira pudesse tremular em terras suecas.
Pois bem, a Copa terminou com show de Garrincha e Pelé e o mundo enrolado na bandeira do Brasil, cantando loas à Seleção Brasileira.
Pois bem, 68 anos depois, na COPA 23, CABO VERDE, por motivos diferentes, virou o queridinho da Europa, França e Bahia… do Brasil e do Mundo. E VOZINHA (Josimar Évora Dias) incorporou os mitos Garrincha e Pelé.
CABO VERDE: O QUE TEM A VER
O PAÍS DE VOZINHA COM O BRASIL?
Em abril de 2024, aportei na cidade de Praia, Capital de Cabo Verde. Como foi bom e prazeroso visitar Cabo Verde.
O país é um arquipélago de 10 ilhas. Cabo Verde, além de ser um dos nove países que falam o Português, tem duas referências fortes em relação ao Brasil. Uma delas com Brasília.
Depois de um dia em PRAIA, na Ilha Santiago, fui para Mindelo, a cidade cultural, que fica na Ilha São Vicente.
Cabo Verde foi a referência para definir a linha de demarcação do Tratado de Tordesilhas.
O Tratado foi assinado por Portugal e Espanha em 7 de junho de 1494 e ratificado em 5 de setembro do mesmo por D. João II de Portugal e Fernando II de Aragão. Ele estabelecia que as terras descobertas e as terras a descobrirem, nas Américas, deveriam obedecer um meridiano traçado a 370 léguas da ilha de Santo Antão (Cabo Verde). A OESTE do meridiano, as terras pertenceriam ao Reino de Castela (Espanha) e a LESTE ao Reino de Portugal.
O meridiano está, por assim dizer, numa linha reta de Belém do Pará até Laguna, em Santa Catarina.
Quem é de Brasília sabe que esse meridiano do Tratado de Tordesilhas passava a menos de 100km do DF, bem perto de Cacalzinho.
Os originais de cada idioma encontram-se depositados no Archivo General de Índias, na Espanha, e no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Portugal.
Voltando à Copa do Mundo vale dizer: a Argentina venceu o jogo entrando para as Oitavas de Final e CABO VERDE também venceu entrando para a História.
O SUCESSO DA PRIMEIRA COPA DO MUNDO NINGUÉM ESQUECE.
VIVA CABO VERDE!
FOTOS:
1) A pedido da FFIFA, Cabo Verde foi o primeiro país a dar o nome de REI Pelé ao seu estádio de futebol. (Seria o sucesso de Cabo Verde na Copa o primeiro milagre do Rei?)
2) Visitando Mindelo, terra da cantora Cesarea Évora, aliás também a terra natal do goleiro VOZINHA – Josimar Évora Dias.
3) VOZINHA – depois da atuação na Copa tem emprego com bom salário garantido.

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BioTech XP reúne público no Planetário de Brasília

Confirma nova edição no Pátio Brasil com mais de 40 horas de atrações

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Brasília recebeu nesta semana a festa de lançamento da BioTech XP no Planetário de Brasília, em um evento que combinou ciência, tecnologia e experiências imersivas voltadas ao público jovem e às famílias. A programação movimentou o espaço com atividades interativas, palestras e atrações que transformaram o ambiente em um grande laboratório de descobertas.

Entre os destaques da edição no Planetário estiveram os simuladores de realidade virtual de montanha-russa e asa-delta, que proporcionaram uma experiência sensorial de alta imersão aos visitantes. As atrações chamaram a atenção do público pela proposta de aproximar ciência e tecnologia de forma prática e acessível.

O evento também contou com a participação do Einstein Jr., que apresentou conteúdos de biologia e ciência de maneira dinâmica e interativa, despertando a curiosidade dos participantes e incentivando o aprendizado por meio da experimentação. A proposta central da BioTech XP foi justamente apresentar a ciência sob uma nova perspectiva, mais lúdica e conectada ao cotidiano.

De acordo com a organização, a receptividade do público reforça a consolidação do projeto como uma iniciativa de divulgação científica voltada para novas gerações, unindo educação, entretenimento e inovação em um mesmo ambiente.

Com o sucesso da estreia, a BioTech XP já tem nova edição confirmada no Pátio Brasil Shopping. O evento contará com mais de 40 horas de programação, incluindo experiências imersivas, atividades educativas e novas atrações voltadas à ciência e tecnologia, ampliando ainda mais o alcance da proposta.

A iniciativa reforça a expansão do projeto no Distrito Federal e a intenção de levar conteúdos científicos de forma acessível e envolvente a diferentes públicos, mantendo a experiência como elemento central da jornada do visitante.

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Reportagens

SRTV Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719
Edifício Centro Empresarial Brasília
Brasília/DF
rodrigogorgulho@hotmail.com
(61) 98442-1010