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CLDF entrega Título de Cidadão Honorário de Brasília a Wagner Gonçalves da Silveira Júnior

Homenagem ao engenheiro agrônomo, proprietário da Vulcão da Borracha Máquinas e Ferramentas, ocorrerá na quinta (11), a partir das 19h

 

Foto: Wágner Silveira / Agência Brasília

Wagner Gonçalves integrou a Associação Comercial do DF e é presidente do Conselho da Câmara de Dirigentes Lojistas do DF

Na próxima quinta-feira (11), a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) promoverá sessão solene para a entrega do Título de Cidadão Honorário de Brasília ao empresário Wagner Gonçalves da Silveira Júnior. Por iniciativa do presidente da Casa, deputado distrital Wellington Luiz (MDB), a solenidade ocorrerá a partir das 19h, no Plenário.

Nascido em 1962, o homenageado chegou ainda na infância a Taguatinga. Desde os 16 anos, participa das atividades da Vulcão da Borracha Máquinas e Ferramentas, empresa fundada em 1966 por seu pai, o pioneiro Wagner Gonçalves Silveira.

Atual proprietário e diretor do empreendimento, Wagner Júnior é formado em agronomia pela Universidade de Brasília (UnB) e atua ativamente em órgãos de representação econômica e urbana de Brasília, como o Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) e o Conselho Deliberativo do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do DF (Codese/DF).

Ao longo de sua trajetória, Wagner Júnior exerceu funções de liderança em importantes entidades. Foi dirigente da Associação Comercial do DF (ACDF) entre 1988 e 1995. Desde então, atua na Câmara de Dirigentes Lojistas do DF (CDL-DF), instituição que presidiu entre 2021 e 2024 e na qual atualmente ocupa a Presidência do Conselho.

Em 2022, Wagner Júnior recebeu da CLDF moção de louvor pelos serviços prestados à Região Administrativa do Setor de Indústria e Abastecimento, em reconhecimento à cooperação pelo desenvolvimento econômico local e a defesa dos interesses de moradores e comerciantes.

A solenidade será transmitida pela TV Câmara Distrital, nos canais 9.3 (aberto), 11 da NET/Claro e 9 da Vivo, além do canal oficial da CLDF no YouTube.

Ágata Vaz (sob supervisão de Ivan Iunes)

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Comissão da Câmara aprova redução da maioridade penal para 16 anos

A PEC recebeu 44 votos favoráveis e 18 contrários na CCJ

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Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil

 

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC nº 32/15) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos no Brasil.

A PEC recebeu 44 votos favoráveis e 18 contrários. O aval da comissão representa o primeiro passo da tramitação da proposta, que agora seguirá para análise de uma comissão especial antes de ser votada em dois turnos, no Plenário da Casa.

A aprovação do parecer favorável do relator, deputado Coronel Assis (PL-MT), ocorreu após mais de duas horas de intenso debate. Para o relator, a medida é juridicamente viável, não viola as chamadas cláusulas pétreas da Constituição Federal, nem tratados internacionais.

A conclusão de Assis foi rebatida por deputados contrários à iniciativa, que argumentam que os direitos da infância e da juventude são cláusulas pétreas que não podem ser alteradas salvo com uma nova constituinte.

“Esta é uma cláusula pétrea da Constituição. Ou seja, só pode ser modificada com uma nova Constituição. E não estamos aqui falando de uma nova Constituição, mas sim de alterar a atual, modificando uma cláusula que não pode ser alterada”, alegou o deputado Tadeu Veneri (PT-PR), para quem a PEC, se aprovada no Congresso Nacional, será barrada no STF.

“Não podemos iludir a população de que isto vai prosperar. Não vai. Vai chegar no STF e vai parar. E teremos feito um grande debate apenas com cunho eleitoral”, acrescentou Veneri.

A deputada Sâmia Bonfim (PSOL-SP) endossou a tese de que a redução da maioridade penal é uma resposta populista, eleitoreira e que não resolverá os graves problemas da segurança pública.

“O pressuposto é que, com a entrada destes jovens no sistema penitenciário, e não mais no sistema socioeducativo, teremos uma punição mais severa e à altura das infrações que eles cometeram. Isto é uma mentira. O índice de reentrada no sistema socioeducativo é de 23%. No sistema prisional é de 42%”, afirmou Sâmia.

A parlamentar argumentou que, segundo dados oficiais, apenas 0,5% das infrações cometidas por adolescentes são consideradas crimes gravíssimos.

“Estamos propondo alterar todo o tratamento dado aos adolescentes [em geral] por causa de 0,5% […] quando este Congresso Nacional deveria estar se dedicando a identificar onde estamos falhando para que haja tantos jovens cometendo crimes em vez de estarem sentados nos bancos escolares”, ponderou Sâmia.

Defensor da proposta, o deputado Mendonça Filho argumentou que o correto seria submeter o tema a um referendo popular.

“Ninguém aguenta mais a violência no Brasil. Temos 44 mil homicídios por ano. Vivemos um padrão de guerra civil e fazemos de conta que esta realidade não existe”, comentou Filho, atribuindo a insegurança a “leis frouxas” e à “impunidade” que, segundo ele, facilita a ação do crime organizado.

Ele admitiu que a redução da maioridade penal para 16 anos não vai resolver o problema da violência. Mas defendeu que, em conjunto com outros mecanismos legais, vai contribuir para o combate ao crime organizado.

“Cerca de 25% da população brasileira vive hoje sob a influência direta de milícias e de organizações criminosas que, inclusive, aliciam menores de 18 anos para praticar crimes porque, para elas, o custo de fazer isto é barato”, disse.

O deputado Rodrigo de Castro (União-MG) também classificou a aprovação da PEC como um “claro sinal” contra a impunidade, mas lamentou que a discussão, que se arrasta há anos no Congresso Nacional, tenha se transformado em um debate sobre aspectos ideológicos que nada têm a ver com a segurança pública. “Me constrange ver este debate se tornar um debate de ideologias”.

Para Otoni de Paula (PSD-RJ), é um erro o Congresso Nacional discutir um projeto tão importante e polêmico como a redução da maioridade penal às vésperas de uma eleição.

“Por que não aprovamos a redução da maioridade penal durante os quatro anos do governo Bolsonaro já que tínhamos base para isso? Da mesma forma como não transformamos as facções criminosas em grupos terroristas. Tivemos quatro anos e não fizemos isto”, argumentou.

Ele afirmou que há risco de que, com a redução da maioridade penal, os criminosos passem a aliciar crianças e adolescentes ainda mais novos.

“Como ficarão os adolescentes de 15 anos e 11 meses que cometeram crimes hediondos? Amanhã, vamos debater a redução para 14 anos? Depois para 12? Porque este problema é estrutural. E a partir da redução da maioridade penal para 16 anos, o tráfico vai recrutar meninos abaixo de 16 anos”, concluiu de Paula.

*texto ampliado às 14h28

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Feicotur 2026 movimenta Sobradinho com negócios, cultura, gastronomia e entretenimento

Desta quinta-feira (11) a domingo (14), tradicional feira chega à 26ª edição e promete reunir milhares de visitantes no Estádio Augustinho Lima, com programação gratuita voltada para toda a família

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Agência Brasília* | Edição: Paulo Soares

Sobradinho será palco de um dos eventos mais tradicionais do Distrito Federal entre esta quinta-feira (11) e domingo (14). A 26ª edição da Feira de Exposição da Indústria, Comércio, Turismo e Agronegócio de Sobradinho (Feicotur) promete reunir empreendedores, produtores rurais, artesãos, comerciantes e visitantes de diversas regiões do DF e Entorno em uma grande celebração da cultura, dos negócios e do desenvolvimento regional.

Realizada no estacionamento do Estádio Augustinho Lima, a feira terá entrada gratuita e contará com uma programação diversificada, incluindo shows musicais, feira de expositores, gastronomia regional, artesanato, produtos da agricultura familiar, apresentações culturais e atividades para toda a família.

Reconhecida por fomentar a economia local e criar oportunidades de negócios, a Feicotur consolidou-se como uma importante vitrine para empreendedores e produtores da região, além de fortalecer o turismo e valorizar as potencialidades turísticas, culturais e econômicas de Sobradinho. O secretário de Turismo interino do Distrito Federal, Bernardo Antunes, destaca a importância do evento para o desenvolvimento econômico e turístico da região.

“A Feicotur é um exemplo de como eventos fortalecem a economia, valorizam os produtores e empreendedores locais e movimentam o turismo regional. Além de gerar oportunidades de negócios e renda, a feira proporciona lazer, cultura e integração para moradores e visitantes, contribuindo para o desenvolvimento de Sobradinho e de todo o Distrito Federal”, afirma.

Entre os destaques da programação estão a feira de negócios, a exposição de produtos e serviços, a praça de alimentação com gastronomia regional, o espaço dedicado ao artesanato e à agricultura familiar, além de apresentações artísticas e culturais que prometem animar o público durante os quatro dias de evento.

 

A expectativa da organização é receber milhares de visitantes ao longo dos quatro dias de programação, consolidando mais uma vez a Feicotur como um dos principais eventos do calendário de Sobradinho. Os ingressos gratuitos podem ser retirados antecipadamente pela plataforma Sympla.

Serviço
26ª Feicotur – Feira de Exposição da Indústria, Comércio, Turismo e Agronegócio de Sobradinho
Data: quinta (11) a domingo (14)
Local: Estacionamento do Estádio Augustinho Lima – Setor Esportivo, Sobradinho/DF
Entrada: Gratuita (mediante retirada de ingresso no Sympla)
Atrações
– Shows musicais
– Feira de expositores e empreendedores
– Gastronomia regional
– Artesanato e agricultura familiar
– Exposição de produtos e serviços
– Atividades culturais e apresentações artísticas
– Espaços para toda a família
– Ambiente seguro e acessível.

 

*Com informações da Setur-DF

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Distritais lamentam fechamento do Pinella Bistrô e pedem revisão da Lei do Silêncio

Estabelecimento anunciou que encerrará suas atividades por dificuldades operacionais que tornaram o negócio inviável; distritais entendem que lei provoca desemprego

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Foto: João Pedro Carvalho/Agência CLDF

Situação do Pinella, de impossibilidade de ajuste à Lei do Silêncio, se repete em todo o setor de bares e cultura, segundo parlamentares

O anúncio do fechamento do bar e restaurante Pinella Bistrô, por causa das multas recorrentes por descumprimento da Lei do Silêncio, foi assunto na sessão ordinária da Câmara Legislativa do Distrito Federal desta terça-feira (9). Após 15 anos de funcionamento na 408 Norte, o estabelecimento anunciou que encerrará suas atividades por dificuldades operacionais que tornaram o negócio inviável.

Alguns deputados distritais se manifestaram durante a sessão, lamentando o fechamento de vagas de emprego e pedindo a revisão da Lei do Silêncio. O deputado Max Maciel (PSOL) disse que o fechamento do Pinella acabará com vários empregos e que muitos outros casos semelhantes estão acontecendo no DF. Para ele, “não é possível que a denúncia de uma única pessoa possa acabar com 40 empregos”.

Já o deputado Ricardo Vale (PT) sugeriu uma completa revisão da legislação, abrindo espaço para que os estabelecimentos comerciais tenham condições de funcionamento asseguradas. Vale apontou que a Lei é responsável pelo desemprego de centenas de músicos, cozinheiros, garçons e outros trabalhadores.

O deputado Gabriel Magno (PT) manifestou solidariedade a todo o setor cultural do DF. Segundo ele, a Capital Federal não tem política de apoio à cultura. “Vários bares e casas estão fechando e até hoje não temos nem o calendário das escolas de samba. Esta Casa precisa fazer um debate sério sobre a Lei do Silêncio e sobre uma proposta que garanta o direito à cultura em nossa cidade”, completou.

Luís Cláudio Alves – Agência CLDF

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Edifício Centro Empresarial Brasília
Brasília/DF
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(61) 98442-1010