Reportagens

Confira a agenda dos candidatos à Presidência desta segunda-feira

Atos estão liberados até 3 de outubro, véspera do primeiro turno

 

Agência Brasil

 

A agenda dos candidatos à Presidência da República combina participação em grandes fóruns empresariais no Sudeste, sabatinas na imprensa e articulações políticas locais.

Ao longo do dia, o foco dos concorrentes ao Palácio do Planalto se divide entre a apresentação de propostas econômicas para o setor produtivo em São Paulo, o fortalecimento de candidaturas aliadas em Minas Gerais e compromissos diretos de panfletagem na porta de fábrica e entrevistas na mídia digital. Estratégias internas de comunicação, reuniões de comitê também marcam a rotina de compromissos para o alinhamento das campanhas.

Augusto Cury (Avante)
Das 9h às 11h30 – Atividades de alinhamento interno de campanha no escritório de campanha em São Paulo;
Das 17h às 18h30 – Participa de sabatina promovida pelo portal Metrópoles, em Brasília.

Flávio Bolsonaro (PL)
19h – Lançamento da candidatura de Flávio Roscoe (PL) ao governo de Minas Gerais, em Belo Horizonte;
Candidato cancelou atos programados para Juiz de Fora (MG).

Hertz Dias (PSTU)
7h – Panfletagem na fábrica da Avibras, em Jacareí (SP);
11h – Entrevista ao podcast Red Cast em São Paulo (SP).

Romeu Zema (Novo)
14h20 – 27ª Conferência Anual do Santander, em São Paulo.
18h30 – Jantar anual do Centro de Liderança Pública (CLP), em São Paulo.

Ronaldo Caiado (PSD)
12h30 – Ciclo Brasil de Ideias – Especial Eleições – Grupo Voto, São Paulo;
16h – 27ª Conferência Anual Santander, São Paulo.

Wilson Grassi (Democrata)
9h – Reunião com comitê de campanha;
15h – Reunião com equipe de marketing da campanha.

Os candidatos Edmilson Costa (PCB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não têm agenda pública de campanha. Clariana Barão (DC), Pablo Marçal (PRTB), Renan Santos (Missão), Rui Costa Pimenta (PCO) e Samara Martins (UP) não informaram compromissos.

Continue Lendo
Clique para comentar

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Reportagens

Eleição para Câmara dos Deputados terá menos candidatos neste ano

Há também menos deputados candidatos à reeleição do que em 2022

Publicado

em

Por

 

Neste ano, há 7.620 candidatos concorrendo a uma vaga na Câmara dos DeputadosFoto: Depositphotos

As eleições de 2026 para a Câmara dos Deputados terão menos candidatos que as de 2022. Também há menos deputados candidatos à reeleição.

O prazo para registro de candidaturas terminou neste sábado (15). Até agora, 7.620 pessoas se registraram no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para disputar uma vaga de deputado federal. Em 2022, a disputa teve 9.477 candidatos.

Os números ainda podem mudar, porque a Justiça Eleitoral precisa analisar e aprovar os registros das candidaturas.

Nas eleições passadas, 1.153 candidatos foram considerados inaptos para concorrer.

Concorrência varia entre os estados

Por enquanto, há quase 15 candidatos para cada vaga, relação que varia de acordo com o estado.

O Distrito Federal tem a maior concorrência: 164 candidatos disputam 8 vagas, ou 21 candidatos por vaga.

A menor concorrência está no Amapá: são 89 candidatos para 8 vagas, ou 11 candidatos por vaga.

Perfil dos candidatos

O perfil dos candidatos também mudou. A participação das mulheres passou de 35% (2022) para 37% (2026).

Também aumentou a proporção de candidatos com nível superior, de 68% (2022) para 71% (2026).

O número de candidatos indígenas cresceu de 50, na eleição passada, para 75 nesta eleição. Também há 24 pessoas transgênero — eram 19 na última eleição.

Reeleição

Neste ano, dos 513 deputados em exercício, 437 vão disputar a reeleição. Em 2022, foram 448. A diferença pode ser explicada pelo aumento do número de deputados que decidiram concorrer ao Senado — eram 21 na eleição passada e hoje são 42.

Também há mais deputados federais tentando uma vaga em assembleias legislativas — um aumento de 6 para 11.

Neste ano, 5 deputados concorrem ao cargo de governador, 1 ao de vice-presidente, 1 ao de vice-governador e 3 ao de 1º suplente de senador.

Dos deputados atuais, 13 não concorrem a nenhum cargo eletivo.

Número de partidos

A redução na quantidade de partidos é uma das razões para o menor número de candidatos. Essa redução é consequência das mudanças nas regras eleitorais, como o fim das coligações partidárias e a cláusula de desempenho.

Outro fator é uma mudança na Lei das Eleições, em 2021, que limita o número de candidatos de cada partido a 100% das vagas daquele estado mais uma candidatura. Por exemplo, em São Paulo, cada partido pode lançar até 71 candidatos. No Distrito Federal e em outros estados menores, o limite é de 9 candidatos.

Atualmente, o Brasil tem 30 partidos, sendo que apenas 22 têm cadeiras na Câmara dos Deputados. Nas eleições de 2018 havia 36 partidos e 30 conquistaram vagas de deputado federal.

Fusões e incorporações

Por causa da cláusula de desempenho, que começou a valer nas eleições de 2018 e estabelece requisitos mínimos de votos ou de deputados eleitos para que os partidos tenham acesso a recursos e funcionamento parlamentar, algumas legendas se fundiram ou foram incorporadas por outras:

  • o Podemos incorporou o PSC e o PHS;
  • o Patriota incorporou o Partido Republicano Progressista (PRP);
  • o PCdoB incorporou o Partido Pátria Livre (PPL);
  • o Solidariedade incorporou o PROS;
  • o Democratas e o PSL se fundiram para criar o União; e
  • o Patriota e o PTB formaram juntos o Partido da Renovação Democrática (PRD).

Para cumprir as regras da cláusula de desempenho, partidos também criaram cinco federações:

  • PT-PCdoB-PV;
  • PSDB-Cidadania;
  • Psol-Rede;
  • PRD-Solidariedade; e
  • União-PP.

Cláusula de desempenho

Nas eleições de 2026, os partidos precisarão cumprir uma destas condições:

  • no mínimo 2,5% dos votos válidos para a Câmara, distribuídos em pelo menos nove estados, com um mínimo de 1,5% dos votos válidos em cada estado; ou
  • a eleição de, no mínimo, 13 deputados federais distribuídos em pelo menos nove estados.

Nem todos os partidos deverão alcançar essas exigências, porque alguns não têm candidatos em número suficiente de estados.

Apenas quatro partidos têm candidatos registrados em todas as unidades da federação:

  • PL, com 534 candidatos;
  • Novo (505);
  • PT (354); e
  • União (283).

Mulheres candidatas

As mulheres somam 2.781 candidaturas a deputada federal, o que representa 37% do total neste ano. O percentual é superior aos 35% registrados na última eleição e à cota mínima de 30% por gênero.

Esse crescimento está relacionado às regras de cota para candidaturas femininas, que foram reforçadas em 2022 com a Emenda Constitucional 117.

Pela regra, os partidos devem destinar às candidaturas femininas recursos proporcionais ao número de mulheres candidatas, com um mínimo de 30%.

Os partidos também devem reservar no mínimo 30% do tempo de propaganda gratuita no rádio e na televisão às mulheres.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, em 2018, que o financiamento das campanhas deveria ser distribuído proporcionalmente entre candidatas e candidatos.

Antes dessa regra, as mulheres sempre estiveram abaixo do limite mínimo de 30% de candidaturas. Em 2002, elas eram apenas 11% dos candidatos a deputado federal.

Proporcionalmente, os partidos com o maior número de candidaturas femininas são:

  • PCdoB (51%);
  • PCO (49%);
  • Cidadania e UP (ambos com 48%).

Têm menos candidatas:

  • Agir (33%);
  • Avante, DC, Mobiliza, PL, PSDB e Solidariedade (todos com 34%).

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura “Agência Câmara”.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Continue Lendo

Reportagens

Como doar e receber nos bancos de leite humano do DF

Rede conta com 14 bancos de leite e seis postos de coleta; doadoras podem receber orientação especializada e solicitar coleta domiciliar

Publicado

em

Por

 

Por

Jak Spies, da Agência Brasília | Edição: Paulo Soares

A Rede de Bancos de Leite Humano do DF presta atendimento às famílias e viabiliza a doação de leite para recém-nascidos internados que necessitam do alimento. Além de realizarem a coleta, o processamento e a distribuição do leite doado, os bancos de leite humano atuam no fornecimento de orientações sobre amamentação. As equipes auxiliam mulheres em situações como ingurgitamento mamário, fissuras nos seios e dificuldades na pega do bebê, colaborando para a manutenção do aleitamento.

O DF conta com 14 bancos de leite humano e seis postos de coleta nas unidades públicas e suplementares. O leite pasteurizado é destinado prioritariamente a recém-nascidos internados, especialmente prematuros, de baixo peso ou com condições clínicas graves, segundo critérios técnicos das equipes neonatais.

Quem pode doar

A doação pode ser feita por mulheres que estejam amamentando, produzam leite além da necessidade do filho e apresentem boas condições de saúde. É necessário não utilizar medicamentos ou substâncias incompatíveis com a doação e preencher os critérios do cadastro da equipe técnica.

O cadastramento pode ser realizado no banco de leite humano mais próximo, pelo telefone 160 (opção 4), pelo site ou pelo portal. Nesses canais estão disponíveis informações sobre documentos necessários, endereços e horários de funcionamento.

 

Coleta domiciliar

Após o cadastro, é possível solicitar a coleta domiciliar. O serviço é organizado por região e disponibilidade de atendimento. Os bancos de leite disponibilizam gratuitamente os frascos de vidro esterilizados e as instruções para retirada, armazenamento e conservação. A orientação inclui higienização das mãos, proteção de cabelos, nariz e boca, uso de recipientes esterilizados e identificação de cada frasco com o nome da doadora, data e horário da extração. O leite precisa ser congelado imediatamente após a coleta.

Após o recolhimento, o material é transportado sob controle de temperatura e passa por etapas de seleção, classificação, análises físico-químicas e microbiológicas, pasteurização e reavaliação antes da liberação, conforme os protocolos exigidos.

Continue Lendo

Reportagens

Palacete Imperial acumula denúncias de abandono no centro do Rio

UFRJ e Iphan renegociam responsabilidade sobre o edifício

Publicado

em

Por

 

Alice Rodrigues*

Quem circula pelo centro do Rio de Janeiro, perto da região do Campo de Santana, pode observar um prédio centenário da cidade em completo estado de abandono. Uma situação que vem preocupando quem mora e frequenta a área todos os dias. 

Interditado pela Defesa Civil desde 2008, o Palacete Imperial, localizado na esquina da Praça da República com a Rua Visconde do Rio Branco, abrigou diversas instituições desde a sua fundação em 1862. E testemunhou eventos importantes para a história do país, como a Proclamação da República, em 1889. 

Porém, em 2026, o prédio acumula denúncias de depredação e ocupação irregular, além de problemas graves relacionados à estrutura. Moradores da área contam que o prédio está ocupado por pessoas em situação de rua, e que, apesar de promessas de revitalização, nenhum dos projetos foi finalizado. 

O Palacete Imperial está sob propriedade da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desde 1978, e já foi sede da Escola de Comunicação e do Instituto de Eletrotécnica. Mas desde 2012 a edificação, patrimônio tombado da cidade, passou a ser responsabilidade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Obras – O objetivo era instalar no prédio o Centro Nacional de Arqueologia (CNA), porém as negociações não avançaram. Em nota, o Iphan informou que realizou obras emergenciais no Palacete Imperial, e que cumpriu todas as intervenções que cabiam a instituição no acordo com a UFRJ, incluindo a limpeza da edificação. 

“O Iphan esclarece que a finalidade prevista para o imóvel era exclusivamente a instalação do Centro Nacional de Arqueologia (CNA). No entanto, diante da atual estrutura organizacional da autarquia e da implantação do CNA na sede do Instituto, em Brasília, o edifício deixou de atender à finalidade originalmente estabelecida”, informou a nota.

O Iphan também esclareceu que entrou com um pedido para encerrar o contrato de responsabilidade com a UFRJ, e o processo segue em tramitação. 

Defesa Civil – Em resposta, o Centro de Operações Rio informou que a estrutura segue interditada pela Defesa Civil por risco de desabamento, que foram realizadas cerca de dez vistorias no local desde 2008, e que tanto o Iphan quanto à UFRJ foram notificados acerca dos problemas estruturais.

Além disso, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Licenciamento também emitiu vários atos de fiscalização para a tomada de providências.

Procurada pela a Agência Brasil para prestar esclarecimentos, a Universidade Federal do Rio de Janeiro não se manifestou até a publicação desta matéria.

*Estagiária sob responsabilidade da jornalista Mariana Tokarnia.

Continue Lendo

Reportagens

SRTV Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719
Edifício Centro Empresarial Brasília
Brasília/DF
rodrigogorgulho@hotmail.com
(61) 98442-1010