Confira orientações para acompanhar o Desfile de 7 de setembro
Operação reúne medidas de segurança, mobilidade, transporte, saúde e atendimento ao público; metrô e ônibus serão gratuitos e acesso às arquibancadas começa às 6h
O Protocolo de Operações Integradas (POI) para o Desfile Cívico de 7 de Setembro foi concluído. O documento foi construído a partir de reuniões de alinhamento com órgãos federais e locais e com base em levantamentos de inteligência. O planejamento prevê ações coordenadas e sistematizadas para garantir a manutenção da ordem pública e a segurança dos participantes, autoridades, prédios públicos e de todos que irão acompanhar a celebração.
O evento será realizado na segunda-feira (7). As arquibancadas serão abertas às 6h e o desfile está previsto para começar às 9h, com encerramento por volta das 11h. Quando a capacidade das arquibancadas for atingida, o público será orientado a permanecer nas áreas externas destinadas aos espectadores, com tendas e pontos de hidratação nos lados Norte e Sul da Esplanada.
As linhas de revista preventiva começarão a funcionar às 6h. Como haverá inspeção individual, poderão ocorrer filas nos acessos. No lado Sul, a entrada será pelo gramado central do quarto quadrante da Esplanada, após o Buraco do Tatuí, em frente ao estacionamento da Cúria Metropolitana. No lado Norte, o acesso será pela lateral do Bloco J, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Pessoas com deficiência terão acesso pelo túnel do Bloco J, que possui rampa de ligação com o espaço reservado entre o ministério e a Via N1.
Também haverá ações preventivas na Estação Central do metrô, na Estação Galeria, na Rodoviária de Brasília e nas linhas de acesso às arquibancadas.
Reforço no policiamento
Não será permitido estacionar sobre calçadas, gramados, áreas de circulação de pedestres, acessos de emergência ou espaços isolados. Veículos estacionados em desacordo com o Código de Trânsito Brasileiro estarão sujeitos a fiscalização e remoção.
O esquema de segurança contará com o reforço de policiamento em toda a região central e a atuação de tropas especializadas. As alterações no trânsito na Esplanada dos Ministérios terão início a partir das 16h de domingo (6). O acesso à Praça dos Três Poderes será restrito, e prédios públicos estarão protegidos por gradis. Equipes de emergência e combate a incêndios também atuarão no local.
Cidade Policial
Para facilitar a atuação, as forças de segurança terão como base a estrutura da Cidade Policial, que será montada ao lado do Museu da República. No local, que servirá como ponto de apoio aos agentes de segurança, haverá os comandos móveis das corporações. Imagens de drones e de câmeras vão contribuir com o policiamento.
Na Cidade Policial será possível fazer o registro de ocorrências policiais e bloqueio de celulares roubados ou furtados, por meio do programa Fora da Rede.
As forças de segurança também atuarão na prevenção de incêndios e com equipes de militares especializados em atendimento pré-hospitalar, circulando entre o público para uma resposta mais rápida em caso de necessidade. O objetivo é atender pessoas que não necessitem de serviços médicos de maior complexidade, além de proporcionar um atendimento mais rápido e eficiente a quem necessitar. Os militares poderão ser acionados por meio do 193 a qualquer momento. Haverá, ainda, postos de atendimento de saúde providos pelas Forças Armadas.
Sol forte
Recomenda-se, em caso de sol forte e temperaturas elevadas, o uso de roupas leves, protetor solar, bonés ou chapéus. Também é aconselhável ingerir bastante água. Equipes da corporação estarão em diferentes pontos da Esplanada e poderão ser acionadas, além de viaturas para pronto atendimento a emergências pré-hospitalares, incêndio e salvamento.
Monitoramento integrado
Para apoiar as equipes, a região será monitorada por câmeras, drones e imagens enviadas em tempo real.
Fluidez no trânsito
As equipes de trânsito atuarão na implementação de barreiras e sinalização temporária, orientação aos motoristas sobre rotas alternativas, controle de acesso de veículos autorizados, fiscalização de estacionamentos irregulares, preservação dos corredores de circulação de viaturas e ambulâncias, travessia de pedestres, redução de velocidade dos veículos nas proximidades da Rodoviária, ajuste da circulação dos ônibus do transporte coletivo. A orientação é que os condutores que não tiverem como destino o evento, evitem a região da Esplanada.
No sábado (5), haverá interdições para o treinamento do desfile, das 6h às 11h, nas vias N1 e S1 e nos acessos correspondentes aos blocos dos ministérios. A partir das 16h de domingo, será iniciado o fechamento da Esplanada dos Ministérios no trecho entre a Catedral Metropolitana e a Via L4. A partir das 23h, os bloqueios serão ampliados e ajustados na região da Alça Leste da Rodoviária, nos acessos pela Via L4 e em outros pontos necessários à implantação da operação.
Durante o evento, haverá proibição ou controle de trânsito comum em trechos das vias S1 e S2. As vias N1 e N2, as ligações entre os eixos Sul e Norte e os acessos à Esplanada também sofrerão restrições. Os bloqueios permanecerão até o encerramento das atividades e avaliação das autoridades de trânsito.
Caminhões, tratores, trios elétricos e outros veículos de grande porte não autorizados não poderão acessar as vias N1, N2, S1 e S2 durante o período de segurança do evento.
Itens proibidos
As arquibancadas serão abertas às 6h e o desfile está previsto para começar às 9h, com encerramento por volta das 11h
A orientação é levar apenas o necessário para acompanhar o desfile. Entre os itens que não poderão entrar no perímetro estão armas de fogo, facas, canivetes e outros objetos perfurocortantes; fogos de artifício; explosivos; substâncias inflamáveis; drones; garrafas, frascos e copos de vidro; latas de alumínio; copos térmicos rígidos; coolers e caixas de isopor; capacetes motociclísticos; sprays e aerossóis; mastros rígidos; malas e caixas; barracas; churrasqueiras e equipamentos a gás ou eletricidade.
Também não serão permitidos animais, exceto cães-guia, nem bolsas ou mochilas cuja soma das dimensões de altura, largura e profundidade ultrapasse 100 centímetros. Cartazes, bandeiras, símbolos, sinais ou cânticos com mensagens ofensivas, racistas, homofóbicas, sexistas, xenofóbicas ou políticas também estarão sujeitos às regras estabelecidas para o evento.
Motociclistas devem ficar atentos: capacetes não poderão entrar na área do desfile. A orientação é providenciar previamente forma segura de mantê-los junto ao veículo.
Restrição para drones
Pilotos e proprietários de drones também devem observar a restrição temporária de voo prevista para a região. No dia 7 de setembro, da 0h às 18h, estará em vigor uma Zona de Restrição de Voo (FRZ) na área destinada ao desfile e em seu entorno imediato. Durante esse período, ficam proibidos voos recreativos e profissionais de aeronaves não tripuladas sem autorização específica. A exceção vale para equipamentos de órgãos de segurança pública e instituições previamente autorizadas.
O descumprimento das determinações poderá resultar em medidas de mitigação e nas sanções administrativas, civis e penais previstas na legislação.
Estacionamento
Quem optar pelo veículo particular poderá utilizar, conforme a disponibilidade de vagas, os estacionamentos dos anexos dos ministérios nos lados sul e norte e o estacionamento do SESI Lab. As vagas não serão reservadas e poderão ser ocupadas rapidamente. A recomendação, também neste caso, é chegar cedo.
Não será permitido estacionar sobre calçadas, gramados, áreas de circulação de pedestres, acessos de emergência ou espaços isolados. Veículos em desacordo com o Código de Trânsito Brasileiro estarão sujeitos à fiscalização e remoção.
O estacionamento da Cúria Metropolitana terá acesso controlado, especialmente para atendimento às necessidades das pessoas com deficiência e das estruturas de saúde.
Aplicativos e táxis
Os serviços de transporte por aplicativo terão pontos específicos para embarque e desembarque. No lado Sul, o ponto será no estacionamento do anexo do Ministério da Cultura, com acesso pela Via S2. No lado Norte, será utilizado o estacionamento anexo ao Bloco J. Os táxis terão área própria no estacionamento situado entre o SESI Lab e a Biblioteca Nacional, também com acesso pela Via S2. A orientação é utilizar exclusivamente esses pontos e evitar paradas nas vias principais e nas áreas de bloqueio.
Pessoas perdidas
Ao lado da Cidade da Segurança Pública será instalada uma área específica para acolhimento de pessoas perdidas. Em caso de criança, adolescente, pessoa idosa ou qualquer outro participante perdido, a orientação é procurar imediatamente uma equipe uniformizada ou dirigir-se ao ponto de acolhimento.
O debate público sobre os rumos do Brasil tem sido esvaziado por um modelo eleitoral distorcido, marcado pela ausência de propostas estruturais. É o que aponta a presidenta da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Samira de Castro. Em entrevista à Agência Brasil, ela argumenta que os problemas reais do país estão deixando de ser discutidos devido a dois principais fatores: a busca da grande mídia por audiência instantânea – e, na maioria dos casos, momentânea – e a adesão das candidaturas a uma lógica de marketing superficial.
“Sofremos um processo violento de ‘tiktokização’ da campanha eleitoral. Tudo se resume à dancinha”, declarou Samira.
Ela acrescenta que, em tempos de atenção pulverizada e consumo superficial de notícias, poucos candidatos parecem dispostos a debater a sério os reais problemas do Brasil. Samira também destaca qual é o papel do jornalismo nas grandes crises, como a que enfrenta o Supremo Tribunal Federal (STF) e a importância de ir além nessa pauta. Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista exclusiva.
Agência Brasil: A atual crise político-institucional, que envolve denúncias relacionadas ao caso Master, afeta o debate eleitoral?
Samira de Castro: Sim. Ela já extrapolou o Poder Judiciário – envolvendo outras organizações, como a Polícia Federal – e está dominando o debate. O pior é que, a meu ver, ela continuará dominando o noticiário.
Agência Brasil: Com a aproximação do primeiro turno [em 4 de outubro], você acha que a imprensa e a opinião pública vão encontrar uma forma mais equilibrada para seguir acompanhando e noticiando o caso e, ao mesmo tempo, estimular os candidatos a detalharem suas propostas e os demais problemas brasileiros?
Samira de Castro: Sendo muito sincera, acho que não. Há um outro aspecto nisso tudo que preocupa a mim e à Fenaj, que é a questão do jornalismo declaratório, da superficialidade com que este e outros escândalos são tratados.
Agência Brasil: De que maneira isso atrapalha o debate eleitoral e, no limite, impacta o curso normal das eleições?
Samira de Castro: Primeiramente, o debate eleitoral fica prejudicado porque, no primeiro plano, as atenções se voltam todas para a crise institucional – que neste caso é [afeita ao] Poder Judiciário. Com isso, as pautas comuns dos períodos eleitorais, ou seja, a discussão das propostas dos candidatos, das demandas da sociedade civil e das pautas nacionais, ficam em segundo plano.
Ainda que um ou outro veículo entreviste os candidatos ou tenha feito séries sobre os problemas reais do Brasil, isto fica em segundo plano diante do cenário de crise. Em parte, isso ocorre também por uma lógica própria da comunicação, que é a busca pela audiência, cuja atenção é mobilizada. O resultado é que a população não debate com profundidade os programas de governo e as candidaturas, nem em nível nacional nem estadual. O que, em última instância, prejudica a sociedade civil organizada, cujas proposições não são contempladas.
Agência Brasil: Diante da gravidade da crise, isso poderia ser diferente? Como equacionar a necessária cobertura dos fatos e, ao mesmo tempo, garantir espaço para o debate dos problemas estruturais do país?
Samira de Castro: Acho que a mídia precisa insistir na segunda agenda. É importante cobrir a crise do Poder Judiciário. Inclusive porque rende muita audiência – o que também é necessário. Mas a agenda própria aos debates políticos precisa de uma certa insistência; de uma visão de longo prazo que não se esgota apenas na eleição. Porque tanto a realidade nacional tem que ser o tempo todo informada à sociedade, como também os desafios futuros, sobretudo nos campos econômico, social e geopolítico, como a interferência dos Estados Unidos. Esses temas podem até não ser o assunto principal neste momento, mas têm que ser discutidos com fontes plurais e confiáveis, evitando vieses editoriais. É preciso ir além do jornalismo declaratório, do “quem disse o quê”, e buscar ouvir a população, que é afetada no dia a dia pela política.
Agência Brasil: Toda crise política e institucional interessa ou beneficia a algum segmento e também cabe à imprensa deixar isto claro – mesmo sob risco de ser acusada de parcial?
Samira de Castro: Acho que a imprensa vai ser cada vez mais desafiada nessas coberturas eleitorais. Não só pelas crises persistentes, mas por uma reflexão muito franca sobre qual é, de fato, nosso papel. É ficarmos só na repercussão de fatos que mobilizam determinados setores políticos e econômicos? Para um segmento do espectro político, interessa que a crise institucional seja coberta todo dia, com vazamentos seletivos, investigações direcionadas. É um projeto em disputa.
O jornalismo tem que perceber seu papel nesse momento e agir com responsabilidade, cumprindo sua função social de compartilhar informação de relevante interesse público, capaz de gerar cidadania. Mas, ao contrário disso, muitos veículos de imprensa estão se guiando pela lógica de concorrer com as redes sociais, buscando uma atenção capaz de gerar engajamento momentâneo, mas sem discutir nada com profundidade, o que prejudica os esforços de veículos para se manterem relevantes. Além disso, é preciso reconhecer que houve um empobrecimento também das campanhas. Parece-me que estamos sofrendo um violento processo de “tiktokização” da campanha eleitoral. Você olha os perfis dos candidatos e tudo se resume a dancinha. É uma loucura. Poucos parecem debater a sério os reais problemas do Brasil.
Agência Brasil: E quais são, a seu ver, os temas mais urgentes nestas eleições?
Samira de Castro: Um deles certamente é a questão climática. Como as candidaturas enxergam as mudanças climáticas e suas consequências? Outra questão é como explorar nossas terras raras. Eu, particularmente, me interesso pela questão da atração de data centers, um tema bastante complicado e controverso. Enfim, há inúmeros temas na ordem do dia e sobre os quais não estamos vendo um debate aprofundado.
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Karol Ribeiro, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto
O acesso a informações diante de uma situação de violência, abandono ou violação de direitos auxilia na proteção da pessoa idosa. No Distrito Federal, diferentes órgãos oferecem canais para registros, informações e encaminhamento de casos. O atendimento pode ser acionado por familiares, responsáveis ou por qualquer pessoa com conhecimento de uma situação de violência.
No DF, alguns serviços destinados aos idosos funcionam 24 horas por dia, durante toda a semana | Foto: Divulgação
O canal principal para comunicar violações de direitos é o Disque 100 – Disque Direitos Humanos, serviço gratuito com funcionamento 24 horas por dia, em todos os dias da semana. Podem ser comunicados casos de violência física, psicológica e patrimonial, abandono, discriminação e outras situações de ameaça aos direitos da pessoa idosa.
No DF, outra opção é a Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa, Orientação Sexual, Contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin). O cidadão pode procurar a unidade ou utilizar o telefone 197 e a Delegacia Eletrônica para apresentar denúncias e buscar informações sobre crimes.
Também é possível acionar o Disque 162. O canal recebe registros, reclamações, sugestões e outras manifestações relativas aos serviços públicos.
Orientação e acolhimento
Para atendimento e orientação sobre os serviços voltados a essa faixa etária, há acolhimento às pessoas idosas e aos seus responsáveis, por meio dos telefones (61) 2244-1294 e 2244-1295.
O Viver 60+ consiste em uma política permanente direcionada à promoção do envelhecimento saudável, à convivência, à inclusão social, ao bem-estar e à garantia de direitos da pessoa idosa.
A iniciativa reúne atividades de saúde preventiva, práticas físicas adaptadas, ações culturais e recreativas, socialização, cidadania e autocuidado. Também são oferecidas orientações relativas às áreas de psicologia, fisioterapia e enfermagem.
Atendimento e comunicação de violência
A orientação para quem presencia ou suspeita de violência contra a pessoa idosa é procurar ajuda e comunicar o fato. A comunicação do caso pode ser feita pelo Disque 100, inclusive por terceiros com conhecimento da situação.
Em casos de indícios de crime ou necessidade de atendimento policial, o cidadão deve utilizar o 197 e a Delegacia Eletrônica.
Em situações de emergência, o acionamento deve seguir a natureza da ocorrência, pelos telefones 190; 192 e 193.
Canais de atendimento
♦ Disque 100 – Disque Direitos Humanos
Denúncias de violações de direitos, inclusive contra pessoas idosas. Atendimento gratuito, 24 horas por dia.
♦ Disque 197
Denúncias e informações relacionadas a crimes.
♦ Disque 162
Recebe manifestações sobre serviços públicos, como denúncias, reclamações, sugestões e elogios.
♦ Subidoso
(61) 2244-1294 / 2244-1295
Orientação e direcionamento para serviços voltados à pessoa idosa.
♦ 190 – Polícia Militar
Atendimento em situações de emergência policial.
♦ 192 – Samu
Atendimento de urgência e emergência em saúde.
Aberta a competição pelo 28º Troféu Câmara Legislativa para filmes do DF
Espaço do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro exclusivo para filmes do Distrito Federal, a Mostra Brasília começou na noite desta segunda-feira (14). A disputa prossegue durante a semana, com entrada franca
Dois filmes de animação abriram, na noite desta segunda-feira (14), a Mostra Brasília, espaço do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro destinado às produções do Distrito Federal que concorrem ao 28º Troféu Câmara Legislativa. No Cine Brasília, sede do festival, e em outros locais (leia abaixo), as exibições dos títulos selecionados para a competição prosseguem até a próxima sexta-feira (18), com entrada gratuita.
Foto: Lourenço Cardoso / Agência CLDF
No primeiro programa da disputa, subiram ao palco para falar sobre suas obras as equipes do curta Hacker Leonilia e do longa Amadeo e o Hipotético Mundo Novo. No início da sessão, a apresentadora Juliana Drummond destacou o papel do Troféu Câmara Legislativa, criado há três décadas: “Nessas 28 edições, a CLDF vem reconhecendo e incentivando o cinema brasiliense”. Antes, foi exibida uma vinheta com imagens de premiações do Troféu, que este ano adotou como slogan “Há 30 anos junto do cinema brasiliense”.
Foto: Lourenço Cardoso / Agência CLDF
Sobre os filmes da noite, Naruna Costa, da equipe do longa, observou que eram “duas animações com protagonismo negro”. Já o diretor do curta, Gustavo Fontele Dourado, fez uma defesa dos órgãos de fomento à indústria cinematográfica e chamou a atenção para as implicações do uso da inteligência artificial (IA) no cinema de animação.
Locais de exibição
Nesta terça-feira (15), a Mostra Brasília apresenta mais dois filmes – um curta e um longa-metragem. Os títulos são exibidos, às 18h, na Sala Vladimir Carvalho do Cine Brasília; e às 19h45, no Complexo Cultural de Planaltina e na Universidade Católica de Brasília – Bloco G, em Taguatinga. No dia seguinte, há reprise dos filmes da noite anterior na sala 2 do Cine Cultura Liberty Mall, às 15h. Diariamente, a partir das 21h15, os filmes são debatidos no auditório do Cine Brasília.
Foto: Lourenço Cardoso / Agência CLDF
Os vencedores do 28º Troféu Câmara Legislativa serão conhecidos na cerimônia de encerramento do 59º Festival de Brasília, no próximo sábado (19), a partir das 17h. Os prêmios são concedidos pelo júri popular – composto pelo público que comparece às exibições – e júri oficial, formado por especialistas da área cinematográfica.