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Projeto do GDF oferece capacitação em jardinagem para a comunidade

Participantes têm a oportunidade de mudar de vida com profissionalização gratuita promovida pela Novacap

 

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Jak Spies, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader

 

Para quem tem vontade de trabalhar com jardinagem, o projeto Vem Plantar é uma oportunidade de transformar a mão na terra em renda. O curso de jardinagem da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) é uma capacitação gratuita em parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), voltada à qualificação de pessoas interessadas em se profissionalizar e ingressar no mercado de trabalho. A primeira edição foi nesta segunda-feira (9), no viveiro da Novacap localizado no Park Way.

A garçonete Thais Martins, de 28 anos, ficou sabendo da oportunidade pelo jornal e participou do curso ao lado da mãe. Ela vê o curso promovido pelo Governo do Distrito Federal (GDF) como uma oportunidade de mudança de vida. Ela trabalha desde nova no turno da noite em um ambiente com muito barulho e conta que sonha em mudar de profissão para algo mais calmo e voltado à natureza.

Para Thais Martins, o projeto Vem Plantar pode representar uma oportunidade de mudança de vida | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

“É bom para a cabeça, para dar uma desacelerada e conseguir uma renda. Sempre quis entrar nessa área mais pé no chão e quando vi a oportunidade decidi não desperdiçar. Eu e minha mãe decidimos entrar, uma ajudando a outra, e esperamos ter um bom aprendizado para levar para vida. Estou gostando muito do espaço e do cuidado que as equipes têm, são todos bem receptivos e com muita educação”, observa.

A mãe de Thais, Adriana Martins, 56, é dona de casa e ressalta a importância da acessibilidade presente no curso, além de considerar terapêutico o trabalho com as plantas. “Eu vi uma oportunidade muito grande para nós duas. Nós chegamos a olhar especializações em uma floricultura, mas como estou desempregada era um custo muito alto. Aí surgiu essa oportunidade e achei muito bacana, sem contar o carinho e a preocupação de darem apostila, o caderninho e a caneta. Tudo isso é importante e muito gratificante para nós”.

 

Thais e a mãe estão entre as 30 pessoas que serão capacitadas para a atividade, integrando duas turmas de 15 alunos nos períodos da manhã e da tarde, formando uma carga horária da qualificação de 20 horas distribuídas ao longo de cinco dias.

Certificação e inscrições

O curso abrange tópicos como preparo do solo, plantio, irrigação e manutenção de jardins

Com foco na profissionalização e na certificação, o curso oferece formação teórica e prática, abordando temas como preparo do solo, plantio, irrigação, manutenção de jardins, entre outros. Ao final das aulas, uma visita aos canteiros é realizada e os participantes receberão certificado, o que amplia as chances de inserção no mercado de trabalho.

“É um projeto de interesse social, no qual buscamos transmitir para as pessoas que queiram entrar no mercado de trabalho ou empreender, todo o vasto conhecimento da Novacap nessa área. Queremos fazer dessa experiência uma oportunidade de trabalho para pessoas, especialmente as de baixa renda e em condições de vulnerabilidade”, afirma o presidente da Novacap, Fernando Leite.

Raquel Ivanicska: “A gente sempre pensa em jardinagem como algo mais prático, mas se você plantar uma árvore ou um arbusto da maneira errada, sem a teoria sendo aplicada, ela pode não sobreviver”
As inscrições para a atividade são pelo site e qualquer um pode participar, com preferência dada às pessoas com vulnerabilidade social. O diretor de cidades da Novacap, Raimundo Silva, explica que o curso será oferecido duas vezes por ano, abrangendo partes teóricas e práticas. “Os alunos vão percorrer todo nosso viveiro após a parte teórica e em seguida vão visitar o campo e conhecer nossos jardins diários pela cidade. Todos vão sair daqui com certificado de jardineiro e extremamente prontos para exercer a função”, destacou. 

A professora Raquel Ivanicska, engenheira agrônoma da Emater-DF e instrutora do curso, explica que o conteúdo vai do básico até paisagismo e cuidados com sementes, mudas, vasos, canteiros, flores e árvores. “Os alunos vão ter uma boa base. A gente sempre pensa em jardinagem como algo mais prático, mas se você plantar uma árvore ou um arbusto da maneira errada, sem a teoria sendo aplicada, ela pode não sobreviver”.

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Exposição dos Povos da Floresta chega a Brasília e ocupa Memorial dos Povos Indígenas

Em cartaz a partir de quarta-feira (29), mostra tem entrada gratuita e reúne artistas indígenas, povos tradicionais e diferentes expressões da arte amazônica

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Agência Brasília | Edição: Plácido Fernandes

 

Brasília recebe, a partir desta quarta-feira (29), a Exposição dos Povos da Floresta, uma mostra que reúne artistas de diferentes territórios da Amazônia em um encontro entre arte, ancestralidade, território e memória. Integrando a Etapa Brasília do Festival dos Povos da Floresta, a exposição ocupa o Memorial dos Povos Indígenas (MPI), com visitação gratuita até 27 de setembro.

Idealizado pelo Centro de Inovação da Amazônia (Rioterra), o Festival dos Povos da Floresta promove a circulação de artistas, mestres tradicionais e comunidades originárias, ampliando o acesso às múltiplas expressões culturais amazônicas em diferentes regiões do país. A cerimônia de abertura será na terça-feira (28), das 19h às 21h, marcando o encontro de artistas, curadores, convidados e público em uma celebração da diversidade cultural brasileira.

Exposição integra a etapa local do Festival dos Povos da Floresta, que amplia o acesso a múltiplas expressões culturais amazônicas em diferentes regiões do país | Fotos: Divulgação

A exposição reúne fotografias, pinturas, esculturas, instalações, registros audiovisuais, experiências em realidade virtual e curtas-metragens, construindo um percurso sensorial que aproxima o visitante das diferentes narrativas e modos de vida presentes na Amazônia.

Entre os destaques estão obras de Gustavo Caboco, Paula Sampaio, Will Arehj, Wauto Am, além do acervo fotográfico da Rioterra com trabalhos de Marcela Bonfim, Alexis Bastos, Fred Bastos, Alexandre Rotuno e do próprio Will Arehj.

A mostra também reúne artistas de Rondônia, Roraima, Amapá e Pará, refletindo a diversidade estética, cultural e territorial da região amazônica. Participam nomes como Saulo de Souza, Rafael Prado, Evandro Câmara, Bototo, Avener Prado, Isaías Miliano, Pedro Macuxi, Kaiwino Wiz (Georgina), Vinícius Kenede, Caripoune Yermollay, Ya Juarez, Keyla Palikur, Thay Ptit, Hugo Figueiredo e Gilson Tupinambá, entre outros.

Ao longo de sua trajetória, a Exposição dos Povos da Floresta percorreu Porto Velho (RO), Boa Vista (RR), Macapá (AP) e Belém (PA), incorporando novas ocupações artísticas e diferentes olhares curatoriais em cada território. Em Brasília, essas experiências convergem em uma exposição que sintetiza os diálogos construídos ao longo do projeto, sob curadoria de Isabela Bastos e Lucas Baim.

Mais do que apresentar obras de arte, a mostra propõe uma reflexão sobre a pluralidade dos povos amazônicos, evidenciando suas memórias, cosmologias, formas de resistência e modos de produzir conhecimento por meio da arte.

Além da mostra, o público poderá explorar tecnologia imersiva e assistir a seleção de curtas-metragens, com narrativas que dialogam com os temas da exposição  

Programação audiovisual e realidade virtual

Além das obras expostas, o público poderá assistir a uma seleção de curtas-metragens produzidos em Rondônia, Roraima, Amapá e Pará, com narrativas que dialogam com os temas da exposição e ampliam a experiência do visitante.

A programação inclui ainda uma imersão em realidade virtual composta por quatro experiências audiovisuais que apresentam paisagens, saberes e vivências da Amazônia, permitindo ao público conhecer diferentes territórios por meio de tecnologia imersiva.

Comprometida com a democratização do acesso à cultura, a exposição contará com recursos de acessibilidade, incluindo intérpretes de Libras e audiodescrição das obras por meio de QR Code.

Ao reunir diferentes linguagens artísticas, territórios e experiências culturais, a Exposição dos Povos da Floresta reafirma o compromisso do festival em fortalecer o protagonismo dos povos amazônicos e ampliar a circulação de suas produções, aproximando o público brasileiro da riqueza artística e cultural da região.

Serviço

Exposição dos Povos da Floresta      

⇒ Local: Memorial dos Povos Indígenas (MPI)

⇒ Cerimônia de abertura: terça-feira (28), das 19h às 21h

⇒ Visitação: de quarta-feira (29) a 27 de setembro

⇒ Funcionamento: terça-feira a domingo, das 9h às 17h

⇒ Entrada gratuita.

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Um terço dos partidos explicou controle de emendas parlamentares

Medida foi determinada por Flávio Dino após suspeita de interferências

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Fabíola Sinimbú – Repórter da Agência Brasil

Dos 21 partidos com representação no Congresso Nacional, apenas sete cumpriram a determinação do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF) de apresentar explicação sobre interferência na destinação de emendas parlamentares.

A manifestação dos partidos políticos foi determinada pelo ministro, no dia 15 de julho, após uma declaração em entrevista à imprensa do presidente do Partido Liberal (PL) e ex-deputado federal, Valdemar Costa Neto, de que os dirigentes partidários interferem na indicação de emendas.

A destinação de emendas é prerrogativa de parlamentares em exercício.

O ministro Flávio Dino é o relator da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 854, instaurada para apurar a suspeita de direcionamento de pelo menos 21 emendas parlamentares da Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados.

Prazo

O prazo de dez dias úteis estabelecido pelo ministro termina somente no dia 14 de agosto. A data considera o período de suspensão de prazos processuais estabelecido entre os dias 2 e 31 de julho, prorrogando o início da contagem para o primeiro dia útil seguinte, em 3 de agosto.

Após a determinação, Valdemar Costa Neto foi um dos primeiros a prestar as informações ao STF. De acordo com Flávio Dino, as explicações apresentadas pelos dirigentes de partidos serão encaminhadas à Polícia Federal no âmbito da Operação Transparência, que investiga os desvios de emendas.

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Câncer de mama: saiba onde buscar atendimento e tratamento na rede pública do DF

Aparelhos de saúde garantem desde a mamografia de rastreamento até a cirurgia e a quimioterapia. Veja o passo a passo para ter acesso aos serviços

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Ana Isabel Mansur, da Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira

 

O diagnóstico precoce salva vidas e representa a principal estratégia para o sucesso no combate ao câncer de mama. Para assegurar o acesso rápido ao cuidado, a rede pública do Distrito Federal conta com um protocolo estruturado que acompanha o paciente desde a primeira triagem até o suporte oncológico completo. Embora seja raro, o câncer de mama também atinge homens. Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) apontam que 1% dos pacientes seja do sexo maculino. Se você precisa de avaliação, saiba exatamente onde ir e como funciona o fluxo de assistência.

Por onde começar

A porta de entrada para o acolhimento é a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da residência da paciente. Mulheres com idades entre 40 e 75 anos, conforme diretriz do Inca, devem buscar a unidade mesmo sem apresentar sintomas. Para descobrir a UBS de referência, basta consultar este site e informar o CEP da residência.

Também é preciso ficar atenta aos sinais de alerta que exigem ida imediata ao médico. Os principais sintomas são:

Nódulo palpável (geralmente indolor);
Alterações na pele da mama (como vermelhidão ou retração);
Saída de secreção pelo mamilo;
Mudança no formato ou tamanho da mama;
Inchaço na axila;
Inversão do mamilo;
Dor mamária.

Onde fazer a mamografia

Na própria UBS, o médico solicita a mamografia de rastreamento. O exame é feito nos hospitais da rede ou por meio do projeto Peito Aberto, uma parceria com o Laboratório Sabin que amplia a oferta de vagas e dá agilidade à entrega dos laudos. Após a marcação, a paciente é informada sobre a data, o local e o horário.

 

– A oferta de mamografias abrange as seguintes unidades do DF:
Hospital Regional de Sobradinho (HRS)
Hospital Regional da Asa Norte (Hran)
Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib)
Hospital da Região Leste (HRL)
Centro Especializado em Saúde da Mulher (Cesmu)
Hospital Regional de Samambaia (HRSam)
Hospital Regional de Taguatinga (HRT)
Hospital Regional do Gama (HRG)
Centro de Radiologia de Taguatinga (CRT)
Hospital Regional de Ceilândia (HRC)

Atendimento com especialista e biópsia

Se houver qualquer alteração na mamografia ou suspeita clínica durante o exame na UBS, a paciente vai direto para a consulta com um mastologista em um dos hospitais regionais. Esse agendamento é prioritário e demora, em média, menos de 30 dias para acontecer.

Durante a consulta, se o nódulo for palpável e houver necessidade, o próprio mastologista já faz a biópsia no consultório. Caso o nódulo não seja evidente, a equipe agenda o procedimento em uma unidade de radiologia para ocorrer de forma guiada por imagem (por meio de mamografia, ecografia ou ressonância).

Tratamento ágil

Se o diagnóstico de câncer se confirmar, a paciente segue imediatamente para o tratamento. Essa rapidez integra protocolos criados para garantir diagnóstico e suporte rápidos, coordenados e humanizados.

O plano terapêutico é montado de forma individualizada para cada caso. Dependendo do estágio do tumor e das condições da paciente, o tratamento nos aparelhos de saúde do DF pode começar por cirurgia ou por sessões de quimioterapia, com o acompanhamento integral da equipe médica e o suporte necessário para o cuidado completo.

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SRTV Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719
Edifício Centro Empresarial Brasília
Brasília/DF
rodrigogorgulho@hotmail.com
(61) 98442-1010