Na busca pela inclusão e pela garantia dos direitos previstos na Constituição brasileira, foram criadas, nas últimas décadas, leis e mecanismos para que as pessoas com deficiência possam exercer plena cidadania. É o caso do colar de girassol, da Carteira de Identificação da Pessoa com Deficiência (Carteira CadPcD) e do Cartão Especial, que garante gratuidade no transporte público. E nenhum deles substitui o outro.
O colar de girassol identifica pessoas com deficiências, síndromes ou doenças que não são visíveis fisicamente. Ele foi regulamentado para validar o direito ao atendimento preferencial e evitar constrangimentos. O uso é opcional e não dispensa a apresentação da Carteira CadPcD. No transporte público, o girassol garante acesso ao embarque prioritário, assentos preferenciais nos ônibus e metrô, mas para transpor a catraca é necessário apresentar também o Cartão Especial.
O girassol representa um pedido discreto por empatia, paciência e compreensão no dia a dia. Ele está regulamentado pela Lei Federal nº 14.624, de 17 de julho de 2023. No DF, o uso do colar é amparado pela Lei Distrital nº 6.842, de 29 de abril de 2021, e regulamentado pelo Decreto nº 45.230, de 1º de dezembro de 2023. Entre as deficiências ocultas ou invisíveis, estão condições como: autismo, TDAH, surdez, epilepsia, fibromialgia e demência. Contudo, o fato de a pessoa não portar o colar, não prejudicará o exercício dos seus direitos e das suas garantias previstos em lei.
Carteira de Identificação de PcD
A Carteira de Identificação da Pessoa com Deficiência (Carteira CadPcD) foi instituída por meio da Lei Distrital nº 6.809/2021 e regulamentada pelo Decreto nº 42.363/2021. É com ela que a pessoa com deficiência acessa benefícios econômicos e sociais garantidos por políticas públicas, ou seja, previstos em lei. O documento é expedido e renovado gratuitamente.
A presidente da comissão, deputada Doutora Jane (Agir), disse ser importante que a Câmara Legislativa acompanhe a situação dos presos pelos atos terroristas. “Sobre essas pessoas já ouvi de tudo. Uns dizem que são terroristas, outros dizem que são infiltrados. São pessoas envolvidas com as depredações, é um grupo grande que com certeza está sofrendo alguma dificuldade em relação à logística”, afirmou a deputada.
O deputado Pastor Daniel de Castro (PP) defendeu tratamento humanitário para os presos pelos atos terroristas. “Direitos humanos para todos. Uma infinidade de pessoas confinadas num mesmo ambiente? Não é assim. Cada um tem que responder pelo que fez. É hora de ponderação. Se jogar gasolina no fogo, esse negócio vai continuar explodindo e poderemos ter coisas inconsequentes”, disse. O deputado também falou sobre a urgência de se criar um canal de diálogo com o interventor federal. “Precisamos abrir uma linha de diálogo. Não queremos e nem vamos interferir em nada, mas precisamos participar. Eu quero estar perto daquelas pessoas detidas, quero saber como estão, se estão bem. Não estou defendendo bandido. Defendo punição de quem quer que seja, mas peço a sensatez”, disse Pastor Daniel de Castro.




