Reportagens
Confira o funcionamento dos serviços do GDF nesta quinta-feira (6)
Transporte público terá circulação normal; escolas públicas decidirão por manter ou não as aulas do dia
Josiane Borges, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto
O Governo do Distrito Federal (GDF) decretou ponto facultativo nesta quinta-feira (6), no âmbito da administração pública direta e indireta. Desta forma, parte dos órgãos públicos terá mudanças na rotina, conforme o Decreto nº 44.391.
Confira, abaixo, como será o funcionamento dos órgãos públicos do DF.
Jardim Botânico

Funcionamento normal, das 9h às 17h.
Forças de segurança
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informa que o policiamento e os batalhões da Polícia Militar, assim como as delegacias da Polícia Civil, incluindo a de Atendimento à Mulher (Deam) e a da Criança e do Adolescente (DCA), seguem em funcionamento 24 horas. Ocorrências podem ser registradas pelos números 190 e 197. A PMDF estará com esquema especial nos locais de realização dos eventos tradicionais da Semana Santa.
A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros Militar também atuam ininterruptamente, podendo os serviços ser acionados pelos telefones 199 ou 193.
Não haverá atendimento ao público nas unidades do Detran. As equipes de educação, fiscalização e engenharia de trânsito estarão trabalhando em regime de escala normal.
Escolas públicas
A decisão de funcionar ou não no ponto facultativo caberá a cada escola. Aquelas que não funcionarem nesta quinta-feira devem repor as aulas.
Transporte público

O transporte público coletivo do DF vai operar em tabela horária de dia útil. Também não vai haver alteração de horário no metrô, que funciona das 5h30 às 23h30 com todas as estações abertas para embarque e desembarque.
DER
No Departamento de Estradas de Rodagem (DER) não haverá atendimento presencial aos cidadãos. Seguem normalmente as operações de mobilidade e reversão das vias na Estrada Parque Ceilândia (DF-095 / Estrutural), na Estrada Parque Contorno (DF-001), no trecho entre o viaduto de Samambaia e o viaduto do Pistão Sul e na BR-070.
Caesb

Na Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) não haverá expediente. As equipes de manutenção trabalharão em regime de plantão. Também não haverá atendimento nos escritórios e postos do Na Hora. Atendimento remoto, agência virtual, app, site e telefone 115 funcionam ininterruptamente.
Limpeza urbana
As unidades operacionais do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) funcionarão normalmente nesta quinta-feira. Os papa-entulhos também permanecem abertos.
As coletas convencional e seletiva seguem cronograma normal, conforme disponibilizado no link: www.slu.df.gov.br/dias-e-horarios-das-coletas/.
BRB

Os pontos de atendimento funcionam no horário normal, das 11h às 16h. O horário de visitação do Mirante da Torre de TV também não sofreu alterações: permanece das 9h às 19h.
Serviço social
As unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) estarão fechadas. Os restaurantes comunitários abrirão normalmente, assim como as unidades de proteção social (UPSs), o Centro Pop e as unidades de acolhimento.
Justiça e Cidadania
A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) informa que não haverá atendimento presencial nos serviços da pasta nesta quinta (6). As unidades dos conselhos tutelares, núcleos do Pró-Vítima e o Centro Integrado 18 de Maio estarão fechadas.
As demandas urgentes serão atendidas pelos seguintes telefones:
• Conselhos tutelares: 125.
• Centro Integrado 18 de Maio: (61) 98314-0636, das 8h às 20h.
• Programa Pró-Vítima: (61) 98314-0620.
Na Hora e Procon
As unidades de atendimento do Na Hora e do Procon estarão fechadas. A sede do Procon funciona normalmente neste ponto facultativo.
Agências do trabalhador
Todas as agências do trabalhador espalhadas pelo DF estarão fechadas.
Cultura e lazer
Estarão abertos nesta quinta-feira
→ Biblioteca Pública de Brasília: das 7h30 às 18h
→ Cine Brasília: aberto normalmente conforme a programação dos filmes
→ Centro de Dança: das 9h às 22h
→ Concha Acústica: das 9h às 18h
→ Espaço Cultural Renato Russo: das 10h às 20h
→ Museu de Arte de Brasília (MAB): das 10h às 19h.

Estarão fechados neste ponto facultativo:
→ Museu do Catetinho
→ Memorial dos Povos Indígenas
→ Museu Nacional da República
→ Museu Vivo da Memória Candanga
→ Biblioteca Nacional de Brasília
→ Casa do Cantador
→ Centro Cultural Três Poderes
→ Espaço Oscar Niemeyer
→ Complexo Cultural Samambaia
→ Complexo Cultural de Planaltina
→ Eixo Cultural Ibero-americano.
Jardim Zoológico de Brasília

Aberto das 9h às 17h.
Parques
O Instituto Brasília Ambiental informa que todas as unidades de conservação administradas pelo órgão estarão abertas normalmente na quinta-feira (6). Confira os horários:
→ Parque Ecológico do Anfiteatro Natural do Lago Sul: das 6h às 18h
→ Parque Ecológico de Águas Claras: das 5h às 22h
→ Parque Ecológico Areal: das 6h às 18h
→ Parque Ecológico da Asa Sul: das 6h às 20h
→ Parque Distrital das Copaíba: das 8h às 18h
→ Parque Ecológico Cortado: das 6h às 20h
→ Monumento Natural Dom Bosco: das 6h às 20h
→ Parque Ecológico Ezechias Heringer: das 6h às 22h
→ Parque Recreativo do Gama: das 6h às 18h
→ Parque Ecológico do Lago Norte: das 6h às 18h
→ Parque Ecológico Olhos d’Água: portão principal: 5h30 às 20h; portões laterais, das 6h às 18h
→ Parque Ecológico do Paranoá: das 6h às 18h
→ Parque Ecológico Península Sul: das 6h às 22h
→ Parque Ecológico do Riacho Fundo: das 6h às 18h
→ Parque Ecológico Saburo Onoyama: das 6h às 18h
→ Parque Ecológico Sucupira: das 6h às 20h
→ Parque Ecológico Três Meninas: das 7h às 18h
→ Parque Ecológico Veredinha: das 6h às 22h.
Hvep
O Serviço Veterinário Público (Hvep) funciona normalmente nesta quinta-feira, das 7h30 às 17h.
Reportagens
Escritor Joaquim Arena preenche vazios de Europa negra invisibilizada
Autor participa do Clube do Livro do CCBB-RJ
Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil
Revelar uma Europa negra, apagada das narrativas oficiais, é o que propõe o autor luso-cabo-verdiano Joaquim Arena, que revisita a presença de africanos e seus descendentes no continente europeu por meio do livro Debaixo da nossa pele (2017).

A partir de viagens por Portugal, arquivos e relatos, o escritor reconstrói trajetórias de personagens negros pouco conhecidos. A jornada também se cruza com a história da migração cabo-verdiana para Lisboa e com a trajetória do próprio escritor.
Arena nasceu na Ilha de São Vicente, em Cabo Verde, em 1964. É filho de pai português e de mãe cabo-verdiana e viveu grande parte da sua vida em Lisboa. Em Portugal, ele se formou em direito e iniciou a carreira em jornalismo.
O escritor está no Rio de Janeiro para participar do Clube de Leitura do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB-RJ), no centro da capital fluminense, às 17h30 desta quarta-feira (14).
Autor de seis romances, traduzidos em várias línguas, Arena escreveu Siríaco e Mister Charles, vencedor do Prémio Oceanos de Literatura, na categoria Prosa, em 2023. Atualmente, reside em Cabo Verde, na cidade de Praia.
Cabo Verde e Brasil
Com o tema “Romance histórico: onde a realidade encontra a ficção”, o encontro gratuito propõe uma conversa sobre memória, pertencimento, identidade e as marcas do passado colonial que permanecem no presente.
A partir da obra de Arena, o evento busca aproximar experiências históricas e culturais de Cabo Verde e do Brasil, dois países atravessados por deslocamentos populacionais, encontros entre diferentes culturas e pelas relações entre África e Europa.
O autor conta que Debaixo da nossa pele fala da miscigenação e da circulação dos povos da África para a Europa. O público poderá perceber semelhanças com a formação do Brasil.
“Debaixo da nossa pele fala dessa condição humana de deslocamento das pessoas de um país a outro, levadas por questões econômicas, sociais e políticas. O livro faz essa síntese, pois a circulação continua ainda hoje, é positiva, abre oportunidades de novas janelas de vida para muitas pessoas”, diz Arena.
Preenchendo vazios
Para o escritor, a história tem um poder atrativo mais forte do que o presente.
“Sou levado a encontrar, no meio dos fatos históricos, os vazios. São esses vazios que eu pretendo preencher através da minha ficção. Aproveito episódios verídicos que são muito inspiradores para que nós imaginemos uma personagem. Fico com vontade de saber mais, senão eu invento a personagem”, afirma o autor.
Arena conheceu a literatura brasileira aos 12 anos, com a obra de Jorge Amado. Ele se identificou com o livro Meu pé de laranja lima, de José Mauro de Vasconcelos, que também fez parte da sua formação. Para ele, foi uma porta de entrada de uma literatura que não era portuguesa, europeia nem africana.
“Nós, das antigas colônias portuguesas, recebemos a literatura brasileira como uma janela para um mundo muito semelhante ao nosso”.
“Jorge Amado, com sua Bahia, está na formação de muitos autores lusófonos na África. Depois, vamos crescendo e encontrando Guimarães Rosa, José Lins do Rêgo, Graciliano Ramos. O romance da década de 30 fala dos retirantes, da seca. É uma realidade muito próxima da nossa”, diz Arena.
O autor acredita que um clube de leitura é um reduto onde se mantém ainda uma magia e em que se ouve falar de invenções.
“Há um pacto do autor com o público. O escritor sabe que o que ele inventou não existiu. O leitor sabe que o romance saiu da imaginação. Isso cada vez mais num mundo acelerado, com redes sociais, com streamings”.
Reportagens
Técnicos apresentam o andamento das metas fiscais do governo
Apresentação feita à CEOF mostra que, até agosto, receita corrente líquida do DF foi de R$ 28 bilhões, o que significa cerca de 72% da meta
Foto: Felipe Ando/Agência CLDF
Com relação à despesa total empenhada, GDF gastou R$ 31 bilhões até agosto, dos R$ 47,6 bilhões previstos para o ano
A Comissão de Economia, Orçamento e Finanças da Câmara Legislativa realizou audiência pública na manhã desta quinta-feira (15) para avaliar as metas fiscais do Governo do Distrito Federal nos primeiros 8 meses de 2026. Na ocasião, técnicos do governo apresentaram à comissão números referentes a receitas e despesas do GDF nos dois primeiros quadrimestres do ano em comparação às metas previstas nas leis orçamentárias.
Confira a cobertura fotográfica no Flickr da CLDF
Com relação às receitas correntes, a previsão inicial para 2026 era de R$ 39 bilhões e o valor alcançado até agosto é de R$ 28 bilhões, o que significa um alcance de 71,85% da meta. As receitas de capital até agosto somam R$ 1,1 bilhão, enquanto a previsão inicial para 2026 era de R$ 726 milhões, o que representa 163,16% de alcance da meta. O total de receitas tributárias até agosto soma R$ 20,1 bilhões, enquanto a previsão para o ano era de R$ 25,4 bilhões, representando 79,29% da meta estabelecida. O ICMS, sozinho, representa 46,2% de toda a arrecadação com impostos e taxas. Com relação à despesa total empenhada, a dotação autorizada para 2026 era de R$ 47,6 bilhões, sendo que o governo gastou R$ 31 bilhões até agosto, o que representa 65,3% da dotação.
Para o deputado Eduardo Pedrosa (União Brasil), presidente da CEOF, os números são positivos para o governo. “De maio a agosto, tivemos um incremento na casa de R$ 1 bilhão fruto da alienação de bens. Assim chegamos a 72% do total previsto a realizar de receita. Já temos um indicativo de que teremos excesso de arrecadação ao longo do último quadrimestre. Estamos chegando a quase 50% do saldo total previsto para investimentos no ano, que é de R$ 3,5 bilhões. Isso mostra que os investimentos não pararam mesmo diante de situações orçamentárias excepcionais”, avaliou.
Representando o governo, o assessor especial de política fiscal da Secretaria de Economia do DF, Luiz Barreto, ressaltou que o ano de 2026 foi impactado pelo déficit orçamentário do ano anterior. “O DF, nos últimos dois anos, apresentou déficit. E esse déficit teve impacto em 2026. Nós entramos em 2026 com quase R$ 3 bilhões de déficit. Por isso, a execução orçamentária de 2026 precisa priorizar o que é relevante, como saúde e educação. Até o presente momento temos um resultado primário de superávit de R$ 1,8 bilhão na Lei de Diretrizes Orçamentárias e déficit de R$ 1,5 bilhão na Lei Orçamentária Anual”, explicou.
O assessor também comentou os números relacionados a gastos com pessoal e repasses obrigatórios para a educação. “Até agosto tivemos um índice de 40,54% do orçamento destinado para gasto com pessoal, o que está dentro do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal. Sobre os mínimos empenhados em educação, a lei determina que ao final do exercício temos que atingir 25% e hoje estamos em 23%”, relatou Barreto. A íntegra da audiência pública está disponível no canal da TV Câmara Distrital no YouTube.
Eder Wen – Agência CLDF
Reportagens
Debatedores alertam para diferentes formas de violência contra meninas
A audiência foi presidida pela senadora Leany Lemos (C)
Geraldo Magela/Agência Senado
Crianças e adolescentes representam um terço dos usuários de internet no mundo. No Brasil, um em cada cinco adolescentes foi vítima de alguma forma de abuso ou exploração sexual facilitada pela tecnologia em 2025. A maioria das vítimas é formada por meninas, e a violência ocorre principalmente em aplicativos conhecidos, segundo dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). A informação foi apresentada nesta quinta-feira (15) em audiência da Comissão de Direitos Humanos (CDH), que debateu os desafios das políticas públicas para garantir a proteção integral das meninas no país. Os participantes também alertaram para outras formas de violência contra meninas e defenderam medidas de prevenção e proteção.
O debate foi requerido pela presidente do colegiado, senadora Damares Alves (Republicanos-DF), em alusão ao Dia Internacional da Menina, celebrado no domingo (11), por iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU). A reunião foi presidida pela senadora Leany Lemos (PSB-DF), suplente da senadora licenciada Leila Barros (PDT-DF). Para Leany, é preciso prevenir violências e permitir que cada menina desenvolva plenamente as suas capacidades.
— Quantas meninas ouvem que a liderança não é para elas? Quantas assumem responsabilidades domésticas e do cuidado antes de terem condições de construir seus próprios projetos de vida, e nisso elas nem sonham ser outras coisas, porque elas não têm essas oportunidades? Quantas meninas, na maioria negras ou pobres das periferias e das regiões distantes do Brasil, enfrentam obstáculos ainda maiores para exercer esses direitos, que são direitos universais? Então, essas perguntas têm que orientar as nossas políticas públicas — afirmou.
Ambiente digital
A coordenadora-geral de Direitos Humanos da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Fernanda Souza Carlos, afirmou que a exploração sexual de crianças e adolescentes exige novas estratégias de enfrentamento, diante da migração de parte dos crimes para o ambiente digital. Ela defendeu a articulação entre órgãos públicos e sociedade civil para ampliar a proteção às meninas.
— O crime que a gente via antigamente com as meninas, as crianças à beira da rodovia, hoje, a gente não vê mais. Esse crime está no digital. Então, cada vez mais fica mais complexo o combate aos crimes voltados à exploração sexual de crianças e adolescentes, porque, de certa forma, ele está invisível. Então, precisa-se de um trabalho muito maior, porque tem muita coisa que a gente não está vendo fisicamente aqui, mas está acontecendo pelo aparelho de celular, que todo mundo tem hoje em mãos — afirmou.
A diretora de Projetos Especiais da SaferNet Brasil, Juliana Cunha, alertou para o uso da inteligência artificial generativa na produção de material de abuso sexual contra crianças e adolescentes. Segundo ela, mulheres e meninas são as principais vítimas desse tipo de violência. A diretora afirmou que o caráter artificial do conteúdo leva parte da população a subestimar o crime, que provoca danos às vítimas.
O representante do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ricardo de Lins e Horta, destacou mudanças na legislação brasileira, entre elas a entrada em vigor em 2025 do ECA Digital e da Lei 15.487, de 2026, que aumenta penas para crimes sexuais contra crianças e adolescentes na internet. Segundo ele, o país avançou no enfrentamento de crimes como a violência sexual on-line, o cyberbullying e a extorsão sexual, mas precisa garantir a implementação das normas e das políticas de proteção.
— A gente tem uma base legislativa sólida, o desafio é implementar toda ela — afirmou.
Outras violências
Coordenadora de Políticas Educacionais da ONG Associação Serenas, Graziela Larissa da Silva Santos chamou a atenção para comportamentos que podem ser tratados como brincadeiras, mas que violam os direitos das meninas. Segundo pesquisa da organização, sete em cada dez professores ouvidos presenciaram “cantadas” indesejadas dirigidas a meninas nas escolas, e 42% relataram ter visto alunos tocar ou acariciar o corpo de meninas sem consentimento. Ela defendeu a formação de professores e gestores para prevenir a violência, acolher as vítimas e encaminhá-las à rede de proteção.
A delegada-chefe adjunta da Polícia Civil do Distrito Federal, Cyntia Cristina de Carvalho e Silva, destacou que o atendimento não deve se limitar à investigação criminal. Para ela, é necessário articular os serviços de segurança pública, saúde e assistência social, considerando também situações de dependência financeira e os riscos enfrentados pelas vítimas após a denúncia.
— A proteção e a responsabilização precisam caminhar juntas — afirmou.
Os participantes ainda abordaram a gravidez na adolescência e seus impactos na trajetória escolar e profissional, além de questões relacionadas à saúde menstrual e à violência sexual dentro de casa.
Também participaram do debate a especialista em gênero e inclusão da Plan International Brasil, Ana Nery Lima; a coordenadora de Relações Governamentais do Instituto Alana, Tayanne Galeno; a gerente de Comunicação do Instituto Liberta, Renata Greco; e a gerente Meal e Estratégia da Organização Visão Mundial, Manuela Franchini Melani.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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