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Escolas podem agendar participação no Circuito de Arte e Cidade

Com apoio do FAC, projeto promove passeios para crianças a partir de 3 anos, que aprendem sobre conceitos arquitetônicos e artísticos por meio de brincadeiras

 

Jak Spies, da Agência Brasília | Edição: Carolina Lobo

 

Uma experiência que une arte e educação, o Circuito Patrimonial Arte e Cidade ensina às crianças conceitos arquitetônicos e artísticos por meio de brincadeiras. Os pequenos são levados em um passeio que conta com interações lúdicas, noções cartográficas e interação com obras, passando pela superquadra modelo 308 Sul e o Espaço Cultural Renato Russo, que fica na na 508 Sul.

Com novos agendamentos abertos para grupos, o projeto ocorrerá de 9 de maio a 4 de junho. Os alunos terão oportunidade de viver experiências na obra DE VER CIDADE, Brasília Numa Caixa de Brincar, criada pelo coletivo de artistas Entrevazios.

As vagas por agendamento são durante a semana e englobam escolas públicas e particulares, organizações não governamentais (ONGs), entre outras instituições. Aos fins de semana o circuito é aberto para o público, sem necessidade de agendamento, com visitas às 10h e às 15h. As inscrições, gratuitas, podem ser realizadas por este link.

Crianças a partir de 3 anos são levadas em um passeio que conta com interações lúdicas, noções cartográficas e interação com obras, passando pela superquadra modelo 308 Sul | Fotos: Thaís Mallon

A previsão de atendimento é de mais 1.400 estudantes de escolas públicas. Na primeira etapa do projeto, realizada em abril, foram contemplados 1.432 alunos de 24 escolas de 13 regiões administrativas. O programa conta com um investimento de R$ 100 mil do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF).

Retorno positivo

 

De acordo com a coordenadora geral do projeto, Luênia Guedes, os pais têm dado feedbacks positivos. Ela destaca que as visitas trazem uma maior possibilidade de pertencimento na cidade, criando vínculos, autorreconhecimento e noção de preservação dos espaços, além das atividades lúdicas desenvolverem áreas como criatividade, aspectos cognitivos e motores, absorvendo a história dos lugares.

“As experiências aguçam o olhar delas para a cidade. Vira um espaço menos hostil e mais acolhedor com essa interação espontânea das crianças. Elas e os pais conseguem ver o que não é visto”, ressalta Luênia.

Passo a passo do circuito

Os participantes são conduzidos pelos jardins de Burle Marx, descobrindo os blocos residenciais e as áreas de convivência e lazer. Em seguida, são instigados a experimentar jogos sonoros na praça dos cogumelos, apreciar as carpas do espelho d’água e a conhecer a Igrejinha Nossa Senhora de Fátima, que carrega os primeiros azulejos do artista Athos Bulcão instalados na capital.

No Espaço Cultural Renato Russo, está a obra ‘DE VER CIDADE, Brasília Numa Caixa de Brincar’, com uma série de 20 blocos interativos que remetem a uma maquete da cidade

Aos fins de semana o circuito é aberto ao público, sem necessidade de agendamento, com visitas às 10h e às 15h

Após o percurso pela quadra, os estudantes visitam o Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul, referência na formação de uma identidade artística e cultural do Distrito Federal. Neste espaço, as turmas podem entrar em contato com a obra DE VER CIDADE, Brasília Numa Caixa de Brincar, que consiste em uma série de 20 blocos interativos que remetem a uma maquete da cidade e recria as escalas do conjunto urbanístico de Brasília.

O ponto de encontro é o Espaço Renato Russo e crianças a partir de 3 anos já podem participar.

Acessibilidade

A iniciativa oferece transporte para escolas que não dispõem de recursos. A experiência conta com audiodescrição da obra completa, tradução e interpretação em Libras para uma visita guiada mediante agendamento. O local é preparado para receber pessoas com mobilidade reduzida, além de piso tátil para pessoas cegas ou com baixa visão.

Programação completa

Circuito Patrimonial Arte e Cidade
Horário do trajeto externo: Início às 10h ou às 15h

Reprodução

→ Ponto de encontro: Galeria Rubem Valentim, Espaço Cultural Renato Russo
→ 1ª parada: Árvores da quadra (Pau Ferro e Barriguda – entre a EP e blocos residenciais da 308 Sul)
→ 2ª parada: Igrejinha
→ 3ª parada: Cobra de concreto
→ 4ª parada: Praça dos Cogumelos
→ 5ª parada: Lago das Carpas
→ Encontro com a obra obra DE VER CIDADE, Brasília Numa Caixa de Brincar antes ou depois do trajeto.
*O percurso pode mudar de acordo com a faixa etária do grupo ou as condições climáticas.

Serviço

Agendamento para o Circuito Patrimonial Arte e Cidade
→ Link para inscrição (até esgotarem as vagas): Conecta Mediato

Visitas mediadas ao Circuito Patrimonial Arte e Cidade
→ Data: 9 de maio a 4 de junho
→ Terça a domingo: das 10h às 20h
→ Sábado e domingo: às 10h e às 15h – as visitas saem com público espontâneo, em grupos de até 20 pessoas e não há necessidade de agendamento
→ Local: Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul)
→ Entrada: franca
→ Informações: @‌mediato.art e Conecta Mediato
→ Agendamento: Conecta Mediato.

 

 

 

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Expectativa do mercado para inflação de 2026 cai para 5,02%

Estimativa para o IPCA recua pela sexta semana consecutiva, diz BC

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Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil

Pela sexta semana consecutiva, o mercado financeiro revê para baixo as expectativas que tem para a inflação em 2026. De acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (10) pelo Banco Central (BC), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, a inflação oficial do país, deve fechar o ano em 5,02% no ano.

A projeção está abaixo dos 5,16% projetados há quatro semanas e dos 5,03% projetados pelo boletim na semana passada.

Foram também revisadas para baixo as expectativas para a economia, com uma previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) de 1,98%, após cinco semanas consecutivas com projeções estabilizadas em 1,99%.

Já as projeções para o câmbio estão estáveis em R$ 5,20 há 8 semanas, enquanto para a taxa básica de juros repetem as mesmas expectativas da semana passada – de que a Selic fechará 2026 em 13,75%.

2027 e 2028

Os quatro índices de expectativas do mercado financeiro para os anos 2027 e 2028 apresentaram todos estabilidade em relação à semana anterior. O único que registrou variação foi o relativo ao PIB de 2027, que passou dos 1,57% projetados há uma semana, para 1,52%.

Inflação, PIB e câmbio apresentaram, respectivamente, projeções de 4,22% (IPCA); R$ 5,28 (cotação do dólar); e 12% para o próximo ano.

Para 2028, as projeções do mercado financeiro se mantiveram em 3,80% para a inflação; 2% para o PIB; 5,30% para a cotação do dólar; e 10,50% para a taxa Selic.

Controle da inflação

O BC utiliza a Selic, os juros básicos da economia, como um instrumento para reduzir o ritmo da atividade econômica e, com isso, tentar controlar a inflação.

Quando o juro sobe ou fica alto por muito tempo, o crédito encarece, ficando mais caro para quem compra no cartão, nas parcelas de produtos e no financiamento de imóveis, levando a uma perda de força no consumo.

Quando há redução, a expectativa é de estímulo para a economia e de um menor risco de descontrole nos preços.

Reunião do Copom

Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), encerrada no dia 5 de agosto, a taxa Selic foi reduzida em 0,25 ponto percentual, passando de 14,25% para 14% ao ano. Foi a quarta redução consecutiva dos juros básicos.

Segundo o Banco Central, o corte é compatível com a estratégia de convergência da inflação para a meta nos próximos períodos. O BC afirmou que a decisão busca, além da estabilidade de preços, suavizar as oscilações da atividade econômica e favorecer o emprego.

O Copom manteve a avaliação de que o cenário externo exige cautela, diante das incertezas relacionadas aos conflitos no Oriente Médio e à política monetária de economias avançadas.

No cenário doméstico, o comitê observou desaceleração gradual da atividade econômica, embora o mercado de trabalho continue aquecido.

O BC destacou que a inflação recente perdeu força, mas permanece acima do limite superior da meta, ainda que os núcleos de inflação tenham mostrado desaceleração.

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Fornecer o CPF da pessoa desaparecida pode ajudar na busca

Veja mais dicas de segurança para esses casos 

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Agência Brasília | Edição: Chico Neto

Alguém conhecido desapareceu? A orientação é que você aja rapidamente, não aguardando 24 horas para registrar a ocorrência, entrando em contato pelos telefones 190 ou 197. Caso o registro seja feito de forma online, um familiar ou responsável deve comparecer à delegacia para complementar a ocorrência, apresentar fotografia recente e fornecer informações que possam auxiliar na localização. A ausência de documentos não impede o registro.

Entre os dados mais importantes estão as características físicas da pessoa desaparecida, como altura, cor dos olhos e dos cabelos, tatuagens, cicatrizes, marcas de nascença e uso de óculos, além das roupas e objetos que portava quando foi vista pela última vez. Fornecer o CPF do desaparecido é fundamental, principalmente para gerar o alerta.

Em alguns casos, pode ser solicitada colega de material genético para aumentar a eficiência da busca | Foto: Divulgação

Sobre a pessoa que desapareceu, também é importante informar onde e quando ocorreu o fato, o destino previsto, o trajeto habitual, pessoas com quem manteve contato, eventual uso de veículo e informações sobre condições de saúde, uso de medicamentos, deficiência ou qualquer situação de vulnerabilidade. Quanto mais completas forem as informações, mais direcionadas poderão ser as buscas.

 

A depender da ocorrência, também pode ser solicitada a coleta de material genético de familiares e objetos de uso pessoal da pessoa desaparecida para auxiliar nos procedimentos de identificação.

Divulgação segura

A orientação é compartilhar apenas o cartaz oficial da pessoa desaparecida, disponível no perfil @desaparecidos_df, no Instagram, e no Cadastro Distrital de Pessoas Desaparecidas. Não são recomendadas a produção de cartazes próprios e a divulgação de telefones, endereços, rotinas ou outras informações pessoais, pois esses dados podem ser utilizados em tentativas de golpe.

Qualquer informação sobre o paradeiro da pessoa deve ser comunicada exclusivamente pelo telefone 197. Quando a pessoa for localizada, a família deve informar imediatamente às autoridades para que a ocorrência seja encerrada e as divulgações oficiais sejam retiradas.

O registro imediato da ocorrência e o fornecimento do maior número possível de informações são medidas que contribuem para tornar as buscas mais rápidas e eficientes, especialmente nas primeiras horas após o desaparecimento.

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Som e fúria no século XXI: lançamento do livro acontece na quarta-feira (12)

A obra é fruto de mais de duzentos artigos publicados pelo autor no Jornal de Brasília na coluna “O quinto ato” e será lançada no Foyer do Plenário

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Foto: Tiago Orihuela/Agência CLDF

 

Textos abordam temas do cotidiano sob a ótica da obra do dramaturgo inglês William Shakespeare

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) receberá o lançamento do livro Som e fúria no século XXI, de Theofílo Silva, na quarta-feira (12), às 19h, no Foyer do Plenário da Casa. O autor produziu a obra a partir de ensaios e artigos publicados no Jornal de Brasília, em sua coluna “O Quinto Ato”, que aborda temas do cotidiano sob a ótica das obras de William Shakespeare. Theófilo Silva acumula cinco obras inspiradas no escritor e dramaturgo inglês, que cruzam a fronteira literária com a crueza das manchetes do dia a dia.

A obra aborda a frieza dos algoritmos, democracia, natureza humana e corrupção. O trecho do livro “Vivemos em uma era de ruídos ensurdecedores onde o som das redes sociais e a fúria das polarizações, da loucura do homem muitas vezes não significam nada além de um grande vazio existencial” elucida como, mesmo sendo um escritor tão antigo, Shakespeare permanece atual.

O título “Som e Fúria” faz parte da peça Macbeth do poeta e escritor inglês, na qual o protagonista — no monólogo final — reflete sobre ousadia e falta de sentido na vida. O livro busca uma autópsia social sobre o mundo atual, sob a ótica das obras de William Shakespeare. “Espero que os leitores reflitam sobre as lutas diárias que somos obrigados a enfrentar. Que eles saibam que vivemos em mundo que é muitas vezes injusto. E que nós precisamos dar o melhor de nós mesmo para enfrentar as vicissitudes do dia a dia. Shakespeare tem muito a nos ensinar sobre isso.”

Theófilo finaliza com a reflexão: “Nesse mundo cada vez mais tecnológico, digital, nós precisamos de arte para que a realidade não nos esmague”. (citação de William Shakespeare)

Serviço:
O que: Lançamento do livro Som e Fúria no século XXI
Onde: Foyer do Plenário
Quando: 12 de agosto, às 19h
Transmissão ao vivo pela TV Câmara Distrital e pelo YouTube

Ana Carolina Rubo (Sob Supervisão de Ivan Iunes)

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SRTV Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719
Edifício Centro Empresarial Brasília
Brasília/DF
rodrigogorgulho@hotmail.com
(61) 98442-1010