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Vinhos do Cerrado: 5 vinícolas para visitar nos arredores de Brasília

No coração do Brasil, produtores estão transformando o Cerrado em um novo polo vinícola, com rótulos 100% brasileiros e experiências imersivas de enoturismo

 

Villa Triacca, fazenda a 60 km do Distrito Federal

Villa Triacca/Facebook

 

Até pouco tempo atrás, a produção de vinho nacional se concentrava principalmente no sul do país, mas o cenário mudou. Hoje regiões como a Serra da Mantiqueira, do Vale do São Francisco e ao redor do Distrito Federal ganham cada vez mais destaque no setor.

A região que rodeia Brasília desponta como novo polo vinícola, surpreendendo especialistas e entusiastas. Produtores pioneiros estão moldando este novo cenário de vinhos locais, oferecendo experiências de enoturismo que vão desde a vindima até passeios de balão, além de opções originais de hospedagem e jantares harmonizados.

Para conhecer a nova produção e o enoturismo na região central do país, a melhor época é o inverno. Com pouca chuva, dias ensolarados e noites frias, os viajantes podem aproveitar a beleza natural das trilhas e cachoeiras em segurança, observar o céu cheio de estrelas e provar na taça como as castas Syrah e Sauvignon Blanc se desenvolveram nos arredores da capital.

Os rótulos produzidos no Cerrado são os chamados “vinhos de inverno” e podem ser tintos ou brancos, mas sempre intensos. Segundo Murillo de Albuquerque Regina, engenheiro agrônomo em viticultura e enologia, essa produção tem tido perfil sensorial interessante, com uma plena maturação de taninos e com alto potencial qualitativo. Tais características chamam a atenção de especialistas e críticos internacionais, que já começaram a comparar o terroir do Cerrado com o de outras regiões como o Napa Valley na Califórnia, Bordeaux na França e La Rioja na Espanha.

“A comparação se dá em função de uma condição da colheita das uvas, que para a elaboração de vinhos de inverno nessas regiões do Brasil ocorre entre junho e agosto, também sem pluviosidades como em Napa, com o céu azul e amplitudes térmicas importantes”, explica Giuliano Pereira, pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, à CNN Viagem & Gastronomia. Ele complementa que, mesmo com possíveis comparações, cada parcela vitícola e cada terroir são únicos.

Experiência enogastronômica na Fazenda Ercoara conta com menu harmonizado com os vinhos especiais de colheita de inverno, monitoria para crianças e visita aos vinhedos / Ercoara/Instagram

Tal amplitude térmica dos dias de inverno no Cerrado, combinada com a altitude e a baixa pluviosidade, faz com que as uvas amadureçam melhor, além de favorecer a acidez. Esses vinhos, bem estruturados, ricos em aromas e que expressam uma tipicidade bastante desejada, só são possíveis por uma técnica de poda brasileira. Desenvolvida em Minas Gerais, a “poda invertida” ou “dupla poda” permite a colheita da uva no ponto máximo de maturação durante o inverno, evitando as chuvas que poderiam prejudicar o processo.

Murillo observou que o método aplicado em outras regiões do Brasil, no qual a videira era podada em agosto e colhida em janeiro, sob muita chuva, não funcionaria no Cerrado. Então, através dessa técnica, em conjunto com produtores locais, conseguiu inverter o círculo da videira. “Ele observou que o café em Minas Gerais amadurece e é colhido entre o outono e o inverno, em condições climáticas favoráveis. Testou para a videira e acertou em cheio!” conta o pesquisador Giuliano Pereira.

Com um potencial real no terroir e videiras ainda jovens produzindo uvas e vinhos de excelente qualidade, essa nova vitivinicultura brasileira no Cerrado apresenta uma oportunidade para o Brasil se tornar uma referência na produção de “vinhos de terroir”, que são aqueles que valorizam a expressão do terroir (clima, solo e homem), com elevada qualidade, tipicidade e que representam uma identidade regional. “Eu não tenho dúvida nenhuma que o Cerrado vai continuar expandindo e será um importante polo vitícola para o Brasil”, afirma Murillo à CNN Viagem & Gastronomia.

Dentro deste cenário de enocultura – e enoturismo – em ebulição, a Associação Brasileira de Sommeliers do Distrito Federal realiza um trabalho de treinamento e capacitação dos sommeliers para que eles possam participar de cursos e concursos internacionais. Quem auxilia a formação destes novos profissionais é Etienne Carvalho, professora da ABS-DF.  “Hoje temos alguns empresários que já oferecem passeios enoturísticos com jantares, almoços, visitas, pisas de uva e, recentemente, uma vinícola fez parceria e oferece até passeio de balão no lago norte”, diz Etienne.

Para quem quer viver uma experiência sem sair da capital, Etienne conta que no dia 21 de abril será inaugurada a Vinícola Brasília, dentro da cidade, e que os visitantes poderão ver de perto como o vinho é feito.

Vinícolas para visitar nos arredores de Brasília

O cultivo das castas só é possível no Cerrado devido a tecnologia da "dupla poda" ou "poda invertida".
O cultivo das castas só é possível no Cerrado devido a tecnologia da “dupla poda” ou “poda invertida” / Villa Triacca/Facebook

  • Villa Triacca – Brasília, DF

Localizada no Centro-Oeste brasileiro, a Villa Triacca é conhecida por combinar hotelaria e produção vinícola. Com 23 suítes, área de lazer com piscina aquecida e Vino Spa, oferece atividades como trilhas, pedalinhos e flutuação com peixes. O destaque, claro, é para sua produção de vinhos, que utiliza da técnica da “dupla-poda” para criar vinhos de inverno. São 6 hectares de vinhedos com diversas castas. Para descobrir o vinhedo, a Villa Triacca oferece tours guiados, degustações e experiências gastronômicas. Entre os rótulos, o “Seu Claudino”, primeiro vinho fino tinto brasiliense, o rosé “Dona Irani”, Sauvignon Blanc e o blend de Marselan-Syrah “Villa Triacca”

Villa Triacca: BR 251 Km 6,5 PAD-DF – Paranoá/ Contato: (61) 4103-2792 

  • Vinícola Serra das Galés – Paraúna, GO

Com variedades como Isabel, Violeta, Niágara, Lorena, Cora, e Magna, utilizadas na linha Cálice de Pedra, e também Syrah e Touriga Nacional para o Vinho Fino Muralha, a vinícola demonstra a diversidade e qualidade das uvas produzidas na região. Fundada em 2007, Serra das Galés representa a realização de um sonho do médico Sebastião Ferro, que apostou na vitivinicultura no cerrado brasileiro. Atualmente, produzindo mais de 300 toneladas de uva por ano, a vinícola busca inovar e expandir sua produção, planejando utilizar outras variedades de uvas, como Cabernet Sauvignon, Merlot, Tempranillo, Malbec, Pinot Noir e Chardonnay.

Vinícola Serra das Galés: Rod. GO-320, KM 1, Setor Ponte de Pedra -Paraúna / Contato: (64) 99600-0958

  • Pireneus Vinhos Vinhedos – Cocalzinho de Goiás, GO

A Vinícola, localizada em um belo cenário de Cerrado, se destaca por sua pequena produção de uvas em cerca de 5 hectares. Com um clima caracterizado por dias quentes e secos, e noites e manhãs frias, o ambiente é propício para o cultivo de videiras, resultando em uma bela produção de vinhos brasileiros. Para visitas à vinícola, é necessário agendamento prévio, pois as instalações da fábrica estão localizadas em outro local. A vinícola recebe visitantes aos finais de semana para conhecer seu projeto, os parreirais e desfrutar de um almoço harmonizado.

Pireneus Vinhos Vinhedos: Avenida Anapolis, q 36, Lt. 14a, s/n, Cidade dos Pirineus, Cocalzinho de Goiás/ Contato: (62) 33313922 | (62) 999443314

  • Ercoara – Brasília, DF

A Fazenda Ercoara se destaca por seus 20 anos de investimento na criação artesanal de ovinos de corte e na produção de vinhos finos desde 2017. Utilizando a técnica da dupla poda, a fazenda busca criar um ambiente ideal para a maturação das uvas, com foco na variedade Syrah, além de cultivar outras castas em seus 4,8 hectares de plantação. A visita à fazenda oferece uma experiência enogastronômica completa, com degustação dos produtos locais e um almoço harmonizado com vinhos e espumantes da propriedade.

Ercoara: BR 251, KM 19, Cristalina, Goiás Campos Lindos, Cristalina – GO/ Contato: 61 9815-5650

  • Fazenda & Vinícola Jabuticabal – Hidrolândia, GO

A Fazenda Jabuticabal cultiva jabuticabas há mais de 20 anos, explorando a culinária típica da fruta. Com mais de 40 mil pés de jabuticabas, oferece pratos especiais e uma variedade de vinhos para degustação. Além disso, a fazenda conta com restaurante, choperia, lanchonete, empório e cafeteria. Aberta para o turismo rural, a Vinícola Jabuticabal oferece uma estrutura completa para quem busca tranquilidade.

Fazenda & Vinícola Jabuticabal: /Contato: (62) 99845-8986 / 99620-7576/ A Fazenda só abre entre setembro e outubro, a previsão da safra de 2024 está para 7 de setembro. 

 
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Mês das Crianças nos Museus da Fundação Projeto Tamar

Diversão, aprendizado e conservação marinha para toda a família!

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Neste Mês das Crianças, os Museus da Fundação Projeto Tamar prepararam uma programação especial para transformar a sua visita em uma experiência inesquecível. Aqui as crianças podem mergulhar no universo marinho por meio de atividades interativas, oficinas educativas, atividades culturais e experiências sensoriais. De forma lúdica e envolvente, elas aprendem mais sobre as tartarugas marinhas, seus hábitos, os desafios que ameaçam a sua sobrevivência e a importância de cuidar dos oceanos.

Durante a programação, teremos visitas orientadas, alimentação das tartarugas, atividades de enriquecimento ambiental, oficinas artísticas e educativas, apresentações musicais e outras experiências interativas.

Um dos momentos mais esperados por todos é a Alimentação Interativa, na qual as crianças podem ajudar os tratadores a alimentar as tartarugas.

 

Uma viagem às profundezas do oceano

Em Aracaju e na Praia do Forte, a experiência vai ainda mais fundo! Além de conhecer as tartarugas marinhas e os tubarões-lixa, os visitantes podem embarcar em uma verdadeira viagem às profundezas do oceano nos Novos Submarinos Amarelos, um ambiente imersivo inspirado nas zonas mais profundas do mar.

De tubarões a caranguejos, passando pelo enigmático peixe-bruxa e pela curiosa barata-gigante, a experiência apresenta espécies pouco conhecidas e revela um universo que, até pouco tempo atrás, só podia ser observado pelo ser humano a bordo de um submarino.

 

Quer viver uma experiência ainda mais especial?

No programa Biólogo por um Dia, crianças e adultos podem participar de atividades desenvolvidas pela Fundação Projeto Tamar voltadas à proteção das tartarugas marinhas.

Os participantes seguem os passos da nossa equipe pelos museus, por meio das ações de educação ambiental e da rotina de manejo.

É uma oportunidade de conhecer de perto a missão do Tamar e descobrir como cada pessoa pode contribuir para a conservação da vida marinha.

 

Não fique de fora dessa celebração! Venha comemorar o Mês das Crianças nos Museus da Fundação Projeto Tamar. Confira a programação do museu mais próximo de você e venha viver essa experiência com a gente!

Garanta seu ingresso em -> http://ingressos.tamar.org.br

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Estudantes desenvolvem plataformas para combater a desinformação

Projeto venceu o HackaNAV 2026, competição nacional de inovação

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Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil

 

É muito fácil criar qualquer tipo de conteúdo com inteligência artificial (IA). Qualquer pessoa pode, com alguns cliques, criar imagens, textos e vídeos. Tudo isso pode servir para informar ou mesmo para criar conteúdos falsos, que divulgam mentiras.

Até onde vai o impacto do que as pessoas criam com a IA? Essa foi uma das perguntas que motivou as estudantes Alice Gomes, Beatriz Vasconcellos e Letícia de Oliveira, de 14 anos de idade, do 9º ano do Colégio e Curso Desafio, em Recife, a criarem a ferramenta Pense Bem.

O projeto venceu o HackaNAV 2026, competição nacional de inovação organizada pelo Nave a Vela, solução de educação tecnológica da Arco Educação. Como prêmio, as estudantes ganharam uma imersão tecnológica na agência de pesquisa espacial dos Estados Unidos, a Nasa.

“No Pense Bem, você pode colocar publicações que você pretende fazer para que ele faça o cálculo de risco, como que isso pode escalonar, se aquilo ali pode ter um efeito dominó negativo”, explica Beatriz Vasconcellos, uma das estudantes criadoras do Pense Bem.

A plataforma já está no ar, mas ainda deve ser aprimorada para ser lançada oficialmente.

“Antes de publicar, pense no impacto”, esse é o convite para quem acessa. A partir daí, são feitas diversas perguntas para que se possa avaliar se o conteúdo oferece ou não algum risco ao ser divulgado.

Entre as perguntas estão:

  •  Este conteúdo envolve nudez, material íntimo ou sexual de alguém menor de 18 anos – ou de qualquer pessoa sem consentimento?
  •  Foi gerado ou editado por IA?
  •  Há pessoas reais reconhecíveis?
  •  Elas deram consentimento?
  •  Mostra os fatos como realmente aconteceram?

A plataforma, então, classifica o conteúdo quanto ao risco e aponta se é possível fazer adequações ao conteúdo e a postagem para que ela não gere desinformação e cause danos à população.

“A gente viu em várias pesquisas que as fake news podem afetar muito a vida das pessoas, até mesmo na vida pessoal, a socialização. Fake news criada por uma pessoa, sobre uma pessoa, pode afetar diretamente até mesmo o psicológico”, avalia Beatriz.

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) chegou a classificar a desinformação como principal risco global para 2025 e para os anos que estão por vir, à frente das mudanças climáticas, da crise ambiental, dos fluxos migratórios, da violência e do terrorismo.

Recife (PE), 16/10/2026 - Estudantes desenvolvem plataformas para combater a desinformação. Foto: Renan Braz/Divulgação
Estudantes fizeram pesquisas e entrevistas com professores, estudantes e especialistas para desenvolver o trabalho – Foto: Renan Braz/Divulgação

Democracia

As três estudantes fizeram pesquisas e entrevistas com professores, estudantes e especialistas para desenvolver o trabalho.

“Existem muitos impactos negativos que podem acontecer por causa da desinformação. E eu acho que o que mais choca, o que mais é surpreendente, pelo menos para mim, é que eu descobri o quanto a desinformação pode afetar a nossa democracia. Tanto em ano de eleição, quanto em ano que não seja de eleição, a democracia pode ser afetada com desinformação, quando são espalhadas fake news”, disse Beatriz.

Para Alice Gomes, também integrante do grupo, a IA ajuda, mas pode também fazer com que as pessoas não questionem o que chega pela internet ou mesmo em grupos de WhatsApp de família.

“Isso faz com que a pessoa, quando ela recebe uma informação, ela não procure antes se essa informação é verdadeira ou falsa. Ela apenas pega essa informação e acaba compartilhando a informação, sem saber se ela é verdadeira ou não, sem saber as fontes dela”, disse.

Alice revela que o projeto a ajudou a mudar a forma como recebe, compartilha e cria conteúdos na internet.

“A gente vê uma notícia online ou até em aplicativos do nosso dia a dia e logo pensa ‘Nossa, eu vou pesquisar melhor sobre essa notícia’. Eu diria que melhorou o nosso pensamento como pessoa”.

“A sua solução é fazer com que as outras pessoas também melhorem o seu dia a dia, melhorem também o seu pensamento crítico”, defende.

A terceira integrante do grupo, Letícia de Oliveira, ressalta que a pesquisa a ajudou a ver o mundo digital de outra forma e a importância de uma educação midiática e uma educação para os meios digitais.

“A gente percebe que a desinformação está sendo um problema muito grave, que afeta a população e as pessoas ao redor da gente. Eu vi, tanto no grupo da família, quanto no Instagram, pessoas sendo afetadas pelas fake news, pelas informações digitais”, disse.

“Eu acho que o assunto da desinformação digital era uma coisa falada, mas nunca foi uma coisa que eu aprofundei muito em saber. E aí, com esse projeto, eu consegui ter mais conhecimento sobre a desinformação e como nós podemos ajudar as outras pessoas a combater ela”, acrescenta a estudante.

Desdobramentos

O Pense Bem tem ainda desdobramentos voltados para a formação nas escolas, com jogos e mesmo uma formação em educação digital, ainda em desenvolvimento.

Esse não é o primeiro trabalho do trio, que desenvolveu também no âmbito da competição a plataforma Fato ou Boato, para identificar notícias falsas. Nela é possível colar o link da notícia para que seja analisada a veracidade.

As três estudantes estão empolgadas com a visita à Nasa e, com o projeto, contam que se interessaram mais por tecnologia. Letícia e Alice cogitam seguir carreiras em áreas tecnológicas. Já Beatriz, pretende ser médica.

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III Fórum Internacional Sábias Vivências debate longevidade, direitos e políticas públicas na CLDF

Evento será realizado em 26 e 27 de outubro, em formato híbrido, com programação presencial na Câmara Legislativa e apresentação de trabalhos acadêmicos no segundo dia

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal será palco, em 26 de outubro, da programação presencial do III Fórum Internacional Sábias Vivências: Longevidade, Direitos e Políticas Públicas. Promovido pela Rede Geronto, em parceria com o Conselho de Cultura da CLDF, o evento será realizado em 26 e 27 de outubro, em formato híbrido, reunindo pessoas idosas, parlamentares, gestores públicos, pesquisadores, docentes, estudantes, profissionais de diferentes áreas e representantes de organizações da sociedade civil e instituições de ensino.

A programação prevê debates sobre longevidade, direitos, cuidados, moradia, tecnologia e políticas públicas, com participação de pessoas idosas, pesquisadores, gestores, profissionais e organizações da sociedade civil.

O primeiro dia do Fórum será realizado presencialmente na Câmara Legislativa, na Sala das Comissões, das 8h30 às 18h, com programação dedicada aos temas longevidade, direitos, cuidado, moradia, tecnologias e territórios. A agenda inclui solenidade de abertura, mesas temáticas, manifestação das pessoas idosas, painel institucional, homenagens e encerramento.

Entre os assuntos a serem discutidos estão a Política Nacional de Cuidados, os direitos da pessoa idosa e a justiça intergeracional; cidades amigas da pessoa idosa; moradias acessíveis e modelos de habitação colaborativa; tecnologias, inovação e cuidado; além de cuidados paliativos, atenção integral e dignidade no envelhecimento.

Também está previsto o “Manifesto do Fórum Internacional Sábias Vivências III”, espaço destinado à manifestação das pessoas idosas sobre temas como cidade, moradia, cuidado, pertencimento, memória, participação social, direitos e inclusão digital.

Políticas públicas e inovação

A programação pretende aproximar o debate acadêmico e social da formulação de políticas públicas. No painel “Da escuta à ação”, serão apresentadas recomendações para políticas de longevidade, cuidado, moradia e tecnologia, com destaque para cidades amigas da pessoa idosa, Política Nacional de Cuidados, cuidados paliativos, moradias inclusivas, habitações colaborativas, inclusão digital, gerontotecnologias e inovação social.

O Fórum também prevê homenagens a pessoas idosas, lideranças comunitárias, pesquisadores, profissionais, cuidadores, instituições e projetos que contribuem para a garantia de direitos, o cuidado, a moradia digna, a inovação e a participação social.

Segundo dia será dedicado à produção científica

Em 27 de outubro, a programação será realizada de forma on-line, pela plataforma Google Meet, com o eixo “pesquisa, experiências e tecnologias sociais para a longevidade”. A agenda inclui conferência sobre pesquisa, inovação social e longevidade, apresentação da chamada científica e sessões de comunicação oral.

Serão apresentados trabalhos científicos, relatos de experiência, projetos de extensão, tecnologias sociais, estudos de caso e práticas intergeracionais. A programação prevê ainda uma mesa editorial sobre divulgação científica e uma sessão de boas práticas, com destaque para experiências de impacto social, inovação, intergeracionalidade, cuidado, moradia, cidades amigas da pessoa idosa e tecnologias.

Entre os eixos temáticos para submissão de trabalhos estão longevidade, direitos e políticas públicas; Política Nacional de Cuidados e redes de proteção; cidades amigas da pessoa idosa; moradias e cohousing sênior; cuidados paliativos; saúde e envelhecimento; educação ao longo da vida; intergeracionalidade; inclusão digital; tecnologias sociais; inovação, sustentabilidade e longevidade.

Os trabalhos aprovados serão publicados na Revista Diálogos em Gerontologia da Rede Geronto. Outras informações e inscrições pelo site https://doity.com.br/3-forum-internacional-sabias-vivencias.

Agência CLDF

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SRTV Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719
Edifício Centro Empresarial Brasília
Brasília/DF
rodrigogorgulho@hotmail.com
(61) 98442-1010