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Diga nao à mentira

Nas guerras e nas tragédias a primeira vítima é a verdade

 

Edison Bittencourt – Médico veterinário e ex-servidor do Ministério da Agricultura, Incra, Itaipu e Presidência da República. < vilasophia@gmail.com >

 

As enchentes castigam o povo do Rio Grande do Sul. Muitas mortes, milhares de pessoas desabrigadas, muita gente morando em seus carros, casas destruídas, falta de alimento, destruição da infraestrutura, doenças e, também, muita desinformação ou ‘fake-news’. A guerra das mentiras sobre a tragédia aumenta a tragédia. Pior: até dificulta as ajudas.

O jornal Zero Hora, em matéria da jornalista Rosana de Oliveira, aborda este tema que considero de alta relevância.

 

As entidades ligadas ao sistema de Justiça do RS, em uníssono, proclamam: “DIGA NÃO À MENTIRA.  O alerta é oportuno porque tem repercussões incontestáveis. Vivenciamos tempos em que tudo é politizado, tudo é polarizado, sem que se mensurem as graves consequências que possam ocorrer.

Dentro da politização doentia, um dos meios mais usados são as ‘fakes-news’, premonitórias da desgraça e até do lutuoso. São como os saques da bandidagem: terríveis e só dificultam as ajudas e aumentam as tragédias.

A desinformação ou a informação falsa são capazes de, maquiavelicamente, influenciar o já fragilizado mental das pessoas.

Meu âmago, castigado pelos 85 anos de vida, deixa de lado os criminosos autores das ‘fakes’ e se preocupa, justamente com as milhares de pessoas que acreditam, influenciam e divulgam, criando um mundo geográfico colossal. Providas de cursos superiores ou não, a maioria perdeu a capacidade da busca pela verdade, quando apenas ouve, vê e discute somente um lado da questão, renegando outras fontes de origens diferentes.

Essa rigidez inquebrantável de opinião, fragiliza a capacidade do escasso e já quase extinto discernimento. Confesso que na procura das causas e razões, não cheguei a conclusões sensatas, pois diante de tantos absurdos, pensei até em uma lavagem cerebral.

Joost Meerloo, um psiquiatra holandês, foi o autor dos primeiros ensaios sobre a teoria da lavagem cerebral, quando a pessoa perde a capacidade do pensamento reflexivo. Para Meerloo, os métodos dos governos autoritários, os cultos e as facções são usados para controlar e manipular as massas. Resumindo, é a perda da capacidade do discernimento. Será que Freud tinha razão, quando afirmou que “os processos psíquicos em sua imensa maioria são inconscientes”?

Recebo diariamente dezenas de ‘fakes’ e telefonemas, onde pessoas bem-informadas, melhor dizendo, desinformadas propositalmente ou não, usam discursos inflamatórios da desagregação. Entre tantos, a revolta contra os militares, por não estarem presentes na tragédia que assola a minha amada Província de São Pedro do Rio Grande do Sul.

Ora, a presença maciça das Forças Armadas é incontestável e insofismável. Se não bastassem a presença de 20 mil soldados, botes e caminhões, foram mais de 60 mil resgates de pessoas com a ajuda inestimável de outros órgãos e, principalmente, com a força dos voluntários. Isso, além do resgate de animais, do cansaço e das noites mal dormidas. Os abomináveis autores das ‘fakes’, usam tentativas perversas de jogarem todas essas ações humanitárias no lixo do esquecimento. Qual é a razão da desinformação? Felizmente “a mentira tem pernas curtas” e somos privilegiados por ainda termos ao nosso lado, pessoas e entidades preocupadas com o bem.

Temos um Brasil engajado para a benevolência de todas as questões humanitárias. Felizmente, o nosso Exército não é só de dois Generais e a Marinha de um Almirante. Somos uma Nação, um País de infinitas possibilidades, desde que a mentira seja subjugada.

O fomento das barbáries, gera a politicagem exacerbada, no único intuito de usarem covardemente as enchentes e as secas para o exotismo da autopromoção.

O importante é ter o retirante e o cavalo Caramelo. Sem eles, ou, com eles, deveria prevalecer a política como ciência, visando o bem da comunidade e não a promoção dos encantos pessoais.

Agradeço a todas as entidades pela iniciativa corajosa de gritar bem alto: DIGA NÃO À MENTIRA.

Viva! Ainda temos pessoas e entidades não subjugadas.

 

 

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UnB tem finalistas no Prêmio Jabuti Acadêmico 2026

Obras dos docentes Edileuza Penha, Gabriele Cornelli e Elimar Pinheiro concorrem nas áreas de Artes; Tradução; e Ciências Agrárias e Ciências Ambientais. Premiação ocorre em 11 de agosto, em São Paulo

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Eleições 2026: conheça as regras e faça do seu voto um instrumento de transformação

Entenda o calendário eleitoral, as principais normas do pleito e a importância de buscar informação de qualidade para exercer um voto consciente e fortalecer a democracia brasileira.

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Antes de escolher um candidato, o eleitor escolhe o futuro do país. Em 2026, milhões de brasileiros voltarão às urnas para eleger presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais ou distritais. Mais do que um direito, o voto é um dos principais instrumentos da democracia e uma oportunidade de influenciar os rumos do Brasil pelos próximos anos.

As eleições deste ano seguem regras definidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que buscam garantir transparência, igualdade entre os candidatos e segurança no processo de votação. O primeiro turno será realizado em 4 de outubro, enquanto o segundo turno, caso necessário para presidente e governadores, ocorrerá em 25 de outubro. A campanha eleitoral oficial começa em 16 de agosto, quando passam a ser permitidas as propagandas e os atos de campanha previstos na legislação.

Além do calendário, algumas normas ganharam destaque em 2026. O TSE atualizou regras relacionadas ao uso da inteligência artificial nas campanhas, reforçou medidas de combate à desinformação, aprimorou procedimentos de auditoria das urnas eletrônicas e promoveu ajustes na regulamentação do Fundo Eleitoral. O objetivo é aumentar a transparência, proteger a integridade do processo eleitoral e oferecer mais segurança aos eleitores.

Mas conhecer as regras é apenas parte da responsabilidade do eleitor. O voto consciente começa muito antes do dia da eleição. É importante pesquisar a trajetória dos candidatos, avaliar suas propostas, verificar seu histórico de atuação e confirmar se as informações compartilhadas nas redes sociais são verdadeiras. Em um cenário marcado pelo grande volume de conteúdos digitais, desconfiar de mensagens sem fonte confiável e consultar os canais oficiais da Justiça Eleitoral faz toda a diferença.

Também vale lembrar que votos brancos e nulos não são direcionados a nenhum candidato e não alteram o cálculo dos votos válidos utilizados para definir os eleitos. Por isso, participar de forma consciente significa escolher um candidato de acordo com suas convicções e acompanhar, depois da eleição, o trabalho dos representantes escolhidos.

A democracia não se fortalece apenas no dia da votação. Ela depende da participação permanente da sociedade, do respeito às instituições e do compromisso de cada cidadão com a informação de qualidade. Informar-se, comparar propostas e votar com responsabilidade são atitudes que ajudam a construir um país mais justo, transparente e representativo.

Para conferir o calendário completo, as regras atualizadas e outras informações oficiais sobre as Eleições 2026, consulte a página oficial das Eleições 2026 do TSE e o Calendário Eleitoral.

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BRASIL HELOU ou BRASÍLIA HELOU

Brasília está mais triste.

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Nos despedimos hoje de uma das mais importantes, carismáticas e realizadoras figura de Brasília: BRASIL HELOU.
Sua empresa construiu o Panteão e também a Igrejinha Ortodoxa do Lago Sul – projetos de Oscar Niemeyer.
Eu tinha um carinho especial por ele. Sempre proavitivo, tranquilo e levava na alma a força do Bemquerer.
Mais do que um pioneiro, Brasília perdeu um cidadão do bem e que, em vida, só fez o bem.
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