Artigos
PARQUE NACIONAL DA SERRA DO CIPÓ
Semana de Aniversário do Parque celebra os 40 anos de preservação. Evento conta com diversas atividades, como oficinas, palestras e caminhadas ecológicas
A região é linda: abriga uma variedade de formações rochosas, como calcários, quartzitos e granitos, além de diferentes tipos de solos. E muitas cachoeiras. O Parque Nacional da Serra do Cipó está comemorando 40 anos de história e, para celebrar essa data especial, o Instituto Chico Mendes preparou uma semana repleta de atividades. Localizada em Minas Gerais, a Serra do Cipó é conhecida por sua rica biodiversidade e geologia, que remonta a 1,7 bilhões de anos. Foi com o objetivo de preservar essa riqueza natural que, em setembro de 1984, o Parque Nacional da Serra do Cipó foi criado, ocupando uma área de 33.800 hectares. Desde então, sua missão tem sido proteger o ecossistema local e promover a visitação de maneira organizada e sustentável.

Cachoeira Grande no Parque Nacional da Serra do Cipó – foto Tom Alves
ANTES SERRA DA VACARIA.
HOJE SERRA DO CIPÓ
Tão grande quanto o município de Belo Horizonte, o Parque Nacional da Serra do Cipó tem 33.800 hectares e está a 100km da capital mineira. Localizado na Serra do Espinhaço, que nasce na região do Vale do Tripuí, em Ouro Preto, estendendo-se até o sertão da Bahia, onde se forma a Chapada Diamantina. De parque estadual, em 1975, foi transformado em parque nacional, em 1984.
O Espinhaço é o divisor de águas das bacias do São Francisco e dos rios Doce, Jequitinhonha e Mucuri. A Serra do Cipó, antes conhecida como Serra da Vacaria, era o caminho natural dos bandeirantes, em busca de ouro e pedras preciosas que, por essas trilhas, aportaram lá para as bandas do Arraial do Tejuco, hoje Diamantina.
SERRA DAS ÁGUAS
O rio Cipó e seus formadores, os ribeirões Mascate, Bocaina, do Peixe e da Bandeirinha, banham a região, juntamente com os inúmeros córregos que formam piscinas naturais, como a Lagoa Comprida, e várias cachoeiras.
As mais conhecidas pelos turistas são a Véu da Noiva, Farofa e Andorinhas, porém, uma das atrações de extraordinária beleza, talvez a mais suntuosa de toda a região, é a Ravina das Bandeirinhas, um vale profundo, formado por um canyon de paredões de rocha bruta, por onde corre o ribeirão da Bandeirinha.
A aventura não poderia faltar neste lugar, onde o papel de Indiana Jones pode ser facilmente interpretado, basta uma boa dose de audácia e coragem. O rol de emoções vai do simples passeio a cavalo, até o trekking, mountain bike aos mais radicais como o rappel e canyoning.

As águas e as sempre-vivas são as forças da natureza da Serra do Cipó e da Serra do Espinhaço. Foto: Felipe Ribeiro/Associação Montanhas do Espinhaço
APA MORRO DA PEDREIRA
Quando se vê no mapa que delineia o Parque Nacional da Serra do Cipó, as linhas que demarcam a área do Morro da Pedreira, ao seu redor, a impressão que se tem é que o Parque está envolvido por um grande abraço. como que bem guardado. As cidades do entorno, hoje, representam as grandes aliadas na luta pela preservação do parque, graças a uma nova filosofia de trabalho de conscientização das pessoas, que passaram a enxergar, nos parques, um importante instrumento para o desenvolvimento da região como um todo.
Criada em janeiro de 1990, através do Decreto Federal n0 98.891, a APA -Morro da Pedreira, surgiu da necessidade de garantir a proteção do Parque Nacional da Serra do Cipó – terceiro parque nacional a ser construído em Minas – e o complexo paisagístico de parte do maciço do Espinhaço.
A preservação do Morro da Pedreira, sítios arqueológicos, a cobertura vegetal, além da fauna silvestre e dos mananciais, fundamental ao ecossistema da região, também estão sob sua proteção.
A APA-Morro da Pedreira abrange áreas dos municípios de Santana do Riacho, Conceição do Mato Dentro, Itambé do Mato Dentro, Morro do Pilar, Jaboticatubas, Taquaruçu de Minas, Itabira e José de Melo, no Estado de Minas Gerais, e restringe a realização de atividades que venham causar alterações ambientais, como as atividades industriais potencialmente poluidoras, capazes de afetar mananciais de águas, ou as que podem provocar a erosão das terras ou assoreamento dos rios.
Uma das maiores finalidades da Área de Proteção, que possui, ao todo, 66.200 hectares, é fiscalizar a exploração de mármore nas encostas da serra que se erguem ao longo da cadeia do Espinhaço, além de atividades que possam ameaçar espécies raras de animais e vegetais, ou comprometer as condições ecológicas locais, principalmente na chamada Zona de Vida Silvestre, onde se concentra o conjunto de animais e vegetais da região, exigindo cuidados ainda mais rigorosos. Por isso, os turistas – sobretudo aqueles acidentais, que se cuidem!
PARCERIA E CONSCIÊNCIA COLETIVA
Para os ambientalistas, não adianta ter fiscalização, se não houver uma consciência por parte das pessoas. O objetivo é transformar pessoas da comunidade em guias turísticos, dando, a elas a oportunidade de explorar a própria potencialidade, o que as tornará capazes para prestar todas as informações possíveis ao turista, como a importância dos campos rupestres, alertando sobre as espécies endêmicas e detalhando aspectos da vida animal, dos acidentes geológicos, dos tipos e origens das rochas, enfim, ensinar a maneira como usufruir de um parque com consciência, aprendendo a lidar com a natureza.
Importante é o trabalho desenvolvido em parceria e as comunidades para a escolha das obras de reestruturação, com a abertura do turismo, devidamente controlado, e na medida em que os mesmos passam a ser melhor estruturados. Assim, vão surgindo mais pousadas e atrativos na região, o que acaba gerando investimentos, empregos, renda e aumentando a arrecadação do município.

Combate a incêndio florestal na APA Morro da Pedreira – Parque Nacional da Serra do Cipó, com as brigadas do ICMBio e Brigadas Voluntárias – Foto: PEDRO DAVID
DE HUGO WERNECK A BURLE MARX
A princípio, quando pesquisadores como Hugo Werneck, José Rabelo de Freitas e alguns outros levaram ao então IBDF a idéia da criação de um parque, as reações não foram das melhores, pois dizia-se que nada havia lá no alto, além de pedras e água.
O que poucos supunham, entretanto, é que o lugar guardava a riqueza e variedade das plantas dos campos rupestres, ou campos de altitude – tipo exclusivo de vegetação que floresce no alto de algumas montanhas brasileiras, em altitudes superiores a 900m.
Nos campos rupestres, ecossistemas onde os vegetais vivem em cima das pedras, ocorre a maior diversidade de espécies endêmicas, plantas restritas a uma única área, além de cerrados e matas de galeria, responsáveis, hoje, por uma das floras mais diversificadas do nosso Planeta, capaz de abrigar, em determinados campos de altitude, até mais de 100 espécies diferentes de plantas por metro quadrado.
“A variedade encontrada em um metro quadrado na Serra do Cipó, é maior do que em um quilômetro quadrado da Amazônia”, garantiu Burle Marx, ao explorar o local, na década de 70.
As flores da Serra do Cipó, principalmente as sempre-vivas, são artigos de exportação, com grande demanda nos mercados japonês, norte-americano e europeu. As matas de galeria guardam, também, espécies importantíssimas, como o pau-tombo, a copaíba, o limãozinho, as praíbas, as almecegueiras, os crótons e as samambaiaçus.
Em aproximadamente 150 quilômetros quadrados, concentram-se mais de 1.500 espécies de 106 famílias de angiospermas – ou seja, grupos de plantas floríferas superiores.

A BELEZA DO RIO CIPÓ
O Rio Cipó localizado no coração da Serra do Cipó é a certeza de beleza, passeios e esportes para turistas.

O Rio Cipó, localizado nos limites de Santana do Riacho e de Jaboticatubas, nasce dentro do Parque e se destaca por ser o único afluente localizado no Rio das Velhas que ainda não foi invadido por poluição. A sua formação é feita a partir do encontro do Rio Mascates com o Rio Bocaina ou Palmital. O Rio Cipó como um atrativo tem a sua caracterização marcada por cachoeiras e corredeiras o que é perfeito para a prática de ‘stand up padle’, canoagem ou passeios de caiaque.
JORGE HENRIQUE CARTAXO
Especial para o Correio
“O presidente JK que trouxe meu pai para construir esta cidade. Eu vim junto com meu pai. JK será eterno porque mudou a minha família, mudou o Brasil, e eu tenho que agradecer aqui ao meu amado presidente. Custe o que custar!”
O pequeno e emocionado discurso do policial militar que rompeu as mãos dadas — para acalentar suas palavras — com as mais de duas dezenas de companheiros que cercavam, em proteção, o túmulo ainda aberto de Juscelino Kubitschek no Campo da Esperança foi a última e inesperada saudação ao fundador de Brasília antes que o corpo do grande estadista fosse guardado e entregue ao silêncio eterno, no longínquo 23 de agosto de 1976. A noite escura abraçava o cemitério de Brasília apinhado de candangos que, numa algaravia comovente, entre a tristeza, a revolta e a saudade, pranteavam o último adeus a JK. Todos seguiam as luzes difusas das câmeras de TV que se dirigiam ao jazigo, em busca do último registro da lamentável e indesejada cena histórica.
O jornalista Silvestre Gorgulho, à época assessor do então ministro da Agricultura, Alysson Paolinelli, estava na Catedral de Brasília naquela tarde melancólica, quando o esquife com o corpo de JK deixou o nosso primeiro templo e seria acondicionado sobre um carro do Corpo de Bombeiros. Num átimo, os candangos em multidão — cerca de 300 mil — apoderaram-se do corpo de Juscelino e o levaram de mão em mão, de braço em braço, de ombro em ombro, até o cemitério. Nos longos oito quilômetros que separam a Catedral do Campo da Esperança, parte percorrida pela Esplanada e parte pela W3 Sul, os candangos cantaram Peixe Vivo — a música preferida de JK — e o Hino Nacional, clamaram por Juscelino, silenciaram em preces e espargiram lágrimas de saudades e dor.
“Não houve honras oficiais, nem salões ou palácios da cidade que ele fez construir. Apenas a casa de Deus, as ruas e as orações candangas”, lembra Silvestre Gorgulho, que acompanhou o cortejo da Catedral até o Campo da Esperança e presenciou toda a cerimônia. Essas cenas estão contadas, com vantagens, no livro De Casaca e Chuteiras — A Era dos Grandes Dribles na Política, Cultura e História / 1956 — 1977 / Brasília-JK-Pelé, um brinde de Gorgulho a Brasília.
Primeiro recado
No dia 17 de fevereiro de 1976, o jornalista Roberto Marinho, dono das Organizações Globo, fez uma visita ao ex-presidente Juscelino Kubitschek, no Rio de Janeiro. “Juscelino, trago um recado do Armando. Militares pretendem coisas dramáticas contra a sua vida”, teria dito Roberto Marinho a um apreensivo, mas sempre sereno JK. Armando Falcão, então ministro da Justiça do governo Geisel, havia sido também ministro da Justiça entre 1956 e a inauguração de Brasília, em 1960. Na foto clássica de JK com Jango e Israel Pinheiro entrando no Palácio do Planalto no final da tarde daquele histórico 21 de abril de 1960, igualmente de casaca, ao lado de Jango, estava lá ele, Armando Falcão.
No sábado, 7 de agosto daquele mesmo ano, uma “notícia” se espalharia pelo país: Juscelino teria morrido num acidente automobilístico na estrada Rio-São Paulo. A imprensa se mobilizou. Dona Sarah foi procurada no Rio. Recluso na sua Fazendinha, em Luziânia, Juscelino foi surpreendido pela visita de uma dezena de fotógrafos e jornalistas movidos pela pauta tenebrosa e, de certo modo, premonitória. Apreensiva, Vera Brant se deslocou de Brasília até Luziânia para conversar com JK. “Juscelino, acho que jogaram esse alarme falso para avaliar que tipo de emoção causaria no país a sua morte. Cuidado, que vão te matar”, vaticinou Vera ao abraçar o amigo ainda perplexo com o vasto ruído.
O desmentido viria na noite do dia seguinte, no programa Fantástico, da TV Globo. A vontade de tirar a vida de JK não era nova na ditadura militar. Em junho de 1968, um grande atentado foi abortado no país. O caso Para-Sar (tropa especial de elite da Aeronáutica especializada em busca, salvamento e operações especiais) foi um plano arquitetado pelo então brigadeiro João Paulo Burnier. As vítimas finais seriam os principais líderes civis do país perseguidos pelo golpe de 1964: Juscelino Kubitschek, Carlos Lacerda, Jânio Quadros, Dom Hélder Câmara e mais 40 militantes da oposição. Jango estava no exílio.
A primeira fase da operação terrorista consistia em realizar uma série de atentados a bomba tendo como alvo empresas norte-americanas, como o Citibank e a Sears, além da explosão de um gasômetro na Avenida Brasil, no Rio de Janeiro. Os crimes seriam atribuídos aos movimentos de esquerda. Estabelecido o caos, os líderes civis seriam sequestrados e mortos. O capitão Sérgio Miranda de Carvalho (um cavalheiro conhecido pela tropa como Sérgio Macaco), convocado para coordenar a operação terrorista, recusou-se a praticar os atos ilegais e denunciou o horror aos seus superiores. A violência pública proposta por Burnier mergulharia nos porões — tortura, sequestros e mortes — com o AI-5, em dezembro de 1968.
Em janeiro de 1971, o assassinato do ex-deputado federal Rubens Paiva no DOI-CODI do II Exército, em São Paulo, sinalizou a fase do terror da ditadura militar. Somente em 1974, com a vitória do MDB nas eleições gerais de novembro, os limites do autoritarismo assumiriam contornos mais visíveis. É bem verdade que, em agosto de 1974 — cinco meses após a sua posse como presidente da República, em março —, o general Ernesto Geisel, num encontro com os dirigentes da Arena — partido político que dava sustentação simbólica e congressual à ditadura —, anunciou a famosa proposta de distensão política, por ele chamada de “lenta, gradual e segura”.
Como a história republicana assinala, os quartéis nunca foram exatamente harmônicos, disciplinados, amigos das leis e da legitimidade. No dia 25 de outubro de 1975, o jornalista Vladimir Herzog foi torturado e morto nas dependências do II Exército de São Paulo, que abrigava o temido DOI-CODI. Herzog havia se apresentado voluntariamente ao general Eduardo D’Ávila Mello no dia 24 daquele mesmo outubro. Em janeiro de 1976, três meses após a morte de Vladimir Herzog, no mesmo II Exército, ainda sob o comando do general D’Ávila, seria morto o operário e sindicalista Manoel Fiel Filho.
Os dois assassinatos atingiram em cheio o governo militar e desafiaram frontalmente o presidente Geisel. O general D’Ávila foi demitido três dias após a morte de Fiel Filho. Na madrugada do dia 14 de abril de 1976, a famosa estilista Zuzu Angel foi esmagada, dentro do próprio carro, na saída do Túnel Dois Irmãos, em São Conrado, no Rio. Zuzu lutava desesperadamente pelo paradeiro de seu filho, Stuart Angel, preso, torturado e morto pela ditadura em 1971.
No dia 19 de agosto de 1976, uma bomba explodiu na sede da ABI e outro artefato foi desativado na sede da OAB, ambas no Rio. Ainda em 1976, JK seria morto no dia 22 de agosto; o ex-presidente João Goulart morreria em dezembro, também num rastro de suspeitas de atentado. Em maio de 1977 seria a vez de Carlos Lacerda, também em um cenário igualmente suspeito. No dia 12 de outubro de 1977, o presidente Geisel demitiu o então ministro do Exército, general Silvio Frota, um inimigo militante da abertura política e candidato, já em campanha, à sucessão de Geisel. Tornava-se pública a grave crise militar que abalava a ditadura, além da expressiva derrota nas eleições de 1974.
A partir daí, o terror se acentuaria. Dois atentados marcaram a época e se espalham pelo mundo. Em 27 de agosto de 1980, uma carta-bomba explodiu nas mãos da secretária da presidência da OAB, Lyda Monteiro, no Rio, ceifando-lhe a vida. Na noite do dia 30 de abril de 1981, no estacionamento do Centro de Convenções Riocentro, uma bomba explodiu no colo do sargento do Exército Guilherme do Rosário, matando-o, e deixou gravemente ferido o então capitão do Exército Wilson Dias Machado. Naquela noite, Chico Buarque, Gal Costa, Clara Nunes, Gonzaguinha, Elba Ramalho, Alceu Valença, Beth Carvalho, Moraes Moreira e João Bosco estavam se apresentando para 20 mil pessoas que lotavam o Riocentro. Um “acidente de trabalho” impediu que a tragédia se consumasse. Entre 1978 e 1983, de acordo com relatórios oficiais, a extrema-direita praticou mais de 187 ataques terroristas. Os alvos mais evidentes eram as redações de jornais, as bancas de revistas que vendiam publicações da oposição e as instituições — OAB, ABI… — que se mobilizavam pela redemocratização do país.
Retomando a cena política
Na manhã do dia 20 de agosto de 1976, uma sexta-feira, o ex-presidente Juscelino Kubitschek embarcou num avião da Vasp em Brasília com destino a São Paulo. Estavam no aeroporto e no mesmo voo o então senador José Sarney e sua esposa Marly, o ex-senador Franco Montoro e o ex-deputado federal Ulysses Guimarães. O mau tempo em Congonhas obrigou o desvio da aeronave para Viracopos, em Campinas. Durante toda a viagem, Ulysses, Montoro e JK conversaram sobre a conjuntura política do país, que se redesenhava velozmente depois da vitória do MDB nas eleições de 1974. “Hoje está cada vez mais clara a necessidade de normalização da ordem pública. Isso é um desejo de todo o povo brasileiro, à exceção de uns poucos radicais de direita e de esquerda”, disse JK a Ulysses Guimarães em um certo momento daquele último encontro.
Os atentados a bomba que haviam ocorrido na véspera também foram objeto da conversa entre eles. “Tenho sentido uma inquietação crescente nos meios econômicos e bancários com os quais tenho conversado nos últimos tempos”, revelou ainda JK aos dois notáveis interlocutores. O voo inicia o seu procedimento de pouso em Viracopos, naquele final de uma manhã diluviana em São Paulo. Apesar dos temas delicados do diálogo com Ulysses e Montoro, JK não escondia o seu contentamento com a recente retomada da cena pública. No aeroporto havia dado autógrafos. Na decolagem em Brasília, tão logo o avião alcançou a estabilidade dos 10 mil pés, a voz do comandante Sérgio informou: “Tenho o prazer de anunciar que está a bordo o ex-presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira”. Os passageiros entoaram aplausos, sinalizando empatia e acolhimento.
Jornalista, mestre em história pela Universidade Paris-Sorbonne.
Legenda da foto: “Mais de 300 mil pessoas foram dar o último adeus a JK em agosto de 1976.”

-
Reportagens4 meses agoConheça os indicados para o STF desde a Constituição
-
Artigos4 meses agoBRASÍLIA NA ROTA 66
-
Reportagens3 meses agoFeicotur 2026 movimenta Sobradinho com negócios, cultura, gastronomia e entretenimento
-
Artigos4 meses agoTORRE DIGITAL DE BRASILIA
-
Reportagens2 meses agoCandangão Junino 2026 chega a Santa Maria nesta sexta-feira (26)
-
Artigos2 meses agoARNE SUCKSDORFF
-
Reportagens4 meses agoRádio Nacional terá programação especial em homenagem ao Dia das Mães
-
Reportagens4 meses agoHospital de Santa Maria celebra 18 anos com homenagem a profissionais reconhecidos pela população