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CNU 2: saiba quais são os órgãos federais participantes da nova edição

Edital com 3.352 vagas será publicado em julho

 

Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil

 

As 3.352 novas vagas da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) estão distribuídas em 35 órgãos federais.

As entidades da administração pública federal não são as mesmas participantes da primeira edição do certame, em 2024, conforme anunciado pela ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, no fim de abril. O edital está previsto para ser publicado em julho e terá oportunidades para os níveis superior e intermediário.

As vagas por órgãos, definidas pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), estão distribuídas da seguinte forma:

1.       Escola Nacional de Administração Pública (Enap):

·         técnico em assuntos educacionais: 21 vagas de nível superior;

2.       Fundação Biblioteca Nacional (FBN):

·         analista de administração II: 3 vagas de nível superior;

·         técnico em documentação I: 11 vagas de nível superior;

3.       Fundação Cultural Palmares (FCP):

·         pesquisador: 10 vagas de nível superior;

4.       Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj):

·         pesquisador: 20 vagas de nível superior;

5.       Fundação Nacional das Artes (Funarte):

·         administração e planejamento: 13 vagas de nível superior;

·         técnico em assuntos educacionais: 15 vagas de nível superior;

6.       Instituto Brasileiro de Museus (Ibram):

·         analista I: 13 vagas de nível superior;

·         técnico III: 15 vagas de nível superior;

7.       Ministério da Fazenda:

·         arquiteto: 2 vagas de nível superior;

·         contador: 25 vagas de nível superior;

·         engenheiro: 3 vagas de nível superior;

8.       Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional:

·         engenheiro: 10 vagas de nível superior;

9.       Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos:

·         analista técnico-administrativo: mil vagas de nível superior;

·         assistente social: 80 vagas de nível superior;

·         médico: 80 vagas de nível superior;

·         psicólogo: 12 vagas de nível superior;

·         analista técnico de desenvolvimento socioeconômico: 250 vagas de nível superior;

·         analista técnico de defesa e justiça: 250 vagas de nível superior;

10.   Instituto Nacional de Câncer (Inca) do Ministério da Saúde:

·         pesquisador (adjunto I): 4 vagas de nível superior;

·         pesquisador (assistente de pesquisa I): 2 vagas de nível superior;

·         técnico I: 54 vagas de nível médio;

·         analista em ciência e tecnologia (júnior): 24 vagas de nível superior;

11.   Instituto Nacional de Cardiologia (INC) do Ministério da Saúde:

·         biólogo: 1 vaga de nível superior;

·         enfermeiro: 17 vagas de nível superior;

·         farmacêutico: 2 vagas de nível superior;

·         farmacêutico bioquímico: 2 vagas de nível superior;

·         fisioterapeuta: 7 vagas de nível superior;

·         fonoaudiólogo: 2 vagas de nível superior;

·         médico: 14 vagas de nível superior;

·         nutricionista: 2 vagas de nível superior;

·         técnico de enfermagem: 19 vagas de nível médio;

·         técnico em radiologia: 4 vagas de nível médio;

·         terapeuta ocupacional: 4 vagas de nível superior;

·         contador: 1 vaga de nível superior;

12.   Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO) do Ministério da Saúde:

·         assistente social: 1 vaga de nível superior;

·         biólogo: 2 vagas de nível superior;

·         enfermeiro: 5 vagas de nível superior;

·         fisioterapeuta: 22 vagas de nível superior;

·         fonoaudiólogo: 2 vagas de nível superior;

·         médico: 24 vagas de nível superior;

·         psicólogo: 2 vagas de nível superior;

·         técnico de enfermagem: 28 vagas de nível médio;

·         técnico em radiologia: 5 vagas de nível médio;

·         terapeuta ocupacional: 2 vagas de nível superior;

·         contador: 1 vaga de nível superior;

13.   Instituto Evandro Chagas (IEC) do Ministério da Saúde:

·         analista de gestão em pesquisa e investigação biomédica: 17 vagas de nível superior;

·         tecnologista em pesquisa e investigação biomédica: 1 vaga de nível superior;

·         pesquisador em saúde pública: 10 vagas de nível superior;

·         técnico em pesquisa e investigação biomédica: 10 vagas de nível médio;

14.   Centro Nacional de Primatas (CENP) do Ministério da Saúde:

·         analista de gestão em pesquisa e investigação biomédica: 6 vagas de nível superior;

·         tecnologista em pesquisa e investigação biomédica: 1 vaga de nível superior;

·         pesquisador em saúde pública: 3 vagas de nível superior;

·         técnico em pesquisa e investigação biomédica: 18 vagas de nível médio;

15.   Agência Nacional do Cinema (Ancine):

·         especialista em regulação da atividade cinematográfica e audiovisual: 10 vagas de nível superior;

·         técnico em regulação da atividade cinematográfica e audiovisual: 10 vagas de nível médio;

16.   Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP):

·         especialista em geologia e geofísica do petróleo e gás natural: 15 vagas de nível superior;

·         especialista em regulação de petróleo e derivados, álcool combustível e gás natural: 35 vagas de nível superior;

·         técnico em regulação de petróleo e derivados, álcool combustível e gás natural: 16 vagas de nível médio;

17.    Agência Nacional de Aviação Civil (Anac):

·         técnico em regulação de aviação civil: 70 vagas de nível médio;

18.   Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel):

·         técnico em regulação de serviços públicos de telecomunicações: 50 vagas de nível médio;

19.   Agência Nacional de Mineração:

·         técnico em atividades de mineração: 80 vagas de nível médio;

20.   Agência Nacional de Saúde Suplementar:

·         técnico em regulação de saúde suplementar: 20 vagas de nível médio;

21.   Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq):

·         técnico em regulação de serviços de transportes aquaviários: 30 vagas de nível médio;

22.   Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT):

·         técnico em regulação de serviços de transportes terrestres: 50 vagas de nível médio;

23.   Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa):

·         técnico em regulação e vigilância sanitária: 14 vagas de nível médio;

24.   Imprensa Nacional:

·         engenheiro: 4 vagas de nível superior;

·         técnico em comunicação social: 10 vagas de nível superior;

25.   Ministério das Cidades:

·         arquiteto: 3 vagas de nível superior;

·         contador: 2 vagas de nível superior;

·         engenheiro: 10 vagas de nível superior;

26.   Comando da Aeronáutica:

·         Pesquisador: 35 vagas de nível superior;

·         Tecnologista: 50 vagas de nível superior;

·         Contador: 5 vagas de nível superior;

27.   Comando do Exército Brasileiro:

·         analista de tecnologia militar: 1 vaga de nível superior;

·         engenheiro de tecnologia militar: 5 vagas de nível superior;

·         assistente social: 5 vagas de nível superior;

·         enfermeiro: 30 vagas de nível superior;

·         médico: 10 vagas de nível superior;

·         nutricionista: 5 vagas de nível superior;

·         psicólogo: 5 vagas de nível superior;

·         pesquisador: 20 vagas de nível superior;

·         tecnologista: 50 vagas de nível superior;

28.   Comando da Marinha do Brasil:

·         enfermeiro: 5 vagas de nível superior;

·         médico: 65 vagas de nível superior;

·         técnico em comunicação social: 5 vagas de nível superior;

·         analista de tecnologia militar: 2 vagas de nível superior;

·         engenheiro de tecnologia militar: 20 vagas de nível superior;

·         pesquisador: 10 vagas de nível superior;

·         tecnologista: 33 vagas de nível superior;

29.   Hospital das Forças Armadas:

·         especialista em atividades hospitalares: 50 vagas de nível superior;

·         médico: 50 vagas de nível superior;

·         técnico em atividades médico-hospitalares: 30 vagas de nível médio;

30.   Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar:

·         contador: 4 vagas de nível superior;

·         engenheiro agrônomo: 60 vagas de nível superior;

31.   Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan):

·         analista I: 33 vagas de nível superior;

·         técnico I: 27 vagas de nível superior;

32.   Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA):

·         arquiteto: 1 vaga de nível superior;

·         contador: 1 vaga de nível superior;

·         engenheiro: 30 vagas de nível superior;

·         estatístico: 1 vaga de nível superior;

33.   Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro):

·         analista em ciência e tecnologia: 15 vagas de nível superior;

·         pesquisador: 10 vagas de nível superior;

·         tecnologista: 40 vagas de nível superior;

34.   Ministério do Turismo:

·         arquiteto: 1 vaga de nível superior;

·         engenheiro: 2 vagas de nível superior;

·         estatístico: 3 vagas de nível superior;

·         contador: 2 vagas de nível superior;

35.   Instituto Nacional de Tecnologia da Informação:

·         pesquisador: 5 vagas de nível superior;

·         tecnologista: 27 vagas de nível superior;

·         analista em ciência e tecnologia: 18 vagas de nível superior;

Diversidade regional

A maior parte das vagas do CPNU 2 é para órgãos federais com sede em Brasília. Porém, o Ministério da Gestão destaca a diversidade regional das vagas. Do total das 3.352 novas vagas anunciadas, haverá oportunidades específicas para órgãos federais localizados em outros estados:

·         315 vagas estão previstas para o Rio de Janeiro (Into, INC, Inca e Biblioteca Nacional, entre outros órgãos);

·         65 vagas são para a Fundacentro, em São Paulo;

·         66 vagas no Pará (Instituto Evandro Chagas/MS e Centro Nacional de Primatas/MS); e

·         20 vagas em Pernambuco para a Fundação Joaquim Nabuco/MEC.

A diversidade regional também voltará a ser observada na aplicação das provas. Mais uma vez, os candidatos do processo seletivo poderão fazer as provas em 228 municípios de todos os 26 estados mais o Distrito Federal.

Carreiras transversais

O Ministério da Gestão destaca que ofertará no segundo concurso unificado 1.676 vagas de carreiras transversais, distribuídas entre os cargos de analista técnico-administrativo, assistente social, médico, psicólogo, analista técnico de desenvolvimento socioeconômico e analista técnico de defesa e justiça.

Em fevereiro,a ministra Esther Dweck já havia anunciado criação dessas duas novas carreiras transversais no certame de 2025: analista técnico de justiça e defesa e analista técnico de desenvolvimento socioeconômico.

O objetivo é modernizar o serviço público federal em um sistema de carreiras com maior flexibilidade e capacidade de adaptação dentro da administração pública.

Alerta sobre golpes

As inscrições para o chamado Enem dos Concursos não estão abertas, o que deve ocorrer somente em julho deste ano. O Ministério da Gestão esclarece que, neste momento, não faz nenhuma cobrança de taxas de inscrição ou de outra espécie para esse concurso.

Quando o edital da seleção for publicado do Diário Oficial da União e, na sequência, as inscrições forem abertas, o MGI fará a comunicação pelos canais oficiais da pasta. São eles: o site https://www.gov.br/gestao/pt-br e as redes sociais do MG.

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Conheça os filmes do Distrito Federal que disputarão o 28º Troféu Câmara Legislativa

Este ano, 15 produções concorrem a R$ 298 mil em prêmios. Os títulos serão exibidos, de 14 a 18 de setembro, durante o 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

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Foto: Montagem realizada com fotos de divulgação

Longas selecionados foram Amadeo e o Hipotético Mundo Novo; Mapas; Onde Moram os Irmãos; e Nem Todos Sabem

A 28ª edição do Troféu Câmara Legislativa terá quatro filmes de longa-metragem e 11 de curta-metragem (veja abaixo) na disputa por um total de R$ 298 mil em prêmios. Destinada a produções do Distrito Federal, a premiação foi criada há três décadas, pela CLDF, com o objetivo de reconhecer e incentivar os realizadores brasilienses. Este ano, a exibição ocorrerá de 14 a 18 de setembro, durante a Mostra Brasília, que integra a programação oficial do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Os filmes que concorrem ao 28º Troféu Câmara Legislativa foram anunciados na manhã desta terça-feira (18), durante coletiva de imprensa de lançamento do festival. Os títulos de linguagens diversas — ficção, documentário, animação e híbridos — foram selecionados por um grupo de especialistas composto por Ana Arruda, Bethania Maia, Daniela Diniz, Marcelo Barbosa e Paulo Duro Moraes, que examinou 132 títulos, sendo 23 longas e 109 curtas-metragens, habilitados entre os inscritos.

Para a Comissão de Seleção, a programação, que será mostrada no Cine Brasília, “reúne filmes marcados pela invenção, risco, incômodo, observação atenta e, sobretudo, pela autenticidade”. Eles observam que são “obras que partem de memórias, afetos e estranhamentos para ampliar nossa percepção sobre o Distrito Federal e aqueles que o habitam”. Os integrantes também ressaltam que, “ao reconhecer talentos locais”, o conjunto “reafirma o cinema como linguagem artística, espaço político e ponto de encontro entre realidades que divergem, mas que coexistem no mesmo território”.

Por fim, apontam que, “em uma época marcada pela imprevisibilidade”, os 15 títulos que disputam o 28º Troféu Câmara Legislativa “plasmam, com coragem e inquietude, a potência de materializar e compartilhar histórias. Um gesto de persistência que merece ser valorizado, pois reafirma o cinema como uma forma de compreender, questionar e imaginar o tempo em que vivemos”.

28º Troféu Câmara Legislativa
Filmes selecionados

Longas-Metragens
Amadeo e o Hipotético Mundo Novo (animação), de Brenda Lígia e Edu Felistoque
Mapas (ficção), de Rafael Lobo
Nem Todos Sabem (documentário), de Edileuza Penha de Souza
Onde Moram os Irmãos (ficção), de Marisa Mendonça

Curtas-Metragens
A Arte Perdida da Lombada (ficção), de Helena Sarmento e Gabriel Brito
Ar-Dor (ficção), de Mike Peixoto
Dora (ficção), de Murilo Abreu
Hacker Leonília (animação), de Gustavo Fontele Dourado
Impostor (ficção), de Rafael Ribeiro Gontijo
Isso Aqui é Várzea! (documentário), de Flávio Costa
Madre (documentário), de Talita Carvalho e Carol Matias
Não Há Crime no Plano Piloto (ficção), de Gabriel Machado
O Jardim Mágico (animação), de Naira Caneiro e Carlon Hardt
Rima (híbrido), de Josianne Diniz
Vinte Vinte Quatro (híbrido), de Davi Pieri

Marco Túlio Alencar – Agência CLDF

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Salário de até R$ 3,4 mil e 1.887 vagas, nesta quarta-feira (19), nas agências do trabalhador

Interessados podem cadastrar o currículo pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital ou presencialmente

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Geovanna Gravia, da Agência Brasília | Edição: Plácido Fernandes

As unidades da agência do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta quarta-feira (19), 1.887 vagas de emprego em diversas regiões. O maior salário é de R$ 3.447, para a função de calceteiro, com dez vagas disponíveis na Asa Sul. Para concorrer, é preciso ter experiência comprovada, e não há exigência de escolaridade.

Entre as funções com maior número de vagas estão estoquista, com 202 oportunidades; ajudante de carga e descarga de mercadorias, com 200; e operador de empilhadeira, com 180.

Há também oportunidades exclusivas para pessoas com deficiência. Entre elas, estão duas vagas para operador de caixa, em Ceilândia Norte, com salário de R$ 1,7 mil; 25 chances para auxiliar administrativo, em Taguatinga Norte, com remuneração de R$ 1.621; e cinco para atendente de farmácia, na Asa Sul, com salário de R$ 1.750. Todas exigem ensino médio completo.

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores e empreendedores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador.

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MEC lança diretrizes para ensino de arte na educação básica

Áreas abrangem artes visuais, dança, música e teatro

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Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil

A rede escolar de educação básica tem agora diretrizes para ensino de arte na educação básica brasileira. Nesta terça-feira (18), foi publicada no Diário Oficial da União a norma que trata a arte como campo de conhecimento.

O material foi produzido e aprovado, em março de 2026, pela Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE) e complementa a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

O documento destaca que o ensino e aprendizado das áreas artísticas devem ser organizados em quatro componentes curriculares, desde a educação infantil até o ensino médio. São eles: artes visuais, dança, música e teatro.

De acordo com Parecer CNE/CEB nº 2, a arte é um campo essencial à formação humana, capaz de promover a criatividade, o pensamento crítico e o diálogo com outras áreas.

O presidente do CNE, César Callegari, explica o que muda na educação brasileira.

“Não podemos mais falar de arte com improviso ou apenas para ilustrar festas e comemorações. A arte é fundamental para tudo, para o ensino da língua portuguesa, para física, para matemática. Essa articulação é que dá sentido maior àquilo que nós chamamos a formação integral do indivíduo”, pontuou.

A nova norma

As escolas devem ensinar sobre conteúdos, métodos, processos de criação, referências culturais e formas próprias de produzir conhecimento.

  • arte como prática integradora – deve ser vista como prática educativa com potencial para integrar experiências dentro e fora do ambiente escolar;
  • processos criativos e reflexivos – o ensino envolve criação, experimentação, apreciação e reflexão crítica, além da técnica e da reprodução;
  • contextualização e análise crítica – analisar obras em seus contextos históricos, sociais e culturais amplia o repertório cultural dos estudantes;
  • desenvolvimento integral do estudante – o ensino de arte favorece o desenvolvimento cognitivo, afetivo, social, cultural e estético dos estudantes.

As redes de educação devem definir uma carga horária equilibrada e coerente para cada componente curricular de arte, com a implementação de dois por ano, evitando sobreposições e garantindo a continuidade da aprendizagem.

Além disso, as escolas também deverão avaliar as condições físicas e pedagógicas para ofertar os componentes; elaborar planos com metas progressivas para melhorar espaços, materiais e recursos; integrar o espaço escolar com equipamentos culturais e artísticos locais; e fomentar parcerias com a comunidade para enriquecer a educação.

O texto destaca que, na educação básica, cada criança, jovem ou adulto aprende de um jeito único e essa singularidade deve ser respeitada.

Deveres das redes de ensino

Os sistemas de ensino estaduais, do Distrito Federal e municipais, em regime de colaboração com a União, devem assegurar a completa implementação desta resolução até o fim do prazo de vigência do Plano Nacional de Educação (PNE 2026-2036).

O PNE estabelece as diretrizes, metas e estratégias para a política educacional brasileira na próxima década.

O objetivo é reforçar a importância da arte na formação integral dos estudantes brasileiros.

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