Cinema Inflável estreia no DF com sessões gratuitas em Ceilândia
Projeto segue na cidade até domingo, com bate-papo e exibições de filmes; outras seis regiões também serão atendidas, como a Vila Telebrasília, que terá atrações nos dias 14 e 18 deste mês
Catarina Loiola, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto
Era fim de tarde em Ceilândia quando as cadeiras começaram a ser ocupadas, o cheiro de pipoca tomou conta do ar e os olhos se voltaram para uma tela gigante. A estreia do Cinema Inflável no Distrito Federal ocorreu na última quarta-feira (7), na QNN 27, Lote A, Área Especial, ao lado da Paróquia Santíssima Trindade – Capela de Todos os Santos. O projeto segue na cidade até domingo (11), com atividades a partir das 17h30.
A programação do primeiro dia exibiu o longa Pantera Negra, que emocionou o público, além do curta-metragem Cine Lara. Para os próximos dias, estão previstos os filmes Saneamento Básico, o Filme; Nosso Sonho;Milton Bituca Nascimento e Viva, a Vida É Uma Festa. Também haverá atividades paralelas, como rodas de bate-papo e saraus, na Casa Akotirene, no Cio das Artes e no Jovem de Expressão.
Segundo o diretor-geral do Cinema Inflável, Renato Byington, estão em cartaz obras para todos os públicos. “Procuramos tanto blockbusters de grande sucesso – como Pantera Negra, que abre a programação -, quanto filmes nacionais recentes, como o documentário sobre o Milton Nascimento, o Bituca”, exemplificou. “É um filme lindo que é para ser visto por todo mundo, estão todos convidados. E cabe bastante gente, podem vir, que é de graça e vale a pena”.
O evento é promovido com apoio institucional do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Governo (Segov). A pasta selecionou as localidades com base na facilidade do acesso da população e com a meta de atingir o maior número de pessoas possível. Cada sessão tem capacidade para até 800 pessoas.
“Um projeto muito inovador dentro do Distrito Federal, o Cinema Inflável vai rodar sete cidades, dando à comunidade a oportunidade de assistir aos filmes ao ar livre”, reforçou o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo. “Escolhemos Ceilândia inicialmente por ser a cidade mais populosa e que, neste momento, não tem uma sala de cinema. Estamos levando entretenimento para as comunidades de Ceilândia, Vila Telebrasília, Recanto das Emas, Estrutural, Planaltina, Santa Maria e Paranoá.”
Diversão
Ícaro Felipe da Silva (à direita) foi com a família e assistiu a Pantera Negra pela segunda vez: “É um filme sobre racismo e tal, porque o próprio Pantera Negra é negro e luta para combater o mal”
Com os olhares atentos, dezenas de crianças e adolescentes assistiram à estreia em uma tela de 10 m x 6 m. “Eu cheguei animado, peguei a pipoca e já fui sentar”, conta o estudante Ícaro Felipe da Silva, 12, que ficou impressionado com a estrutura. Ele viu a produção de heróis pela segunda vez. “É um filme sobre racismo e tal, porque o próprio Pantera Negra é negro e luta para combater o mal”, avaliou.
O momento de lazer ficará na memória dos cerca de 30 alunos da escolinha de futebol do professor Antônio Cássio Araújo, 29. “Muitas pessoas vão simplesmente assistir a um filme, mas para eles é novidade”, pontuou. “Estavam até me perguntando com que roupa deveriam vir, de tão empolgados”, disse.
A estudante Ellen Cristina Pereira elogiou a iniciativa: “Muitas crianças nunca foram ao cinema nem nada do tipo, então estão mais felizes do que tudo”
Integrante de outro projeto social, a estudante Ellen Cristina Pereira, 19, participou da estreia e pretende voltar nos outros dias. “Muitas crianças nunca foram ao cinema nem nada do tipo, então estão mais felizes do que tudo”, lembrou. “Nos próximos dias vou estar aqui também, com certeza. Vou comentar com as minhas amigas, porque acho que seria muito bom, não é pago, então vamos aproveitar a oportunidade que a gente tem”.
O administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, ressaltou que a localização permite também a presença de moradores do Sol Nascente: “É uma região bem central, e é um momento de muita alegria para as pessoas que não têm acesso ao cinema. Tivemos uma experiência semelhante na praça ao lado da administração, e certamente teremos isso aqui também”.
Acesso à sétima arte
A exibição gratuita de filmes a céu aberto em espaços públicos ocorrerá em sete regiões administrativas do DF e cinco cidades de Goiás. Entre os dias 14 e 18 deste mês, a iniciativa segue para a Vila Telebrasília. Em julho, contemplará Recanto das Emas (4 a 6), Estrutural (11 a 13), Planaltina (18 a 20) e Santa Maria (25 a 27). Durante agosto, o cinema vai para as cidades de Goiás: Águas Lindas (1º a 3), Cidade Ocidental (8 a 10), Formosa (15 a 17), Luziânia (29 e 31) e Planaltina (29 a 31). O encerramento será entre 5 a 7 de setembro no Paranoá.
O Cinema Inflável foi criado em 2013 e já esteve em diversas regiões do país, ao longo de 14 edições. Apresentado pelo Nubank e pelo Ministério da Cultura, o projeto é uma contrapartida do Open Air Brasil, que estará no DF entre 3 e 15 de junho, no Pontão do Lago Sul.
Confira abaixo a programação do Cinema Inflável.
Ceilândia
Quinta-feira (8)
17h30 – Abertura
17h45 – Casa Akotirene: Bate-papo “Olhar: Quando a Quebrada é Protagonista”, com Joice Marques
18h30 – Exibição de curta ou clipe de produtor local
19h05 – Saneamento Básico, o Filme
Sexta-feira (9)
17h30 – Abertura
17h45 – Cio das Artes: Sarau de Quarta, com Bruna Paz, Luiza Mil Fitas, Lucas Denaro, Dora Revolusie, Cristyle Cei e Benedita Poesia
18h30 – Exibição de curta ou clipe de produtor local
19h05 – Nosso Sonho
Sábado (10)
17h30 – Abertura
17h45 – Cio das Artes: Sarau de Quarta, com Bruna Paz, Luiza Mil Fitas, Lucas Denaro, Dora Revolusie, Cristyle Cei e Benedita Poesia
18h30 – Exibição de curta ou clipe de produtor local
19h05 – Viva, a Vida é Uma Festa
Domingo (11)
17h30 – Abertura
17h45 – Jovem de Expressão: DJ J4K3
18h30 – Exibição de curta ou clipe de produtor local
19h05 – Milton Bituca Nascimento
Vila Telebrasília
Dia 14
17h30 – Abertura
18h30 – Exibição de curta ou clipe de produtor local
19h05 – Milton Bituca Nascimento
Dia 15
17h30 – Abertura
17h45 – Bate-papo/recreação
18h30 – Exibição de curta ou clipe de produtor local
19h05 – Kasa Branca
Dia 16
17h30 – Abertura
17h45 – Romulo Santos
18h30 – Exibição de curta ou clipe de produtor local
19h05 – Barbie
Dia 17
17h30 – Abertura
17h45 – Formigueiro de Angola
18h30 – Exibição de curta ou clipe de produtor local
19h05 – Moana 2
Dia 18
17h30 – Abertura
18h30 – Exibição de curta ou clipe de produtor local
19h05 – Estrelas Além do Tempo.
O debate público sobre os rumos do Brasil tem sido esvaziado por um modelo eleitoral distorcido, marcado pela ausência de propostas estruturais. É o que aponta a presidenta da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Samira de Castro. Em entrevista à Agência Brasil, ela argumenta que os problemas reais do país estão deixando de ser discutidos devido a dois principais fatores: a busca da grande mídia por audiência instantânea – e, na maioria dos casos, momentânea – e a adesão das candidaturas a uma lógica de marketing superficial.
“Sofremos um processo violento de ‘tiktokização’ da campanha eleitoral. Tudo se resume à dancinha”, declarou Samira.
Ela acrescenta que, em tempos de atenção pulverizada e consumo superficial de notícias, poucos candidatos parecem dispostos a debater a sério os reais problemas do Brasil. Samira também destaca qual é o papel do jornalismo nas grandes crises, como a que enfrenta o Supremo Tribunal Federal (STF) e a importância de ir além nessa pauta. Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista exclusiva.
Agência Brasil: A atual crise político-institucional, que envolve denúncias relacionadas ao caso Master, afeta o debate eleitoral?
Samira de Castro: Sim. Ela já extrapolou o Poder Judiciário – envolvendo outras organizações, como a Polícia Federal – e está dominando o debate. O pior é que, a meu ver, ela continuará dominando o noticiário.
Agência Brasil: Com a aproximação do primeiro turno [em 4 de outubro], você acha que a imprensa e a opinião pública vão encontrar uma forma mais equilibrada para seguir acompanhando e noticiando o caso e, ao mesmo tempo, estimular os candidatos a detalharem suas propostas e os demais problemas brasileiros?
Samira de Castro: Sendo muito sincera, acho que não. Há um outro aspecto nisso tudo que preocupa a mim e à Fenaj, que é a questão do jornalismo declaratório, da superficialidade com que este e outros escândalos são tratados.
Agência Brasil: De que maneira isso atrapalha o debate eleitoral e, no limite, impacta o curso normal das eleições?
Samira de Castro: Primeiramente, o debate eleitoral fica prejudicado porque, no primeiro plano, as atenções se voltam todas para a crise institucional – que neste caso é [afeita ao] Poder Judiciário. Com isso, as pautas comuns dos períodos eleitorais, ou seja, a discussão das propostas dos candidatos, das demandas da sociedade civil e das pautas nacionais, ficam em segundo plano.
Ainda que um ou outro veículo entreviste os candidatos ou tenha feito séries sobre os problemas reais do Brasil, isto fica em segundo plano diante do cenário de crise. Em parte, isso ocorre também por uma lógica própria da comunicação, que é a busca pela audiência, cuja atenção é mobilizada. O resultado é que a população não debate com profundidade os programas de governo e as candidaturas, nem em nível nacional nem estadual. O que, em última instância, prejudica a sociedade civil organizada, cujas proposições não são contempladas.
Agência Brasil: Diante da gravidade da crise, isso poderia ser diferente? Como equacionar a necessária cobertura dos fatos e, ao mesmo tempo, garantir espaço para o debate dos problemas estruturais do país?
Samira de Castro: Acho que a mídia precisa insistir na segunda agenda. É importante cobrir a crise do Poder Judiciário. Inclusive porque rende muita audiência – o que também é necessário. Mas a agenda própria aos debates políticos precisa de uma certa insistência; de uma visão de longo prazo que não se esgota apenas na eleição. Porque tanto a realidade nacional tem que ser o tempo todo informada à sociedade, como também os desafios futuros, sobretudo nos campos econômico, social e geopolítico, como a interferência dos Estados Unidos. Esses temas podem até não ser o assunto principal neste momento, mas têm que ser discutidos com fontes plurais e confiáveis, evitando vieses editoriais. É preciso ir além do jornalismo declaratório, do “quem disse o quê”, e buscar ouvir a população, que é afetada no dia a dia pela política.
Agência Brasil: Toda crise política e institucional interessa ou beneficia a algum segmento e também cabe à imprensa deixar isto claro – mesmo sob risco de ser acusada de parcial?
Samira de Castro: Acho que a imprensa vai ser cada vez mais desafiada nessas coberturas eleitorais. Não só pelas crises persistentes, mas por uma reflexão muito franca sobre qual é, de fato, nosso papel. É ficarmos só na repercussão de fatos que mobilizam determinados setores políticos e econômicos? Para um segmento do espectro político, interessa que a crise institucional seja coberta todo dia, com vazamentos seletivos, investigações direcionadas. É um projeto em disputa.
O jornalismo tem que perceber seu papel nesse momento e agir com responsabilidade, cumprindo sua função social de compartilhar informação de relevante interesse público, capaz de gerar cidadania. Mas, ao contrário disso, muitos veículos de imprensa estão se guiando pela lógica de concorrer com as redes sociais, buscando uma atenção capaz de gerar engajamento momentâneo, mas sem discutir nada com profundidade, o que prejudica os esforços de veículos para se manterem relevantes. Além disso, é preciso reconhecer que houve um empobrecimento também das campanhas. Parece-me que estamos sofrendo um violento processo de “tiktokização” da campanha eleitoral. Você olha os perfis dos candidatos e tudo se resume a dancinha. É uma loucura. Poucos parecem debater a sério os reais problemas do Brasil.
Agência Brasil: E quais são, a seu ver, os temas mais urgentes nestas eleições?
Samira de Castro: Um deles certamente é a questão climática. Como as candidaturas enxergam as mudanças climáticas e suas consequências? Outra questão é como explorar nossas terras raras. Eu, particularmente, me interesso pela questão da atração de data centers, um tema bastante complicado e controverso. Enfim, há inúmeros temas na ordem do dia e sobre os quais não estamos vendo um debate aprofundado.
Por
Karol Ribeiro, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto
O acesso a informações diante de uma situação de violência, abandono ou violação de direitos auxilia na proteção da pessoa idosa. No Distrito Federal, diferentes órgãos oferecem canais para registros, informações e encaminhamento de casos. O atendimento pode ser acionado por familiares, responsáveis ou por qualquer pessoa com conhecimento de uma situação de violência.
No DF, alguns serviços destinados aos idosos funcionam 24 horas por dia, durante toda a semana | Foto: Divulgação
O canal principal para comunicar violações de direitos é o Disque 100 – Disque Direitos Humanos, serviço gratuito com funcionamento 24 horas por dia, em todos os dias da semana. Podem ser comunicados casos de violência física, psicológica e patrimonial, abandono, discriminação e outras situações de ameaça aos direitos da pessoa idosa.
No DF, outra opção é a Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa, Orientação Sexual, Contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin). O cidadão pode procurar a unidade ou utilizar o telefone 197 e a Delegacia Eletrônica para apresentar denúncias e buscar informações sobre crimes.
Também é possível acionar o Disque 162. O canal recebe registros, reclamações, sugestões e outras manifestações relativas aos serviços públicos.
Orientação e acolhimento
Para atendimento e orientação sobre os serviços voltados a essa faixa etária, há acolhimento às pessoas idosas e aos seus responsáveis, por meio dos telefones (61) 2244-1294 e 2244-1295.
O Viver 60+ consiste em uma política permanente direcionada à promoção do envelhecimento saudável, à convivência, à inclusão social, ao bem-estar e à garantia de direitos da pessoa idosa.
A iniciativa reúne atividades de saúde preventiva, práticas físicas adaptadas, ações culturais e recreativas, socialização, cidadania e autocuidado. Também são oferecidas orientações relativas às áreas de psicologia, fisioterapia e enfermagem.
Atendimento e comunicação de violência
A orientação para quem presencia ou suspeita de violência contra a pessoa idosa é procurar ajuda e comunicar o fato. A comunicação do caso pode ser feita pelo Disque 100, inclusive por terceiros com conhecimento da situação.
Em casos de indícios de crime ou necessidade de atendimento policial, o cidadão deve utilizar o 197 e a Delegacia Eletrônica.
Em situações de emergência, o acionamento deve seguir a natureza da ocorrência, pelos telefones 190; 192 e 193.
Canais de atendimento
♦ Disque 100 – Disque Direitos Humanos
Denúncias de violações de direitos, inclusive contra pessoas idosas. Atendimento gratuito, 24 horas por dia.
♦ Disque 197
Denúncias e informações relacionadas a crimes.
♦ Disque 162
Recebe manifestações sobre serviços públicos, como denúncias, reclamações, sugestões e elogios.
♦ Subidoso
(61) 2244-1294 / 2244-1295
Orientação e direcionamento para serviços voltados à pessoa idosa.
♦ 190 – Polícia Militar
Atendimento em situações de emergência policial.
♦ 192 – Samu
Atendimento de urgência e emergência em saúde.
Aberta a competição pelo 28º Troféu Câmara Legislativa para filmes do DF
Espaço do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro exclusivo para filmes do Distrito Federal, a Mostra Brasília começou na noite desta segunda-feira (14). A disputa prossegue durante a semana, com entrada franca
Dois filmes de animação abriram, na noite desta segunda-feira (14), a Mostra Brasília, espaço do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro destinado às produções do Distrito Federal que concorrem ao 28º Troféu Câmara Legislativa. No Cine Brasília, sede do festival, e em outros locais (leia abaixo), as exibições dos títulos selecionados para a competição prosseguem até a próxima sexta-feira (18), com entrada gratuita.
Foto: Lourenço Cardoso / Agência CLDF
No primeiro programa da disputa, subiram ao palco para falar sobre suas obras as equipes do curta Hacker Leonilia e do longa Amadeo e o Hipotético Mundo Novo. No início da sessão, a apresentadora Juliana Drummond destacou o papel do Troféu Câmara Legislativa, criado há três décadas: “Nessas 28 edições, a CLDF vem reconhecendo e incentivando o cinema brasiliense”. Antes, foi exibida uma vinheta com imagens de premiações do Troféu, que este ano adotou como slogan “Há 30 anos junto do cinema brasiliense”.
Foto: Lourenço Cardoso / Agência CLDF
Sobre os filmes da noite, Naruna Costa, da equipe do longa, observou que eram “duas animações com protagonismo negro”. Já o diretor do curta, Gustavo Fontele Dourado, fez uma defesa dos órgãos de fomento à indústria cinematográfica e chamou a atenção para as implicações do uso da inteligência artificial (IA) no cinema de animação.
Locais de exibição
Nesta terça-feira (15), a Mostra Brasília apresenta mais dois filmes – um curta e um longa-metragem. Os títulos são exibidos, às 18h, na Sala Vladimir Carvalho do Cine Brasília; e às 19h45, no Complexo Cultural de Planaltina e na Universidade Católica de Brasília – Bloco G, em Taguatinga. No dia seguinte, há reprise dos filmes da noite anterior na sala 2 do Cine Cultura Liberty Mall, às 15h. Diariamente, a partir das 21h15, os filmes são debatidos no auditório do Cine Brasília.
Foto: Lourenço Cardoso / Agência CLDF
Os vencedores do 28º Troféu Câmara Legislativa serão conhecidos na cerimônia de encerramento do 59º Festival de Brasília, no próximo sábado (19), a partir das 17h. Os prêmios são concedidos pelo júri popular – composto pelo público que comparece às exibições – e júri oficial, formado por especialistas da área cinematográfica.