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ANJOS DE GOIÂNIA

A MISSÃO É AJUDAR A VOAR QUEM PRECISA SAIR DO CHÃO E ESTÁ EM VULNERABILIDADE SOCIAL

 

O apóstolo Paulo de Tarso foi taxativo e iluminado, quando disse: “Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine”. A verdade é que quando os homens se tornam anjos, mesmo sem asas, eles conseguem dar asas a quem precisa sair do chão. Essa é a proposta e o trabalho do grupo ‘Missão Anjos da Fé’, de Goiânia-GO, presidido pelo empresário José Carlos Rosa Vieira.

 

Na sede do projeto, há congraçamento entre voluntários e pessoas que precisam de apoio. O objetivo é buscar sempre, pela solidariedade, dar dignidade de uma nova vida a quem precisa.

 

Segundo José Carlos Rosa Vieira, ‘Anjos da Fé’ é um projeto de ação social que atende pessoas em situação de rua, com desvios de conduta, famílias carentes, em vulnerabilidade e gestantes. “O projeto existe, em suas atividades, desde o ano de 2017, sem fins lucrativos e sem verbas públicas”, conta José Carlos e explica: “Todas as terças-feiras, sábados e domingos realizamos uma grande ação social, em nossa sede, na rua Guararapes, Setor São Francisco, de Goiânia”. As ações dos ‘Anjos da Fé’ são desenvolvidas nas ruas, nos terminais rodoviários, praças e na frente dos motéis. Como? Com atendimentos coloquiais, doações de alimentos, roupas e calçados, finalizando com um momento especial de reflexão, palestras, oração e um grande almoço. “Hoje – diz José Carlos – atendemos 150 pessoas a cada dia de ação social e, em média, 1.300 pessoas a cada mês”. O próprio José Carlos – empresário na área de etiquetas digital (é dono da Casa da Etiqueta, em Goiânia) é quem explica melhor o trabalho do ‘Anjos da Fé’ nessa entrevista.

 

JOSÉ CARLOS ROSA VIEIRA – ENTREVISTA

 

José Carlos Rosa Vieira

 

Silvestre Gorgulho – Como nasceu essa ação social do Anjos da Fé?

José Carlos Rosa Vieira – Olha, em nossas andanças pelas áreas mais pobres e carentes de Goiânia, sentimos a necessidade de buscar uma forma de ajudar e acolher moradores de rua, pessoas que iam a pé de Goiânia para Trindade. Essa região, esses bairros são conhecidos pelo alto nível de prostituição e pelo consumo de drogas.

 

Silvestre – Onde vocês estão estabelecidos e como começou a implantação do projeto?

José Carlos – Sim, começou mesmo quando alugamos uma sala, com o intuito de abrir uma Igreja, para atender a população dos bairros São Francisco e Ipiranga, em Goiânia. Foi quando descobrimos que naquele local havia muitos andarilhos. Eram muitos por dia que passavam por ali. Tinha também muitos moradores de rua e um aumento crescente da prostituição. Tivemos a ideia de colocar uma mesa de lanche e, posteriormente, liberamos o banheiro e rouparia, para que eles pudessem tomar um banho. Conseguimos também barbeiros, para corte de cabelo. Isso foi em 2017.

 

Silvestre – E onde vocês estão estabelecidos?

José Carlos – Estamos na Rua Guararapes Quadra 33 Lote 06 – Setor São Francisco. Mas atuamos efetivamente em dois bairros: São Francisco e Ipiranga, que tem um alto índice de prostituição e drogas. Hoje estamos presentes em outros setores, alguns terminais onde vemos necessidade e também onde temos liberdade de atuar. No início, fazemos uma triagem para conhecer melhor o ambiente, as pessoas e as famílias.

 

Silvestre – Vocês começaram em 2017. Hoje já são mais conhecidos e conseguiram mais confiança…

José Carlos – É verdade. No início foi mais difícil, mas logo conseguimos a confiança e o respeito para trabalhar. Somos mais de 30 voluntários. Verdadeiros anjos, que querem acolher e dar asas a quem precisa. A gente ouve as histórias de cada um, as suas necessidades e buscamos alternativas para que a condição de cada um seja mudada. Temos parcerias com supermercados, comércio da área, de casas de recuperação, abrigos, instituições, que recebem estas pessoas, gratuitamente, quando necessário.

 

Silvestre – Como funciona essa logística?

José Carlos – Nossas ações de atendimento acontecem em todas as terças-feiras, sábados e domingos, das 7:30 da manhã até lá pelas 15 horas.  Começamos servindo um café da manhã, banho social, roupas limpas, calçados, corte de cabelo e outros serviços. Buscamos dar dignidade a cada pessoa em vulnerabilidade social.

 

Silvestre – Qual o maior objetivo?

José Carlos – O nosso maior objetivo consiste em tirar homens e mulheres, desta condição de rua e reintegrá-los à sociedade. Somos instrumentos e temos e alguns parceiros que nos ajudam a levantar o que é necessário para dar dignidade de uma nova vida a quem precisa. Hoje, temos um restaurante industrial, para doar comida, atendendo, em média, 1.300 pessoas em vulnerabilidade, por mês.

 

Crianças, com estes dois irmãos de 12 e 13 anos, fazem parte de voluntários do “Projeto Kids” já inseridos na sociedade com educação e benefícios materiais para a família.

 

Silvestre – Tem alguma verba pública?

José Carlos – Infelizmente, não! Para você ter uma ideia, temos dificuldades de manter, pois, pagamos aluguel, água, luz, IPTU e manutenção da cozinha. Não temos ajuda do poder público ainda, porque nossos documentos foram registrados como associação e ainda estão sob análise do cartório e receita federal. Na verdade, precisamos de parceiros, que nos ajudem, com doações de todos os tipos, para mantermos este projeto funcionando e também para aumentar nossas ações sociais nos outros dias da semana.

 

Silvestre – Quem são esses voluntários?

José Carlos – São estudantes, profissionais liberais, médicos, donas de casa, pensionistas, empresários, missionários e pastores. Não temos bandeira religiosa. Já conseguimos tirar mais de 50 prostitutas, dessa condição e, hoje, ajudamos suas famílias, com alimentos, roupas e calçados. Moradores de rua, já perdemos a conta de quantos tiramos da condição de pedintes. Ajudamos a montar suas novas casas, além de arrumar trabalho digno. Interessante é que a maioria dessas pessoas carentes já têm uma profissão definida. São pequenos empresários falidos, pessoas com desilusão amorosa, com depressão e alguns doentes.

 

Silvestre – Qual o futuro dos Anjos?

José Carlos – Os Anjos da Guarda são invisíveis na nossa vida. Mas existem. O que buscamos é ser anjos visíveis para quem precisa de uma palavra, de um apoio, de uma ajuda e de uma asa para voltar a voar. Estamos fazendo o suficiente? Não! Há muito o que fazer. Muito mesmo. Mas no momento, fazemos o que podemos. Ainda teremos uma legião de anjos para fazer muito mais.

 

MAIS INFORMAÇÕES:

MISSÃO ANJOS DA FÉ – CNPJ – 02.865.874/0001-37

Rua Guararapes Quadra 33 Lote 06 – Setor São Francisco – GOIÂNIA.

mídia social: @missaoanjosdafegoiania

FONES PARA CONTATO:

José Carlos Rosa Vieira – Presidente -(62) 98546-2045

Epifânio – vice-presidente – (62) 98585-7942

Edna Rosa – Tesoureira – (62) 98409-1339

Cristina Septimio – Secretária (62) 99362-2480

Adalberto – Coordenador – (62) 99172-3481

Lincoln – Coordenador das ruas – (62) 98437-5766

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EMILIANO PEREIRA BOTELHO

(1948-2026)

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O Brasil perdeu ontem à noite (11/08) um cidadão empreendedor, dedicado e que deixa um legado incomensurável para a agricultura tropical: EMILIANO PEREIRA BOTELHO.
Paracatu perdeu um filho ilustre e eu perdi um amigo, inclusive, que escreveu a abertura do meu livro “DE CASACA E CHUTEIRAS – JK-BRASÍLIA-PELÉ – A Era dos Grandes dribles na Política, Cultura e História”.
Nesse livro, Emiliano, como presidente da CAMPO – Companhia de Promoção Agrícola, escreveu sobre o Planalto Central e a história da revolução verde-amerela do Cerrado, focando na chegada dos japoneses das famílias Kanegae, Hayakawa, Ogawa, Ikeda e Okudi para desbravar a região do Distrito Federal.
Como jogador de futebol, amante da boa música e torcedor do Cruzeiro, EMILIANO BOTELHO tinha seu lado alegre e festeiro. Como profissional da agropecuária, deixa uma história de empreendedorismo: logo depois de ser o superintendente e, depois, presidente da Cooperativa Agropecuária do Vale do Paracatu, a Coopervap, presidiu por mais de 30 anos a CAMPO – Companhia de Promoção Agrícola, ligada ao Programa de Cooperação Nipo-Brasileiro para o Desenvolvimento dos Cerrados, o Prodecer.
FOTOS
1) Emiliano Botelho quando foi homenageado pela Casa de Cultura e pela Prefeitura Municipal de Paracatu como Personalidade que fez e faz diferença na região.
2) Emiliano, o Ministro Alysson Paolinelli e o primeiro presidente da CAMPO, Paulo Afonso Romano.
3) Emiliano e sua paixão pelo Cruzeiro, que hoje no jogo com o Flamengo bem podia fazer um minuto de silêncio em sua Memória.
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UnB tem finalistas no Prêmio Jabuti Acadêmico 2026

Obras dos docentes Edileuza Penha, Gabriele Cornelli e Elimar Pinheiro concorrem nas áreas de Artes; Tradução; e Ciências Agrárias e Ciências Ambientais. Premiação ocorre em 11 de agosto, em São Paulo

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Eleições 2026: conheça as regras e faça do seu voto um instrumento de transformação

Entenda o calendário eleitoral, as principais normas do pleito e a importância de buscar informação de qualidade para exercer um voto consciente e fortalecer a democracia brasileira.

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Antes de escolher um candidato, o eleitor escolhe o futuro do país. Em 2026, milhões de brasileiros voltarão às urnas para eleger presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais ou distritais. Mais do que um direito, o voto é um dos principais instrumentos da democracia e uma oportunidade de influenciar os rumos do Brasil pelos próximos anos.

As eleições deste ano seguem regras definidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que buscam garantir transparência, igualdade entre os candidatos e segurança no processo de votação. O primeiro turno será realizado em 4 de outubro, enquanto o segundo turno, caso necessário para presidente e governadores, ocorrerá em 25 de outubro. A campanha eleitoral oficial começa em 16 de agosto, quando passam a ser permitidas as propagandas e os atos de campanha previstos na legislação.

Além do calendário, algumas normas ganharam destaque em 2026. O TSE atualizou regras relacionadas ao uso da inteligência artificial nas campanhas, reforçou medidas de combate à desinformação, aprimorou procedimentos de auditoria das urnas eletrônicas e promoveu ajustes na regulamentação do Fundo Eleitoral. O objetivo é aumentar a transparência, proteger a integridade do processo eleitoral e oferecer mais segurança aos eleitores.

Mas conhecer as regras é apenas parte da responsabilidade do eleitor. O voto consciente começa muito antes do dia da eleição. É importante pesquisar a trajetória dos candidatos, avaliar suas propostas, verificar seu histórico de atuação e confirmar se as informações compartilhadas nas redes sociais são verdadeiras. Em um cenário marcado pelo grande volume de conteúdos digitais, desconfiar de mensagens sem fonte confiável e consultar os canais oficiais da Justiça Eleitoral faz toda a diferença.

Também vale lembrar que votos brancos e nulos não são direcionados a nenhum candidato e não alteram o cálculo dos votos válidos utilizados para definir os eleitos. Por isso, participar de forma consciente significa escolher um candidato de acordo com suas convicções e acompanhar, depois da eleição, o trabalho dos representantes escolhidos.

A democracia não se fortalece apenas no dia da votação. Ela depende da participação permanente da sociedade, do respeito às instituições e do compromisso de cada cidadão com a informação de qualidade. Informar-se, comparar propostas e votar com responsabilidade são atitudes que ajudam a construir um país mais justo, transparente e representativo.

Para conferir o calendário completo, as regras atualizadas e outras informações oficiais sobre as Eleições 2026, consulte a página oficial das Eleições 2026 do TSE e o Calendário Eleitoral.

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