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A VENDA DOS OLHOS DE QUEM

 

Gosto quando o jornalista faz jornalismo sintonizando os fatos, as versões e as verdades ao mundo das pessoas e das instituições, sempre tirando A VENDA DOS OLHOS DE QUEM deveria fazer justiça e tinha obrigação de fazer a fiscalização. Parabéns, Hugo Studart.

 

O que vem por aí é estarrecedor. Observem que vou usar o tempo inteiro os verbos no condicional:
1) Banco Master seria um novo braço de um enorme sistema de lavagem de dinheiro. Sistema antigo e operante.
2) Lavagem de dinheiro de magistrados, de parlamentares, de autoridades do Executivo, do futebol, do contrabando e, pasmem!, do narcotráfico internacional.
3) No caso do narcotráfico nacional, o PCC e o Comando Vermelho por muito tempo fizeram uso de postos de gasolina. Mas o modelo saturou. Entao passaram a usar também bancos emergentes, sobretudo o Master.
4) Já apareceram as primeiras conexões entre personagens do PCC, do roubo do INSS e do Master. Só pequenos vazamentos de informações. A barragem ainda nao explodiu.
5) O modelo de lavagem de dinheiro de politicos por meio de bancos de terceira linha teria começado lá atras, ainda sob a liderança de Eduardo Cunha (prestes a voltar à ribalta por meio de uma canetada de Carmen Lúcia, ou melhor, por uma interpretação elástica da Lei da Ficha Limpa, que também vai beneficiar Dirceu).
6) Cunha deixou sucessores de peso nas operações “financeiras” da política, como Arthur Lyra, Davi Alcolumbre, Hugo Mota, Ciro Nogueira e Flávia ex-Arruda, hoje casada com o banqueiro Augusto Ferreira Lima, o sócio de Vorcaro no Master. São todos do Centrao. Esquema montado no governo Bolsonaro, que não teria participado da festa.
7) No governo Lula, tambem passaram a se chafurdar nessas operações “cinzentas” boa parte da cúpula do PT, como dois governadores da Bahia e os ex ministros Mantega e Leviandowiski, dentre muitos outros. Lula foi envolvido por seus homens de confiança, contudo, tal qual Bolsonaro, não teria se beneficiado diretamente dos esquemas do Master.
😎 Esse sistema clandestino é bem maior e anterior ao Master. No quebra cabeças, ja apareceu a primeira peça de conexão do Master com a JBS dos irmãos Batista e conexões internacionais com Venezuela, Russia, Turquia e Irã. Não sabemos ainda se essa caixa de Pandora específica será de fato aberta ou abafada. Pois a JBS virou grande empresa americana, aliás, gigante, e está entre as maiores doadoras de Donald Trump.
9) Outra vertente a ser desvendada no sistema são o eventos internacionais com magistrados do Supremo e do STJ, realizados quase todos no Circuito Elizabeth Arden, agora com Lisboa incluída. A principal empresa organizadora chama-se Esfera Brasil, do empresário João Mariano Camargo, ex-sócio de João Doria, sogro do ministro Bruno Dantas do TCU e estruturador da operação da CNN no Brasil. Pier Paolo Bottini, advogado da JBS para operações especiais, também é socio da Esfera. Vorcaro passou a ser o maior patrocinador desses eventos e da Esfera. Foi quando conseguiu se aproximar com intimidade dos ministros Toffoli e Morais, dentre outros.
10) Daniel Vorcaro, novato no sistema, avançou com uma agressividade inédita, imprudente e irresponsável. Além de propinas altas a magistrados, políticos e jornalistas, promovia festas épicas com o objetivo de filmar todo mundo e depois chantagear. Desde encontros de lobby em sua casa Brasília, até orgias sexuais na casa da Bahia. Eis nosso Epstein.
11) Dentre seus instrumentos de lobby, uma frota de jatinhos para prestar favores a toda sorte de figurões. Um deles, um jato motel, Challanger com duas suites, que servia às fantasias da turma.
12) Toffoli era useiro da frota Master. Certa vez pediu o Challenger Motel para uma de suas sugar babies passear em Miami. Parece que ela foi sozinha.
13) O agressivo Vorcano atropelou muita gente com negócios anteriores estabelecidos nesses sistema, sobretudo o BTG/Pactual de André Esteves. Longe de mim insinuar que o elegante e discreto Esteves estivesse em negócios relacionados com lavagem de dinheiro, sobretudo do submundo do crime desorganizado. Ao contrário, tal qual Itaú e Bradesco, Esteves aspergiu tentáculos para quase todos os setores da Economia.
14) O problema é que Vorcaro, para existir, também buscava negócios legalizados que estão sob fiscalização do Banco do Central. Assim, acabou partindo para cima de mercados d’antes sob a égide de Esteves. Pior, deu um rombo de mais de 50 bilhões de reais no tal Fundo Garantidor, dinheiro dos bancos privado. Por óbvio BTG, Santander, Bradesco e Itau não estão gastando de ter que pagar a conta de tanta orgia. E resto da história é conhecida.
15) Por fim, vale lembrar por qual razão a grande imprensa, finalmente!!!, acordou. Grupos Globo e Folha/UOL têm o Bradesco como sócios. Grupo Estadão é controlado pelo Itaú. BTG tem “ajudado” uma constelação de outros veículos de médio porte que buscam produzir jornalismo profissional.
16) Já Vorcaro comprou o o ex-jornalista Diego Escosteguy e o site ultra petista Diário do Centro do Mundo, que atua desde Londres. São forças desiguais.
17) Eis algumas anotações sobre Daniel Vorcaro, um emergente deslumbrado e irresponsável com cara de brega que comprou gente idem do Judiciário, como Toffoli & Moraes, do Congresso, como Ciro Nogueira & Alcolumbre, periféricos ibidem, ou satelites de Lula como Mantega & Leviandovisk, esse ai um rabula de periferia, que ascendeu porque distraia Dona Marisa com jogo de biriba enquanto o titular brincava com a amante Rosemary.
É o que sei por enquanto.
Ainda há muito para estourar.
Vamos assisindo de camarote.
Comprem milho de pipoca.
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HIDROSOFIA

A essência da água para além de sua dimensão econômica

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ÁGUA – RELAÇÃO FILOSÓFICA E ESPIRITUAL

 

O escritor Maurício Andrés Ribeiro está além de suas atividades na arquitetura, fotografia e gestão das águas. E seu novo livro, Hidrosofia, está – como o autor – muito além da dimensão econômica da água. Mais do que um livro sobre recursos hídricos, Hidrosofia é uma jornada que apresenta a água como uma riqueza e um patrimônio filosófico, cultural, fonte de vida e inspiração, abordando-a através das lentes da filosofia, ética, artes, ciências, arquitetura e educação. O livro busca mergulhar numa relação mais sábia, harmoniosa e consciente entre a humanidade e a água.

UMA VISÃO INTEGRAL EM CINCO PARTES

A estrutura do livro reflete seu propósito de abraçar a complexidade do tema, de tratar a água como tema gerador central e de colocar a água no centro da atenção, numa perspectiva Hidrocêntrica, que vai além do antropocentrismo, do biocentrismo e do ecocentrismo.

 

Parte 1: Hidroética: Explora a relação filosófica e espiritual com a água, incluindo cosmovisões indígenas, a personificação de rios na Nova Zelândia, os fundamentos da justiça socioambiental aplicada à água e as limitações de uma abordagem utilitarista.

Parte 2: Artes: Traça a presença da água nas artes brasileira e mundial, percorrendo sua representação na música, literatura e poesia, artes plásticas, fotografia, cinema e animação e nos jogos eletrônicos e arte digital.

Parte 3: Arquitetura e Ambiente Construído: Examina como a água se integra ao espaço, desde as artes cênicas, a arquitetura, o paisagismo e o urbanismo sensíveis ao ciclo hídrico, a cidade e o ciclo da água, as superquadras de Brasília, até exemplos de harmonia na relação com a água no Japão e a importância de espaços como os museus e oceanários.

Parte 4: Ciências: Oferece uma base científica, desde a origem da água na Terra e seu ciclo, sua presença no cosmos, até conceitos modernos como hidrologia integral, pegada hídrica, água virtual e as fascinantes descobertas sobre a quarta fase da água. Foca na relação intrínseca entre a água e a saúde integral, traçando um paralelo entre o sistema circulatório do corpo humano e o dos territórios ou bacias hidrográficas.

Parte 5: Educação: Propõe um caminho transdisciplinar para o futuro, discutindo a necessidade da hidroalfabetização, a superação da hidroalienação; a água nas redes sociais e na internet, e projetos educacionais que promovam a hidratação das consciências das crianças e dos cidadãos em suas profissões.

 

PARA QUEM É ESTE LIVRO?

Segundo o próprio Maurício Andrés, o livro Hidrosofia é leitura apropriada para profissionais e acadêmicos de diversas áreas (ambiental, social, humanidades, artes), educadores, gestores públicos, ativistas socioambientais e qualquer leitor que busque uma compreensão mais profunda e interconectada dos desafios e da beleza que a água representa no século XXI. “Existe hoje uma relevância do tema da água que clama pela hidrosofia”, explica o autor. “Em um contexto de falência, emergência e crise hídrica global e das mudanças climáticas, a obra surge como um farol, argumentando que a solução para os problemas relacionados à água não é apenas técnica ou gerencial, mas também cultural, ética e espiritual”.

Com prefácio de Sérgio Luís Boeira, da Universidade Federal de Santa Catarina, a obra, cujo próprio título é um neologismo e um campo novo para abordar o tema, apresenta um olhar inovador, discutindo conceitos como Hidrodiversidade, Justiça das Águas, Hidroconsciência e Hidromimética.

 

ATRAVESSAMENTOS IMPOSSÍVEIS

Para o editor, Anelito de Oliveira, Hidrosofia preenche com precisão um dos pré-requisitos da Coleção Atravessamentos impossíveis: pensar fora da caixa, ultrapassar barreiras epistemológicas que nos impedem de operacionalizar de modo mais produtivo questões prementes neste século XXI, que se revelam em eventos climáticos extremos como tsunamis, furacões, enchentes, secas e estiagens. “Neste livro, encontramos uma referência muito clara do que entendemos como modo produtivo de pensar as questões prementes: a transdisciplinaridade, a mobilização de perspectivas diversas para a compreensão de um objeto que é complexo de tão simples, que é irredutível a qualquer campo de conhecimento, sobretudo àqueles campos movidos (ainda) por preceitos racionalistas ocidentais, limitações logocêntricas”, salienta o editor.

 

 

SOBRE O AUTOR E SUA OBRA

Maurício Andrés Ribeiro é arquiteto, escritor e fotógrafo. Foi pesquisador visitante no Instituto Indiano de Administração, em Bangalore, Índia (1977-1978). Atuou como presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento de Minas Gerais (IAB-MG), entre 1982 e 1983, e é atual diretor da instituição no período 2025-2028. Entre 1985 e 1987, foi diretor do Centro de Estudos Culturais da Fundação João Pinheiro. Posteriormente, exerceu o cargo de secretário municipal de Meio Ambiente de Belo Horizonte (1990-1992) e presidiu a Fundação Estadual de Meio Ambiente de Minas Gerais – FEAM (1995-1998). No contexto federal, foi diretor executivo do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA, em Brasília (2001-2002), além de ter atuado como secretário-geral substituto da Agência Nacional de Águas – ANA. Também foi vice-presidente da Fundação Cidade da Paz, em Brasília.

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CABO VERDE

A COPA DO MUNDO E O BRASIL

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– “Um dia você vai olhar para trás e descobrirá que cada lágrima financiou sua vitória”. VOZINHA (Josimar José Évora Dias) goleiro de Cabo Verde,como filósofo e influenciador mundial do momento. ”
CABO VERDE está na ordem do dia. Na Europa, França e Bahia. Na Time Square, na rua e na Lua. O que é uma Copa do Mundo de Futebol, heim?
Na sexta Copa do Mundo de 1958, esse mesmo fenômeno de empatia e paixão aconteceu com o Brasil. Imagina que na recepção oficial dos 13 países participantes da Copa-6, em Estocolmo, o Comitê Organizador da FIFA simplesmente errou ao hastear a bandeira brasileira. Sim, a bandeira do Brasil – hoje cantada em prosa e verso – não estava lá. Pior: mesmo com o protesto e muita reclamação de Zagallo e do Mário Trigo, o coordenador da FIFA na Copa, Bengt Agren, levou os dois até o local onde estavam as bandeiras e mostrou, assim, com ar de autoridade:
– Está vendo? Olha aí vossa bandeira…
Era a bandeira de Portugal. Mário Trigo e Zagallo foram buscar uma enciclopédia Delta-Larousse para provar qual era a verdadeira bandeira do Brasil. Aí foi que Embaixada do Brasil na Suécia teve que entrar na historia para que a bandeira brasileira pudesse tremular em terras suecas.
Pois bem, a Copa terminou com show de Garrincha e Pelé e o mundo enrolado na bandeira do Brasil, cantando loas à Seleção Brasileira.
Pois bem, 68 anos depois, na COPA 23, CABO VERDE, por motivos diferentes, virou o queridinho da Europa, França e Bahia… do Brasil e do Mundo. E VOZINHA (Josimar Évora Dias) incorporou os mitos Garrincha e Pelé.
CABO VERDE: O QUE TEM A VER
O PAÍS DE VOZINHA COM O BRASIL?
Em abril de 2024, aportei na cidade de Praia, Capital de Cabo Verde. Como foi bom e prazeroso visitar Cabo Verde.
O país é um arquipélago de 10 ilhas. Cabo Verde, além de ser um dos nove países que falam o Português, tem duas referências fortes em relação ao Brasil. Uma delas com Brasília.
Depois de um dia em PRAIA, na Ilha Santiago, fui para Mindelo, a cidade cultural, que fica na Ilha São Vicente.
Cabo Verde foi a referência para definir a linha de demarcação do Tratado de Tordesilhas.
O Tratado foi assinado por Portugal e Espanha em 7 de junho de 1494 e ratificado em 5 de setembro do mesmo por D. João II de Portugal e Fernando II de Aragão. Ele estabelecia que as terras descobertas e as terras a descobrirem, nas Américas, deveriam obedecer um meridiano traçado a 370 léguas da ilha de Santo Antão (Cabo Verde). A OESTE do meridiano, as terras pertenceriam ao Reino de Castela (Espanha) e a LESTE ao Reino de Portugal.
O meridiano está, por assim dizer, numa linha reta de Belém do Pará até Laguna, em Santa Catarina.
Quem é de Brasília sabe que esse meridiano do Tratado de Tordesilhas passava a menos de 100km do DF, bem perto de Cacalzinho.
Os originais de cada idioma encontram-se depositados no Archivo General de Índias, na Espanha, e no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Portugal.
Voltando à Copa do Mundo vale dizer: a Argentina venceu o jogo entrando para as Oitavas de Final e CABO VERDE também venceu entrando para a História.
O SUCESSO DA PRIMEIRA COPA DO MUNDO NINGUÉM ESQUECE.
VIVA CABO VERDE!
FOTOS:
1) A pedido da FFIFA, Cabo Verde foi o primeiro país a dar o nome de REI Pelé ao seu estádio de futebol. (Seria o sucesso de Cabo Verde na Copa o primeiro milagre do Rei?)
2) Visitando Mindelo, terra da cantora Cesarea Évora, aliás também a terra natal do goleiro VOZINHA – Josimar Évora Dias.
3) VOZINHA – depois da atuação na Copa tem emprego com bom salário garantido.

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BioTech XP reúne público no Planetário de Brasília

Confirma nova edição no Pátio Brasil com mais de 40 horas de atrações

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Brasília recebeu nesta semana a festa de lançamento da BioTech XP no Planetário de Brasília, em um evento que combinou ciência, tecnologia e experiências imersivas voltadas ao público jovem e às famílias. A programação movimentou o espaço com atividades interativas, palestras e atrações que transformaram o ambiente em um grande laboratório de descobertas.

Entre os destaques da edição no Planetário estiveram os simuladores de realidade virtual de montanha-russa e asa-delta, que proporcionaram uma experiência sensorial de alta imersão aos visitantes. As atrações chamaram a atenção do público pela proposta de aproximar ciência e tecnologia de forma prática e acessível.

O evento também contou com a participação do Einstein Jr., que apresentou conteúdos de biologia e ciência de maneira dinâmica e interativa, despertando a curiosidade dos participantes e incentivando o aprendizado por meio da experimentação. A proposta central da BioTech XP foi justamente apresentar a ciência sob uma nova perspectiva, mais lúdica e conectada ao cotidiano.

De acordo com a organização, a receptividade do público reforça a consolidação do projeto como uma iniciativa de divulgação científica voltada para novas gerações, unindo educação, entretenimento e inovação em um mesmo ambiente.

Com o sucesso da estreia, a BioTech XP já tem nova edição confirmada no Pátio Brasil Shopping. O evento contará com mais de 40 horas de programação, incluindo experiências imersivas, atividades educativas e novas atrações voltadas à ciência e tecnologia, ampliando ainda mais o alcance da proposta.

A iniciativa reforça a expansão do projeto no Distrito Federal e a intenção de levar conteúdos científicos de forma acessível e envolvente a diferentes públicos, mantendo a experiência como elemento central da jornada do visitante.

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Reportagens

SRTV Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719
Edifício Centro Empresarial Brasília
Brasília/DF
rodrigogorgulho@hotmail.com
(61) 98442-1010