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PELÉ 86, UM ÍDOLO ETERNO

Hoje, 23 de outubro de 2026, o Rei Pelé faria 86 anos. Saudades desse atleta, artista e brasileiro arretado que fez nosso País maior e mais conhecido.

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Logo pela manhã, ao ler a VEJA, me chamou a atenção a frase de outro gênio da raça chamado Eduardo Gonçalves de Andrade, nosso popular Tostão, que escreveu:
– “O Pelé, o maior de todos, estava sempre bem humorado. Demonstrava estar feliz por ser o Pelé. Parece óbvio, mas não é. As celebridades costumam ter comportamentos conflitantes, pela falta de acordo entre o indivíduo e o personagem”.
Pura verdade. Eu que privei da amizade do Rei, posso acrescentar:
– Pelé não só demonstrava estar feliz. Ele tinha o dom de querer fazer feliz quem estava a seu lado. Era simpático, tinha bom humor, paciência e boa vontade em conceder um simples autógrafo. Tenho histórias incríveis para provar isso. Mas, por hora, para relembrar o aniversário de Pelé, tomo emprestado a poesia de Manuel Bandeira: IRENE NO CÉU. Só vou trocar o nome da Irene pelo de Pelé.
PELÉ NO CÉU.
Pelé preto.
Pelé bom.
Pelé sempre de bom humor.
Imagino Pelé entrando no Céu:
– Licença, meu branco!
E São Pedro bonachão:
– Entra, Pelé. Você não precisa pedir licença.
Que saudades do Rei Pelé!
Foto:
Duas imagens de Pelé no meu livro “De Casaca e Chuteiras – A Era dos Grandes dribles na Política, na Cultura e na História – 1956-1977 – Brasília-JK-Pelé”.
A terceira foto é quando Pelé fez 70 anos (2010) e ganhou do arquiteto Oscar Niemeyer o projeto pedido pelo prefeito de Santos para construção de um Monumento em sua homenagem para ser construído em frente ao MUSEU PELÉ.

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