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Planetário de Brasília traz sessões especiais para público durante as férias

São cinco sessões, de terça a domingo, das 11h até às 18h, A entrada é gratuita e os ingressos são distribuídos 30 minutos antes da sessão

 

Por Thaís Umbelino, da Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira

 

Juntar aprendizado com diversão no período das férias da criançada. É com essa proposta que o Planetário de Brasília Luiz Cruls oferece uma programação especial durante o mês de janeiro para despertar ainda mais o espírito explorador sobre o cosmos e a ciência, não só dos pequenos, mas de toda a família.

Durante a visita, o público pode conferir uma projeção do céu estrelado e um vídeo sobre astronomia, com 35 minutos de duração, por meio do projetor central astronômico SpaceMaster. São cinco sessões, de terça a domingo, nos horários das 11h, 14h30, 16h, 17h e 18h. A entrada é gratuita e os ingressos são distribuídos pessoalmente 30 minutos antes da sessão. A capacidade máxima é de 80 lugares.

Durante a visita, o público pode conferir uma projeção do céu estrelado e um vídeo sobre astronomia, com 35 minutos de duração, por meio do projetor central astronômico SpaceMaster | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

No local, os visitantes podem ver a exposição Uma viagem no espaço-tempo, com visita guiada, além de conhecer um local destinado à Agência Espacial Brasileira. “Nesse período nós fazemos atividades que são mais recreativas, então utilizamos a parte do ensino com jogos e brincadeiras e o importante é a difusão científica”, destaca o diretor do Planetário, Junior Berbet.

A estimativa é que, ao todo, mais de 10 mil pessoas visitem a instalação neste mês. “Por isso, a gente pede para que os interessados cheguem com a antecedência de 30 a 60 minutos para conseguir pegar senha e assistir as atrações na cúpula” orienta Berbet.

Para o diretor, o local é um espaço onde as crianças podem instigar a curiosidade pela astronomia e aprofundar os conhecimentos na ciência. “É uma chance única de se conectar com aspectos que vão além da percepção visual humana, oferecendo também a oportunidade de aprofundar o conhecimento em astronomia”, destaca.

“Ele tem muita curiosidade no assunto e gosta de assistir planetas, então meu pai deu a ideia da gente vir conhecer o Planetário”, relata a mãe Iara Ramos

Astronomia em família

Com muita cultura, história e entretenimento, a visita ao local promove sensações diversas em quem passa por lá. O pequeno Nycolas, de 7 anos, por exemplo, chegou ansioso para conhecer os mistérios dos astros e da astronomia. Acompanhado dos pais, a criança queria saber mais sobre o sistema solar. “Ele tem muita curiosidade no assunto e gosta de assistir planetas, então meu pai deu a ideia da gente vir conhecer o Planetário”, relata a mãe Iara Ramos, 28, que também aproveitou a ida para levar os outros dois filhos, de 6 e 2 anos. Foi a primeira vez da família no Planetário e a expectativa era vivenciar um local que é referência em Brasília. “Aproveitar para conhecer e também gastar um pouco de energia das crianças”, conta a mãe animada.

Pessoas de outros estados e países, que vivenciam as experiências educativas e imersivas sobre astronomia e ciências espaciais também aprovam a experiência, como Onésima Aguiar Campos, 41. Ela saiu de Palmas, no Tocantins, com o marido, o filho e a sobrinha para conhecer a capital federal durante as férias, uma das atividades era conhecer o Planetário de Brasília. “Meu filho tem um encantamento muito grande pela astronomia. Ele gosta e é muito curioso com relação aos planetas, aos meteoros, meteoritos e ao sistema solar como um todo. Então um dos passeios que escolhemos fazer aqui era o Planetário”, contou a professora. A ida possibilitou a família a ter mais conhecimentos sobre o espaço. “Nós viemos para tornar esse contexto mais prático para as crianças”, destacou Onésima.

Planetário de Brasília

O icônico espaço brasiliense completou 50 anos em 2024, com mais de 102 mil visitantes em 2024. O equipamento público é espaço cultural, histórico e de entretenimento, voltado à educação e divulgação científica e o possui três pavimentos.

O visitante é consultado na recepção sobre o modelo de visitas que prefere ter, podendo ser livres ou guiadas. Não é necessário agendamento prévio para ter acesso à exposição, basta comparecer ao local. A visita é gratuita e atende a todas as idades. Para grupos organizados, escolas e outros é solicitado agendamento antecipado pelo telefone: (61) 98199-2692.

 

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Sessão especial vai destacar história do 14-Bis e importância da Força Aérea

Santos Dumont voa em seu 14-bis: inventor é patrono da aeronáutica brasileira e herói da pátria
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Yasmim Rodrigues

O Senado faz nesta quarta-feira (21), às 10h, uma sessão especial pelos 120 anos do primeiro voo do 14-Bis e pelo Dia do Aviador e da Força Aérea Brasileira (FAB). A homenagem, proposta pelo senador Dr. Hiran (PP-RR) e outros parlamentares, destaca a atuação da Força Aérea na defesa do espaço aéreo, em missões de resgate e no apoio a regiões de difícil acesso. As datas, comemoradas em 23 de outubro, fazem referência ao dia do primeiro voo do avião criado por Santos Dumont.

 

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Fonte: Agência Senado

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13 TEMPORADAS NETFLIX

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ORGULHO DO PARANÁ

A cidade das flores, da catedral e dos parques é exemplo de sustentabilidade. Conheça mais sobre o terceiro município paranaense.

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Maringá nasceu no meio da mata e o planejamento urbano, muito bem elaborado, garantiu que muitos ipês roxos fossem respeitados dentro daquele conceito de cidade jardim. Hoje seus habitantes e turistas, que visitam a cidade atraídos pelo espetáculo anual, se orgulham de ver a beleza das floradas, registram e compartilham suas fotos e vídeos, as postagens ganham o mundo conectado pelas redes sociais.

 

Para facilitar o encontro das árvores floridas pela população e turistas e também uma maneira de proteger e cuidar dos ipês, a Prefeitura de Maringá elaborou um roteiro dos ipês floridos, com um mapa apontando a localização de todas as árvores.

A CATEDRAL DE MARINGÁ

A Catedral idealizada por Dom Jaime Luiz Coelho e projetada pelo arquiteto José Augusto Bellucci. O templo tem uma altura de 124 e lembra que o peregrino deve ser afastar do mundo para ficar mais perto de Deus. Foi construída entre julho de 1959 e maio de 1972. De forma cônica, possui um diâmetro externo de 50 metros e uma nave circular, com diâmetro interno de 38 metros. Apresenta 114 metros de altura, mais dez metros de cruz no topo, somando 124 metros. É o 10º monumento mais alto do mundo e o primeiro da América do sul.

 

 

Contornando a catedral, abaixo das rampas de acesso ao seu interior, estão os espelhos d’água que formam as fontes luminosas com chafariz, que jorram suas águas a mais de 5 metros de altura. Seus 16 vitrais de linhas abstratas e cores exuberantes são verdadeiras obras de arte, de autoria de Lorenz Helmair. A arquitetura interior é de inspiração de Manfred Ostterroht.

 

 

MODELO DE GOVERNANÇA

QUANDO OS CIDADÃOS PARTICIPAM DA GESTÃO DA CIDADE

 

A vida administrativa, em Maringá, teve um avanço de qualidade e de gestão a partir de 1996, quando foi criado o Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá – CODEM. O órgão foi implantado no cinquentenário da cidade, em 1997, quando aconteceu a posse dos primeiros dirigentes. O CODEM virou referência para muitas cidades brasileiras pelo sucesso na participação ativa da sociedade civil, entidades e lideranças locais. Outros municípios, inclusive Brasília, copiaram a ideia e criaram o CODESE (Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico, como modelo de governança.

E foi justamente este modelo de governança que ajudou Maringá planejar melhor seu desenvolvimento e crescimento de forma sustentável.

Em 2025, Maringá foi classificada como a sétima cidade mais competitiva do Brasil no Ranking de Competitividade dos Municípios, divulgado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). No Paraná, o município ocupa a segunda colocação, ficando atrás apenas de Curitiba, que aparece em quinto lugar no levantamento.

O bom desempenho da Cidade foi impulsionado principalmente pelos avanços no saneamento básico e na eficiência da gestão pública. Maringá alcançou a primeira posição nacional em cobertura da coleta de resíduos domésticos e recebeu nota máxima na destinação adequada do lixo, consolidando-se como referência na área. Apenas nesse pilar, subiu 24 colocações em relação ao ano passado. Também se destacou no funcionamento da máquina pública, ocupando a sétima posição no País.

Na área ambiental, o município aparece em primeiro lugar no combate ao desmatamento ilegal e a 14ª posição em qualidade da educação, além do 22º lugar em qualidade da saúde.

Entre as 10 cidades com maior vegetação urbana em área total, destacam-se grandes capitais como Rio de Janeiro (12.844 ha), São Paulo (11.814 ha) e Brasília (10.256 ha). Esses números refletem a extensão territorial e, em muitos casos, a presença de parques naturais e áreas de proteção ambiental dentro dos limites urbanos.

 

O PARQUE DO INGÁ

Uma homenagem ao município paraibano de Ingá

 

A cidade de Maringá nasceu na segunda metade da década de 1940, planejada pela  Companhia de melhoramento do Norte do Paraná. Os primeiros assentamentos do noroeste do Paranã evoluíram rapidamente. Diante do avanço da então pequena vila, que virou cidade em 1947, 21 anos depois, em 1968, foi criado o Bosque 01. Mais tarde, essa área verde recebeu o  nome de Parque do Ingá. Ao contrário do que algumas pessoas contam, de que o motivo do nome seria porque havia no bosque árvores da espécie Ingá, a principal razão foi outra: fazer uma homenagem da Cidade-Canção ao município paraibano de Ingá, que deu origem à famosa música Maringá, um neologismo de “Maria de Ingá”.

 

Além da canção, a cidade de Maringá fez outra homenagem ao município paraibano de Ingá. Deu o nome de Parque do Ingá à mais importante área verde da cidade. (foto: Rafael Macri / PMM)

 

 

O Parque do Ingá foi criado com objetivo de ser uma área de preservação da flora e fauna local numa perspectiva inclusive do desenvolvimento do ecoturismo. O Parque do Ingá, que compreende uma área de 473.300 m², cuja vegetação é denominada Floresta Estacional Semidecidual, encontra-se numa região geográfica denominada terceiro Planalto Paranaense. Localiza-se na região central de Maringá entre as avenidas São Paulo, Anchieta, Néo Alves Martins, Laguna e Juscelino Kubitschek.

 

CONHECENDO A CIDADE DE INGÁ-PB

A cidade paraibana, que está no DNA do nome Maringá, foi fundada ao redor da Pedra de Ingá, um monumento arqueológico.

 

O município de Ingá, na Paraíba, está a menos de 100km da capital, João Pessoa. O nome vem de um monumento natural ou sítio arqueológico com o nome Itacoatiara do Ingá, localizado à margem de um rio do Agreste. As inscrições e desenhos no monumento têm sulcos profundos que atravessam uma parede da pedra e resistem há milhares de ano sem uma tradução definitiva. A cidade de Ingá cresceu ao redor desse cenário, hoje protegido como monumento natural, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

 

Segundo o Iphan as formas sugerem animais, frutas, pessoas e elementos celestes, sem apresentar essas leituras como uma tradução definitiva. O tombamento federal ocorreu em 1944. Pesquisas também registraram artefatos líticos e cerâmicos encontrados na superfície, ampliando o interesse arqueológico do lugar.

 

A Pedra do Ingá é um dos monumentos arqueológicos mais importantes e misteriosos do mundo, localizada no município de Ingá, no agreste do estado da Paraíba. Classificada como uma “itacoatiara” (termo do tupi que significa “pedra pintada” ou “riscada”), trata-se de um imenso bloco de gnaisse com cerca de 46 metros de comprimento e 3,8 metros de altura inteiramente coberto por inscrições rupestres profundas gravadas na rocha.

O painel exibe quase 400 gravuras enigmáticas que combinam diferentes formas geométricas e figurativas. O significado exato de toda essa simbologia permanece um mistério absoluto para a ciência.

 

 

 

“Em todo o planeta nós temos registros de pedras gravadas. Elas estão na África, no continente americano, na Europa, na Ásia e na Oceania. O sítio arqueológico itacoatiara do Ingá torna-se importante pela quantidade de gravuras que tem. E, também, pela beleza cênica. Esses dois pontos acabaram por transformar a Pedra do Ingá num dos sítios arqueológicos mais importantes do Brasil”. Juvandi de Souza Santos – Universidade Estadual da PB

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