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High Tech Course aposta no empreendedorismo e amplia oportunidades de aprendizagem para estudantes

Projeto oferece oficinas gratuitas de tecnologia, criatividade e desenvolvimento de habilidades conectadas aos desafios do presente e do futuro

 

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Agência Brasília* | Edição: Plácido Fernandes

O desenvolvimento de habilidades empreendedoras, a criatividade e a capacidade de transformar ideias em soluções são competências cada vez mais importantes na formação de crianças, adolescentes e jovens. Com essa perspectiva, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), em parceria com o Instituto Superar e Ilustrar Mestrias (Isim), promove o High Tech Course. A iniciativa reúne, até o fim do ano, oficinas voltadas à tecnologia, à inovação e ao empreendedorismo, ampliando as possibilidades de aprendizagem que vão além dos conteúdos tradicionais.

São previstas 24 formações, com temas como desenvolvimento de games, Roblox Studio, programação, inteligência artificial (IA), marketing pessoal digital, empreendedorismo digital, segurança digital e criação de soluções digitais. A proposta é aproximar os participantes de conhecimentos que podem ser aplicados em diferentes contextos da vida pessoal, acadêmica e profissional.

“Nosso desafio é fazer com que o conhecimento tecnológico esteja cada vez mais próximo dos jovens, não apenas como ferramenta de aprendizagem, mas também como possibilidade de criação, empreendedorismo e acesso a novas oportunidades”

Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação

“Nosso desafio é fazer com que o conhecimento tecnológico esteja cada vez mais próximo dos jovens, não apenas como ferramenta de aprendizagem, mas também como possibilidade de criação, empreendedorismo e acesso a novas oportunidades”, destaca o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino.

Incentivo à autonomia

Na área do empreendedorismo, o intuito é incentivar a autonomia, a criatividade e a construção de ideias inovadoras, com aprendizagem voltada às novas formas de pensar, criar, planejar e desenvolver projetos. Nesse contexto, o conhecimento tecnológico passa a ser um aliado para explorar possibilidades e desenvolver projetos.

Já na programação, o conteúdo envolve o conhecimento das ferramentas digitais, a experimentação dos recursos tecnológicos e a ampliação de habilidades. Entre os temas estão criação e publicação de jogos, automação com inteligência artificial, desenvolvimento de soluções digitais e a preparação para o futuro digital.

Entre as próximas formações estão marketing pessoal digital, empregabilidade com IA, empreendedorismo digital, segurança digital avançada, desenvolvimento de soluções digitais, criação de apresentações digitais impactantes e automação com inteligência artificial.

 

As oficinas são realizadas on-line e ao vivo, pela plataforma Zoom, e contam com materiais de apoio e atividades complementares. O formato amplia as possibilidades de acesso ao conteúdo e permite que os participantes desenvolvam conhecimentos de maneira prática, em sintonia com as transformações tecnológicas e as demandas do mercado de trabalho.

Mais do que apresentar ferramentas, o High Tech Course busca estimular o protagonismo dos estudantes, incentivando a iniciativa, a criatividade e a aplicação do conhecimento em situações reais. Para a Secti-DF, a iniciativa reforça o compromisso de ampliar o acesso à educação tecnológica e à inovação, contribuindo para a formação de jovens mais preparados para identificar oportunidades e participar ativamente da construção do futuro.

As inscrições podem ser feitas neste site.

*Com informações da Secti-DF

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UnB tem pesquisadores entre mais influentes do mundo

Dados de parceria entre Stanford e Elsevier mostram 38 cientistas da Universidade entre os 2% mais citados globalmente em suas respectivas áreas

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Da Secretaria de Comunicação da UnB

 

Listas destacam, dentre 10 milhões de cientistas, pesquisadores da UnB entre mais influentes do mundo segundo impacto de suas publicações no ano e ao longo da carreira. Foto: Beto Monteiro/Ascom GRE

 

A Universidade de Brasília tem 38 pesquisadores entre os 2% mais influentes do mundo, segundo a edição de 2026 do levantamento feito pela Universidade Stanford, nos Estados Unidos, em parceria com a empresa de publicações científicas Elsevier. Os dados, divulgados em 7 de outubro, mostram que 24 cientistas aparecem na lista anual, que considera o impacto das publicações em 2025, e 26 estão na lista que avalia o impacto científico ao longo de toda a carreira. Doze nomes aparecem em ambas as listas.

 

Entre os mais de 10 milhões de cientistas ativos indexados no mundo, as listas correspondem aos 2% de maior impacto científico, segundo os critérios do estudo, sendo um importante termômetro da influência global. Assim, o levantamento identifica os pesquisadores de maior relevância com base em indicadores como o número de citações recebidas e a contribuição dos autores para trabalhos publicados, além de indicadores de produtividade.

 

Os rankings provêm das bases de dados de autores de toda a área científica, atualizadas anualmente e disponibilizadas pela plataforma independente Topscinet, que organiza as informações por país, ano, instituição e área, permitindo a comparação e a análise. Os pesquisadores são classificados em 22 áreas científicas e 174 subáreas, permitindo uma representação abrangente de diversas disciplinas.

Professora emérita do IB, Concepta McManus é citada nas duas listas elaboradas pela Stanford e pela Elsevier. Foto: Luis Gustavo Prado/Secom UnB

 

RECONHECIMENTO – Citada em ambas as listas e recentemente reconhecida como professora emérita do Instituto de Ciências Biológicas (IB) da UnB, Concepta McManus afirma ser uma honra integrar a lista representando a instituição e que o ranking reforça o papel fundamental da ciência pública e de qualidade. “Este reconhecimento não reflete uma conquista individual, mas sim a excelência da pesquisa produzida em nossa Universidade”, afirma a docente.

 

Para a professora, a alegria de continuar contribuindo com a ciência também faz parte do legado do marido, Márcio Martins Pimentel, falecido em 2019, e que também segue integrando as duas listas in memorian. “Sinto um orgulho profundo de nossa trajetória coletiva e uma responsabilidade ainda maior de continuar elevando o nome da UnB e transformando o futuro por meio do conhecimento”, diz McManus.

 

Já a diretora de Pós-Graduação (Dirpg/DGP) e professora da Faculdade de Ciências da Saúde (FS), Taís Gratieri, lembra que os índices são importantes porque mostram o alcance e o uso real das pesquisas realizadas na UnB. E lembra que as pesquisas não são feitas sozinhas. “Todos os trabalhos têm o esforço de alunos, técnicos, colegas docentes, pesquisadores externos. Além disso, eles dependem de fomento para pesquisa, tanto de origem pública quanto privada”, comenta a pesquisadora, integrante da lista dos destaques do ano.

 

Todo o ecossistema que viabiliza a ciência e a dedicação diária que a move, ajudando a transformar a UnB num polo de colaboração, foram destacados pelo professor do Departamento de Matemática (MAT/IE/UnB) Giovany Malcher. “Vejo essa conquista como resultado de 23 anos de dedicação à pesquisa, mas, acima de tudo, como fruto de um trabalho coletivo, no qual a UnB me proporcionou um ambiente de pesquisa e visibilidade”, afirma o docente, citado nas duas listas.

 

A generosidade, parceria e o compartilhamento de conhecimentos também são destacados pelos pesquisadores como parte da ciência que se constrói coletivamente, com dedicação, colaboração e troca de ideias. “A gente trabalha em grupo, temos muito a agradecer por ter as condições necessárias para fazer pesquisas, aos órgãos de fomento que as financiam e aos grupos que nos ajudam a desenvolvê-las”, comenta Ennio Marques, professor do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental (ENC/FT/UnB), também reconhecido em ambas as categorias do ranking.

Pesquisadores da UnB entre os 2% mais influentes do mundo

Nome – Unidade (Categoria)   

  1. Alexandre Gustavo Soares do Prado – IQ (Carreira)
  2. Ana Maria Nogales Vasconcelos – IE (Ano)
  3. André Ferreira Leite – FS (Ano)
  4. Antônio Raimundo Lima Teixeira – FM (Carreira)
  5. Augusto Cesar Franco – IB (Carreira)
  6. Brenno Amaro da Silveira Neto – IQ (Carreira/Ano)
  7. Cícero Célio de Figueiredo – FAV (Ano)
  8. César Koppe Grisólia – IB (Carreira)
  9. Concepta Margaret McManus Pimentel – IB (Carreira/Ano)
  10. Dejano Tavares Sobral – FM (Carreira)
  11. Edivaldo Ximenes Ferreira Filho – IB (Carreira)
  12. Eliete Neves Silva Guerra – FS (Ano)
  13. Eloisa Dutra Caldas – FS (Carreira)
  14. Ennio Marques Palmeira – FT (Carreira/Ano)
  15. Giovany de Jesus Malcher Figueiredo – IE (Carreira/Ano)
  16. Guilherme Martins Gelfuso – FS (Ano)
  17. Jeanine Maria Felfili Fagg (in memoriam) – FT (Carreira)
  18. Jorge do Nascimento Faber – FS (Ano)
  19. José Garrofe Dórea (in memoriam) – FS (Carreira/Ano)
  20. José Roberto de Souza Almeida Leite – FM (Carreira)
  21. José Wadih Maluf – IF (Carreira/Ano)
  22. Marcelo Hermes Lima – IB (Carreira/Ano)
  23. Márcio Martins Pimentel (in memoriam) – IG (Carreira/Ano)
  24. Marcilio Sergio Soares Cunha-Filho – FS (Ano)
  25. Mercedes Maria da Cunha Bustamante – IB (Ano)
  26. Miguel Ângelo Marini – IB (Carreira/Ano)
  27. Paulo Anselmo Ziani Suarez – IQ (Carreira)
  28. Pedro Luiz Tauil – FM (Carreira)
  29. Phillip Davis Marsden (in memoriam) – FM (Carreira)
  30. Reinhardt Adolfo Fuck – IG (Ano)
  31. Renata Puppin Zandonadi – FS (Ano)
  32. Ricardo Lopes de Queiroz – IE (Carreira/Ano)
  33. Rodrigo Gurgel Gonçalves – FM (Ano)
  34. Sônia Nair Báo – IB (Carreira)
  35. Soraya Coelho Leal – FS (Carreira/Ano)
  36. Taís Gratieri – FS (Ano)
  37. Viktor Dodonov – IF (Carreira/Ano)
  38. Wolf Uwe Reimold – IG (Carreira)
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Aluno é ameaçado de morte no DF por opção política

Agressor faz ofensas de cunho religioso em grupo de WhatsApp

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Iara Balduino – repórter da Agência Brasil

“Eu juro que amanhã se você for para a escola você não volta vivo”. Essa foi a mensagem de áudio que Felipe* (nome fictício), de 17 anos, recebeu em um grupo de WhatsApp de estudantes da turma dele em uma escola no Distrito Federal.

A ameaça ocorreu ainda durante a apuração dos votos da eleição presidencial, quando o candidato Luiz Inácio Lula da Silva passou à frente. Nos áudios, os quais a Agência Brasil teve acesso, antes da ameaça de morte, o agressor fala: “você votou foi no Lula, seu esquerdista desgraçado”.

O mesmo estudante também escreveu no grupo que se o candidato Flávio Bolsonaro perdesse ele iria espancar outros cinco colegas. E completa: “só na faca”. Outro adolescente curte as mensagens e manda figurinhas de risadas. Além das ameaças, o agressor também profere mensagens de intolerância religiosa contra os colegas.

Felipe é um adolescente transgênero e segundo a mãe, Aline* (nome fictício), ele nunca sofreu transfobia na escola. Por isso, eles se espantaram com as mensagens de ódio por questões políticas.

“A ideologia está afetando o discernimento dos jovens. Os adultos não conseguem lidar com as frustrações e ficam violentos e os jovens acabam absorvendo isso, transformam também a frustração em ódio”, disse.

Aline também contou que, por causa das agressões, Felipe passou a semana toda sem ir à escola. E ainda teme voltar na segunda-feira. E que, mesmo diantes de fatos tão graves, os dois ainda não fizeram boletim de ocorrência por medo de que o adolescente seja exposto ou sofra retaliações.

Segundo Aline, a diretora da escola informou que o aluno que mandou os áudios e mensagens foi transferido de escola e o que concordou com as mensagens, suspenso por quatro dias.

Violência nas escolas

Na última semana, uma série de casos de violência contra crianças e adolescentes relacionados à opções políticas dos jovens ou dos pais têm sido relatadas nas redes sociais.

As agressões vão desde ofensas verbais e chacota até agressões físicas e ameaças de morte.

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Solidariedade feita à mão leva 80 turbantes a pacientes oncológicas do Hospital de Base

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Fios, agulhas e mãos dispostas a ajudar deram forma a uma corrente de solidariedade em apoio a mulheres em tratamento contra o câncer. Em alusão ao Outubro Rosa, alunas de crochê e tricô confeccionaram 160 turbantes, dos quais 80 foram doados à Rede Feminina de Combate ao Câncer do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). As peças serão destinadas a pacientes que enfrentam a perda de cabelo durante o tratamento, oferecendo conforto e contribuindo para a autoestima.

A mobilização reuniu alunas da professora Anthonianne Levenhagen, que organizaram um mutirão para produzir os acessórios. Os fios foram doados por um empresário do ramo de armarinhos de Brasília, tornando possível a confecção das peças.

Uma das responsáveis pela iniciativa, Graça Miranda de Araújo Alencar, explica que a ideia surgiu do desejo de acolher mulheres que atravessam um período delicado. “Cada fio tecido nesses turbantes foi cheio de amor, gratidão e carinho. Queremos que essas mulheres se sintam acolhidas nessa fase da vida”, afirma.

A experiência familiar com o câncer de mama também motivou Graça a participar da ação. Depois de acompanhar o tratamento da sogra, ela passou a valorizar ainda mais o apoio oferecido às pacientes e a importância dos cuidados preventivos.

“Cada pessoa tem uma maneira de ajudar. Nós contribuímos com nosso trabalho manual, mas também é possível doar tempo e atuar como voluntária. Toda ajuda é bem-vinda”, destaca.

Além da entrega, as artesãs percorreram os espaços do Hospital de Base para conhecer o trabalho desenvolvido pela Rede Feminina | Foto: Divulgação/IgesDF

Além da entrega, as artesãs percorreram os espaços do Hospital de Base para conhecer o trabalho desenvolvido pela Rede Feminina. O grupo visitou a Casa Rosa e os locais destinados à confecção de itens oferecidos às pacientes.

Durante a visita, a professora Anthonianne Levenhagen se encantou com o ambiente e a dedicação das voluntárias. “Tudo que é rosa é lindo. Estou maravilhada com este lugar”, comentou.

Há três décadas, a Rede Feminina atua no Hospital de Base, oferecendo apoio emocional e materiais de auxílio a pacientes oncológicos. Entre os itens disponibilizados estão lenços, toucas, perucas e próteses mamárias, além de orientações e espaços de escuta.

Cristiane Guimarães, integrante da equipe de acolhimento, conta que a escolha de um acessório pode representar um momento de alegria para mulheres que enfrentam mudanças na aparência durante o tratamento.

“Às vezes, a paciente chega chorando e sai sorrindo depois de escolher uma touca. É muito bonito ver como um gesto de carinho pode fazer diferença. Isso não tem preço”, relata.

“Cada fio tecido nesses turbantes foi cheio de amor, gratidão e carinho. Queremos que essas mulheres se sintam acolhidas nessa fase da vida”

Anthonianne Levenhagen, professora de crochê e tricô

 

Para Adriana Almeida, que participa das aulas de crochê há cerca de um ano, a mobilização mostrou como uma habilidade aprendida pode se transformar em uma forma de ajudar outras pessoas.

“Fico muito feliz por todas nós termos confeccionado essas toucas e turbantes. Assim como estamos felizes em doar, sabemos que as pacientes também ficam emocionadas ao receber”, conta.

Como ajudar

Quem deseja contribuir com o trabalho da Rede Feminina de Combate ao Câncer do Hospital de Base pode buscar informações sobre doações e oportunidades de voluntariado pelos seguintes canais:

Telefone: (61) 3550-8900

Sala de Atendimento: ramal 9178

Sala de Acolhimento: ramal 9277

Site: www.redefemininabrasilia.org.br.

 

*Com informações do IgesDF

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SRTV Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719
Edifício Centro Empresarial Brasília
Brasília/DF
rodrigogorgulho@hotmail.com
(61) 98442-1010