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Alimentação e segurança para as aves urbanas

Comedouros para pássaros estimulam diversidade de aves nas cidades

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Tem sempre alguém que pergunta: alimentar pássaros silvestres nas casas, jardins ou praças das cidades é prejudicial? A resposta é complexa, mas bem fácil de entender. Existe um mundo ideal que é justamente proteger as florestas e matas para que os animais, incluindo pássaros, possam viver em liberdade e encontrem naturalmente seus alimentos. Mas o mundo real é diferente. Os seres humanos ao construírem suas casas, seus abrigos, seus empreendimentos e suas cidades vão ocupando as áreas selvagens e encurralando – até expulsando – os animais de seus habitats. E mais ainda: as aves exercem um fascínio muito grande sobre os seres humanos, por isso alimentar pássaros é uma atividade muito antiga, que ocorre em todos os cantos do mundo. Assim, não prendendo aves e outros animais selvagens em cativeiros ou gaiolas, deixando-os soltos na natureza, mas buscando ajudá-los na alimentação e oferecendo proteção para que desfrutem também o ambiente urbano é uma ação exitosa que recebe incentivo de biólogos e urbanistas.

 

Os comedouros para aves podem ser sofisticados e muito simples como esses providenciados por Roberto Harrop no seu condomínio Bosque Águas de Aldeia, em Pernambuco.

 

 

 

 

Os especialistas dizem que, na Europa, alimentar pássaros é uma atividade comum. Não é considerada ilegal, muito pelo contrário, é incentivada pelas comunidades. Há também um empreendimento que caminha junto com essa atividade: a indústria e as lojas especializadas na venda de rações balanceadas para pássaros. Existem até o comércio de ninhos artificiais e de bebedouros dos mais variados. O rigoroso inverno europeu causa, muitas vezes, um grande impacto em determinadas espécies devido à dificuldade em buscar alimentos, principalmente quando a camada de neve permanece no solo durante algumas semanas. Nessas condições, recomenda-se alimentar os pássaros.

 

 

 

 

 

 

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E COMEÇA A TRAVESSIA DO MÊS DE AGOSTO

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Não sei se Agosto é o mês do desgosto.
Mas o fato é que a primeira Guerra Mundial começou justamente dia 1º de agosto de 1914.
Hiroshima e Nagasaki viraram pó diante de duas bombas atômicas justamente em 6 e 9 de agosto de 1945. Aliás, este ano, são 77 anos dessa agressão atômica (única na História da Humanidade) sobre alvos humanos.
Adolf Hitler se torna o Führer em 2 e agosto.
Em 24 de agosto, o presidente Getúlio Vargas “sai da vida para entrar na História”.
Jânio Quadros renuncia em 25 de agosto.
E, muito triste, perdemos um grande líder, um estadista em 22 de agosto de 1976: o Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira.
– TE SEGURA, Brasil!
Pode ser uma imagem de texto que diz "AGOSTO 2022 D S T Q S 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 14. Dia dos Pais 11 CHEIA )19 MING (05 CRESC 27 NOVA"
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AMAZÔNIA TEM PROJETO DE 47 MI PARA PAISAGENS SUSTENTÁVEIS

O Plano busca a prioridade na restauração de vegetação nativa

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O Plano prevê a entrega de atividades de restauração florestal com o aporte de cerca de R$ 21 milhões, avanço da adequação ambiental de propriedades rurais e a restauração dentro de Unidades de Conservação (Foto: Marcos Amend)

 

Foi aprovado pelo Comitê Operacional do Programa Paisagens Sustentáveis da Amazônia o Plano Operacional Anual (POA) no valor de R$ 47,2 milhões para ser implementado nesse final de 2022 e no ano que vem. Entre as ações previstas no período estão estudos para viabilizar a concessão florestal, apoio à elaboração de planos de recuperação de áreas degradadas e gestão de unidades de conservação, entre outras.

 

Serão priorizadas a entrega de atividades de restauração florestal com o aporte de cerca de R$ 21 milhões, avanço da adequação ambiental de propriedades rurais e a restauração dentro de Unidades de Conservação. Além disso, o programa vai apoiar a reestruturação e capacitação dos órgãos estaduais e federais envolvidos no projeto.

 

MANEJO E RESTAURAÇÕES

As novas atividades planejadas para o período representam 1.270 hectares de áreas para restauração, 16 mil novas análises de Cadastro Ambiental Rural (CAR), 5 mil retificações de CAR já analisados, apoio a elaboração de 10,6 mil Projetos de Recuperação de Áreas Degradadas e Alteradas (PRADAs), além da elaboração de três planos de manejo de Unidades de Conservação.

 

A reunião que aprovou o plano teve a participação de representantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Banco Mundial, Fundação Getúlio Vargas (FGV), Serviço Florestal Brasileiro (SFB), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Conservação Internacional (CI) e das Secretarias de Meio Ambiente dos estados do Acre, Amazonas, Pará e Rondônia.

 

O PROJETO

O Projeto está alinhado com os objetivos de melhorar a sustentabilidade dos sistemas de Áreas Protegidas, reduzir as ameaças à biodiversidade, recuperar áreas degradadas, aumentar o estoque de carbono, desenvolver boas práticas de manejo florestal e fortalecer políticas e planos voltados à conservação e recuperação e uso sustentável dos ecossistemas amazônicos.

No Brasil o projeto está sendo coordenado pelo MMA sob coordenação da Secretaria da Amazônia e Serviços Ambientais (SAS) junto com a Secretaria de Áreas Protegidas (SAP), em parceria com os estados do Amazonas, Acre, Pará e Rondônia e em alinhamento com os órgãos federais que atuam nessas temáticas (MMA, SFB e ICMBio).

De acordo com técnicos do Ministério do Meio Ambiente, em seu arranjo de execução, o Banco Mundial é a agência implementadora, e 3 agências executoras compartilham a responsabilidade de execução do projeto, sendo: Funbio (componente 1 – Fase 1 Arpa); Conservação Internacional – CI-Brasil (componentes 2, 3 e 4 – Fase 1); Fundação Getúlio Vargas (Componentes 1, 2, 3 e 4 – Fase 2)

 

 

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Brasília recebe mais de 480 canários-da-terra apreendidos no aeroporto da capital

Em mais uma ação conjunta em combate ao tráfico de animais, Ministério da Justiça e Receita Federal desarticulam atividade fraudulenta. Graças aos cuidados do Cetas, aves deverão voltar à natureza na próxima semana

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Fonte: Ibama

 

Brasília (25/07/2022) – O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) recebeu – na noite de sábado (23), na unidade do Centro de Triagem de Animais Silvestres do Distrito Federal (Cetas), 482 pássaros da espécie Sicalis flaveola – popularmente conhecidos como canários-da-terra. Os animais estavam sendo transportados, no momento da apreensão, dentro de malas de uso comum. A ação contou com o apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e da Receita Federal (RF).

Logo que chegaram ao Centro, especialistas constataram que 100 destes animais não sobreviveram. Mas com o uso de técnicas de reabilitação – como alimentação adequada, hidratação e ingestão de vitaminas, por exemplo – o Instituto auxilia na plena recuperação dos pássaros sobreviventes, de modo que há uma previsão de soltura dos canarinhos na semana que vem – em um local ainda a ser definido.

O tráfico é o grande responsável pelo ônus da morte destes pássaros. Para combater os ilícitos ambientais, o Ibama conta com um canal direto onde o cidadão pode – de maneira anônima – comunicar, sugerir, elogiar e efetuar outras solicitações: acesse o Linha Verde no site do Ibama para escolher a opção de atendimento ou ligue gratuitamente para 0800 061 8080. Denuncie!

 

 

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