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Manutenção urgente para as vias da comunidade 26 de Setembro

Governador Ibaneis Rocha determina a destinação de 40 caminhões de expurgo de brita para garantir segurança e a mobilidade da área

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“Não vamos desamparar ninguém. Já conversei com o SLU e vamos disponibilizar o material para melhorar as condições das vias. As pessoas precisam transitar, ir para o trabalho, levar os filhos à escola”, destacou o governador Ibaneis Rocha

 

O Governo do Distrito Federal (GDF) vai destinar 40 caminhões de expurgo de brita do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) para o Assentamento 26 de Setembro, às margens da DF-001. O material reciclado de entulhos da construção civil será aplicado em vias de acesso ao bairro prejudicadas pelas últimas chuvas.

Programa de conservação das cidades, o GDF Presente será responsável pelo transporte e colocação do material. A determinação de intervir nas vias de acesso ao bairro foi do governador Ibaneis Rocha, atendendo a pedido do deputado distrital e ouvidor da Câmara Legislativa do DF, Guarda Jânio. Ibaneis e o secretário de Governo, José Humberto Pires, receberam o distrital, nesta quinta-feira (17), no Palácio do Buriti.

“Não vamos desamparar ninguém. Já conversei com o SLU e vamos disponibilizar o material para melhorar as condições das vias. As pessoas precisam transitar, ir para o trabalho, levar os filhos à escola”, destacou o chefe do Executivo local. Segundo ele, as equipes do GDF Presente serão fundamentais nesse “socorro”. “Determinei ao secretário José Humberto que realize uma ação rápida. A rotina de muitas famílias está sendo prejudicada”, completou.

“Verificamos o impacto das chuvas nas vias e queremos garantir a segurança de quem transita por lá, além da garantia de acesso das crianças às escolas”, disse o distrital Guarda Jânio

O 26 de setembro é uma área não regularizada e, por isso, não pode receber ainda infraestrutura definitiva, como asfalto, esgoto e equipamentos públicos. “Estamos avaliando com o deputado e a comunidade quais serão as avenidas beneficiadas. Será um trabalho executado pelas equipes do GDF Presente. Assim que a chuva der uma trégua, o serviço se inicia”, explicou José Humberto. “Verificamos o impacto das chuvas nas vias e queremos garantir a segurança de quem transita por lá, além da garantia de acesso das crianças às escolas”, disse o parlamentar.

Ainda segundo Guarda Jânio, no Assentamento 26 de setembro, circulam 12 ônibus e vans escolares diariamente. Os veículos transportam os alunos para escolas próximas, nas cidades de Taguatinga e Vicente Pires. Atualmente, cerca de 40 mil pessoas residem no local.

Morador da colônia agrícola, Miguel Rodrigues, 39 anos, revela que as vias se encontram em situação precária, com grandes erosões e possibilidade de atolamento. “Nosso pedido ao governo é que o material seja colocado nas ruas 4, 5 e 6, que são as mais críticas. Foram atacadas por um maior volume de água”, explica o rapaz, que é presidente da Associação dos Moradores do 26 de setembro (Amovs).

De acordo com Miguel Rodrigues, crianças da região têm perdido aulas devido às dificuldades de deslocamento. “Cada rua tem em torno de 3 km e está complicado o acesso dos ônibus para buscar as crianças”, diz Miguel. “De toda forma, será uma conquista importante esse cascalho na pista. Há uma diferença entre falar e fazer. E agora está sendo feito”, aponta o líder comunitário. No final do ano passado, a avenida principal também já havia sido recuperada com a aplicação de cascalho.

Hédio Ferreira Jr. e Rafael Secunho, da Agência Brasília | Edição: Saulo Moreno

 

 

 

 

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Canabinoides podem auxiliar no tratamento de doenças neurológicas

É o que mostra pesquisa da Unicamp, publicada hoje

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Estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostrou que o canabinoide, substância que pode ser encontrada em plantas do gênero cannabis, podem auxiliar no tratamento de doenças neurológicas e psiquiátricas. A descoberta foi feita por pesquisadores do Laboratório de Neuroproteômica, do Instituto de Biologia (IB), e publicada hoje (27) na revista European Archives of Psychiatry and Clinical Neurosciences.

“A gente sabe muito sobre o efeito dos canabinoides, endocanabinoides ou sintéticos sobre os neurônios. Estamos aprendendo agora que essas substâncias também atuam sobre as células da glia”, diz Daniel Martins-de-Souza, um dos pesquisadores. Ele explica que o nome glia significa cola em grego, porque, no passado, os pesquisadores achavam que essas células ligavam os neurônios uns nos outros, funcionando apenas como células de suporte.

Nas últimas duas décadas, no entanto, estudos mostraram que elas praticam funções importantes no cérebro. A pesquisa analisou a interação de uma dessas células da glia, chamada oligodendrócito, com os canabinoides. O oligodendrócito é responsável por produzir a bainha de mielina, que faz o “encapamento” dos axônios, que são o meio de comunicação entre os neurônios. “Para o neurônio conseguir conversar com outro por meio de impulsos elétricos, ele precisa de um encapamento no fio, vamos assim dizer”, explica o estudioso, comparando com os fios de um poste de energia elétrica.

Falhas nas células da glia podem causar doenças. “A bainha de mielina é destruída, por exemplo, na esclerose múltipla, eventualmente até na doença de Alzheimer. Então, a bainha de mielina é bastante importante para que o neurônio funcione. A gente sempre teve uma visão muito neurocêntrica, ou seja, muito da importância do neurônio no cérebro, mas ele não vai funcionar bem se as células acessórias dele também não funcionarem, como é o caso do oligodendrócito”, acrescenta Martins-de-Souza.

Com a análise in vitro, os pesquisadores viram que os canabinoides promovem a proliferação dos oligodendrócitos. “Todas as eventuais doenças que têm perda de oligodendrócitos poderiam se beneficiar”, afirma o especialista. Ele destaca que estudos com animais e humanos devem confirmar esses dados. A pesquisa também mostrou que, com os canabinoides, os oligodendrócitos amadurecem melhor. “Isso abre novas avenidas pra gente investigar potenciais tratamentos de doenças.”

Depressão e esquizofrenia são outras doenças que podem se beneficiar dessa descoberta.

O que são canabinoides

Além do canabinoide extraído de plantas do gênero cannabis, o canabidiol, o próprio organismo humano produz a substância, chamada endocanabinoide. “Foi descoberto que os compostos da cannabis se ligam a receptores no cérebro, que passaram a ser conhecidos como receptores canabinoides. O que a gente descobriu a posteriori é que o nosso organismo produz substâncias que interagem com esses mesmos receptores. Tudo isso é chamado de canabinoide”, explica o pesquisador.

O estudo, portanto, utilizou tanto compostos extraídos de plantas do gênero cannabis, como o canabidiol, o endocanabinoide, quanto sintéticos.

 

 

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Em visita à Amazon, governador assegura mais apoio a operadores logísticos

Ibaneis Rocha conheceu o Centro de Distribuição da empresa norte-americana e anunciou assinatura de decreto para facilitar ainda mais o trabalho de outros grupos que queiram se instalar no DF

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Ian Ferraz, da Agência Brasília | Edição: Carolina Lobo

 

O governador Ibaneis Rocha visitou, nesta quinta-feira (26), o Centro de Distribuição da Amazon no Distrito Federal, localizado em Santa Maria. O encontro com funcionários da empresa norte-americana e gestores do governo serviu para tratar sobre infraestrutura, tributação e a presença da Amazon no Brasil e no DF.

GDF vai assinar um decreto para facilitar ainda mais o trabalho de operadores logísticos que queiram se instalar no Distrito Federal

Na ocasião, Ibaneis Rocha conheceu cada detalhe da operação e se reuniu com diretores da empresa. Na reunião ficou definido que o GDF vai assinar um decreto para facilitar ainda mais o trabalho de operadores logísticos que queiram se instalar no Distrito Federal. O texto está sendo alinhado com o secretário de Economia, Itamar Feitosa, que também participou do encontro, bem como com os secretários de Governo, José Humberto Pires, e de Desenvolvimento Econômico, Jesuíno Pereira.

 

“O Distrito Federal tem esse sinal importante. A cidade foi criada a partir do pensamento de Juscelino Kubitschek de ser um grande ponto de interligação do Brasil. Os operadores logísticos vêm para cá no sentido de integração. Nós temos facilidade de distribuição, tanto para o Centro-Oeste como para o Norte e o Nordeste, e a empresa vem só crescendo aqui. Temos dado incentivos às empresas, é um ramo que emprega bastante. E fiquei satisfeito de ver a operação, a organização e o nível de tecnologia desse centro de distribuição”, afirma o governador Ibaneis Rocha.

 

A vinda da Amazon amplia a presença do Distrito Federal como centro logístico nacional, já que a capital tem o único aeroporto brasileiro com duas pistas em operação simultânea, ligado a todas as capitais do país – além de excelente malha rodoviária, mão de obra capacitada e competitividade fiscal.

 

“É muito importante termos empresas como a Amazon e outras de logística aqui no Distrito Federal. Estamos no centro do país, então temos essa capacidade maior de distribuição. Elas geram emprego e renda para famílias do DF e do entorno, e, com a intenção da Amazon de se expandir, mais empregos podem ser gerados e o serviço ampliado para os clientes ”, acrescenta o secretário de Desenvolvimento Econômico.

A Amazon tem 12 centros de distribuição no Brasil. Na capital, iniciou a operação em outubro de 2020, gerando mais de 200 empregos. Segundo a empresa, são feitas 15 mil entregas diariamente no DF.

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Lei muda orientação por cores em hospitais para atender daltônicos

Medida publicada nesta terça-feira (24) no Diário Oficial determina que alas e pulseiras sejam adaptadas para portadores do distúrbio da visão

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Agência Brasília* | Edição: Claudio Fernandes

 

As unidades das redes pública e privada de saúde deverão alterar parcialmente seus sistemas de direcionamento por cores para atender portadoras de daltonismo. É o que determina a Lei nº 7.144, publicada nesta terça-feira (24) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

“Tudo que a gente puder fazer para facilitar a vida das pessoas que tenham quaisquer restrições, faremos. Quanto mais acessível o sistema de saúde estiver, mais inclusivo ele é”Pedro Zancanaro, secretário adjunto de Assistência à Saúde

De acordo com a medida, as unidades de saúde devem adaptar os sistemas de orientação por cores de modo a incluir alguma sinalização numérica ou por outro tipo de código. Assim, as pulseiras de classificação de risco e as alas de atendimento, por exemplo, terão de conter algo além da cor. Isso porque quem é daltônico tem dificuldade de diferenciar certas cores, sobretudo os tons verde e vermelho.

O secretário adjunto de Assistência à Saúde, Pedro Zancanaro, afirma que a Secretaria de Saúde estudará medidas para facilitar a visualização dos pacientes com daltonismo. O gestor destacou que a lei representa uma “medida de acessibilidade”. “Tudo que a gente puder fazer para facilitar a vida das pessoas que tenham quaisquer restrições, faremos. Quanto mais acessível o sistema de saúde estiver, mais inclusivo ele é”, pontuou Zancanaro.

O daltonismo é uma denominação popular para discromatopsia ou discromopsia. Trata-se de distúrbio de visão caracterizada pela ausência total ou parcial de células do tipo cones na retina. A condição é hereditária e genética. Geralmente, a pessoa aprende a conviver com o problema, como cita o secretário adjunto. “Um exemplo clássico que mostra essa adaptação dos daltônicos é eles entenderem os semáforos do trânsito”, conclui.

*Com informações da Secretaria de Saúde

 

 

 

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