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Em Ceilândia, um lixão a menos e mais segurança para os moradores

Área na EQNO 17/18 é totalmente limpa e cercada, evitando o acúmulo de lixo e a presença de usuários de drogas; em Taguatinga, operação tapa-buracos avança

 

Os trabalhos de reforma e manutenção de espaços e equipamentos públicos não param de ser feitos nem mesmo nos fins de semana. Em Taguatinga e Ceilândia, as equipes do GDF Presente, em parceria com servidores das respectivas administrações regionais, atuaram em diversos serviços, visando à segurança e ao bem-estar da população.

 

“Era uma área onde vinham muitos usuários de drogas, o tráfico era constante e era perigoso de se passar. Desde o fechamento com a cerca, as madrugadas estão mais calmas”, comemora Elieusa Gomes, 58, dona de casa

 

Na Quadra EQNO 17/18 de Ceilândia, cerca de 500 metros lineares de arame farpado foram utilizados para cercar uma área pública, que era utilizada como depósito irregular de entulhos e inservíveis. “Foi feita uma limpeza na semana passada e agora pudemos isolar para evitar acúmulo de lixo no futuro”, explica o coordenador do Polo Oeste II, Elton Walcacer.

A dona de casa Elieusa Gomes, 58 anos, mora em frente ao terreno que foi limpo e protegido e destaca que a comunidade já começa a sentir os efeitos da ação do GDF Presente. “Era uma área onde vinham muitos usuários de drogas, o tráfico era constante e era muito perigoso de se passar. Desde o fechamento com a cerca, as madrugadas estão mais calmas, já estamos sentindo as melhorias”, afirma.

Em outros pontos da cidade, os operários do GDF Presente e da Administração Regional de Ceilândia recolheram aproximadamente 47 toneladas de entulhos e inservíveis depositados irregularmente na EQNP 22/26, na EQNP 30/34, na EQNP 8/12 e na QNP 24.

O administrador regional de Ceilândia, Fernando Fernandes, diz que o GDF já está fazendo um levantamento de áreas do tipo na região e ressalta os impactos gerados pelo fechamento. “Elas servem tanto para depósito de entulho como de esconderijo para traficantes e ladrões. Contamos com a ajuda da população para que denúncias de situações semelhantes sejam feitas”, afirma.

 

Cerca de 30 toneladas de massa asfáltica foram utilizadas para corrigir desníveis e cobrir buracos em pontos importantes do trânsito de Taguatinga | Foto: Divulgação/GDF Presente

Foco nas vias

Se em Ceilândia os operários concentraram esforços na eliminação de focos de descarte irregular de lixo, em Taguatinga os trabalhos foram voltados para a segurança dos condutores de carros, motos, ônibus e caminhões.

Cerca de 30 toneladas de massa asfáltica foram utilizadas para corrigir desníveis e cobrir buracos em pontos importantes do trânsito da cidade. O mais impactante deles foi feito no Pistão Sul, em parceria com o 3º Distrito do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF). Além deles, foram restaurados trechos de pavimento asfáltico na QND 53, QI 7, QNL 5/7, QNM 34/36, QNA 56 e ligação entre o Pistão Norte e Avenida Samdu.

Flávio Botelho, da Agência Brasília | Edição: Renata Lu

 

 

 

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Fim da escala 6×1 passa pela 3ª sessão de discussão no Plenário

Paulo Paim (de costas e no telão) defendeu a proposta e disse que ela deve ter primeira votação na semana que vem
Ton Molina/Agência Senado

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A proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais e acaba com a escala 6×1 (seis dias trabalhados e um de descanso) passou pela terceira sessão de discussão no Plenário nesta quinta-feira (8). A PEC 221/2019 ainda precisará de duas sessões de discussão para completar o total de cinco sessões antes da votação em primeiro turno.

O senador Paulo Paim (PT-RS) defendeu a proposta e disse que ela será votada na próxima semana.

— A votação será na semana que vem. O Brasil todo está nessa expectativa. Três sessões terminam hoje, mais duas na terça e na quarta, e na própria quarta à noite ou na quinta-feira nós votaremos essa proposta, que será uma grande conquista para o povo trabalhador — disse Paim em Plenário.

Caso a PEC seja aprovada em primeiro turno, seguirá para o segundo turno, com outras três sessões de discussão em Plenário antes da votação final. Uma PEC precisa ter ao menos três quintos dos votos favoráveis nas duas votações, o que representa o apoio de pelo menos 49 senadores.

A proposição, apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em setembro. O relator foi o senador Omar Aziz (PSD-AM).

‘Hora da mudança’

Único senador inscrito para discutir a proposta nesta quinta-feira, Paim lembrou que na Câmara dos Deputados a PEC foi aprovada com apenas 19 votos contrários (e 461 favoráveis). Na sua visão, o Senado deveria aprovar o texto por unanimidade, assim não haveria perdedores e vencedores. Para ele, nenhum parlamentar deveria querer ter no currículo um voto contra a redução da jornada:

— A sociedade que construirmos hoje é a sociedade em que nós mesmos vamos viver e envelhecer. Não podemos aceitar que alguém passe a vida inteira trabalhando seis dias e descansando um dia. Não aceitamos! É chegada a hora da mudança. Não podemos aceitar jornadas que afastem pais, mães, filhos, netos e bisnetos. Não podemos aceitar que o trabalhador chegue à aposentadoria doente, cansado, sem forças para aproveitar a vida.

Na quarta-feira (7), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que uma votação mais rápida da PEC depende dos senadores, que podem apresentar requerimentos para dispensar prazos e sessões de discussão. Se algum requerimento for apresentado, será colocado em votação, afirmou Davi.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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MEC irá pedir investigação de ameaças a universidades em redes sociais

Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos será acionada

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Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil

 

O Ministério da Educação (MEC) irá acionar a Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal após ameaças denunciadas por universidades federais. Em entrevista à Agência Brasil, o ministro da Educação, Leonardo Barchini, disse que a pasta tem “uma preocupação grande de que essa violência escale”.

O ministro conversou com a Agência Brasil após visitar a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que sofreu um incêndio de grandes proporções, com prejuízo estimado em R$ 100 milhões.

A PF foi acionada para investigar as causas do incêndio. No entanto, como há também denúncias de ameaças feitas nas redes sociais, o ministro pedirá uma investigação específica.

“Nós acionamos a Polícia Federal, que já instaurou inquérito sobre o incêndio em Pernambuco. Mas, após as ameaças verificadas nas redes sociais, nós vamos acionar agora a Diretoria de Crimes Cibernéticos da Polícia Federal, que atua em conjunto com o Ministério da Educação para vários eventos de ameaças na rede escolar e também ameaça de universidades”, ressaltou.

Além das ameaças na UFPE, nesta quinta-feira (8), a Universidade Federal Fluminense (UFF) também informou em nota que recebeu denúncias de ameaças à instituição.

A universidade informou que se trata de conteúdos compartilhados em aplicativos de mensagens e redes sociais. As mensagens falam, por exemplo, em incendiar a universidade e agredir estudantes em atos políticos. A PF também foi acionada para este caso.

“Toda vez que a gente tem uma situação de risco, a gente aciona a Diretoria de Crimes Cibernéticos da PF e, dessa vez também, tendo em vista o que a gente encontrou no monitoramento das redes sociais e naquilo que a gente tem recebido de estudantes, reitores e professores”, disse, Barchini.

“A universidade é um ambiente plural, um ambiente de manifestação política também”, acrescentou.

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Projeto Marias da Penha estreia ciclo de contação de histórias e música contra a violência de gênero na CLDF

Ação com estudantes do CEF 03 de Sobradinho abre série de 10 apresentações culturais e educativas promovidas em instituições do DF

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Foto: Divulgação

A programação terá contação de histórias com o Grupo Paepalanthus, que traduz temas urgentes em narrativas lúdicas e poéticas

Unindo arte, debate e cidadania, o Projeto Marias da Penha: Cultura e Conscientização contra a Violência de Gênero dá início nesta quinta-feira (8) a uma nova etapa de suas atividades, apostando na contação de histórias e em intervenções artísticas como ferramentas de transformação social. A abertura acontece, a partir das 14h, na Sala de Reunião das Comissões Pedro de Sousa, localizada no Térreo Superior (TS) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), com a participação de turmas do Centro de Ensino Fundamental 03 (CEF 03) de Sobradinho.

A atividade de hoje é a primeira de uma série de 10 apresentações que irão circular pela CLDF e por diversas outras instituições do Distrito Federal. A proposta leva reflexões sobre a prevenção da violência doméstica e familiar de maneira acessível e sensível aos jovens, dialogando diretamente com a realidade da comunidade escolar.

A programação traz a contação de histórias do Grupo Paepalanthus, que traduz temas urgentes em narrativas lúdicas e poéticas, além da discotecagem temática comandada pelo DJ Zapatta, trazendo repertório focado na valorização, força e no empoderamento feminino.

Durante o encontro na CLDF, os estudantes visitam a Exposição Marias, conhecem o histórico do projeto e recebem a cartilha educativa “Não é Mimimi, é Violência” — material didático desenvolvido para auxiliar na identificação de condutas abusivas e na divulgação dos canais de apoio e denúncia.

Com entrada franca, a iniciativa é uma realização conjunta da Artise e do Projeto Marias da Penha, contando com o fomento do Ministério da Cultura e o apoio institucional da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e do Conselho Curador de Cultura.

Serviço
Abertura do ciclo de contações – Projeto Marias da Penha.
Data: Hoje, 8 de outubro de 2026.
Horário: 14h
Local: Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) – Sala de Reunião das Comissões Pedro de Sousa (Térreo Superior – TS).
Atrações: Contação de histórias com o Grupo Paepalanthus e discotecagem com DJ Zapatta
Entrada: Gratuita.

Agência CLDF

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