Reportagens

Com apoio de R$ 11 milhões do GDF, escolas de samba se preparam para 2023

Ações como o Edital de Apoio das Atividades Carnavalescas Permanentes, a Escola de Carnaval e o Brasília Multicultural 1 já reaquecem a cadeia produtiva carnavalesca, fortemente abalada pela pandemia

 

Agência Brasília* | Edição: Carolina Lobo

 

O Carnaval é uma das pautas prioritárias em andamento na Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), tendo em vista que se trata de setor estratégico abalado nos últimos dois anos em função da covid-19. Dois projetos complementares entre si movimentam essa potente cadeia criativa: o Edital de Apoio das Atividades Carnavalescas Permanentes, que disponibilizou R$ 3,45 milhões para que os carnavalescos retomassem as ações em modo virtual, e a Escola de Carnaval, com um aporte de R$ 1,5 milhão, destinado a programa de capacitação.

Em paralelo, o Fundo de Apoio à Cultura (FAC) destinou, no Edital Brasília Multicultural 1 de deste ano, R$ 6,4 milhões à linha de apoio Jeito Carnavalesco, para premiação de ao menos 77 projetos envolvendo atividades carnavalescas de rua e de escolas de samba. Um dos premiados vai organizar o desfile das escolas de samba em 2023, com aporte de R$ 1 milhão.

“O Carnaval é o espelho do povo, e o Distrito Federal, a confluência do país. Ainda no começo desta gestão, houve a percepção de que não bastava voltar com os desfiles sem um preparo, sem uma organização ou articulação do setor. Depois de muitas escutas e diagnósticos, muitas visitas aos barracões, depois de conversar com gestores, a Secec entendeu que o caminho tinha que ser pela formação e profissionalização de toda a cadeia produtiva do Carnaval”, explica o secretário de Cultura e Economia e Criativa, Bartolomeu Rodrigues.

“Ainda no começo desta gestão, houve a percepção de que não bastava voltar com os desfiles sem um preparo, sem uma organização ou articulação do setor. Depois de muitas escutas e diagnósticos, a Secec entendeu que o caminho tinha que ser pela formação e profissionalização de toda a cadeia produtiva do Carnaval”Bartolomeu Rodrigues, secretário de Cultura e Economia Criativa

Emprego e renda

No primeiro projeto, o resultado foi impressionante: 4,5 mil empregos diretos e indiretos gerados, com um apoio a 1,5 mil agentes culturais, sendo 80% de negros e, em sua maioria, de comunidades para além do Plano Piloto. São públicos específicos e, muitas vezes, vulneráveis, como o LGBTQIA+ e as mulheres.

A ideia era de que esses recursos fossem utilizados pelas escolas e blocos para fomentar pequenos eventos, pagar recursos humanos e contas atrasadas e, assim, ganhar novo fôlego. “É uma retomada, porque o DF tem um público de carnaval desde sua criação. Então, é um esforço de rearticulação, da volta desse público para ele sentir que sua escola está voltando e as comunidades também irem voltando para o barracão”, conta a subsecretária de Difusão e Diversidade Cultural, Sol Montes.

Para o presidente da Liga Independente das Escolas de Samba do DF (Liestra), Hélio dos Santos, o resultado foi animador. “Brasília estava sentindo falta dessas atividades; mesmo nas lives foi um trabalho bom. Foi o que possibilitou que as escolas se estruturassem e fizessem apresentações depois de tanto tempo, levando ao mundo todo o carnaval do DF”, comemora ele. “Essa é uma gestão que abriu as portas para as entidades carnavalescas, nunca tivemos tanto espaço como estamos tendo agora. Espaço e parceria. E o resultado disso virá nos desfiles, porque as escolas estarão preparadas para apresentar um desfile à altura do nosso Carnaval”.

A Escola de Carnaval conta com quatro módulos – Gestão Profissional do Carnaval, Artes Visuais, Artes Musicais e Artes da Dança

Força na capacitação 

Iniciada desde fevereiro, a Escola de Carnaval é um projeto de projeção nacional. A ação tem como objetivo capacitar os integrantes e interessados das agremiações a retornarem à avenida em 2023, promovendo o diálogo com o terceiro setor e agentes públicos, além de articular toda a cadeia carnavalesca. Para isso, o projeto conta com quatro módulos: Gestão Profissional do Carnaval, Artes Visuais, Artes Musicais e Artes da Dança – englobando, assim, toda a dinâmica produtiva do Carnaval.

A curadoria da Escola de Carnaval deu, ainda, mais força ao projeto. O carnavalesco Milton Cunha, cenógrafo, comentarista de desfiles em diversas emissoras e pós-doutor em narrativas do Carnaval, foi o grande nome por trás dessa capacitação. Em um primeiro momento, ele mesmo entrevistou e analisou a situação dos agentes culturais que realizam o que chamou de “carnaval candango”, para então estruturar as etapas seguintes.

“Esses editais vieram para fortalecer nossas comunidades e toda a estrutura das escolas. Os projetos abrangem as pessoas que estão ativas e inativas, fazendo com que participem. É um resgate, uma capacitação que é de suma importância para que em 2023 a gente consiga fazer um desfile maravilhoso para Brasília”Luciano Garcia, presidente do Grêmio Recreativo Carnavalesco Unidos de Vicente Pires

“O tripé da minha curadoria é constituído pela gestão administrativa, o artístico-visual e o artístico-musical. Primeiro, abordo a visão geral da escola de samba como fenômeno da modernidade, da sociedade do espetáculo. Em seguida, vem o resgate histórico, para que figurinista, carnavalesco, projetista de alegoria e compositor saibam que o tema tem um passado. Aí, temos as aulas de croqui, risco, volumetria, ergonomia e também alegoria, com suas noções espaciais. A terceira parte é a musicalidade, quando você trata de enredo, da harmonia musical”, detalha Milton Cunha.

Além de Cunha, outros profissionais renomados das escolas de samba do Rio de Janeiro e de São Paulo também estiveram em Brasília, promovendo oficinas dentro da Escola de Carnaval. Em cinco meses de ações, foram 840 inscrições, com 313 alunos capacitados e certificados e 12 diferentes oficinas.

Só na primeira etapa, foram certificadas 60 pessoas, envolvendo profissionais das escolas de samba e dos blocos tradicionais. Para as 14 escolas participantes, no entanto, a responsabilidade é ainda maior: só poderão desfilar em 2023 os grupos que participarem do projeto, garantindo uma gestão responsável e ainda mais qualidade para as apresentações.

 

Um dos projetos, a Escola de Carnaval, teve um aporte de R$ 1,5 milhão, para capacitação

Na avaliação do presidente da Organização da Sociedade Civil Luta pela Vida, gestora do projeto, Rômulo Sulz, essa é uma experiência única para os carnavalescos. “Acredito que em 2023 nossas escolas e blocos carnavalescos experimentarão um salto de qualidade de produção extremamente perceptível a todos, inclusive aos próprios envolvidos”, destaca.

“Eu me emociono só de falar. Isso plantou uma esperança dentro de nós. Precisávamos muito do curso para a gente se atualizar e entender mais sobre o nosso posto de rainha, de coordenadora de passistas, a função da corte, mas também entender mais sobre o Carnaval”Valéria Bonifácio, rainha de bateria do Grêmio Recreativo Escola de Samba Capela Imperial, de Taguatinga

Na execução do projeto, foram gerados 20 empregos diretos e 65 indiretos, incluindo pessoas com deficiência e diversos profissionais do setor cultural. “A população toda se move quando o Carnaval acontece. Ainda temos cursos planejados até agosto, a produção não pode parar. Da mesma maneira inclusiva e diversa com que acontece o Carnaval, a Escola de Carnaval segue a todo vapor, preparando o retorno das nossas escolas”, aponta Rômulo.

Outro ponto alto destacado por ele é a descentralização das atividades da Escola de Carnaval para as regiões administrativas (RAs). Na capacitação nas primeiras oficinas, a curadoria elencou profissionais para repassarem esses conhecimentos em cursos ministrados gratuitamente para o público de outras RAs, como Ceilândia e Taguatinga. Até agora, foram 150 pessoas formadas. Entre os professores, está Valéria Bonifácio, rainha de bateria do Grêmio Recreativo Escola de Samba Capela Imperial, de Taguatinga.

Familiarizada com o samba desde criança e “cria” da Associação Recreativa e Cultural Unidos do Cruzeiro (Aruc), como ela mesma se define, Valéria participou das primeiras oficinas e depois ministrou a aula de samba no pé em Taguatinga. “Eu me emociono só de falar. Isso plantou uma esperança dentro de nós. Precisávamos muito do curso para a gente se atualizar e entender mais sobre o nosso posto de rainha, de coordenadora de passistas, a função da corte, mas também entender mais sobre o Carnaval”.

Esse cronograma de ações cria expectativas para o Carnaval de 2023. Para o presidente do Grêmio Recreativo Carnavalesco Unidos de Vicente Pires, Luciano Garcia, é a oportunidade de fortalecimento e preparação.

“Esses editais vieram para fortalecer nossas comunidades e toda a estrutura das escolas. Assim, os projetos abrangem as pessoas que estão ativas e inativas, fazendo com que participem. É um resgate, uma capacitação que é de suma importância para que em 2023 a gente consiga fazer um desfile maravilhoso para Brasília. É o que o setor espera”, destaca.

*Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

 

 

 

 

Continue Lendo
Clique para comentar

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Reportagens

Representação feminina: total de candidatas à Câmara cai 24% em 2026

Barreiras culturais e de financiamento persistem, aponta estudo do Instituto Esfera

Publicado

em

Por

 

Deputadas da bancada feminina da CâmaraFoto: Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

O número de candidaturas femininas para a Câmara dos Deputados caiu 24% em 2026 em relação a 2022, passando de 3.717 para 2.820. Apesar da queda no total de inscritas, a proporção de mulheres entre os concorrentes a deputado federal subiu de 35% para 36,7%.

Nas eleições majoritárias, não há mulheres nas chapas presidenciais de partidos com representação no Congresso Nacional. Além disso, 34 mulheres disputam os governos estaduais e o Distrito Federal, em um universo de 198 concorrentes. Em 2022, foram 38.

Estudo e propostas

Um estudo do Instituto Esfera aponta que é necessário ampliar o acesso das mulheres aos recursos do Fundo Partidário e adotar a reserva de vagas. A pesquisadora Daniela Matos afirma que México e Bolívia alcançaram índices próximos a 50% de mulheres nas cadeiras do Poder Legislativo com esse modelo.

Segundo o levantamento, o Brasil tem a menor representação feminina na política entre os países da América Latina.

Do conjunto geral de 20.719 candidaturas registradas para todos os cargos nas eleições de 2026, 35% são de mulheres. Em 2022, elas representavam 34%.

Conforme o levantamento do Instituto Esfera, entre 1998 e 2022, o número de candidatas à Câmara dos Deputados cresceu 925%. No mesmo período, o número de deputadas eleitas cresceu apenas 210%.

Eleições - eleição - votação - urna eletrônica - urnas - eleitoral - TSE - eleitor
No Brasil, as mulheres representam 52% do eleitoradoFoto: Roberto Jayme/Ascom/TSE

Cotas e financiamento

No Brasil, as mulheres representam 52% do eleitorado, mas ocupam cerca de 18% das vagas do Congresso Nacional, embora a legislação determine cota de 30% para candidaturas e recursos repassados pelos partidos.

Segundo Daniela Matos, falta fiscalização na distribuição das verbas. “O sistema de cotas até garante que a mulher seja candidata, mas não dá condições para a eleição. Não dá condições e um dos motivos é a falta de acesso ao Fundo Partidário”, afirma.

A pesquisadora explica que diversos fatores dificultam a entrada das mulheres na vida pública. “Geralmente o trabalho doméstico ainda recai sobre a mulher: cuidar das crianças e organizar a rotina. A vida partidária ocorre à noite e nos fins de semana, exigindo dedicação contínua. As barreiras culturais e de acesso são muito altas”, ressalta.

 

 

 

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura “Agência Câmara”.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Continue Lendo

Reportagens

Conheça os direitos de pessoas com deficiência no transporte público do DF

Todos os benefícios garantem direitos, mas cada um tem um uso específico

Publicado

em

Por

 

Por

Agência Brasília | Edição: Paulo Soares

 

Na busca pela inclusão e pela garantia dos direitos previstos na Constituição brasileira, foram criadas, nas últimas décadas, leis e mecanismos para que as pessoas com deficiência possam exercer plena cidadania. É o caso do colar de girassol, da Carteira de Identificação da Pessoa com Deficiência (Carteira CadPcD) e do Cartão Especial, que garante gratuidade no transporte público. E nenhum deles substitui o outro.

O colar de girassol identifica pessoas com deficiências, síndromes ou doenças que não são visíveis fisicamente. Ele foi regulamentado para validar o direito ao atendimento preferencial e evitar constrangimentos. O uso é opcional e não dispensa a apresentação da Carteira CadPcD. No transporte público, o girassol garante acesso ao embarque prioritário, assentos preferenciais nos ônibus e metrô, mas para transpor a catraca é necessário apresentar também o Cartão Especial.

O girassol representa um pedido discreto por empatia, paciência e compreensão no dia a dia. Ele está regulamentado pela Lei Federal nº 14.624, de 17 de julho de 2023. No DF, o uso do colar é amparado pela Lei Distrital nº 6.842, de 29 de abril de 2021, e regulamentado pelo Decreto nº 45.230, de 1º de dezembro de 2023. Entre as deficiências ocultas ou invisíveis, estão condições como: autismo, TDAH, surdez, epilepsia, fibromialgia e demência. Contudo, o fato de a pessoa não portar o colar, não prejudicará o exercício dos seus direitos e das suas garantias previstos em lei.

Carteira de Identificação de PcD

O Passe Livre Especial, ou Cartão Especial, é um benefício específico, com critérios próprios e processo de concessão | Foto: Divulgação

A Carteira de Identificação da Pessoa com Deficiência (Carteira CadPcD) foi instituída por meio da Lei Distrital nº 6.809/2021 e regulamentada pelo Decreto nº 42.363/2021. É com ela que a pessoa com deficiência acessa benefícios econômicos e sociais garantidos por políticas públicas, ou seja, previstos em lei. O documento é expedido e renovado gratuitamente.

 

Para obter a CadPcD, o cidadão precisa fazer o Cadastro da Pessoa com Deficiência, em site próprio. Conforme o art. 1º da referida lei, a carteira só é emitida para pessoas com deficiência de natureza física, auditiva, visual, mental ou múltipla. Ela pode ser especialmente importante quando a deficiência não é aparente.

Cartão Especial

O Passe Livre Especial, ou Cartão Especial, é um benefício específico, com critérios próprios e processo de concessão que envolve documentação, laudo médico e análise conforme a legislação vigente. Podem solicitá-lo pessoas com insuficiência renal e cardíaca crônica, portadores de câncer, de HIV, de anemias congênitas (falciforme e talassemia) e coagulatórias congênitas (hemofilia), além de pessoas com deficiência física, sensorial ou mental.

O cadastro pode ser feito neste site ou presencialmente, na estação do metrô da 112 Sul, em posto especializado no atendimento dos serviços do Cartão Especial. Após o preenchimento, é feita uma análise conclusiva e a validação dos laudos médicos apresentados, requisito indispensável para a liberação do benefício.

Empatia e garantia de direitos

É importante destacar que nem o colar de girassol nem a Carteira CadPcD concedem, por si só, gratuidade ao transporte público. Mais do que identificar uma deficiência, esses recursos ajudam a tornar visíveis necessidades que nem sempre podem ser percebidas. Por isso, é fundamental respeitar quem utiliza o colar ou apresenta uma carteira de identificação, evitando julgamentos e constrangimentos.

Nem toda deficiência pode ser vista, mas toda pessoa merece ter seus direitos e necessidades respeitados.

Continue Lendo

Reportagens

Semana da Primeira Infância une música, educação e conscientização ambiental

Crianças de Ceilândia participaram de atividade lúdica no auditório da CLDF e aprenderam sobre a importância da preservação da fauna do Cerrado

Publicado

em

Por

 

Foto: David Calaça/Agência CLDF

Iniciativa busca promover educação para a cidadania a partir de atividades que incluem visitas guiadas, contação de histórias, oficinas e espetáculos

Apresentação do grupo Camerata Caipira

 

A conscientização sobre a preservação da fauna do Cerrado, apresentada de forma lúdica por meio da música, deu o tom do encerramento do projeto Infância Cidadã no auditório da Câmara Legislativa, nesta terça-feira (25). Com uma proposta lúdica e pedagógica, o grupo Camerata Caipira encantou crianças da Escola de Ensino Fundamental 17 de Ceilândia. O evento integra a 4ª Semana Legislativa pela Primeira Infância, promovida pela Escola do Legislativo (Elegis), que ocorre hoje e amanhã.

A apresentação do grupo reforça a iniciativa da Elegis, que busca promover educação para a cidadania com estudantes de quatro a seis anos de idade, a partir de atividades que incluem visitas guiadas aos espaços da CLDF, contação de histórias, oficinas e espetáculos musicais.

A exibição reuniu ritmos como xote, samba de roda e frevo para mostrar aos alunos a importância da preservação do Cerrado e de espécies nativas como o lobo-guará, o tamanduá, o tatu-canastra, a anta e o teiú.

 

Alunos do EC 17 de Ceilândia particiaram da apresentação

Instituída pela Resolução nº 357/2025, de autoria da deputada Paula Belmonte (PSDB), a Semana Legislativa pela Primeira Infância integra oficialmente o calendário anual da CLDF. “Ver a Semana Legislativa chegar à quarta edição mostra que essa agenda se consolidou e continua cumprindo o propósito para o qual foi criada: manter as crianças no centro das políticas públicas”, destaca Belmonte.

A distrital ressalta ainda que a primeira infância precisa ser prioridade do Estado. “É nesse período que construímos bases fundamentais para o desenvolvimento das nossas crianças e, consequentemente, para o futuro da nossa sociedade”, acrescenta.

A programação segue na tarde desta terça-feira e durante toda a quarta-feira (26), com uma conferência magna e uma meda redonda.

25 de agosto (terça-feira)

Local: Auditório da CLDF (com visita guiada aos espaços da CLDF)
•    8h às 11h | Projeto Infância Cidadã
•    14h às 17h | Projeto Infância Cidadã

26 de agosto (quarta-feira)

Local: Auditório da CLDF
•    8h30 | Credenciamento e acolhimento
•    9h | Abertura Institucional. Tema: Escutar para Construir: cultura democrática desde a infância
•    9h30 | Conferência Magna. Tema: Escutar para Reconhecer: a criança como sujeito histórico, cultural e de direitos
–    Palestrante: Prof.ª Dra. Zoia Prestes
•    11h30 às 14h | Intervalo para almoço
•    14h | Recepção

Inscreva-se por este link

Confira as imegens a apresentação

Christopher Gama – Agência CLDF de Notícias

Continue Lendo

Reportagens

SRTV Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719
Edifício Centro Empresarial Brasília
Brasília/DF
rodrigogorgulho@hotmail.com
(61) 98442-1010