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ALDO REBELO

O filho do vaqueiro que cuidava da fazenda de Teotônio Vilela.

 

O senador Teotonio Vilela era usineiro e fazendeiro em Viçosa, Alagoas. Entendia de pasto e de vaca. Mas na fazenda dele vivia alguém que entendia mais de vaca e de pasto do que ele. Era o vaqueiro José Figueiredo, que tinha um punhado de filhos e cuidava da fazenda de Teotônio.

 

Aldo Rebelo: “Eu fui seis vezes deputado federal por São Paulo, fui presidente da Câmara, quatro vezes ministro de Estado. O que eu aspiro mais, que cargo? Acho que minha missão política é mais essa do pregador do que propriamente do candidato”.

 

O FILHO DO VAQUEIRO

Um dos filhos do vaqueiro José Figueiredo, José Aldo Rebelo Figueiredo, nascido em 1956, gostava de montar nos cavalos e sair pelas roças e pastos. Mas aprendeu a ler e gostava mais ainda de ler. Foi estudar no Colégio Agrícola Floriano Peixoto, de Alagoas, tornou-se jornalista. No meio do curso de Direito, transferiu-se para São Paulo, onde em 1980 se elegeu presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes).

 

 

Aldo Rebelo correu mundos. Um dia, em janeiro de 1989, Aldo, eu, o jornalista Silvestre Gorgulho e outros amigos nos encontramos na Líbia de Kadafi.

Em 1988, ele tinha sido eleito vereador por São Paulo, na legenda do PCdoB, de cuja direção nacional era membro.

Em 1990, elegeu-se deputado federal e até hoje se reelege, tendo sido presidente da Câmara de 2005 a 2007. Candidato a vice-prefeito de São Paulo na chapa de Marta Suplicy em 2008, foi derrotado com ela, perdendo para o múltiplo Gilberto Kassab.

PROJETOS POLÊMICOS, MAS NACIONALISTAS

Aldo Rebelo é autor na Câmara de alguns projetos polêmicos, tanto mais polêmicos quanto mais necessários, como o que restringe o uso de palavras estrangeiras em documentos ou obras públicas nacionais, para conter um pouco essa cretina, suburbana e colonizada mania de dar nomes estrangeiros a edifícios, lojas, salões de cabeleireiros, termas e puteiros.

Outro projeto que mobilizou contra ele poderosos grupos externos e internos foi a adição de 10% de raspa de mandioca na farinha de trigo destinada à fabricação do “pão francês” (o pãozinho de sal), consagrado estudo da Embrapa de Cruz das Almas, na Bahia. O Brasil é o maior produtor mundial de mandioca.

O projeto continua enfiado em alguma gaveta da Câmara, escondido pelos conhecidos faturadores de interesses inconfessáveis contra o país.

 

ALDO VAI LONGE

Quando vi o filho do vaqueiro, Aldo, relator do Código Florestal, sabia que mais uma vez ele iria enfrentar dificuldades. Mas também sabia que pouca gente, no Congresso, entende de roça e campo quanto ele.

Logo, Aldo foi convocado pela presidente Dilma para pôr um fim na intolerável rapinagem das ONGs partidárias no ministério dos Esportes.

Se o Brasil fizer como Teotônio e lhe der cavalo e pasto, Aldo vai longe.

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EMILIANO PEREIRA BOTELHO

(1948-2026)

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O Brasil perdeu ontem à noite (11/08) um cidadão empreendedor, dedicado e que deixa um legado incomensurável para a agricultura tropical: EMILIANO PEREIRA BOTELHO.
Paracatu perdeu um filho ilustre e eu perdi um amigo, inclusive, que escreveu a abertura do meu livro “DE CASACA E CHUTEIRAS – JK-BRASÍLIA-PELÉ – A Era dos Grandes dribles na Política, Cultura e História”.
Nesse livro, Emiliano, como presidente da CAMPO – Companhia de Promoção Agrícola, escreveu sobre o Planalto Central e a história da revolução verde-amerela do Cerrado, focando na chegada dos japoneses das famílias Kanegae, Hayakawa, Ogawa, Ikeda e Okudi para desbravar a região do Distrito Federal.
Como jogador de futebol, amante da boa música e torcedor do Cruzeiro, EMILIANO BOTELHO tinha seu lado alegre e festeiro. Como profissional da agropecuária, deixa uma história de empreendedorismo: logo depois de ser o superintendente e, depois, presidente da Cooperativa Agropecuária do Vale do Paracatu, a Coopervap, presidiu por mais de 30 anos a CAMPO – Companhia de Promoção Agrícola, ligada ao Programa de Cooperação Nipo-Brasileiro para o Desenvolvimento dos Cerrados, o Prodecer.
FOTOS
1) Emiliano Botelho quando foi homenageado pela Casa de Cultura e pela Prefeitura Municipal de Paracatu como Personalidade que fez e faz diferença na região.
2) Emiliano, o Ministro Alysson Paolinelli e o primeiro presidente da CAMPO, Paulo Afonso Romano.
3) Emiliano e sua paixão pelo Cruzeiro, que hoje no jogo com o Flamengo bem podia fazer um minuto de silêncio em sua Memória.
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UnB tem finalistas no Prêmio Jabuti Acadêmico 2026

Obras dos docentes Edileuza Penha, Gabriele Cornelli e Elimar Pinheiro concorrem nas áreas de Artes; Tradução; e Ciências Agrárias e Ciências Ambientais. Premiação ocorre em 11 de agosto, em São Paulo

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Eleições 2026: conheça as regras e faça do seu voto um instrumento de transformação

Entenda o calendário eleitoral, as principais normas do pleito e a importância de buscar informação de qualidade para exercer um voto consciente e fortalecer a democracia brasileira.

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Antes de escolher um candidato, o eleitor escolhe o futuro do país. Em 2026, milhões de brasileiros voltarão às urnas para eleger presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais ou distritais. Mais do que um direito, o voto é um dos principais instrumentos da democracia e uma oportunidade de influenciar os rumos do Brasil pelos próximos anos.

As eleições deste ano seguem regras definidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que buscam garantir transparência, igualdade entre os candidatos e segurança no processo de votação. O primeiro turno será realizado em 4 de outubro, enquanto o segundo turno, caso necessário para presidente e governadores, ocorrerá em 25 de outubro. A campanha eleitoral oficial começa em 16 de agosto, quando passam a ser permitidas as propagandas e os atos de campanha previstos na legislação.

Além do calendário, algumas normas ganharam destaque em 2026. O TSE atualizou regras relacionadas ao uso da inteligência artificial nas campanhas, reforçou medidas de combate à desinformação, aprimorou procedimentos de auditoria das urnas eletrônicas e promoveu ajustes na regulamentação do Fundo Eleitoral. O objetivo é aumentar a transparência, proteger a integridade do processo eleitoral e oferecer mais segurança aos eleitores.

Mas conhecer as regras é apenas parte da responsabilidade do eleitor. O voto consciente começa muito antes do dia da eleição. É importante pesquisar a trajetória dos candidatos, avaliar suas propostas, verificar seu histórico de atuação e confirmar se as informações compartilhadas nas redes sociais são verdadeiras. Em um cenário marcado pelo grande volume de conteúdos digitais, desconfiar de mensagens sem fonte confiável e consultar os canais oficiais da Justiça Eleitoral faz toda a diferença.

Também vale lembrar que votos brancos e nulos não são direcionados a nenhum candidato e não alteram o cálculo dos votos válidos utilizados para definir os eleitos. Por isso, participar de forma consciente significa escolher um candidato de acordo com suas convicções e acompanhar, depois da eleição, o trabalho dos representantes escolhidos.

A democracia não se fortalece apenas no dia da votação. Ela depende da participação permanente da sociedade, do respeito às instituições e do compromisso de cada cidadão com a informação de qualidade. Informar-se, comparar propostas e votar com responsabilidade são atitudes que ajudam a construir um país mais justo, transparente e representativo.

Para conferir o calendário completo, as regras atualizadas e outras informações oficiais sobre as Eleições 2026, consulte a página oficial das Eleições 2026 do TSE e o Calendário Eleitoral.

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