Reportagens
Capital da cultura e do turismo: Brasília reinventa o acesso ao lazer para a população
Programas de gratuidade, reformas e manutenção de equipamentos públicos se destacam como formas de impulsionar cenário cultural da cidade
Por Catarina Loiola e Thais Umbelino, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader
Cidade jovem de alma modernista, Brasília é mais do que o centro administrativo e político do país: é a capital de todos, retrato vivo da diversidade da população. Prestes a completar 65 anos, ela está se redescobrindo como reduto de lazer e cultura por meio da reabertura e reformas de espaços consagrados no coração dos brasilienses – como o Teatro Nacional Claudio Santoro e a Torre de TV –, junto à criação de programas de gratuidades que impulsionam o acesso da população ao que há de melhor no Quadradinho.
Ações como estas reafirmam que Brasília é, de fato, um mosaico de culturas, cores e sabores, fruto da pluralidade das 35 regiões administrativas do Distrito Federal. A região foi reconhecida como Patrimônio Cultural Mundial e Cidade Criativa do Design pela Unesco, em 1987 e em 2017, respectivamente. Em 2024, mais um título foi alcançado: o de capital com melhor qualidade de vida do Brasil, demonstração de que os ambientes públicos são democráticos, inclusivos e destinados às mais diversas atividades.
O Jardim Botânico terá acesso gratuito de quinta-feira a segunda-feira devido ao aniversário da cidade e ao projeto Lazer para Todos | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília
Neste ano, os cidadãos ganharam novas formas de aproveitar ainda mais a cidade com os programas Vai de Graça e Lazer para Todos. Aos domingos e feriados, é possível circular gratuitamente de ônibus e metrô, além de visitar sem custo lugares queridos como a Fundação Zoológico de Brasília e o Jardim Botânico de Brasília (JBB). Essas oportunidades estarão disponíveis também durante as celebrações do aniversário da capital, entre os dias 17 e 21 deste mês.
“Criamos programas para que as pessoas possam ir aos museus, ao Zoológico e Jardim Botânico, e, principalmente, a igrejas e eventos pessoais. É com muita alegria que estamos impulsionando a economia e incentivando o turismo local”
Governador Ibaneis Rocha
“Criamos programas para que as pessoas possam ir aos museus, ao Zoológico e Jardim Botânico, e, principalmente, a igrejas e eventos pessoais. É com muita alegria que estamos impulsionando a economia e incentivando o turismo local”, assegura o governador Ibaneis Rocha.
Os números comprovam a efetividade das políticas públicas. Desde o lançamento do Lazer para Todos, em 27 de março, quase 40 mil pessoas passaram pelos dois pontos. Para se ter uma ideia do impacto, só no primeiro dia de gratuidade (30 de março) houve 12.862 visitas nos dois locais, mais que o dobro do alcançado no domingo anterior, quando a entrada ainda era paga.
Riqueza cultural
Gianna Rosa: “A proposta, além de incentivar o contato com a natureza, também beneficia os comerciantes que atuam no espaço” | Foto: Arquivo Pessoal
Presença confirmada no JBB aos domingos, a nutricionista Gianna Rosa, 44 anos, elogia a iniciativa deste Governo do Distrito Federal (GDF). Ela é condutora no grupo Trilheiras de Brasília, que oferece percursos guiados a mulheres, e enfatiza a importância da medida para a economia local. “A proposta, além de incentivar o contato com a natureza, também beneficia os comerciantes que atuam no espaço”, afirma.
Gianna ainda observa que a entrada gratuita chama a atenção de quem ainda não conhece o JBB. “Mesmo sendo um valor simbólico de R$ 5, a gratuidade funciona como um estímulo, especialmente para quem mora mais longe ou ainda não conhece o jardim. É uma oportunidade de levar familiares e amigos, porque o Jardim Botânico oferece muitas opções: trilhas, orquidário, parques infantis e alternativas gastronômicas. É uma excelente escolha para passar o dia e fazer turismo”, reforça.
Maria Elisa ganhou sorvete comprado com o dinheiro economizado pela mãe na passagem para o Zoológico | Foto: Arquivo pessoal
A técnica em enfermagem Jenifer França, 27 anos, escolheu o Zoo para passear com a filha, a estudante Maria Elisa, 8, no início deste mês. O recinto de animais selvagens é um dos lugares preferidos da menina, que, em todas as visitas, se encanta pelas girafas e elefantes. “Foi um dia muito divertido e o que não gastei com a entrada e com as passagens, pude gastar com coisinhas para ela, como um sorvete”, conta a mãe.
Além do Zoo, as duas já passearam por outros pontos especiais de Brasília aos domingos, bem como foram ao encontro de familiares e amigos, sempre aproveitando a tarifa zero. “Já fomos no Parque da Cidade e na Torre de TV. Acredito que é muito bom para pessoas que às vezes não conseguiriam sair por conta do valor da passagem. É uma mão na roda para termos mais lazer”, afirma Jenifer.
Vai de Graça
O público pôde torcer na final do Campeonato Brasiliense de Futebol indo de graça ao estádio | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília
Instituído no dia 28 de fevereiro deste ano, o programa Vai de Graça tem revolucionado o acesso da população aos equipamentos de diversão e esporte. Com a gratuidade, os brasilienses podem se divertir e curtir os espaços públicos sem se preocuparem com o deslocamento. A medida estreou no Carnaval e caiu no gosto dos foliões: em quatro dias de festa, foram mais de 2,5 milhões de acessos, índice cerca de 46,5% maior do que o movimento total da população no feriado do ano passado.
No dia 29 de março, a medida também esteve em vigor para a final do Campeonato Brasiliense de Futebol de 2025 entre Gama e Capital. Os ingressos foram liberados sem custo, confirmando compromisso deste GDF com inclusão social, a geração de emprego e renda e, principalmente, o lazer e o esporte. Mais de 37,8 mil pessoas presenciaram a partida que consagrou o Gama como campeão do Candangão 2025.
Torcedora do alviverde, a advogada Rayane Silva Machado, 25 anos, ficou muito feliz quando soube das gratuidades. “O Gama é meu time do coração e a energia do jogo foi incrível. O transporte e a entrada liberados incentivaram as pessoas a irem e o estádio estava lotado, o que deixou tudo ainda mais emocionante”, conta. “Nesse dia parece até que os ônibus estavam mais rápidos, cheguei no Plano Piloto em 35 minutos. Desci na rodoviária e subi para o Eixo Monumental com um circular, sem pegar engarrafamento por causa da pista exclusiva.”
Equipamentos públicos
Rosania Ulacia vende artesanato na Torre de TV há mais de 20 anos: “Esse investimento é essencial para nós, que dependemos desse espaço” | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
Brasília também se reinventa ao promover a manutenção dos monumentos. Exemplo disso é a reforma da Torre de TV, presente em quatro dos roteiros da Coleção de Rotas Brasília – um projeto da Secretaria de Turismo (Setur-DF) que celebra a diversidade e a identidade cultural do DF. As rotas incluem circuitos como Cerrado, Arquitetônica, Náutica, Cultural, da Diversão, do Pôr do Sol, entre outros, conectando brasilienses e visitantes aos marcos da cidade.
Fechada por mais de três anos, a Torre de TV voltou a funcionar em outubro de 2020. Com isso, foram retomadas as visitas ao mezanino, ao mirante e à Feira da Torre, além das projeções da fonte, presente na memória afetiva de quem conheceu a estrutura original, inaugurada em 1967.
A reabertura tem impacto direto na vida de quem vive do turismo e do comércio local, como a designer de joias Rosania Ulacia, de 55 anos, que há mais de duas décadas trabalha na Feira da Torre. Segundo ela, o olhar do governo é essencial para a valorização dos lojistas que ocupam os mais de 500 boxes do local. “Já virou patrimônio, faz parte da história e atrai gente do Brasil inteiro. Esse investimento é essencial para nós, que dependemos desse espaço”, aponta Ulácia.
Além do comércio de artesanato, a feira reflete a mistura de culturas presente no Quadradinho, com barracas de comidas típicas de diversos estados. Localizada no coração da cidade e com fácil acesso, a Torre de TV é hoje um símbolo da memória afetiva dos brasilienses e da capacidade da cidade de se reinventar – como nos tempos da construção, nos anos 1950.
A imponência da Torre marcou a primeira visita de Rosania ao DF, aos 17 anos. “Foi o primeiro ponto turístico que conheci. Lá de cima, olhei a Esplanada e comecei a chorar. Ali decidi que moraria em Brasília”, relembra. Anos depois, já como moradora e designer, ela passou a transformar sua admiração pela cidade em arte. “No Pontão, vi a Ponte JK e imaginei um brinco. Hoje, de cada dez peças que vendo, pelo menos sete são inspiradas nos monumentos da cidade”, conta.
Na vitrine de Ulacia, estão peças que representam o Congresso Nacional, o Palácio do Itamaraty, a Igrejinha e outros ícones da capital – todos estes presentes nas rotas turísticas que valorizam Brasília como destino turístico em potencial, projetando o futuro sem esquecer o passado.
Reportagens
Câmara pode votar nesta quarta-feira novo regime para socorrer ou liquidar bancos
Entre os itens em pauta está também o projeto que prevê até cinco anos de prisão para quem for responsável por sobrevoo não autorizado de drone sobre presídio
A Câmara dos Deputados realiza nesta quarta-feira (14), a partir das 13h55, sessão do Plenário para votação de projetos. O primeiro item da pauta é a proposta que cria o novo regime de resolução bancária no Brasil, com regras para salvar ou liquidar bancos em dificuldades financeiras.
Elaborado durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, o Projeto de Lei Complementar 281/19 estabelece novos regimes para manter a estabilidade do sistema financeiro em eventuais crises, com aplicação também aos mercados de seguros.
Também está prevista a votação do Projeto de Lei Complementar 186/26, do Poder Executivo, que estabelece um reajuste progressivo do teto da receita bruta anual para enquadramento como microempreendedor individual (MEI). Segundo a proposta, o teto vai subir dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028.
Sobrevoo de drones em presídios
Entre os projetos que poderão ser analisados está também o que prevê pena de reclusão de um a cinco anos e multa para quem for responsável por sobrevoo não autorizado de drone sobre presídio.
O texto que terá preferência de votação é a versão do relator, deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), para o Projeto de Lei 5902/23, do deputado Kim Kataguiri (Missão-SP). O relator ampliou o alcance da proposta original, que punia apenas a entrega de objetos a presos. O objetivo é evitar que os drones sejam utilizados, por exemplo, para reconhecimento de local e comunicação com presos.
Segundo o texto do relator, aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), o juiz poderá aplicar a pena de prestação de serviços à comunidade, em substituição à pena de reclusão, se a invasão se der por erro comprovado de navegação do drone e se não resultar em risco ou dano significativo.
Outros temas
Além dessa proposta, a pauta de votações desta quarta-feira inclui outros cinco projetos de lei e um projeto de decreto legislativo. Os textos tratam de temas como violência política contra mulheres (PL 68/25), promoção da saúde de meninas (PL 5239/25) e criação do Portal Nacional de Informações Estratégicas Socioambientais, Climáticas e Territoriais (PL 4553/25).
Fonte: Agência Câmara de Notícias
Reportagens
MP determina bloqueio de chamadas e mensagens abusivas
A MP cria uma base de dados centralizada, com supervisão da Anatel, para autenticar e identificar chamadas
Marcos Oliveira/Agência Senado
Entrou em vigor a medida provisória destinada a combater fraudes e o uso abusivo de chamadas telefônicas e mensagens. Publicada no Diário Oficial da União (DOU) de sexta-feira (9), a MP aplica-se às prestadoras de serviços de telecomunicações que atendem ao público em geral.
A MP 1.396/2026 trata da autenticação, da identificação e do bloqueio de chamadas telefônicas e mensagens nas redes de telecomunicações. Também institui uma base de dados centralizada de recursos de numeração, sob supervisão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), para fornecer informações necessárias à autenticação e à identificação das chamadas.
A autenticação das chamadas será realizada em três etapas:
- Primeiro, a prestadora de origem deverá autenticar as chamadas telefônicas originadas em sua rede;
- depois, as prestadoras de trânsito (ou provedoras de trânsito IP) deverão preservar a autenticação; e
- por último, a prestadora responsável pela terminação da chamada deverá verificar a autenticação antes de entregar a ligação ao destinatário.
As prestadoras de serviços de telecomunicações deverão bloquear, na etapa de terminação, a entrega das chamadas não autenticadas, salvo em hipóteses estabelecidas pela Anatel.
As prestadoras também deverão bloquear chamadas e mensagens que utilizem códigos de acesso em desacordo com as regras da Anatel. O nome da empresa e, quando houver, seu logotipo deverão ser exibidos ao destinatário das chamadas autenticadas.
As operadoras de telefonia que utilizam números públicos deverão impedir, por 15 dias, que usuários que fizerem uso abusivo do serviço realizem chamadas telefônicas. Para aplicar essa regra, considera-se que há uso abusivo do serviço quando, no mesmo dia e em um mesmo serviço de telefonia, duas condições sejam atendidas:
- Volume de chamadas: o usuário faz mais de mil chamadas por número de acesso ou mais de 10 mil chamadas somando todos os números de acesso vinculados a ele.
- Proporção das chamadas de curta duração: pelo menos 85% de todas as chamadas realizadas pelo usuário são de curta duração, ou seja, aquelas não completadas, destinadas à caixa postal e completadas com duração de até seis segundos.
A realização de chamadas por órgãos e entidades públicas e por prestadores de serviços de saúde, de segurança pública e de defesa civil não configura uso abusivo. Caberá à Anatel editar a regulamentação necessária.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
Reportagens
Prêmio Jabuti anuncia finalistas da edição 2026; confira a íntegra
Nova categoria é voltada a criadores de conteúdo em plataforma digital
Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil
A Câmara Brasileira do Livro (CBL) anunciou, nesta quarta-feira (14), os finalistas de cada categoria da 68ª edição do Prêmio Jabuti. 

A cerimônia de entrega dos prêmios será realizada em 27 de outubro, na Sala São Paulo, em evento para convidados na capital paulista, com transmissão ao vivo pelo canal da CBL no YouTube.
Além do Livro do Ano, serão premiadas obras em 23 categorias, distribuídas em quatro eixos: Literatura, Não Ficção, Produção Editorial e Inovação.
A edição deste ano conta com 4.675 obras e projetos inscritos. Clique aqui e confira a lista completa dos finalistas, no site oficial da premiação.
No eixo Literatura, estão Conto, Crônica, Escritor Estreante – Poesia, Escritor Estreante – Romance, Histórias em Quadrinhos, Infantil, Juvenil, Poesia, Romance de Entretenimento e Romance Literário.
No eixo Não Ficção, as categorias são Artes, Biografia e Reportagem, Economia Criativa, Educação, Negócios e Saúde e Bem-estar.
O eixo Produção Editorial reúne Capa, Ilustração, Projeto Gráfico e Tradução.
Já o eixo Inovação contempla Incentivo à Leitura – Cultura Digital, Incentivo à Leitura – Projeto e Livro Brasileiro Publicado no Exterior.
Novidades
A organização também revelou os cinco selecionados da nova categoria Incentivo à Leitura – Cultura Digital, voltada a criadores de conteúdo em plataformas digitais que contribuem para valorizar o livro e estimular a leitura. Os nomes foram definidos após votação popular encerrada em 9 de outubro.
Esta 68ª edição traz também uma mudança relevante na disputa pelo Livro do Ano, principal distinção da premiação. A partir deste ano, obras inscritas nas categorias Escritor Estreante – Poesia e Escritor Estreante – Romance passam a concorrer ao título.
A presidente da CBL, Sevani Matos, afirmou que os finalistas desta edição representam a diversidade e a qualidade da produção literária e editorial brasileira:
“O Prêmio Jabuti tem um papel importante nesse reconhecimento e em dar visibilidade aos profissionais que fazem parte de toda a cadeia do livro.”
O curador do prêmio, Hubert Alquéres, destacou o trabalho dos jurados e o grande volume de obras que concorreram neste ano. Segundo ele, isso evidencia a importância e o prestígio do Jabuti.
“O volume também reflete a grande qualidade da produção literária e editorial brasileira. Agradecemos profundamente aos jurados pela dedicação e pelo excelente trabalho para selecionar, entre tantas obras, os finalistas desta edição”, acrescentou.
Premiação
Além da estatueta e do prêmio de R$ 70 mil, o vencedor do Livro do Ano poderá participar de uma das principais feiras internacionais do livro: Londres, Bolonha, Frankfurt ou Guadalajara, com despesas custeadas pela CBL e uma programação de palestras e encontros profissionais durante o evento.
Já os vencedores de cada uma das 23 categorias receberão a estatueta do Jabuti e um prêmio de R$ 5 mil.
Confira a lista de finalistas abaixo.
Literatura
1.1 Conto
- Corpo estranho: ferida fechada com a lâmina dentro | Autor(a): Marcos Vinicius de Paula | Editora(s): Viseu
- Massaranduba | Autor(a): Abáz | Editora(s): Senac Rio
- Minha estranha loucura | Autor(a): Evandro Luiz da Conceição | Editora(s): Todavia
- Nego tudo: ficções súbitas | Autor(a): Andréa del Fuego | Editora(s): Companhia das Letras
- Tranças de meninas: contos | Autor(a): João Anzanello Carrascoza | Editora(s): Alfaguara
1.2 Crônica
- A sangue quente: crônicas cariocas | Autor(a): Hermés Galvão | Editora(s): Labrador
- Aproveitar a vida e suas dores | Autor(a): Contardo Calligaris “em memória” | Editora(s): Planeta do Brasil
- Histórias miseráveis | Autor(a): José Castello | Editora(s): Maralto
- Lugares para chorar no Recife e outros | Autor(a): DJ Dolores | Editora(s): Seja Breve Edições
- Viagem no país da crônica | Autor(a): Humberto Werneck | Editora(s): Tinta-da-China Brasil
1.3 Escritor Estreante – Poesia
- História a que ninguém deu nome | Autor(a): Juliana Cajives | Editora(s): Mormaço Editorial
- Lavra mareia | Autor(a): Camila Paoletti | Editora(s): Patuá
- O silêncio é a música mais antiga do mundo | Autor(a): Kalu Coelho | Editora(s): Patuá
- Radiografia das árvores | Autor(a): Ivana Fontes | Editora(s): Cachalote
- Resto | Autor(a): George França | Editora(s): Urutau
1.4 Escritor Estreante – Romance
- Cantagalo | Autor(a): Fernanda Teixeira Ribeiro | Editora(s): Todavia
- Horas azuis | Autor(a): Bruna Dantas Lobato | Editora(s): Companhia das Letras
- Índigo | Autor(a): Juca Magalhães | Editora(s): Impressões de Minas
- Pitangas verdes | Autor(a): Mariana Lobato Botter | Editora(s): Labrador
- Sutura | Autor(a): Roberta Barbosa | Editora(s): Patuá
1.5 Histórias em Quadrinhos
- Daruma: identidade | Autor(a): Monge Han | Editora(s): Pitaya
- Ouroboros | Autor(a): Luckas Iohanathan | Editora(s): Comix Zone
- Reparações | Autor(a): Marcelo Lelis | Editora(s): Figura
- Segue o baile | Autor(a): Magô Pool | Editora(s): Veneta
- Você precisa saber de mim | Autor(a): Helena Cunha | Editora(s): nVersos
1.6 Infantil
- A baleia bailarina | Autor(a): Roberta Moysés | Editora(s): Mannú
- A letra | Autor(a): Leo Cunha, Raquel Matsushita | Editora(s): Maralto
- Alfabeto atrapalhado | Autor(a): Juliane Bortolucci | Editora(s): Asinha
- Eletricista | Autor(a): Augusto Massi, Daniel Kondo | Editora(s): Elo
- Meu | Autor(a): Alexandre Rampazo | Editora(s): Planeta do Brasil
1.7 Juvenil
- A descoberta que mudou minha vida | Autor(a): Ingrid Haas | Editora(s): InVerso
- A escola do fim do mundo | Autor(a): Júlio Emílio Braz | Editora(s): Arte Literária
- A única da sala | Autor(a): Tathyana Viana | Editora(s): FTD
- Ana & Artur desvendam a China | Autor(a): Silvana Salerno | Editora(s): Editora do Brasil
- Uma Maria | Autor(a): Shirley Souza | Editora(s): Xica Editorial
1.8 Poesia
- A dança áspera das raízes | Autor(a): Bárbara Mançanares | Editora(s): Praga
- Antes de dar nomes ao mundo | Autor(a): Adriana Lisboa | Editora(s): Relicário
- Boris e Marina | Autor(a): Alberto Martins | Editora(s): Companhia das Letras
- Diáspora não é lar | Autor(a): Nina Rizzi | Editora(s): Pallas
- O jardim das oliveiras | Autor(a): Adélia Prado | Editora(s): Record
1.9 Romance de Entretenimento
- Aranha movediça | Autor(a): Moacir Fio | Editora(s): Moinhos
- Cartografia para caminhos incertos | Autor(a): Ian Fraser | Editora(s): Intrínseca
- Instruções para desaparecer devagar | Autor(a): Flávia Iriarte | Editora(s): Faria e Silva
- Moeda de troca | Autor(a): Lucas Mota | Editora(s): Rocco
- O tesouro de Joaquim Nabuco | Autor(a): Fernando Lomardo | Editora(s): Obra Independente
1.10 Romance Literário
- Coração sem medo | Autor(a): Itamar Vieira Junior | Editora(s): Todavia
- Dança de enganos | Autor(a): Milton Hatoum | Editora(s): Companhia das Letras
- Meridiana | Autor(a): Eliana Alves Cruz | Editora(s): Companhia das Letras
- Uma delicada coleção de ausências | Autor(a): Aline Bei | Editora(s): Companhia das Letras
- Vez em quando, Billie Holiday | Autor(a): Evandro Affonso Ferreira | Editora(s): Record
Não Ficção
2.1 Artes
- Abdias, intérprete do Brasil: textos sobre raça e cultura brasileira de 1940 a 1990 | Autor(a): Tulio Custódio (Organizador) | Editora(s): Todavia
- Expediente | Autor(a): André Sanches | Editora(s): Voar
- Histórias da ecologia | Autor(a): Adriano Pedrosa, André Mesquita, Isabella Rjeille (Organizadores) | Editora(s): MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand)
- O devorador: Zé Celso, vida e arte | Autor(a): Claudio Leal (Organizador) | Editora(s): Edições Sesc São Paulo
- Vaqueiro de gibão | Autor(a): Pablo Pinheiro | Editora(s): Deu na Telha
2.2 Biografia e Reportagem
- A audácia dos invertidos: as estratégias de sobrevivência e visibilidade LGBTI+ no Rio de Janeiro e sua importância no Brasil (1950-1990) | Autor(a): Rodrigo Faour | Editora(s): Record
- Crentes: pequeno manual sobre um grande fenômeno | Autor(a): Guilherme Damasceno, Juliano Spyer, Raphael Khalil | Editora(s): Record
- João Gilberto e a insurreição Bossa Nova: outros lados da história | Autor(a): Tárik de Souza | Editora(s): L&PM
- Quem é essa mulher? : uma biografia de Zuzu Angel | Autor(a): Virginia Siqueira Starling | Editora(s): Todavia
- Trincheira tropical: a Segunda Guerra Mundial no Rio | Autor(a): Ruy Castro | Editora(s): Companhia das Letras
2.3 Economia Criativa
- A (r)evolução das habilidades para o futuro do trabalho na era da inteligência artificial | Autor(a): Martha Gabriel | Editora(s): Senac São Paulo
- Economia Azul e cidades: uma introdução | Autor(a): Rinaldo Gama, Tomas Alvim (Organizadores) | Editora(s): BEĨ
- Fazer cinema no Brasil: mercado, políticas públicas e ecossistema empreendedor cultural | Autor(a): Fernando Antonio Prado Gimenez | Editora(s): Caravana Grupo Editorial
- Inovação com propósito: negócios com impacto social | Autor(a): Caio Flavio Stettiner, Clayton Alves Cunha, Clayton Pedro Capellari (Organizadores) | Editora(s): Belas Artes
- Renda Básica Viável: Para o Governo e o Congresso reduzirem a alta desigualdade de renda no Brasil | Autor(a): Walter Barretto Jr. | Editora(s): Obra Independente
2.4 Educação
- A esperança a gente planta | Autor(a): Alexandre Coimbra | Editora(s): Planeta do Brasil
- Agora o meu chão são as nuvens: as famílias contemporâneas e os desafios na educação de crianças e adolescentes | Autor(a): Hugo Monteiro Ferreira | Editora(s): Autêntica
- Atlas da Amazônia brasileira: um retrato abrangente e atual da Amazônia brasileira com mais de 300 mapas e ilustrações | Autor(a): Clovis Luciano Teixeira | Editora(s): Obra Independente
- Como conversar com crianças sobre racismo e diversidade | Autor(a): Manuel Alves de Sousa Junior | Editora(s): Schreiben
- Inspiração Griot: por uma educação antirracista | Autor(a): Sinara Rúbia | Editora(s): Malê Edições
2.5 Negócios
- De volta ao jogo: A história de sucesso, dramas e viradas do BTG Pactual | Autor(a): Ariane Abdallah | Editora(s): Portfolio-Penguin
- Estado, economia, desafios fiscais e reformas estruturais no Brasil: textos em homenagem a Eduardo Guardia | Autor(a): Ana Carla Abrão, Ana Paula Vescovi, Pedro S. Malan (Organizadores) | Editora(s): História Real
- Governança regenerativa: uma evolução do sistema de governança para enfrentar os desafios do mundo em transição | Autor(a): Gabriela Blanchet | Editora(s): Bambual
- Não se esqueça!: 50 memorandos sobre gestão e liderança com propósito, comprometimento e proatividade | Autor(a): Mario Sergio Cortella | Editora(s): Record
- O manual da empresa antirracista: como transformar a sua empresa em uma potência que luta por todos | Autor(a): Adriana Alves | Editora(s): Planeta do Brasil
2.6 Saúde e Bem-Estar
- A paixão pela mentira: a família e as tiranias | Autor(a): Paulo Schiller | Editora(s): Todavia
- A revolução da longevidade: vivemos mais do que nunca. Mas estamos preparados para isso? | Autor(a): Alexandre Kalache | Editora(s): Vestígio
- As dores da adolescência: como atender, acolher e cuidar | Autor(a): Carolina Delboni | Editora(s): Summus Editorial
- O dilema das galinhas felizes: diálogos sobre a ciência da felicidade | Autor(a): Gustavo Arns, Leandro Karnal | Editora(s): Record
- Por que a esquerda morreu?: e o que devemos fazer para ressuscitá-la | Autor(a): Jessé Souza | Editora(s): Civilização Brasileira
Produção Editorial
3.1 Capa
- Anônimos: móvel moderno brasileiro além dos ícones | Capista: Daniel Brito | Editora(s): Olhares
- Frans Krajcberg | Capista: Alles Blau | Editora(s): MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand)
- Mano a Mano | Capista: Alceu Chiesorin Nunes | Editora(s): Companhia das Letras
- O devorador: Zé Celso, vida e arte | Capista: Mateus Valadares | Editora(s): Edições Sesc São Paulo
- Vaqueiro de gibão | Capista: Beatriz Matuck | Editora(s): Deu na Telha
3.2 Ilustração
- Eletricista | Ilustrador(a): Daniel Kondo | Editora(s): Elo
- Gran Circo | Ilustrador(a): Nelson Cruz | Editora(s): ÔZé
- Guernica: a arte em busca da paz | Ilustrador(a): Vinicius Sabbato | Editora(s): Via Lúdica
- Pantaleão e Serapião | Ilustrador(a): Alexandre Camanho | Editora(s): Passarinho
- Pinóquio | Ilustrador(a): Gonzalo Ivar Cárcamo Luna | Editora(s): Figura
3.3 Projeto Gráfico
- Dobra | Responsáveis: Raul Loureiro | Editora(s): Cosac
- Moscou feliz | Responsáveis: Elaine Ramos | Editora(s): Ubu
- O capital | Responsáveis: Elaine Ramos | Editora(s): Ubu
- O Inventor de livros: Aldo Manuzio, Veneza e seu tempo | Responsáveis: Casa Rex | Editora(s): Ateliê Editorial, Mnema
- Wendy Andrade: eu consigo te ver feliz | Responsáveis: Carlos Bocai, Julia B. Aguiar, Lucas D’Ascenção | Editora(s): Act.
3.4 Tradução
- O Cantar de Roldão: chanson de Roland | Tradutor(a): Ronald Costa | Editora(s): Ateliê Editorial, EDUFU (Editora da Universidade Federal de Uberlândia)
- O cavaleiro de bronze e outros contos e versos | Tradutor(a): Rubens Figueiredo | Editora(s): Penguin-Companhia das Letras
- O retorno do Barão de Wenckheim | Tradutor(a): Zsuzsanna Spiry | Editora(s): Companhia das Letras
- Os irmãos Karamázov | Tradutor(a): Cecília Rosas, Lucas Simone | Editora(s): Penguin-Companhia das Letras
- Plotino Enéadas | Tradutor(a): Juvino Alves Maia Junior | Editora(s): Nova Acrópole
Eixo: Inovação
4.1 Incentivo à Leitura – Projeto
- A cidade da gente | Responsável(eis): Otavio
- A Feira do Livro 2025 | Responsável(eis): Associação Quatro Cinco Um
- Cartovivências nas periferias da cidade | Responsável(eis): Ricardo Barbosa da Silva
- Programa de rádio Universo Literário | Responsável(eis): Fábia Pereira Lima
- Semana Literária Sesc e Feira do Livro | Responsável(eis): Mayara Elisa de Lima Cirico
4.2 Livro Brasileiro Publicado no Exterior
- A terra dá, a terra quer | Editora(s): Ubu, Editions Wildproject
- Água turva | Editora(s): Companhia das Letras, Suhrkamp Verlag
- O som do rugido da onça | Editora(s): Companhia das Letras, Liveright/ Norton
- Os substitutos | Editora(s): Companhia das Letras, Métailié
- Via Ápia | Editora(s): Companhia das Letras, Farrar, Straus & Giroux
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