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Palácio do Congresso Nacional completa 65 anos nesta segunda-feira

Mobiliário e obras de arte do modernismo podem ser vistos durante a visitação que ocorre em mais horários no feriado prolongado

 

Antônio Cruz/Agência Brasil

Cúpulas são traço marcante do Palácio do Congresso Nacional

O Palácio do Congresso Nacional completa 65 anos no dia 21 de abril. A data da inauguração da obra coincide com o aniversário de Brasília e marca a transferência do Poder Legislativo do Rio de Janeiro para a nova capital. Projetada por Oscar Niemeyer, a construção é um dos principais monumentos da cidade e a favorita do arquiteto. Suas duas cúpulas, sendo a do Senado voltada para baixo e a da Câmara para cima, são consideradas ícones do modernismo.

Niemeyer costumava declarar sua predileção pelo Congresso. Em entrevista concedida ao jornal Correio Braziliense em 1999, o arquiteto relembra a concepção do Palácio e seu carinho pelo projeto: “Lembro-me quando os apoios da cúpula da Câmara foram retirados e o Palácio surgiu, simples e monumental. Com as cúpulas soltas no ar, destacando a importância hierárquica que representam. Era a integração da técnica com a arquitetura. Duas coisas que devem nascer juntas e juntas se enriquecer. E me apaixonei pela solução adotada.”

O arquiteto Fábio Chamon Melo é autor de dissertação de mestrado sobre a concepção do Congresso Nacional. Ele destaca as cúpulas como traço marcante do Palácio do Congresso. “O elemento determinante é a surpresa que as cúpulas causariam no horizonte da cidade”, disse o pesquisador ao lembrar também o ineditismo da cúpula invertida sobre o plenário da Câmara dos Deputados. “Aquilo na década de 60 era uma grande revolução, nunca havia sido feita”, completou.

Ele também explica a simbologia das duas cúpulas e sua relação com o processo legislativo. “Cada uma de uma forma mostraria que ali há duas casas distintas, mas que comungam de uma solução estrutural, solução inteligente, pois estabelece o diálogo mas diferencia as duas casas de forma potente e criativa.”

TV Câmara
Brasília - Construção de BSB - Pioneira Panorama
Niemeyer era “apaixonado” pela solução adotada para as cúpulas, que parecem suspensas

Interior
Completa o conjunto arquitetônico do Congresso Nacional uma coleção de obras de arte e mobiliário do modernismo brasileiro e estrangeiro, pensada para ocupação dos salões internos. Defendida no ano passado na Universidade de Brasília, a dissertação de Chamon se preocupa em mapear esse patrimônio histórico.

Ele considera a arquitetura e seus interiores indissociáveis. “Internamente, o edifício deveria retratar esse ambiente palaciano modernista de forma mais potente. A presença de obras de arte era fundamental para alcançar essa feição palaciana”, explica.

O arquiteto Maurício Matta, servidor aposentado que já coordenou o Departamento Técnico da Câmara dos Deputados, é um entusiasta da história do Palácio. “Oscar Niemeyer sempre gostou da presença de outros artistas no seu trabalho. Ele achava que tudo deve ser integrado: arte e arquitetura, uma coisa só.”

Matta considera o Salão Verde o mais importante da Casa e o compara a uma “praça”, em frente ao Plenário. O Salão Verde, que tem esse nome pela
cor do seu carpete, dá acesso ao Plenário da Câmara e é local de
circulação e encontro. “Pela sua importância como praça de encontro, ali foram colocadas diversas obras de arte: um painel de azulejos de Athos Bulcão junto a um jardim de Burle Marx; o painel ‘Araguaia’, de Marianne Peretti; o anjo de bronze de Ceschiatti e a pintura de Di Cavalcanti”, destacou o arquiteto.

Mobiliário
O mobiliário, segundo Matta e Chamon, é mais um capítulo dessa história. A ideia de Niemeyer para os móveis que integrariam o Palácio do Congresso só foi executada entre 1970 e 1971. Nesse período, foi necessária a reformulação do edifício principal para retirar gabinetes que estavam instalados no Salão Verde.

SEFOT
Salão Verde com obras de arte de Di Cavalcanti, Athos Bulcão, Alfredo Ceschiatti.
Azulejos de Athos Bulcão (E); Easy Chair (C); anjo de Ceschiatti (D) e painel de Di Cavalcanti ao fundo

Niemeyer aproveitou a oportunidade para complementar seu trabalho propondo a ambientação dos principais salões e gabinetes com mobiliário consagrado, incluindo algumas peças de sua autoria, além de obras de arte de importantes artistas nacionais. “Essa coleção possui móveis que foram desenvolvidos especificamente para o Congresso Nacional e estão disponíveis para toda sociedade que frequenta o edifício”, destacou Chamon.

Maurício Matta explica ainda que a opção de incorporar obras de arte à arquitetura é uma atitude deliberada do arquiteto que prefere utilizá-las em lugar de materiais de acabamento mais caros, tradicionalmente usados para valorizar os ambientes.

“Eles estão presentes ali contando uma história, estão no cerne do pensamento que cria Brasília: a modernidade. Vamos nos apropriar de todo conhecimento, de tudo que há de bom no mundo e vamos integrar ao nosso trabalho, nosso trabalho vai ser um mix disso tudo, vai ser universal. Dessa forma, cada ambiente tem uma personalidade a partir das obras que estão ali integradas e eles são preservados e conhecidos assim”, disse.

Nesse processo de concepção dos salões e gabinetes, Fábio Chamon de Melo destaca o papel de Ana Maria Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer, que foi responsável pela escolha do mobiliário inaugural. “Ela desenha, com o pai, a primeira coleção de móveis para o palácio: os conjuntos Paris (Chapelaria e Salão Nobre) e Easy Chair (Salão Verde).”

Najara Araújo/Câmara dos Deputados
"Restauração da tela "Candangos", de Di Cavalcanti, localizada no Salão Verde da Câmara dos Deputados"
“Candangos”, de Di Cavalcanti, ao fundo, e “Araguaia”, de Marianne Peretti, no Salão Verde

Patrimônio da Humanidade
Brasília é o primeiro conjunto urbano do século 20 a receber o título de Patrimônio Cultural da Humanidade da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em 1987.

“Como primeira cidade moderna a ser tombada no mundo, é uma grande responsabilidade do País zelar por esse bem, porque ele é tão representativo que pertence também ao mundo e não só à sociedade onde está inserido”, ressaltou Chamon.

Visitas
No feriado desta semana, de 17 a 21 de abril, as visitas acontecem sem necessidade de agendamento, com saídas de grupos de até 50 pessoas a cada 30 minutos. Veja as regras para a visitação.

A programação especial para o aniversário de Brasília inclui ainda visitações guiadas especiais com roteiro inédito em quatro horários: 17h15, 18h15, 19h15 e 20h15. Saídas no Salão Nobre, 30 vagas por tour respeitada a ordem de chegada.

Nesse mesmo período, será inaugurada a visitação especial à área das cúpulas do Palácio, com acesso das 9 horas às 17 horas, mediante distribuição de senhas no Salão Negro.

 

Reportagem – Geórgia Moraes
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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Carga máxima de trabalho passará a 42 horas semanais em 15 de dezembro

Antes do Natal: como todos os demais trabalhadores empregados no comércio, caixas de supermercados terão direito a duas folgas semanais
Marcos Oliveira/Agência Senado

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Foi promulgada na sexta-feira (16) a emenda constitucional que acaba com a escala de trabalho 6×1 e prevê duas folgas semanais (EC 141/2026). A emenda, oriunda da PEC 221/2019, aprovada pelo Senado na semana passada, reduz gradualmente a carga horária de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial, ao longo de 14 meses. Conforme o período de transição previsto na lei, isso significa que a carga de 42 horas entra em vigor em 15 de dezembro.

Fonte: Agência Senado

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UnB conquista 25 medalhas nos Jogos Universitários Brasileiros 2026

Instituição teve onze conquistas a mais do que na edição anterior, com destaques na natação, no atletismo e no cheerleading

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Os JUBs 2026 reuniram mais de 370 instituições de ensino de todos os estados. O Distrito Federal foi representado por 342 atletas de 12 instituições, sendo 108 estudantes-atletas da UnB. Foto Kennedy dos Santos Carvalho

 

Mais uma edição dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) entra para a história. Desta vez, 108 estudantes-atletas vestiram a camisa da UnB e trouxeram para casa 25 medalhas, conquistadas em dez modalidades. A edição de 2026 do maior evento esportivo universitário do país aconteceu nas cidades de Goiânia e Trindade, em Goiás, de 23 de agosto a 5 de setembro, com a participação de mais de 9 mil pessoas.

 

Ao todo, a competição contou com 31 modalidades, sendo quatro delas paradesportivas e uma acadêmica, e inscrições de 370 instituições de ensino de todos os estados. Com muitas histórias para contar, o time UnB fez sua melhor campanha até hoje, trazendo para casa oito medalhas de ouro, nove de prata e oito de bronze, resultado maior que nos anos anteriores.

 

Na edição de 2025, realizada em Natal (RN), a Universidade conquistou 14 medalhas; em 2024, em Brasília (DF), ficou com 13 medalhas; e nos jogos de 2023, em Joinville (SC), levou apenas sete. “As equipes da UnB vêm numa crescente, muito por mérito e protagonismo dos discentes, mas também por uma parceria com a instituição, que tem incentivado a prática do esporte”, afirma o diretor de Esportes e Atividades Comunitárias (Deac/DAC) da UnB, Pedro Ivo Barbosa.

 

A exemplo desse estímulo, ele citou a retomada dos Jogos Internos da Universidade de Brasília (JIUnBs 2026) e a recente aprovação pelo Conselho de Administração (CAD) da Política de Esporte e Lazer da UnB, que amplia o acesso a práticas esportivas e inclui diretrizes para a dupla carreira de estudantes-atletas. Para Pedro Ivo, a instituição ainda deve ser reconhecida na premiação Melhores do Ano 2026, promovida pela Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU).

A equipe da UnB sagrou-se campeã da competição de team cheer do cheerleading nos JUBs 2026. Foto: Kennedy dos Santos Carvalho

 

O gestor destaca que, para além de medalhas, o produto mais importante do trabalho em desenvolvimento é o incentivo, a orientação e o treinamento adequado oferecidos aos atletas para sua evolução, o que traz resultados que ultrapassam os esportivos.

 

VITÓRIAS – Este ano, a equipe de natação liderou o ranking de medalhas da UnB, com três de ouro e duas de prata obtidas nas provas de 100 metros costas, 50 metros costas, 50 metros borboleta, 100 metros livre e 50 metros livre. “Foi uma experiência incrível e muito importante na minha trajetória esportiva e acadêmica poder representar a UnB em uma competição desse nível e ainda conseguir melhorar a maioria das minhas marcas pessoais”, afirmou João Pedro Sales, atleta da natação paradesportiva e estudante de Educação Física, que ganhou as cinco medalhas.

 

Quem também trouxe cinco medalhas para casa foi o time de atletismo. João Victor Melo garantiu três de ouro nas provas de 100, 200 e 400 metros paralímpico masculino; já Lucca Campbell ganhou a prata nos 400 metros com barreiras masculino e Luise Braga ficou com o bronze nos 400 metros feminino. “Gosto de representar a UnB fazendo o esporte que amo. Além disso, o JUBs é um evento jovem, divertido e uma experiência leve”, comentou o estudante de Medicina Lucca Campbell, medalhista na prova pela terceira vez.

 

Outra equipe veterana na competição é a de cheerleading. Mais uma vez, o grupo garantiu uma medalha de ouro na categoria team cheer, que reúne a formação completa da equipe, e ficou com a prata na classificação geral. “Nossa modalidade vem crescendo e o JUBs é muito importante para ter mais espaço. Inclusive foi a nossa vitória no ano passado que nos levou para o mundial, esse ano, na Suécia”, afirmou Maria Eduarda Mesiano, aluna de Farmácia.

O basquete da UnB ergueu o troféu de campeão da terceira divisão e garantiu acesso à segunda divisão do campeonato universitário brasileiro. Foto: Kennedy dos Santos Carvalho

 

A UnB também foi a campeã no basquete masculino, o que garantiu acesso à segunda divisão do campeonato universitário brasileiro. “A gente está com uma equipe e um treinador novo, tivemos que treinar muito e enfrentar equipes muito boas para alcançar essa primeira medalha no JUBs”, salientou Mateus Ries, estudante de Administração, feliz com o resultado.

 

A equipe de tênis garantiu mais três medalhas de prata, enquanto na modalidade estreante de kart, a Universidade levou uma prata no masculino e um bronze no feminino. No jiu-jitsu, a UnB obteve uma medalha de prata na categoria peso leve faixa azul/roxa e uma de bronze na categoria super pesado faixa azul/roxa, as duas no feminino.

 

A equipe do karatê finalizou a participação com dois bronzes; já as das modalidades de judô e taekwondo terminaram com uma medalha de bronze cada.

 

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Cena Musical, da TV Brasil, celebra vida e obra de Roberto Menescal

Show exclusivo vai ao ar em 25 de outubro

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EBC

Prestes a completar 89 anos no dia 25 de outubro, o músico Roberto Menescal é homenageado pelo programa Cena Musical, da TV Brasil, nesta terça (20), às 22h30, com o show exclusivo O Lado B da Bossa, em que o veterano sobe ao palco com a cantora Cris Delanno e seu trio para festejar a Bossa Nova.

O experiente artista relembra sucessos que nem sempre figuram nas listas mais populares do gênero. O repertório do espetáculo inédito na telinha é baseado no seu último álbum homônimo, lançado no começo de 2026 com a parceira no projeto. O especial ainda é reapresentado no sábado (24), véspera de aniversário do bamba, às 23h.

“A escolha do repertório foi muito natural. Reunimos o que já tocamos normalmente. A maioria de obras muito conhecidas, mas com alguns arranjos novos. Acho que bastante gente vai acompanhar e cantar junto”, afirma Roberto Menescal.

 

Rio de Janeiro (RJ), 19/10/2026 - Roberto Menescal é homenageado no programa Cena Musical. Foto: TV Brasil
Roberto Menescal é homenageado no programa Cena Musical. Foto: Divulgação/TV Brasil

“São músicas menos conhecidas, que a gente ama, mas que não tivemos a oportunidade de gravar juntos ou de fazer em shows. Nas apresentações, a gente faz ‘lado b’, ‘lado a’. Misturamos para que as pessoas cantem conosco”, opina Cris Delanno.

A performance traz clássicos mais conhecidos pelas antigas e novas gerações. O repertório reúne hits como O Barquinho, Rio, Corcovado, Bye Bye Brasil, Samba de uma nota só, Só danço Samba, Ela é Carioca e Chega de Saudade. O espetáculo convida a plateia a revisitar a Bossa Nova por diferentes perspectivas, mesclando obras históricas que evidenciam a riqueza e a diversidade do gênero.

O astro comemora a sequência de trabalhos com a amiga.

“A parceria com a Cris Delanno é uma coisa de vida”, declara Roberto Menescal ao recordar os primeiros trabalhos que desenvolveram juntos na coletânea Aquarela Brasileira, projeto que fizeram com Emílio Santiago no final dos anos 1980.

Gravada com exclusividade pela TV Brasil em agosto, no Espaço Cultural BNDES, a homenagem à trajetória de Roberto Menescal reverência o seu legado e valoriza a Bossa Nova como referência da música brasileira. O conteúdo inédito fica disponível no app TV Brasil Play e no Youtube do canal.

Na nova temporada, o Cena Musical traz depoimentos dos convidados e bastidores das gravações. A sequência reúne shows de astros como Leila Pinheiro, Claudio Jorge, Moyseis Marques e o grupo BossaCucaNova entre outras personalidades do cancioneiro nacional.

Rio de Janeiro (RJ), 19/10/2026 - Roberto Menescal é homenageado no programa Cena Musical. Foto: TV Brasil
Roberto Menescal é homenageado no programa Cena Musical. Foto: Divulgação/TV Brasil

Sobre a produção

Lançado em 2007, o Cena Musical é um programa da TV Brasil que leva ao público performances inéditas da música nacional. Desde 2017, os shows são gravados no Espaço Cultural BNDES, no Rio de Janeiro. Os shows podem ser acompanhados no app TV Brasil Play e no Youtube da emissora pública. A atração tem horário alternativo aos sábados, às 23h.

A produção exibe espetáculos que revelam e celebram a diversidade e a riqueza da sonoridade brasileira. O comando da atual temporada é de Bia Aparecida, cantora, jornalista e apresentadora do canal público. Na nova leva de episódios, a atração exibe performances exclusivas de personalidades de vários gêneros. Waldecir de Oliveira faz a direção artística do programa.

“Estou muito feliz em celebrar a estreia de uma nova temporada do Cena Musical na TV Brasil. É muito especial apresentar um programa que acredita na força e na diversidade da música nacional e abre espaço, de forma democrática, para diferentes sons, sotaques, histórias e gerações”, conta Bia Aparecida.

A apresentadora considera a música uma das maiores riquezas culturais do país.

“Ela é sofisticada, inventiva e profundamente conectada com quem somos. Os convidados mostram a grandeza e a diversidade desse cenário. O programa Cena Musical é esse lugar de encontro, descoberta e celebração da nossa cultura e estou bem animada para dividir essa nova temporada com o público”, completa.

Diretor artístico da atração, Waldecir de Oliveira explica a proposta da nova temporada.

“O Cena Musical reafirma a sua importância como um espaço plural e necessário para a música brasileira. O programa amplia a visibilidade de artistas de diferentes regiões, estilos e trajetórias para valorizar a riqueza cultural do país e fortalecer a circulação da produção nacional para novos públicos”, afirma.

 

Rio de Janeiro (RJ), 19/10/2026 - Roberto Menescal é homenageado no programa Cena Musical, tendo ao lado Waldecir de Oliveira. Foto: Mariana Vitarelli/TV Brasil
Roberto Menescal é homenageado no programa Cena Musical, tendo ao lado Waldecir de Oliveira. Foto: Mariana Vitarelli/TV Brasil

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