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Festival inédito de cultura coreana chega a Brasília com show internacional

O 1º Festival de K-dramas do Brasil acontece de 6 a 8 de março com ingressos antecipados a partir de R$ 25; entradas para o show do grupo de K-pop são vendidas separadamente

 

Brasília se prepara para receber uma experiência imersiva inédita no universo da cultura sul-coreana. Entre os dias 6 e 8 de março, o TGS será a sede do Festival Onda Coreana, o primeiro evento do país totalmente dedicado aos K-dramas. O festival promete transformar o shopping em um pedaço da Coreia do Sul, conectando fãs por meio de música, gastronomia, moda e grandes encontros.

Os ingressos antecipados para o festival custam a partir de R$ 25 (meia-entrada) por dia e garantem acesso a uma programação intensa e interativa. Já o aguardado show internacional da banda de K-pop 82 Major possui bilheteria separada e está sendo vendido pela Ticketmaster. Conhecidos por sua energia contagiante e performances de alto nível, o grupo desembarca em Brasília para um show exclusivo no sábado, dia 7 de março.

Inspirado na Onda Hallyu — que consolidou os K-dramas, o K-pop e o lifestyle coreano no topo das tendências mundiais — o festival propõe transformar o consumo de cultura em uma experiência imersiva. Mais do que assistir, o público é convidado a viver esse universo de forma ativa, explorando atividades interativas, palcos culturais e exposições que aproximam Brasília da Coreia do Sul.

“Receber a Onda Coreana reforça nosso papel como um espaço que celebra a diversidade cultural e aproxima o público de experiências internacionais. O TGS já abriga há anos o tradicional Festival Nipo, um dos eventos mais queridos do calendário cultural brasiliense, e agora amplia esse diálogo ao abrir as portas para a cultura coreana”, afirma a gerente de marketing, Mayce Tranquillini.

Ao abraçar diferentes expressões asiáticas — do Japão à Coreia do Sul — o TGS se consolida como um verdadeiro ponto de convergência cultural na capital, unindo entretenimento, convivência e troca de experiências em um mesmo espaço.

Programação imersiva e convidados VIP

Além do show internacional, o público poderá desfrutar de concursos de K-pop, desfiles de moda inspirados em K-dramas, experiências de K-Beauty, culinária típica e bate-papos com influenciadores. O evento contará com nomes de peso como Pyong Lee, Gabriel Kim, Lúcio Sincero e a querida Dona Su, referência da cultura coreana no Brasil.

Na sexta-feira (6), com apresentação de Gabriel Kim como mestre de cerimônias, o festival abre oficialmente os trabalhos com vídeo sobre a Onda Hallyu, seguido de interação com o público, espaço para autoridades e sorteios. A programação inclui concurso de K-pop, Random Play Dance, desfile de Moda dos Doramas e quiz de K-drama com Gabriel Kim, Lúcio Sincero, Kai e Aline. O dia termina em clima de celebração com show de Kyumin Lee e exibição do aftermovie de encerramento.

No sábado (7), sob comando de Lúcio Sincero, o público poderá acompanhar experiências gastronômicas ao vivo, palestra com o presidente Bruno Kim, Carol Psicodrama e Eliane Kcomigo, além de momentos dedicados à K-Beauty com CeoDaCoreia e Fabio Hiro. O palco também recebe show de Kyumin Lee e encenação temática de K-drama com Songu, acompanhada de quiz interativo. Ao longo da tarde, Kai e Aline participam de momentos especiais de interação e sorteios com o público. O grande destaque do dia é a apresentação internacional do grupo de K-pop 82 Major, que sobe ao palco ao lado de MC Melody, em um dos momentos mais aguardados do festival.

Já no domingo (8), quem assume o palco como mestre de cerimônias é Pyong Lee. A programação inclui bate-papo com Dona Su, preparação de drink ao vivo com Songu, homenagem especial pelo Dia da Mulher em parceria com a Secretaria da Mulher, além de conversa com Roberta Pazulini. O público também poderá assistir ao musical Guerreiras do K-pop, com o grupo Neia e Nando, participar de momento interativo com cena de K-drama e acompanhar bate-papo sobre relacionamento com Morena, Sun e CeoDaCoreia.

A grande atração: 82 Major

Um dos momentos mais aguardados do festival é a apresentação do grupo internacional de K-pop 82 Major, no dia 07 de março, a partir das 18h. Os ingressos para o espetáculo são vendidos separadamente do festival e incluem setores de pista comum e pista premium, além de pacotes especiais VVIP e VVIP+, com experiências diferenciadas para os fãs.
Ingressos para o show: https://www.ticketmaster.com.br/event/turne-82major-brasilia

SERVIÇO: Festival Onda Coreana
Quando: Dias 06, 07 e 08 de março de 2026.
Onde: Estacionamento H (Piso 2) – Taguatinga Shopping.
Horários:
Sexta-feira (06/03): 12h às 22h
Sábado (07/03): 12h às 22h
Domingo (08/03): 12h às 20h
Ingressos Festival: Antecipados a partir de R$ 25 (meia-entrada) via Sympla – 
https://x.gd/5IYYB
Ingressos Show 82 Major: Vendidos separadamente via Ticketmaster – https://www.ticketmaster.com.br/event/turne-82major-brasilia
Meia-entrada social, mediante a doação de 1kg de alimento não perecível. Crianças até 7 anos não pagam.
Informações: @festivalondacoreana e @taguashopping

Programação Completa
Sexta-feira – 06/03
Mestre de Cerimônia: Gabriel Kim
12h – Abertura de palco + vídeo sobre a Onda Hallyu
12h10 – Apresentação Gabriel Kim
12h30 – Espaço para autoridades
13h – Interação e sorteios
13h30 – Concurso de K-pop
17h – Random Play Dance
18h – Desfile Moda dos Doramas
19h – Quiz K-Drama – Gabriel e Lúcio Sincero + Kai e Aline
20h15 – Show – Kyumin Lee
21h30 – Aftermovie + Encerramento

Sábado – 07/03
Mestre de Cerimônia: Lúcio Sincero
12h – Abertura de palco + vídeo sobre a Onda Hallyu
12h20 – Fazendo receita no palco
13h – Palestra com presidente Bruno Kim, Carol Psicodrama e Eliane Kcomigo
14h – K-Beauty – CeoDaCoreia e Fabio Hiro
15h30 – Show – Kyumin Lee
17h – Show – 82major e MC Melody + Sorteio e bate-papo Kai e Aline
18h – Show – 82major e MC Melody
20h – Cena de K-Drama – Songu + Quiz de K-Drama
21h30 – Aftermovie + Encerramento

Domingo – 08/03
Mestre de Cerimônia: Pyong Lee
12h – Abertura de palco + momento de interação
13h – Bate-papo Dona Su
14h – Preparação de drink com Songu
14h30 – Homenagem do Dia da Mulher – Secretaria da Mulher
15h – Bate-papo Roberta Pazulini
16h – Musical Guerreiras do K-pop – Grupo Neia e Nando
17h – Momento de interação + Cena de K-Drama com Songu
17h30 – Bate-papo Relacionamento – Morena e Sun + @ceodacoreia
18h30 – Pyong Lee + Kai e Aline
19h30 – Aftermovie + Agradecimento + Encerramento

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NASCIMENTO DO LAGO PARANOÁ

O Lago Paranoá foi idealizado muito antes da construção de Brasília, tendo sua primeira proposta formalizada pelo botânico e paisagista francês Auguste François Marie Glaziou, paricipante da segunda Missão Cruls, em 1894.

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No seu relatório, Glaziou identificou uma depressão topográfica na região e sugeriu o represamento do rio Paranoá para criar uma bacia de água indispensável ao abastecimento da futura capital.

Glaziou escreveu: “Entre dois grandes chapadões na localidade pelos nomes de Gama e Paranoá, existe imensa planície em parte sujeita a ser coberta pelas águas da estação chuvosa (…) É fácil compreender que, fechando essa brecha com uma obra de arte – barragem (…)  formará um lago navegável em todos os sentidos, num comprimento de 20 a 25 quilômetros sobre uma largura de 16 a 18.”

O projeto do paisagista visava amenizar o clima seco do Planalto Central, garantir o fornecimento hídrico, gerar energia e proporcionar um elemento ornamental e de lazer para a população.

Em 1956, o plano de Glaziou foi incorporado e adaptado pela Novacap para compor o Edital do Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil.

Em março de 1957, quando da abertura do Concurso, todos os 26 projetos constavam a construção do Lago Paranoá, como aconteceu com o projeto vencedor, do urbanista Lucio Costa.

 

O idealizador do Lago Paranoá foi o paisagista francês Auguste Glaziou, membro integrante da 2ª Missão Cruls. A construção da barragem se inicia em 1957, sob responsabilidade da empresa norte-americana Raymond Concrete Pile of Americas. O constante atraso nas obras fez com que JK mandasse rescindir o contrato com a Raymond e transferisse o comando da construção da barragem para as construtoras Camargo Corrêa, Rabelo, Rodobras, Geotec e Engenharia Civil e Portuária.

 

 

DESCRIÇÃO COMPLETA

 

Essa é a descrição completa feita por Auguste Glaziou, no relatório da Segunda Missão Cruls, em 1894, apontando a solução técnica para a construção do Lago Paranoá:

Entre os dois grandes chapadões conhecidos na localidade pelos nomes de Gama e Paranoá, existe uma imensa planície sujeita a ser coberta pelas águas da estação chuvosa: outrora era um lago devido à junção de diferentes cursos de água formando o Paranoá; o excedente desse lago, atravessando uma depressão do chapadão, acabou com o carrear dos saibros e mesmo das pedras grossas, por abrir nesse ponto uma brecha funda, de paredes quase verticais pela qual se precipitam hoje todas as águas dessas alturas. É fácil compreender que, fechando essa brecha com uma obra de arte (barragem) forçosamente a água tomará ao seu lugar primitivo e formará um lago navegável em todos os sentidos, num comprimento de 20 a 25 quilômetros sobre uma largura de 16 a 18.” 

 

 

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A MAGIA EM FLORES

A Cidade Canção primaverou-se!

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Nos anos 1970, ao entrar pela primeira vez na Catedral Metropolitana Basílica Menor de Nossa Senhora da Glória, em Maringá, fiquei muito impressionado. Trata-se de uma das mais altas e belas basílicas da América Latina. Depois, caminhando pelas ruas da cidade, a música “Maringá, Maringá” logo me veio à memória. Cidade e canção parecem feitas uma para a outra, unidas por melodia, harmonia e ritmo. Embora separadas por 15 anos de história, a obra musical do mineiro Joubert de Carvalho e o terceiro maior município do Paraná compartilham a mesma beleza e a mesma alma. Conheça a seguir como essa bonita sintonia moldou o destino urbano e social da cidade e da região.

 

MARINGÁ: A CIDADE E A CANÇÃO

“Maringá… Maringá”, a melodia, nasceu primeiro, em 1932. Quinze anos depois, em 10 de maio de 1947, era fundado o município paranaense. A obra-prima de Joubert Gontijo de Carvalho (1907–1977) surgiu após um diálogo marcante com o ex-governador da Paraíba, José Américo de Almeida, então ministro da Viação e Obras Públicas de Getúlio Vargas e autor do clássico literário “A Bagaceira” (1928). Quem fez a aproximação de José Américo de Almeida com o compositor foi Rui Carneiro (1906-1977), então oficial do gabinete do Ministério da Aviação, natural de Pombal, uma cidade centenária ao norte da Paraíba.

Rui Carneiro era jornalista e advogado, mais tarde foi deputado federal e senador pela Paraíba. Carneiro e José Américo relataram ao compositor o sofrimento do povo nordestino com a seca severa. E deram, como exemplo,  a cidade de Ingá, no agreste da Paraíba, a 100km de João Pessoa. Inspirado pelo relato, Joubert de Carvalho (mineiro de Uberaba) que já colecionava sucessos na voz de Carmen Miranda, como “Taí – Eu fiz tudo prá você gostar de mim”, criou uma personagem retirante fictícia chamada Maria. Da junção de “Maria de Ingá” surgiu o neologismo que batizou a música romântica e nostálgica. Mal sabia o compositor que aquele sucesso estrondoso seria o nome, 15 anos mais tarde, de uma das cidades mais prósperas do Sul do país e, ainda, lhe daria o nome de uma importante rua.

 

 

MARINGÁ: MODELO DE GESTÃO

Visão de presente e de futuro. Maringá saiu na frente, no Brasil, trazendo a sociedade civil organizada para participar no planejamento econômico sustentável da administração da cidade. Com o objetivo de propor ações efetivas para garantir o desenvolvimento sustentável de toda a região geoeconômica, proporcionando qualidade de vida e condições dignas aos cidadãos, em gestão compartilhada com o poder público, Maringá criou em 1996, o Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá – CODEM. O órgão nasceu com o Movimento Repensando Maringá. No cinquentenário de Maringá, em 1997, houve a posse dos primeiros conselheiro.

Ao longo dos anos, o CODEM não só se consolidou como referência em planejamento socioeconômico sustentável, sempre com a participação ativa da sociedade civil, entidades e lideranças locais, como serviu de exemplo para a criação de órgão similar em muitas cidades brasileiras.

Hoje, mais de 20 cidades brasileiras, inclusive Brasília, usam esse modelo de governança inspirado no modelo pioneiro do CODEM/CODESE de Maringá (PR), com o objetivo de planejar o crescimento urbano e socioeconômico sustentável da região para as próximas décadas.

 

SAIBA MAIS

Veja duas outras matérias:

1) O batismo e a

cronologia da criação e urbanização.

2) Como o modelo de gestão participativa levou

 o município de Maringá a bater recordes

de competitividade e de sustentabilidade.

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ERA UMA VEZ…

QUANDO NASCIA UM REI.

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Mais uma data cheia de uma lenda brasileira.
Neste 2026, fazem 70 anos da posse de JK na Presidência da República, em 31 de janeiro… 50 anos de sua morte em 22 de agosto… e, 70 anos do primeiro jogo oficial do Rei Pelé, então um menino de apenas 15 anos, como profissional do Santos.
Pelé, que completaria 16 anos em 23 de outubro de 1956, entrou no segundo tempo (no lugar de Del Vecchio) do jogo Santos 7 x 1 Corinthians de Santo André, fez gol aos 36 min do segundo tempo e ganhou seu primeiro troféu: a Taça Independência.
Daí para frente, o Edson virou DICO… que virou PELÉ… que reinventou o futebol e que parou guerras.
Recebi de um leitor de meu livro “DE CASACA E CHUTEIRAS – PELÉ-BRASÍLIA-JK – A ERA DOS GRANDES DRIBLES NA POLÍTICA, CULTURA E HISTÓRIA” o seguinte comentário sobre a polêmica quem foi maior: Pelé ou Maradona?
– “Pelé tornou o futebol mudialmente conhecido. Maradona ficou conhecido por causa do futebol”.
FOTOS: A súmula original com o registro do primeiro gol de Pelé integra o acervo do Museu de Santo André desde 2019. Ela registra a partida realizada em 7 de setembro de 1956 entre o Santos Futebol Clube e o Corinthians de Santo André no Estádio Américo Guazzeli.
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