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Embrapa é laureada com medalha Kofi Annan pelo cumprimento dos requisitos ESG

A outorga ocorreu durante o evento Global Meeting Economia Circular e Cadeias Produtivas Sustentáveis

 

Foto: Instituto Global ESG

 

A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, recebeu ontem (17/9) a medalha Kofi Annan, honraria concedida pelo Instituto Global ESG a pessoas e organizações que se destacam por suas contribuições para o desenvolvimento sustentável, responsabilidade ambiental, social e de governança (ESG). A outorga ocorreu durante o evento Global Meeting Economia Circular e Cadeias Produtivas Sustentáveis, promovido pelo Instituto no complexo Na Praia, em Brasília, DF. A presidente participou ainda como palestrante de um dos três painéis que fizeram parte da programação do encontro, voltado ao debate sobre finanças sustentáveis.

O Global Meeting de 2025 é um dos resultados da parceria recém firmada entre a Embrapa e o Instituto Global ESG em maio deste ano, durante as comemorações pelo 52º aniversário da Empresa. O objetivo é desenvolver ações conjuntas de sustentabilidade, inovação tecnológica e governança no setor agropecuário, incluindo capacitação de pesquisadores e participação integrada na Agrizone, vitrine da agricultura sustentável, coordenada pela Embrapa na COP30.

Segundo Massruhá, a homenagem mostra que a Embrapa está no caminho certo em relação ao cumprimento dos requisitos ESG tanto em nível interno (corporativo) quanto externo (soluções tecnológicas entregues à sociedade). Para ela, ao longo das últimas cinco décadas, a Empresa cumpriu o seu papel no que se refere à segurança alimentar, uma vez que contribuiu para transformar o Brasil de importador de alimentos na década de 1970 em uma das maiores potências mundiais do agro atual.

A presidente lembrou que o cenário atual remete a uma agricultura multifuncional, que transcende a produção de alimentos e passa a considerar outros fatores, como saúde, transição energética, nutrição e gastronomia, entre outros. “A Embrapa se adaptou a esse novo contexto  e tem trabalhado para gerar soluções em todas essas temáticas”, complementou.

Para o presidente do Instituto Global ESG, Alexandre Arnone, o Global Meeting já se consolidou no cenário nacional como um dos eventos mis importantes relacionados aos requisitos ESG no Brasil. A parceria com a Embrapa, na visão do gestor, fortaleceu ainda mais essa agenda, especialmente no que se refere à economia circular e cadeias produtivas sustentáveis. “A circularidade é uma temática que vai além da questão ambiental e é uma condição imprescindível às instituições que visam à competitividade no Século XXI. O lema atual é começo, meio e recomeço”, reforçou.

 

A diretora de Governança e Informação da Embrapa, Selma Beltrão, destacou que a Embrapa tem uma atuação bastante estruturada em relação ao cumprimento dos requisitos ESG, tanto em nível interno quanto externo. Para ela, a cooperação com o Instituto Global ESG, que resultou no Programa ESG na Prática, será crucial para a capacitação dos empregados da Empresa em temáticas relacionadas à agenda ESG. Além disso, as duas instituições estarão reunidas na agenda integrada durante a COP30, que acontece em novembro, em Belém. “Representantes da academia, comunidades, povos tradicionais e outros membros da sociedade estarão reunidos durante os 350 eventos previstos para a Conferência, no período de 10 a 21 de novembro”, acrescentou.

O deputado federal Rodrigo Rollemberg, que também participou da abertura do Global Meeting, reforçou questões cruciais relacionadas ao fortalecimento da economia circular no Brasil. Uma delas é a apresentação (design) das tecnologias, que é um dos pontos de partida para a economia circular. Outro ponto é a tributação. “Um produto resultante de práticas sustentáveis não pode estar sujeito à mesma tributação do que os que não respeitam os requisitos ESG”, ressaltou. Outra questão levantada pelo deputado é o financiamento. Segundo ele, o descontingenciamento dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), conseguido no governo atual do presidente Lula, liberou mais de R$ 15 bilhões para esse Fundo. “É uma fonte muito importante de recursos para a bioeconomia, incluindo transição energética, entre outras frentes”, comentou.

 

Economia circular

O primeiro painel do Global Meeting foi voltado ao debate da economia circular. O representante do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) Thiago Oliveira pontuou que há um longo caminho para a consolidação da economia circular em nível global. “Hoje vivemos em um planeta quadrado, no qual apenas 6,9% da economia é circular. Mais de 2 bilhões de toneladas de resíduos sólidos são gerados anualmente e a perspectiva é que essa quantidade aumente em 70% até 2050”, destacou. Para ele, é fundamental investir em inovações tecnológicas com potencial de mudar esse cenário.

A pesquisadora da Embrapa Agroenergia Simone Mendonça apresentou resultados importantes relacionados à inovação sustentável. Um dos destaques são os bioinsumos, Em 2024, a inoculação na soja com bactérias fixadoras de nitrogênio gerou uma economia de 25 bilhões de dólares à economia nacional. Além disso, evitou a emissão de mais de 230 milhões de carbono na atmosfera. Simone falou ainda sobre a importância dos bioprodutos e da bioenergia para o fortalecimento da economia circular no País.


A supervisora de Sustentabilidade Corporativa da Embrapa, Marisa Prado, fez uma análise filosófica da sustentabilidade. Ela comparou o conceito a uma árvore, na qual raízes, tronco e copa formam um único círculo. Para ela, não existe diferença entre as abordagens interna e externa. Pelo contrário , as duas são partes de um mesmo ciclo de geração de valor. O tronco é a travessia da sustentabilidade – o que poderia corresponder à sustentabilidade corporativa – e a copa é a visão externa, ou seja, como o mundo enxerga esse conceito. Os frutos representam o ponto de prosperidade – monetização de ativos. “E depois vêm as sementes, que são o recomeço de todo o processo, mostrando o recomeço e a circularidade, que tem como fio condutor o ser humano”, comparou.

 

 

Cadeias produtivas

O segundo painel do evento contou com debates sobre  cadeias produtivas sustentáveis. Um dos destaques foi a palestra da catadora e presidente da CENTCOOP/DF, Aline Souza. Terceira geração de catadoras de lixo na família, Aline hoje cursa direito e luta por melhores condições para as companheiras de profissão. Segundo ela, a educação ambiental é premente, uma vez que apenas 43% do lixo pode ser reaproveitado hoje. “O descarte correto do lixo é um dos maiores desafios  atuais”, salientou.

O pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia Anderson Sevilha falou sobre o projeto Bem Diverso – hoje chamado de Sustenta e Inova – que desde 2016 leva tecnologias a povos e comunidades tradicionais de três biomas: Cerrado, Amazônia e Caatinga. A iniciativa bem sucedida de inclusão socioprodutiva e compartilhamento de saberes em prol da solução de problemas locais já resultou na formação de 373 contratos de crédito, envolvendo mais de R$ 1,2 milhão.

 

 

Finanças sustentáveis

A presidente Silvia Massruhá foi uma das palestrantes do terceiro painel do Global Meeting, voltado à discussão de finanças sustentáveis. Segundo ela, a sustentabilidade na Embrapa hoje funciona em 360 graus, de A a Z, ou seja, de açaí a zebu.

No que se refere a finanças sustentáveis, Massruhá  destacou a transferência de tecnologias para os 5 milhões de produtores brasileiros (de todos os portes), a capacitação de pesquisadores e a melhoria da produção e da produtividade com sustentabilidade.

Para ela, o grande desafio hoje é investir na produção aliada à preservação, em um modelo de agricultura mais preditiva, capaz de antecipar e resolver problemas antes que aconteçam.

A presidente destacou a importância do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), que hoje abrange 44 culturas agrícolas e 5 mil municípios brasileiros. Além diiso, citou o Caminho Verde Brasil, iniciativa da Embrapa que mapeou 40 milhões de hectares de terras degradadas com aptidão agrícola. “A sustentabilidade tem que estar alinhada com a inclusão socioprodutiva e a rastreabilidade. É crucial que os protocolos científicos cheguem aos produtores na forma de políticas públicas”, enfatizou.

Ao final, Massruhá convidou todos os presentes a se unirem à Embrapa na Jornada pelo Clima, que começou em maio e se estende até outubro, com o objetivo de reunir ciência e sociedade para definir temas que subsidiarão as discussões na COP30. Ainda nesse sentido, ela reforçou a importância da participação da sociedade na Agrizone, vitrine da agricultura no evento. “Essa é uma oportunidade única de mostrarmos a agricultura sustentável brasileira para o mundo”, concluiu”.

Participaram também do painel o Superintendente de Negócios de Impacto e Sustentabilidade da Caixa Econômica Federal, Rogério Saab; a gerente-executiva de Estratégia e Governança de Sustentabilidade do Banco do Brasil,  Walléria Sampaio; a presidente da Rede Governança Brasil, Cristiane Nardes, e o assessor na Comissão Nacional para os ODS, da Secretaria-Geral da Presidência da República Thiago Galvão.

 

 

Silvia Massruhá é capa da revista Global ESC

A presidente Silvia Massruhá é a capa da 5ª edição da revista Global ESG, que aborda o agro no Brasil. O lançamento da edição on-line também ocorreu durante o Global Meeting e traz uma entrevista com Massruhá. Confira aqui.

O texto reforça o papel da ciência e da inovação no enfrentamento às mudanças climáticas e na promoção de uma agricultura de baixo carbono. Mostra ainda como a instituição vem incorporando o ESG de forma estruturada, lançando o programa Embrapa ESG na Prática, em parceria com o Instituto Global ESG, e assumindo protagonismo em conselhos e grupos técnicos do Programa ESG20+.

Fernanda Diniz (MTb 4685/DF)
Assessoria de Comunicação (Ascom)

Contatos para a imprensa

Telefone: (61) 3448-4364

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A TV JUSTIÇA E A INJUSTIÇA

SE UMA IMAGEM VALE POR MIL PALAVRAS, QUANTO VALE A UMA TRANSMISSÃO AO VIVO EM REDE NACIONAL?

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“A fotografia é a verdade. A TV, pelo vídeo e cinema, é a verdade 24 vezes por segundo”- do cineasta e crítico Jean Luc Godard.
A polêmica está no ar. Melhor, nas telas, em rede nacional.
Duas fotos fizeram mais estragos ao Supremo do que toda quebradeira de 8 de janeiro. Flagrantes terríveis!
A foto de Brenno Carvalho em O GLOBO e a foto de Wilton Junior no ESTADÃO.
E agora surge a polêmica da TV Justiça.
O jornalista Cláudio Dantas foi categórico: “A emissora teria deixado de mostrar os ministros André Mendonça e FUX justamente em momentos importantes dos confrontos que marcaram a sessão”.
E Cláudio Dantas vai além: Jaqueline Paiva, atual responsável pela TV Justiça, ocupou cargos de comunicação em governos petistas, incluindo uma função na Secretaria de Imprensa da Presidência do governo Dilma Rousseff. Jaqueline Paiva atuou na EBC, durante o segundo mandato de Lula. A matéria relata ainda que ela foi nomeada para comandar a comunicação do STF por Edson Fachin.
Fotografia é a verdade. Filme continua sendo a verdade 24 vezes por segundo.
E quanto vale uma transmissão direta ao vivo… EDITADA?
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NASCIMENTO DO LAGO PARANOÁ

O Lago Paranoá foi idealizado muito antes da construção de Brasília, tendo sua primeira proposta formalizada pelo botânico e paisagista francês Auguste François Marie Glaziou, paricipante da segunda Missão Cruls, em 1894.

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No seu relatório, Glaziou identificou uma depressão topográfica na região e sugeriu o represamento do rio Paranoá para criar uma bacia de água indispensável ao abastecimento da futura capital.

Glaziou escreveu: “Entre dois grandes chapadões na localidade pelos nomes de Gama e Paranoá, existe imensa planície em parte sujeita a ser coberta pelas águas da estação chuvosa (…) É fácil compreender que, fechando essa brecha com uma obra de arte – barragem (…)  formará um lago navegável em todos os sentidos, num comprimento de 20 a 25 quilômetros sobre uma largura de 16 a 18.”

O projeto do paisagista visava amenizar o clima seco do Planalto Central, garantir o fornecimento hídrico, gerar energia e proporcionar um elemento ornamental e de lazer para a população.

Em 1956, o plano de Glaziou foi incorporado e adaptado pela Novacap para compor o Edital do Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil.

Em março de 1957, quando da abertura do Concurso, todos os 26 projetos constavam a construção do Lago Paranoá, como aconteceu com o projeto vencedor, do urbanista Lucio Costa.

 

O idealizador do Lago Paranoá foi o paisagista francês Auguste Glaziou, membro integrante da 2ª Missão Cruls. A construção da barragem se inicia em 1957, sob responsabilidade da empresa norte-americana Raymond Concrete Pile of Americas. O constante atraso nas obras fez com que JK mandasse rescindir o contrato com a Raymond e transferisse o comando da construção da barragem para as construtoras Camargo Corrêa, Rabelo, Rodobras, Geotec e Engenharia Civil e Portuária.

 

 

DESCRIÇÃO COMPLETA

 

Essa é a descrição completa feita por Auguste Glaziou, no relatório da Segunda Missão Cruls, em 1894, apontando a solução técnica para a construção do Lago Paranoá:

Entre os dois grandes chapadões conhecidos na localidade pelos nomes de Gama e Paranoá, existe uma imensa planície sujeita a ser coberta pelas águas da estação chuvosa: outrora era um lago devido à junção de diferentes cursos de água formando o Paranoá; o excedente desse lago, atravessando uma depressão do chapadão, acabou com o carrear dos saibros e mesmo das pedras grossas, por abrir nesse ponto uma brecha funda, de paredes quase verticais pela qual se precipitam hoje todas as águas dessas alturas. É fácil compreender que, fechando essa brecha com uma obra de arte (barragem) forçosamente a água tomará ao seu lugar primitivo e formará um lago navegável em todos os sentidos, num comprimento de 20 a 25 quilômetros sobre uma largura de 16 a 18.” 

 

 

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A MAGIA EM FLORES

A Cidade Canção primaverou-se!

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Nos anos 1970, ao entrar pela primeira vez na Catedral Metropolitana Basílica Menor de Nossa Senhora da Glória, em Maringá, fiquei muito impressionado. Trata-se de uma das mais altas e belas basílicas da América Latina. Depois, caminhando pelas ruas da cidade, a música “Maringá, Maringá” logo me veio à memória. Cidade e canção parecem feitas uma para a outra, unidas por melodia, harmonia e ritmo. Embora separadas por 15 anos de história, a obra musical do mineiro Joubert de Carvalho e o terceiro maior município do Paraná compartilham a mesma beleza e a mesma alma. Conheça a seguir como essa bonita sintonia moldou o destino urbano e social da cidade e da região.

 

MARINGÁ: A CIDADE E A CANÇÃO

“Maringá… Maringá”, a melodia, nasceu primeiro, em 1932. Quinze anos depois, em 10 de maio de 1947, era fundado o município paranaense. A obra-prima de Joubert Gontijo de Carvalho (1907–1977) surgiu após um diálogo marcante com o ex-governador da Paraíba, José Américo de Almeida, então ministro da Viação e Obras Públicas de Getúlio Vargas e autor do clássico literário “A Bagaceira” (1928). Quem fez a aproximação de José Américo de Almeida com o compositor foi Rui Carneiro (1906-1977), então oficial do gabinete do Ministério da Aviação, natural de Pombal, uma cidade centenária ao norte da Paraíba.

Rui Carneiro era jornalista e advogado, mais tarde foi deputado federal e senador pela Paraíba. Carneiro e José Américo relataram ao compositor o sofrimento do povo nordestino com a seca severa. E deram, como exemplo,  a cidade de Ingá, no agreste da Paraíba, a 100km de João Pessoa. Inspirado pelo relato, Joubert de Carvalho (mineiro de Uberaba) que já colecionava sucessos na voz de Carmen Miranda, como “Taí – Eu fiz tudo prá você gostar de mim”, criou uma personagem retirante fictícia chamada Maria. Da junção de “Maria de Ingá” surgiu o neologismo que batizou a música romântica e nostálgica. Mal sabia o compositor que aquele sucesso estrondoso seria o nome, 15 anos mais tarde, de uma das cidades mais prósperas do Sul do país e, ainda, lhe daria o nome de uma importante rua.

 

 

MARINGÁ: MODELO DE GESTÃO

Visão de presente e de futuro. Maringá saiu na frente, no Brasil, trazendo a sociedade civil organizada para participar no planejamento econômico sustentável da administração da cidade. Com o objetivo de propor ações efetivas para garantir o desenvolvimento sustentável de toda a região geoeconômica, proporcionando qualidade de vida e condições dignas aos cidadãos, em gestão compartilhada com o poder público, Maringá criou em 1996, o Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá – CODEM. O órgão nasceu com o Movimento Repensando Maringá. No cinquentenário de Maringá, em 1997, houve a posse dos primeiros conselheiro.

Ao longo dos anos, o CODEM não só se consolidou como referência em planejamento socioeconômico sustentável, sempre com a participação ativa da sociedade civil, entidades e lideranças locais, como serviu de exemplo para a criação de órgão similar em muitas cidades brasileiras.

Hoje, mais de 20 cidades brasileiras, inclusive Brasília, usam esse modelo de governança inspirado no modelo pioneiro do CODEM/CODESE de Maringá (PR), com o objetivo de planejar o crescimento urbano e socioeconômico sustentável da região para as próximas décadas.

 

SAIBA MAIS

Veja duas outras matérias:

1) O batismo e a

cronologia da criação e urbanização.

2) Como o modelo de gestão participativa levou

 o município de Maringá a bater recordes

de competitividade e de sustentabilidade.

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