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Clube do Choro de Brasília se despede de Odette Ernest Dias
Flautista e educadora, referência da música brasileira, morreu aos 96 anos no Rio de Janeiro
O Clube do Choro de Brasília manifestou profundo pesar pela morte da flautista Odette Ernest Dias, falecida nesta quarta-feira (24/12), aos 96 anos, no Rio de Janeiro. Em nota divulgada nas redes sociais, a instituição destacou a relevância da musicista para a cultura da capital federal e seu papel decisivo na fundação do clube.
Nascida em Paris, em 1929, Odette mudou-se para o Brasil aos 23 anos e construiu uma trajetória marcante em Brasília. Além de contribuir para a criação do Clube do Choro, integrou a Orquestra Sinfônica Brasileira e atuou como professora na Universidade de Brasília (UnB), onde formou gerações de músicos.
A nota de pesar, assinada pelo Clube do Choro e pela Escola Brasileira de Choro, ressaltou a presença constante de Odette na vida cultural brasiliense e sua influência na consolidação de Brasília como polo musical. “Sua trajetória na Universidade de Brasília e sua presença ativa na vida cultural brasiliense marcaram gerações de músicos”, diz o comunicado.
A instituição também enfatizou que a casa e a atuação artística de Odette foram fundamentais para o surgimento do Clube do Choro, sempre pautadas pelo respeito à tradição, pela excelência artística e pelo compromisso com a formação de novos talentos.
Por fim, o texto expressa solidariedade a familiares, amigos, alunos e à comunidade musical, destacando que o legado, a escuta generosa e a paixão pela música de Odette Ernest Dias continuarão inspirando o presente e o futuro.
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Motoclubes e similares são reconhecidos por relevante interesse social e cultural
Lei originada na Câmara Legislativa prevê promoção de eventos, proteção dos direitos dos motociclistas e criação de programas de educação, entre outros
Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília
Justificativa da proposta aponta que os motoclubes oferecem benefícios sociais e culturais como a promoção da amizade, segurança no trânsito e outros
A Lei do Distrito Federal nº 7.910, sancionada em 16 de junho de 2026, reconhece as atividades de motoclubes, moto grupos, moto car clube e similares como forma de expressão cultural, lazer e convívio social. Para o autor da norma, deputado Martins Machado (Republicanos), os grupos não apenas reúnem pessoas com interesses comuns, mas também contribuem para a construção de uma identidade cultural específica, que deve ser valorizada e respeitada.
O projeto de lei justifica que os motoclubes e moto grupos oferecem uma série de benefícios sociais e culturais significativos, como a promoção da amizade, apoio mútuo, segurança no trânsito e ações beneficentes entre os motociclistas. Além disso, preservam a história, celebram a liberdade e influenciam a sociedade por meio de sua cultura e estilo de vida.
A legislação prevê a promoção de eventos relacionados ao motociclismo e ao automobilismo; a proteção dos direitos dos motociclistas, incluindo a liberdade de expressão e associação; a criação de programas de educação e conscientização sobre as atividades; a ampliação da quantidade de espaços adequados para a realização de eventos; e o fortalecimento, a promoção e a difusão das práticas.
Beatriz Negreiros (sob a supervisão de Ivan Iunes)

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Nova lei estabelece projeção de informações sobre pontos turísticos em Brasília nas salas de cinema
As exibições de informações devem ter duração de 30 segundos e serem projetadas antes do início de filmes nos cinemas e em casas de show
Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília
Legislação visa explorar o potencial turístico e cultural do Distrito Federal
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) promulgou a Lei nº 7.868, de 6 de maio de 2026, de autoria da deputada Jaqueline Silva (MDB), após o veto ao projeto de lei original pelo ex-governador Ibaneis Rocha. A nova lei institui a obrigatoriedade da exibição de informações sobre pontos turísticos de Brasília nas telas de cinema no DF.
Originalmente PL nº 2.279/2021, a justificativa do projeto é a promoção do turismo como fonte inesgotável de renda, emprego, desenvolvimento econômico e cultural. O cinema deverá ser utilizado como meio ímpar de divulgação de atrações pela sua abrangência e diversidade de público.
Segundo Jaqueline Silva, o fomento ao turismo traz um cenário benéfico de geração de empregos e o surgimento de profissionais capacitados em diversas áreas, abrindo espaço para bacharéis em turismo e hotelaria, profissionais da gastronomia, transporte turístico, idiomas, comércios diversos e artesanatos.
As exibições de informações devem ter duração de 30 segundos e ser projetadas antes do início de filmes nos cinemas e em casas de show. A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Secec) fornecerá todas as informações que serão projetadas.
Beatriz Negreiros (sob a supervisão de Ivan Iunes)
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