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Confira os partidos que conquistaram vagas na Câmara Legislativa

Quociente eleitoral para eleger um deputado distrital para a 10ª Legislatura foi de 70.775 votos

Foto: Diogo Lima/Agência CLDF

O quociente eleitoral é obtido pela divisão do número de votos válidos pela quantidade de cadeiras em disputa

Para eleger um deputado distrital, cada partido ou federação precisou de pelo menos 70.775 votos. Esse foi o quociente eleitoral das eleições para a 10ª legislatura da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), período de 2027 a 2030.

O Partido Liberal (PL) obteve o maior número de cadeiras. Foram cinco vagas, preenchidas pelos reeleitos Joaquim Roriz Neto, Roosevelt Vilela e João Cardoso e pelos estreantes Victor Jansen e André Kubitschek. Na atual legislatura (2023-2026), o PL tem quatro deputados na CLDF: os três reeleitos para distrital e Thiago Manzoni, eleito para deputado federal.

A segunda maior bancada da Câmara Legislativa será da Federação União Progressista, composta pelos partidos União Brasil e Progressistas (PP). O grupo político vai ocupar quatro cadeiras, com os reeleitos Eduardo Pedrosa (União), Pepa (PP) e Pastor Daniel de Castro (PP), além de Rôney Nemer (PP), que não é deputado atualmente, mas já exerceu o cargo em outras legislaturas, tanto na CLDF quanto na Câmara dos Deputados.

Partidos com 3 deputados

Em número de eleitos, estão empatados os partidos Republicanos, Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e a Federação Brasil da Esperança, composta pelo Partido dos Trabalhadores (PT), pelo Partido Verde (PV) e pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB).

O Republicanos elegeu Estefane Sampaio e Renata Daguiar, que exercerão o primeiro mandato na CLDF, e reelegeu Martins Machado. A deputada republicana Doutora Jane não foi reeleita.

Já o MDB reelegeu Jaqueline Silva, Wellington Luiz e Hermeto. Na atual legislatura, o MDB conta com mais dois deputados distritais: Iolando, que não foi reeleito, e Daniel Donizet, que tentou uma vaga para deputado federal.

Por sua vez, a Federação Brasil da Esperança manteve a atual bancada do PT: foram reeleitos os deputados Chico Vigilante, Gabriel Magno e Ricardo Vale.

Demais vagas

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) continuou com duas cadeiras, com a estreia de Keka Bagno e a reeleição de Max Maciel, que se tornou o candidato mais votado da história da CLDF, com 92.234 votos.

O recorde anterior também era de um candidato do PSOL, quando o deputado distrital Fábio Felix se reelegeu com 51.792 votos em 2022. Nas eleições de 2026, Felix foi eleito para a Câmara dos Deputados.

Também conseguiu duas vagas o Partido Socialista Brasileiro (PSB), com o primeiro mandato de Múcio e a reeleição de Dayse Amarilio.

Por fim, com uma vaga cada, o partido Podemos reelegeu Robério Negreiros e o Partido Social Democrático (PSD) reelegeu Rogério Morro da Cruz.

Quociente eleitoral

A quantidade de vagas para cada partido/federação é determinada por dois cálculos principais, o quociente eleitoral e o quociente partidário.

O quociente eleitoral é obtido pela divisão do número de votos válidos pela quantidade de cadeiras em disputa. Neste ano, as eleições para deputado distrital tiveram 1.698.609 votos válidos, o que dividido pelas 24 cadeiras da Câmara Legislativa equivale a um quociente eleitoral de 70.775 votos.

Depois disso, as vagas são distribuídas de acordo com o quociente partidário, que consiste na divisão do número de votos válidos de cada partido/federação pelo quociente eleitoral. Após essa etapa, geralmente ainda há vagas não preenchidas, que são distribuídas pelo cálculo das médias. Saiba mais sobre o assunto no site do Tribunal Regional Eleitoral.

Agência CLDF

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MEC divulga avaliação de livros didáticos

Materiais atendem a professores do fundamental 1 da rede pública

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Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil

 

A lista final da avaliação pedagógica das obras do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) para os anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano) no período 2027-2030 já está disponível para consulta no edital (nº 145, 2026), publicado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta quinta-feira (1º).

Segundo o MEC, os materiais são voltados à formação continuada e ao trabalho pedagógico dos professores da educação básica pública, das redes federal, estaduais, municipais e do Distrito Federal participantes do programa.

As obras do PNLD Anos Iniciais 2027-2030 terão ciclo de atendimento de quatro anos para os docentes.

Pareceres oficiais

Ao todo, a lista traz os nomes de 92 obras de apoio teórico-metodológico aos professores aprovadas e reprovadas, após a análise da Secretaria de Educação Básica do MEC.

Os pareceres oficiais sobre o resultado final de cada obra também podem ser consultados na plataforma PNLD Avaliação – Módulo Editoras. O representante da editora deverá fazer a autenticação via senha do site Gov.br.

Recurso das editoras

Os detentores dos direitos autorais que discordarem do resultado da avaliação pedagógica do PNLD poderão apresentar o recurso no prazo de dez dias corridos.

Os editores participantes deste processo de aquisição de obras didáticas destinadas aos professores devem encaminhar o protocolo por meio de endereço eletrônico do MEC.

Próximas etapas

Com a divulgação do resultado final, o processo segue para as próximas etapas de aquisição e carregamento digital dos arquivos de todos os volumes das obras em sua última versão na Plataforma PNLD Digital.

Após a conclusão das próximas etapas e a aquisição dos materiais pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), as obras selecionadas poderão ser disponibilizadas aos professores por meio do PNLD Digital.

Todas as obras adquiridas deverão apresentar os selos e outros elementos do programa federal fornecidos pelo FNDE.

Formação de professores

Os novos livros farão parte do acervo da Biblioteca do Professor e permitem o contato com produções recentes sobre formação docente, além de trazer exemplos de práticas pedagógicas desenvolvidas em diferentes contextos.

Conferência pela sociedade

Das 76.262 escolas públicas participantes desta edição do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), 84,73% finalizaram a escolha de obras didáticas e de apoio teórico-metodológico.

O FNDE tem uma página eletrônica de acompanhamento, onde a sociedade pode acompanhar a situação de cada escola pública e de sua respectiva unidade da federação em relação à escolha do material educacional.

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Maria da Glória da Veiga Moura recebe título de Professora Emérita

Cerimônia na Reitoria reconhece pioneirismo da docente na defesa da educação antirracista, dos direitos quilombolas e das cotas na UnB

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Da Secretaria de Comunicação da UnB

Professora Maria da Glória da Veiga Moura (centro) entra no auditório da Reitoria acompanhada e ao som de percussão durante a solenidade. Foto: Júlio Minasi/Secom UnB

A professora Maria da Glória da Veiga Moura, aposentada do Departamento de Artes Cênicas (CEN/IdA) da Universidade de Brasília (UnB), recebeu, na última quinta-feira (30), o título de Professora Emérita da instituição. A cerimônia foi realizada no auditório da Reitoria e reuniu autoridades acadêmicas, familiares, amigos, estudantes e colegas da docente.

 

A honraria foi aprovada pelo Conselho Universitário (Consuni), em reunião realizada em 8 de maio, em reconhecimento à trajetória da docente na Universidade e à sua atuação e seu pioneirismo em defesa da educação antirracista, das comunidades quilombolas e da ampliação da presença de diferentes saberes e vozes no espaço acadêmico.

 

Compuseram a mesa de honra a reitora Rozana Naves, o vice-reitor Márcio Muniz e a diretora do Instituto de Artes (IdA), Fátima Aparecida dos Santos. Já a comitiva da homenageada foi integrada pela secretária-executiva do Ministério da Igualdade Racial, Bárbara Oliveira Souza; pelas professoras Joelma Rodrigues Silva (FUP), Cristiane Sobral Correia Jesus (SEEDF) e Verônica Maria da Silva (FE); pelos professores Nelson Fernando Inocêncio da Silva (IdA) e Gilberto Lacerda Santos (FE); por seu marido, Carlos Alves Moura, advogado, militante do movimento negro e primeiro presidente da Fundação Cultural Palmares; e pela filha, Débora Moura.

 

TRAJETÓRIA – Pedagoga formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Glória Moura chegou a Brasília em 1978, com uma bolsa de pesquisa, para cursar a pós-graduação na Faculdade de Educação da UnB. Ela foi uma das primeiras professoras negras da Universidade e, na década de 1980, atuou de forma decisiva para a fundação do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab).

Familiares, amigos, convidados, comitiva e autoridades da UnB celebram a trajetória de Glória Moura na cerimônia de outorga. Foto: Júlio Minasi/Secom UnB

 

Glória também foi a única representante negra no Centro de Estudos e Acompanhamento da Constituinte da UnB. Ela apresentou propostas que contribuíram para a discussão resultante no artigo do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) que reconheceu o direito à propriedade definitiva das terras ocupadas por comunidades remanescentes de quilombos.

 

A docente promoveu os primeiros cursos de formação em História e Cultura Afro-Brasileira e criou o primeiro livro didático voltado para crianças quilombolas. Também esteve na liderança intelectual e política que fez da UnB, em 2003, a primeira Universidade do país a implementar o sistema de cotas para estudantes negros.

 

A emérita também foi docente no Mestrado Profissional em Sustentabilidade junto a Povos e Territórios Tradicionais (MESPT).

 

PAVIMENTANDO FUTUROS – “Recebo este título de professora com muita honra e emoção. Esta outorga significa muito não só para mim, mas para toda a comunidade com que eu trabalhei e também para as causas coletivas que defendo e defendi ao longo da vida”, disse a homenageada, ao frisar que sua vida foi dedicada à educação e à “luta por nossa sociedade mais justa plural e inclusiva”.

 

Filha da outorgada, Carla Moura destacou, em seu discurso, a generosidade da mãe e a forma como ela concebe conhecimento a partir da coletividade. “Para ela, conhecimento é coisa que circula, que se compartilha, que se constrói na conversa, na escuta, na experiência do outro”, afirmou.

Serena, neta da outorgada, lê parte do discurso de Carla Moura em homenagem à Glória e encanta o público. Foto: Júlio Minasi/Secom UnB

 

“Há pessoas que deixam uma bibliografia e há pessoas que deixam uma rede. Glória tece uma rede de pessoas que aprenderam com ela, trabalharam com ela, pesquisaram com ela”, disse Carla sobre a mãe, lendo parte de sua declaração junto com a neta da docente, Serena.

 

A trajetória da homenageada foi resgatada no discurso da professora Fátima dos Santos, que contou que Glória, na infância, em um colégio de freiras, não podia ser anjo nas coroações de Nossa Senhora por ser negra. “O que o racismo tentou impor como interdição e rejeição, Glória transformou em combustível”, afirmou Fátima, ao refletir que o destino de Glória como educadora seria outro, mais “humano, exigente e sagrado”.

 

Fátima também destacou o impacto do trabalho da emérita sobre as gerações que vieram depois. “Glória pavimentou a estrada sob a qual hoje caminhamos”, disse. Segundo a professora, a atuação da homenageada contribuiu para transformar a presença de pessoas negras na UnB e ampliar o espaço para diferentes saberes, identidades e perspectivas dentro da Universidade.

 

Para o vice-reitor Márcio Muniz, a trajetória de Glória mostra que educação, arte, ancestralidade e democracia não estão separadas e devem andar sempre juntas. “Isso tem tudo a ver com a Universidade que queremos construir”, afirmou.

 

Ao encerrar a cerimônia, a reitora Rozana Naves ressaltou que o título reconhece não apenas a excelência acadêmica de Glória Moura, mas também sua generosidade na construção e no compartilhamento do conhecimento, bem como na luta por uma Universidade plural. E lembrou que este foi “um caminho que a senhora abriu lá atrás, com portas duras”, e que, agora, conta com “muito mais pessoas que ingressaram na Universidade a partir da luta que foi empreendida”.

Assista à transmissão da solenidade na íntegra:

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Doze mulheres são eleitas para o Senado

Galeria das Senadoras, no Congresso: número de eleitas neste domingo é o maior já registrado em um único pleito
Edilson Rodrigues/Agência Senado

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Os brasileiros elegeram neste domingo (4) 12 mulheres para o Senado, entre as 54 vagas em disputa. É o maior número de senadoras eleitas em um mesmo pleito desde a redemocratização.

Até então, o recorde havia sido registrado em 2002, quando oito mulheres conquistaram cadeiras na Casa. Em 2018, última eleição em que também foram renovados dois terços do Senado, sete mulheres foram eleitas.

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Com o resultado, a bancada feminina deve passar das atuais 15 para 18 integrantes a partir de 2027 (considerando também as suplentes que estiverem no exercício do mandato).

Se esse número se confirmar, elas representarão 22,2% das 81 cadeiras do Senado. Em 2026, a Casa chegou a ter 16 senadoras simultaneamente em exercício, o equivalente a 19,8% das cadeiras.

O pleito deste ano também estabeleceu outro marco, com a vitória de duas mulheres no Distrito Federal. Até então, nenhuma unidade da Federação havia elegido duas mulheres para o Senado na mesma eleição.

As 12 eleitas iniciarão tomarão posse no Senado em fevereiro de 2027, com mandatos até 2035. Veja quem são elas:

Novas senadoras

UF Eleita(s)
AC Mara Rocha (Republicanos)
AL Marina JHC (PSDB)
AP Rayssa Furlan (Podemos)
CE Luizianne (Rede)
DF Michelle Bolsonaro e Bia Kicis (ambas do PL)
GO Gracinha Caiado (União)
MG Marília Campos (PT)
PE Marília Arraes (PDT)
RN Samanda de Lula (PT)
RR Teresa Surita (MDB)
SC Carol de Toni (PL)

 

Além das eleitas neste domingo, seis mulheres ocupam atualmente cadeiras com mandato até 2031: Damares Alves (Republicanos-DF), Professora Dorinha Seabra (União-TO), Teresa Leitão (PT-PE) e Tereza Cristina (PP-MS), eleitas titulares em 2022, além de Jussara Lima (PSD-PI) e Lourdinha Pereira (PSB-MA), que exercem o mandato na condição de suplentes.

Nenhuma das atuais senadoras que concorriam a novo mandato conseguiu se reeleger neste domingo. Em 2027, deixarão a atual composição da bancada Leila Barros (PDT-DF), Eliziane Gama (PSD-MA), Soraya Thronicke (PSB-MS) e Mara Gabrilli (PSD-SP), além de Dra. Eudócia (PSDB-AL), Daniella Ribeiro (PP-PB), Roberta Acioly (Republicanos-RR) e Ivete da Silveira (MDB-SC).

Dupla feminina

A presença simultânea de duas mulheres na bancada de uma mesma unidade da Federação não é novidade no Senado. O primeiro caso ocorreu no Amazonas, em 2015, quando Vanessa Grazziotin (PCdoB), eleita em 2010, passou a dividir a representação do estado com Sandra Braga (MDB), primeira suplente de Eduardo Braga (MDB), que assumiu o mandato durante a licença do titular para comandar o Ministério de Minas e Energia.

Em 2019, Mato Grosso do Sul também passou a ter duas senadoras entre seus três representantes, com Simone Tebet (MDB) e Soraya Thronicke (PSB). Naquele momento, era a única unidade da Federação com maioria feminina na bancada.

Em 2023, o Distrito Federal e o Maranhão se juntaram a esse grupo, ao passarem também a contar com duas mulheres simultaneamente no Senado.

Presença nos estados

O resultado de 2026 modifica o mapa histórico da presença feminina no Senado. Com a eleição de Rayssa Furlan, a primeira senadora pelo Amapá, o Piauí passa a ser a única unidade da Federação que nunca elegeu uma mulher para a Casa.

20261004_eleicoes_mulheres_senado_01.jpg

A eleição ocorreu em um ano de crescimento do número de candidaturas femininas ao Senado. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registravam 70 mulheres na disputa, o equivalente a 21,94% das candidaturas ao cargo. Em números absolutos, era o maior total das três últimas eleições: foram 58 candidatas em 2022 e 63 em 2018.

A presença feminina na Casa, no entanto, não depende apenas do resultado das urnas. A composição da bancada pode mudar ao longo da legislatura com a posse de suplentes. Em 2023, por exemplo, a previsão inicial era de 11 senadoras, mas o número chegou a 15 com a posse de quatro suplentes de parlamentares nomeados ministros.

Considerando também as suplentes que exerceram o mandato, todas as unidades da Federação já tiveram mulheres no Senado. A primeira foi Eunice Michiles, que assumiu como suplente em 1979. As primeiras mulheres eleitas diretamente para a Casa foram Júnia Marise (MG) e Marluce Pinto (RR), em 1990.

Série histórica

A presença de mulheres no Senado cresceu de forma gradual nas últimas décadas, embora com oscilações. No início da sessão legislativa de 1980, havia apenas uma senadora em exercício. O número chegou a 5 em 1995, 10 em 2007 e 14 em 2015. Em 2026, alcançou 16, o maior patamar da série histórica até agora.

Bancada Feminina ano a ano

Obs.: Número representa o início da sessão legislativa, conforme oficializado no Relatório da Presidência, e inclui todas as senadoras em exercício, não apenas as que foram eleitas como titulares (ou seja, inclui suplentes também)
Ano Bancada
1980 1
1981 1
1982 2
1983 1
1984 1
1985 1
1986 1
1987 0
1988 0
1989 0
1990 0
1991 2
1992 2
1993 3
1994 3
1995 5
1996 5
1997 6
1998 6
1999 6
2000 6
2001 5
2002 5
2003 9
2004 9
2005 9
2006 9
2007 10
2008 10
2009 11
2010 10
2011 12
2012 10
2013 8
2014 9
2015 14
2016 12
2017 13
2018 13
2019 12
2020 11
2021 12
2022 13
2023 11
2024 14
2025 13
2026 16
2027 18 (projeção)

 

Fonte: Agência Senado

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