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VIAGEM DOS SONHOS AO CORAÇÃO DA AMAZÔNIA
Essa é para quem gosta de Brasil, de cultura e de natureza. Acabo de colocar online a revista www.folhadomeio.com.br de novembro.
Junte-se a nós. Leia e faça uma viagem virtual nessa leitura. IMPORTANTE: tome nota dos detalhes e das dicas para, depois, programarem-se – você e sua família – e fazerem essa mesma viagem ao Brasil real. Vale mergulhar e se maravilhar com a Floresta Amazônica. Mais, especificamente, com Alter do Chão, na região do belíssimo rio Tapajós.
Programo esse passeio para meus netos (de 6 a 11 anos) e filhos desde dezembro de 2025.
Incentivei que todos estudassem 12 temas sobre a Amazônia: Alter do Chão, rio Tapajós, índios Mundurucus, biodiversidade e rio Amazonas etc.
Cada mês foi um tema.
Viajamos dia 24 de setembro e voltamos dia 1 de outubro.
Na volta fizemos uma prova escrita e oral com as 9 crianças. Com premiação.
A viagem toda está nessa revista de 20 páginas, abaixo.
O Brasil é diverso, bonito, aconchegante e fácil de aprender… se divertindo.
Aqui estão os LINKs das seis reportagens. Boa viagem!
1) NOVOS GUARDIÕES DA FLORESTA – Quando netos e sobrinhos deixam os encantos da Disney e dos shopping-centers para viver uma aventura no rio Tapajós e na aldeia dos índios Mundurucus.
2) O SOLENE RITUAL DO FOGO E DA BÊNÇÃO NA ALDEIA DOS MUNDURUCUS – O primeiro grande portal dessa comunhão abriu-se na aldeia da tribo Mundurucu, ao serem recebidos pela sabedoria ancestral do cacique Domingos Mundurucu.
3) TEMAS ESTUDADOS PELAS CRIANÇAS I – As próprias crianças criaram um grupo de ‘WhatsApp’ para troca de informações e estudarem questões relativas à viagem pelo rio Tapajós.
4) TEMAS ESTUDADOS PELAS CRIANÇAS II – Folclore, artesanado, Amazônia internacional, aquífero, afluentes, o fenômeno da Pororoca e as florestas tropicais no mundo.
5) AULA NA FLORESTA: EDUCAÇÃO, CULTURA E HISTÓRIA – O que ficou de uma inesquecível viagem ao Tapajós.
6) NOVOS GUARDIÕES DA FLORESTA – As nove crianças foram aprovadas com louvor na maior escola do mundo: a escola da natureza. Elas entraram no barco como estudantes urbanos e souberam mergulhar no Brasil real dos rios e das florestas