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Participe das atividades culturais oferecidas pela Biblioteca Pública

Ainda neste mês, haverá roda de choro e contação de histórias para crianças; em março, será a vez da Semana da Poesia e da oficina de meditação

 

 

Catarina Loiola, da Agência Brasília I Edição: Débora Cronemberger

 

Mais do que um espaço de locação de livros, as bibliotecas são ambientes de produção cultural. Pensando nisso, a Biblioteca Pública de Brasília (BPB), na EQS 312/313, na Asa Sul, incentiva a participação de moradores na programação de atividades gratuitas do equipamento público, desde clubes de leitura a apresentações artísticas.

Contação de histórias para crianças está na programação da Biblioteca Pública de Brasília neste mês | Foto: Divulgação

O gerente da Biblioteca Pública de Brasília, Frederico Machado, afirma que promover atividades culturais é uma forma de aproximar a população do espaço público. “A Biblioteca Pública tem que ser espaço de formação continuada do conhecimento para todos”, aponta.

O primeiro encontro da oficina de meditação, programada para ocorrer quinzenalmente às quartas-feiras, deve ser realizado em 1º de março

“Estamos abertos a todos os tipos de projetos”, completa Machado. “Para quem gosta de fazer voluntariado, também teremos um grande prazer em recebê-los e conversar. Queremos que nossa biblioteca seja da cidade, queremos construir uma bela história junto a Brasília.”

Algumas atividades já estão agendadas. No dia 24 deste mês, haverá uma roda de choro, a partir das 17h30. O encontro musical é realizado desde 2019, toda última sexta-feira do mês e sempre com um lanche colaborativo entre os participantes.

No sábado, dia 25, haverá contação de histórias para crianças, realizada pela escritora de livros infantis Tatiane Almeida. “A contação de histórias tem que trazer leveza à história para que elas possam se concentrar. E o objetivo do escritor é passar algo de bom para as crianças, algo que possa agregar nos valores dela. Então, o ambiente de uma biblioteca é extremamente propício a isso, um espaço para pensar, refletir”, conta Tatiane.

Em março, será realizada a Semana da Poesia, prevista para iniciar no dia 21. No mesmo mês, também começa a oficina de meditação, programada para ocorrer quinzenalmente às quartas-feiras. O primeiro encontro deve ser em 1º de março, a partir das 17h.

As datas e horários de cada oficina são divulgados antecipadamente pelo Instagram da biblioteca. Em janeiro, a população aproveitou a contação de histórias para crianças, a roda de choro e uma palestra sobre saúde bucal.

Interessados em oferecer algum tipo de oficina podem formalizar parcerias com a biblioteca indo ao local ou entrando em contato por meio dos emails gbpb@cultura.df.gov.br ou bibpub312@cultura.df.gov.br.

Serviço

Biblioteca Pública de Brasília
→ Endereço: EQS 312/313 – Asa Sul
→ Telefones: (61) 32455022 e (61) 32451885
→ Contato: bibpub312@cultura.df.gov.br e gbpb@cultura.df.gov.br
→ Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira de 7h30 às 18h, aos sábados de 7h30 às 13h30. O balcão de atendimento encerra 30 minutos antes do fechamento da biblioteca.

 

 

 

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Fim da escala 6×1 passa pela 3ª sessão de discussão no Plenário

Paulo Paim (de costas e no telão) defendeu a proposta e disse que ela deve ter primeira votação na semana que vem
Ton Molina/Agência Senado

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A proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais e acaba com a escala 6×1 (seis dias trabalhados e um de descanso) passou pela terceira sessão de discussão no Plenário nesta quinta-feira (8). A PEC 221/2019 ainda precisará de duas sessões de discussão para completar o total de cinco sessões antes da votação em primeiro turno.

O senador Paulo Paim (PT-RS) defendeu a proposta e disse que ela será votada na próxima semana.

— A votação será na semana que vem. O Brasil todo está nessa expectativa. Três sessões terminam hoje, mais duas na terça e na quarta, e na própria quarta à noite ou na quinta-feira nós votaremos essa proposta, que será uma grande conquista para o povo trabalhador — disse Paim em Plenário.

Caso a PEC seja aprovada em primeiro turno, seguirá para o segundo turno, com outras três sessões de discussão em Plenário antes da votação final. Uma PEC precisa ter ao menos três quintos dos votos favoráveis nas duas votações, o que representa o apoio de pelo menos 49 senadores.

A proposição, apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em setembro. O relator foi o senador Omar Aziz (PSD-AM).

‘Hora da mudança’

Único senador inscrito para discutir a proposta nesta quinta-feira, Paim lembrou que na Câmara dos Deputados a PEC foi aprovada com apenas 19 votos contrários (e 461 favoráveis). Na sua visão, o Senado deveria aprovar o texto por unanimidade, assim não haveria perdedores e vencedores. Para ele, nenhum parlamentar deveria querer ter no currículo um voto contra a redução da jornada:

— A sociedade que construirmos hoje é a sociedade em que nós mesmos vamos viver e envelhecer. Não podemos aceitar que alguém passe a vida inteira trabalhando seis dias e descansando um dia. Não aceitamos! É chegada a hora da mudança. Não podemos aceitar jornadas que afastem pais, mães, filhos, netos e bisnetos. Não podemos aceitar que o trabalhador chegue à aposentadoria doente, cansado, sem forças para aproveitar a vida.

Na quarta-feira (7), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que uma votação mais rápida da PEC depende dos senadores, que podem apresentar requerimentos para dispensar prazos e sessões de discussão. Se algum requerimento for apresentado, será colocado em votação, afirmou Davi.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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MEC irá pedir investigação de ameaças a universidades em redes sociais

Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos será acionada

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Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil

 

O Ministério da Educação (MEC) irá acionar a Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal após ameaças denunciadas por universidades federais. Em entrevista à Agência Brasil, o ministro da Educação, Leonardo Barchini, disse que a pasta tem “uma preocupação grande de que essa violência escale”.

O ministro conversou com a Agência Brasil após visitar a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que sofreu um incêndio de grandes proporções, com prejuízo estimado em R$ 100 milhões.

A PF foi acionada para investigar as causas do incêndio. No entanto, como há também denúncias de ameaças feitas nas redes sociais, o ministro pedirá uma investigação específica.

“Nós acionamos a Polícia Federal, que já instaurou inquérito sobre o incêndio em Pernambuco. Mas, após as ameaças verificadas nas redes sociais, nós vamos acionar agora a Diretoria de Crimes Cibernéticos da Polícia Federal, que atua em conjunto com o Ministério da Educação para vários eventos de ameaças na rede escolar e também ameaça de universidades”, ressaltou.

Além das ameaças na UFPE, nesta quinta-feira (8), a Universidade Federal Fluminense (UFF) também informou em nota que recebeu denúncias de ameaças à instituição.

A universidade informou que se trata de conteúdos compartilhados em aplicativos de mensagens e redes sociais. As mensagens falam, por exemplo, em incendiar a universidade e agredir estudantes em atos políticos. A PF também foi acionada para este caso.

“Toda vez que a gente tem uma situação de risco, a gente aciona a Diretoria de Crimes Cibernéticos da PF e, dessa vez também, tendo em vista o que a gente encontrou no monitoramento das redes sociais e naquilo que a gente tem recebido de estudantes, reitores e professores”, disse, Barchini.

“A universidade é um ambiente plural, um ambiente de manifestação política também”, acrescentou.

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Projeto Marias da Penha estreia ciclo de contação de histórias e música contra a violência de gênero na CLDF

Ação com estudantes do CEF 03 de Sobradinho abre série de 10 apresentações culturais e educativas promovidas em instituições do DF

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Foto: Divulgação

A programação terá contação de histórias com o Grupo Paepalanthus, que traduz temas urgentes em narrativas lúdicas e poéticas

Unindo arte, debate e cidadania, o Projeto Marias da Penha: Cultura e Conscientização contra a Violência de Gênero dá início nesta quinta-feira (8) a uma nova etapa de suas atividades, apostando na contação de histórias e em intervenções artísticas como ferramentas de transformação social. A abertura acontece, a partir das 14h, na Sala de Reunião das Comissões Pedro de Sousa, localizada no Térreo Superior (TS) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), com a participação de turmas do Centro de Ensino Fundamental 03 (CEF 03) de Sobradinho.

A atividade de hoje é a primeira de uma série de 10 apresentações que irão circular pela CLDF e por diversas outras instituições do Distrito Federal. A proposta leva reflexões sobre a prevenção da violência doméstica e familiar de maneira acessível e sensível aos jovens, dialogando diretamente com a realidade da comunidade escolar.

A programação traz a contação de histórias do Grupo Paepalanthus, que traduz temas urgentes em narrativas lúdicas e poéticas, além da discotecagem temática comandada pelo DJ Zapatta, trazendo repertório focado na valorização, força e no empoderamento feminino.

Durante o encontro na CLDF, os estudantes visitam a Exposição Marias, conhecem o histórico do projeto e recebem a cartilha educativa “Não é Mimimi, é Violência” — material didático desenvolvido para auxiliar na identificação de condutas abusivas e na divulgação dos canais de apoio e denúncia.

Com entrada franca, a iniciativa é uma realização conjunta da Artise e do Projeto Marias da Penha, contando com o fomento do Ministério da Cultura e o apoio institucional da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e do Conselho Curador de Cultura.

Serviço
Abertura do ciclo de contações – Projeto Marias da Penha.
Data: Hoje, 8 de outubro de 2026.
Horário: 14h
Local: Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) – Sala de Reunião das Comissões Pedro de Sousa (Térreo Superior – TS).
Atrações: Contação de histórias com o Grupo Paepalanthus e discotecagem com DJ Zapatta
Entrada: Gratuita.

Agência CLDF

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