O Prêmio Dulcina vai conceder R$ 10 mil ao melhor espetáculo. As demais categorias terão premiação de R$ 4 mil cada. Todos os grupos selecionados também receberão cachê de participação no valor de R$ 4 mil. A seleção foi realizada por uma comissão julgadora formada por nomes atuantes na cena e na pesquisa teatral.
Reportagens
Mulheres dominam o carnaval 2023 da plataforma #CulturaEmCasa
Programação começa dia 17 de fevereiro e inclui apresentação de Ilu Oba de Min e um mergulho no universo de Noel Rosa
Do Portal do Governo
O Carná #CulturaEmCasa apresenta uma série de peças, shows e outras atividades artísticas ligadas ao Carnaval de 17 a 21 de fevereiro. O destaque vai para o grande número de mulheres que dominam a festa na maior plataforma de streaming cultural gratuita do Brasil. A #CulturaEmCasa é uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, com gestão da Amigos da Arte.
O abre alas acontece no dia 17, a partir das 18h, com a exibição de “Personalidades do Carnaval do Bixiga”, que vai falar sobre a da comunidade LGBTQIAP+ nos blocos de rua. “Marchinhas Carnavalescas com o Coral Brasileirinho”, o “Bloco do Zé Pereira”, “Velha Guarda Musical da Vai-Vai”, o documentário “O Samba no Brasil”, entre outras atrações, também integram a largada do carnaval pela plataforma.
Os grupos Obscênicas e o Ilu Oba de Min se preparam para colocar o bloco na rua da #CulturaEmCasa no dia 18, com composições exclusivamente femininas. O Obscênicas e o Cornucópia Desvairada, grupo instrumental de sopros e percussão, integram um original #CulturaEmCasa, e sobem juntos ao palco.
Criado com o objetivo de mostrar que o lugar da mulher também é na música e na rua, o Obscênicas tem no repertório apenas músicas compostas ou interpretadas por mulheres. Com formação exclusivamente acústica, ao som de instrumentos de sopro e percussão, o grupo faz uma mistura entre os estilos de jazz e samba, funk e groove. O Cornucópia, Cornú para os íntimos, foi inspirado na diversidade cultural de São Paulo, e se debruçam em gêneros como coco,
carimbó, forró, maracatu, samba, axé e brega, entre arranjos e composições próprias. O grupo, também um bloco de carnaval, se apresenta nos mais diversos formatos, e já participou de importantes festivais como Virada Cultural de São Paulo e Festival Honk!
No dia 19, é a vez do Ilu Oba de Min, um grupo afro, fundado em 2004, e apadrinhado pela cantora sambista Leci Brandão. Criado pelas percussionistas Beth Beli, Girlei Luiza Miranda e Adriana Aragão, que procuravam uma forma de aumentar a participação feminina no toque do tambor, o bloco é referência em São Paulo, com seu enorme cortejo, percussão e fantasias incríveis de todos os orixás.
Na segunda-feira (20), a partir das 18h, a plataforma exibe Unidos do Swing e a Máquina do Tempo. Com direção de Giuliano Rossi, o espetáculo traz um repertório repleto de releituras de novos clássicos de New Orleans e músicas autorais do grupo, nas quais a raiz do jazz, com referências do gospel e do blues, assume um outro significado pela inclusão de ritmos da música brasileira e arranjos originais.
Na terça-feira de Carnaval (21), é a vez da peça Carnaval Sem Máscara, inspirada no conto “Peixe Cabeça de Cobra”, de Giovani Tozi. Com direção de Neyde Veneziano, é um mergulho no universo de Noel Rosa para apresentar as expectativas e frustrações de um Carnaval pós-pandemia, com muito humor, marchinha e muito álcool (em gel).
Para acompanhar toda a programação, basta acessar gratuitamente a plataforma #CulturaEmCasa pelo site https://culturaemcasa.com.br/ ou pelo APP #CULTURAEMCASA, disponível em IOS e Android.
#CulturaEmCasa
A plataforma de streaming e vídeo por demanda #CulturaEmCasa tem a missão de ampliar o acesso da população a conteúdos culturais de qualidade, 100% gratuitos e difundir a intensa produção cultural do Estado de São Paulo, seus equipamentos e municípios. Em dois anos, a #CulturaEmCasa atingiu 4,4 mil cidades do Brasil e 166 países. A plataforma foi responsável pelo emprego direto e indireto de mais de 21 mil profissionais do setor, entre artistas, produtores e técnicos. CulturaEmCasa é uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia
Criativa gerida pela Amigos da Arte e conta com um acervo com mais de cinco mil conteúdos com diferentes linguagens artísticas, entre elas, peças de teatro, shows, musicais, entrevistas, infantis e produções exclusivas. Lançada em abril de 2020, a plataforma, disponível na GoogleStore e AppleStore gratuitamente, já foi acessada 7,7 milhões de vezes. São cerca de 3,6 milhões de usuários de 5,5 mil cidades. Com os olhos voltados para a diversidade, no começo de 2022, a plataforma, que já possuía ícones de acessibilidade, inaugurou uma categoria exclusivamente dedicada aos conteúdos acessíveis.
A ferramenta reúne também conteúdos do Teatro Sérgio Cardoso, do Teatro Estadual de Araras, além de diversos programas de difusão cultural como o Festival de Circo Online de São Paulo, o #CircuitoSP Online, a #ViradaSP Online, e o #SPGastronomia. Integram ainda a programação da plataforma, diversas iniciativas das instituições da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, entre as quais a Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), a Jazz Sinfônica, a Pinacoteca, a São Paulo Companhia de Dança, o Conservatório de Tatuí, o Projeto Guri, Fábricas de Cultura, TV Cultura, Bibliotecas, e os Museus da Imagem e do Som, MIS Experience, do Futebol, Índia Vanuíre, Casa de Portinari, Felícia Leirner/ Auditório Claudio Santoro, além dos museus casa-literários, Casa das Rosas, Casa Mário de Andrade e Casa Guilherme de Almeida.
Plataforma #CulturaEmCasa – www.culturaemcasa.com.br.
Reportagens
Motta defende ação coordenada no combate ao crime organizado
Presidente da Câmara destacou a aprovação de cerca de 50 propostas de segurança pública e defendeu que o tema seja tratado como pauta de Estado
Marina Ramos / Câmara dos Deputados
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o Programa Brasil contra o Crime Organizado demonstra que o governo federal trata a segurança pública como prioridade. Ao participar do lançamento da iniciativa no Palácio do Planalto, Motta destacou a necessidade de atuação coordenada entre os Poderes e os entes federativos no enfrentamento à criminalidade.
Em discurso no evento, Motta reiterou a importância da ação coordenada entre os Poderes e os entes federados. Segundo ele, o tema não deve ser tratado de forma partidária e precisa ser conduzido como uma pauta de interesse da sociedade.
“A segurança pública é uma das preocupações mais concretas da vida nacional. Ela não se resolve com frases fáceis, nem com disputa estéril. Exige ação coordenada, inteligência, firmeza, respeito à lei e compromisso permanente com a proteção da vida. Segurança não pertence ao governo nem à oposição, pertence à cidadania brasileira”, afirmou Motta.
Hugo Motta lembrou que a Câmara dos Deputados aprovou cerca de 50 propostas relacionadas à segurança pública na sua gestão. Entre elas, a PEC da Segurança Pública, encaminhada pelo Poder Executivo, que busca ampliar a cooperação entre União, estados e municípios no combate ao crime organizado. O texto está no Senado.
O presidente da Câmara também mencionou a aprovação do Marco Legal do Combate ao Crime Organizado, que, segundo ele, fortalece instrumentos de atuação das forças de segurança, do Ministério Público e do Judiciário contra facções criminosas e milícias. O texto prevê aumento de penas e medidas de combate ao financiamento de organizações criminosas.
“Também aprovamos o Marco Legal do Combate ao Crime Organizado. O texto, também encaminhado pelo Poder Executivo, foi debatido intensamente e aprimorado pela Câmara. Seu objetivo central foi dar às forças de segurança, ao Ministério Público e ao Poder Judiciário instrumentos mais firmes para enfrentar facções, milícias e organizações que desafiam a autoridade pública, exploram comunidades e contaminam a economia formal”, declarou o presidente da Câmara.
Durante o pronunciamento, Motta destacou ainda a aprovação de projetos voltados ao endurecimento penal para crimes praticados contra agentes de segurança pública e privada, além de propostas relacionadas à proteção de pessoas vulneráveis.
Violência contra a mulher
Ao abordar o combate à violência contra a mulher, o parlamentar afirmou que o feminicídio deve permanecer como prioridade das instituições públicas. Ele citou a participação da Câmara no pacto nacional contra o feminicídio e informou que a Casa criou um grupo de trabalho para discutir o projeto de lei que criminaliza a misoginia, com previsão de apresentação de parecer até o início de junho.
O presidente da Câmara também mencionou a aprovação de medidas como o uso de tornozeleira eletrônica para agressores de mulheres e o aumento de penas para crimes de violência doméstica.
“Não podemos, no Brasil, tratar da segurança pública sem citar o combate ao feminicídio como um foco inescapável. Não há civilização em que se mate por tão pouco e com tanta covardia, como é o caso dos homens que agridem, estupram e matam as mulheres. Na Câmara, estamos totalmente engajados nesse movimento que é de toda a sociedade brasileira. Somos, inclusive, um dos signatários do pacto contra o feminicídio”, afirmou Hugo Motta.
Ao encerrar o discurso, Hugo Motta declarou que a Câmara continuará debatendo propostas relacionadas à segurança pública e afirmou que o enfrentamento ao crime organizado depende da integração entre instituições e do respeito à Constituição e ao pacto federativo.
Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira
Fonte: Agência Câmara de Notícias
Reportagens
Transporte e iluminação são temas de pronunciamentos na sessão desta quarta
Sessão reuniu debates diversos, que incluíram também educação e defesa do consumidor, entre outros assuntos
Foto: Andressa Anholete/Agência CLDF
Deputados reunidos durante sessão ordinária nesta quarta-feira (6)
Pronunciamentos sobre transporte e iluminação pública foram temas de destaque na sessão ordinária da Câmara Legislativa do Distrito Federal desta quarta-feira (6). Os deputados distritais também falaram sobre educação e defesa do consumidor, entre outros assuntos.
O deputado Max Maciel (PSOL) manifestou preocupação com a situação do sistema do Metrô do DF, que, segundo ele, amanheceu hoje funcionando “com apenas 12 trens no pico e com espera de mais de 15 minutos”. O distrital comparou o metrô local com o de Medelin, na Colômbia, onde esteve recentemente para conhecer o sistema de transporte público.
Max destacou as diferenças na modelagem do transporte das duas cidades. Para ele, Medelin fez a opção correta no modal metroviário, enquanto Brasília aposta no modelo que privilegia o rodoviário. O distrital criticou a “falta de recursos para o sistema metroviário e a falta de priorização do metrô”. Ele relatou ainda denúncias de que vários trens estão parados, “alguns deles sem especificação da falha que motivou a paralisação”. “Estamos vivendo uma situação de colapso. Vou oficiar ao Ministério Público e exigir que o governo invista no Metrô”, completou.
O deputado Chico Vigilante (PT) apresentou na sessão dados de um laudo pericial referente a uma ação civil pública sobre o transporte público do DF, ajuizada pelo Ministério Público contra o GDF e as cinco empresas que operam as bacias do transporte público. Segundo ele, o perito chegou à conclusão de que tem empresa que tem que devolver dinheiro ao governo e outras que têm dinheiro a receber. “O total do saldo a favor do GDF é de R$ 309,4 milhões. Mas aí vem um outro problema, pois o GDF também está devendo cerca de R$ 1 bilhão, além destes valores”, analisou. Para ele, o GDF precisa resolver logo esta situação, “pois o sistema de transporte está entrando em colapso”. “Sei de empresa que, se o GDF não pagar, ela vai parar porque não tem dinheiro nem para comprar o diesel”, finalizou.
Já o deputado Ricardo Vale (PT), vice-presidente da Casa, destacou que a governadora Celina Leão anunciou esta semana que fará um estudo sobre a implantação da tarifa zero no DF. O parlamentar lembrou que apresentou projeto de tarifa zero em 2015 e enfrentou muitas dificuldades para aprovar a matéria. Para ele, a medida é uma necessidade para muitos trabalhadores, famílias e jovens, que não conseguem se locomover por causa dos altos custos das passagens.
O distrital entende que a tarifa zero estudantil é uma “medida precursora da tarifa zero para todos”. “Vamos continuar trabalhando para que o Tarifa Zero saia do papel no DF e em todo o País. É um projeto de distribuição de renda e este dinheiro que iria para as passagens vai parar no pequeno comércio. Já gastamos uma fortuna com subsídios para as empresas de ônibus. Transporte é um direito do cidadão”, assinalou.
Iluminação pública
Na mesma sessão, o deputado Rogério Morro da Cruz (PSD) elogiou a nova diretoria da CEB Iluminação Pública e cobrou que o DF fique 100% iluminado. O distrital cobrou instalação de iluminação pública, principalmente na região de São Sebastião e Jardim Botânico, que, de acordo com ele, “tem muitas áreas sem luz”. Morro da Cruz pediu um cuidado especial para alguns bairros da região e ressaltou que tem “destinado recursos para regularizar, escriturar e para iluminar toda São Sebastião”.
Doação de sangue e defesa do consumidor
O deputado Pastor Daniel de Castro (PP) destacou a aprovação de projeto de lei, de sua autoria, que estabelece que servidores doadores de sangue terão direito até a dois dias de descanso, alternadamente, “medida muito importante para aumentar o estoque no banco de sangue do DF”.
O parlamentar também falou sobre a necessidade de nomeação urgente de servidores para o Procon, visando o fortalecimento da luta pela defesa do consumidor. Segundo ele, o Procon conta atualmente somente com 84 servidores efetivos para fazer todo o trabalho do órgão, e tem 116 cargos vagos. “Como cobrar fiscalização se o órgão está com mais da metade do seu quadro de pessoal defasado? O DF precisa de um Procon forte e eficiente”, disse, pedindo à governadora que autorize as contratações para o órgão.
Diálogo com professores
O deputado Gabriel Magno (PT) agradeceu e parabenizou a governadora Celina Leão por ter se reunido com os professores para tratar das demandas da categoria. “Vamos continuar cobrando os desdobramentos, especialmente em relação aos pagamentos atrasados e aos problemas do sistema EducaDF. Mas é importante a abertura de diálogo, após oito anos de desmandos do governo Ibaneis”, sinalizou ele.
Violência contra técnica de enfermagem
O deputado Fábio Felix (PSOL) manifestou indignação com o caso de suposta violência contra uma técnica de enfermagem, no hospital DF Star, que “teria tomado um tapa do senador Magno Malta (PL-ES), e que agora está sendo vítima nas redes sociais e precisou se afastar do trabalho”. “O senador já mudou de versão várias vezes. Desacreditar a palavra da vítima é um absurdo. Qual é o recado que este caso passa para a população?”, disse, se solidarizando com a vítima e cobrando a investigação do episódio.
O deputado Pastor Daniel de Castro (PP) pediu cautela e defendeu o direito a ampla defesa. Para ele, é necessário que o caso seja investigado e não se pode apenas levar em conta a palavra da técnica. “Se o fato for verdade, tem que haver punição, mas após a investigação do caso”, ponderou.
Luís Cláudio Alves – Agência CLDF
Reportagens
Festival Dulcina terá prêmio inédito de até R$ 10 mil para artistas do DF e Entorno
Mostra competitiva reúne oito espetáculos gratuitos no Teatro Sesc Paulo Autran, em Taguatinga, com recursos de acessibilidade para o público
Por
Geovanna Gravia, da Agência Brasília | Edição: Paulo Soares
O Festival Dulcina chega à quarta edição com uma novidade: pela primeira vez, o evento vai premiar artistas do Distrito Federal e do Entorno com valores de até R$ 10 mil. Aberto ao público, o festival ocorre entre os dias 15 e 23 deste mês, no Teatro Sesc Paulo Autran, em Taguatinga, com entrada gratuita.
Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Fernando Modesto, o festival fortalece a produção cultural do DF, valoriza os artistas locais e amplia o acesso da população às artes cênicas. “Esta edição, ao reconhecer exclusivamente produções do DF e do Entorno, evidencia a potência criativa da nossa cena teatral e o compromisso da pasta em apoiar iniciativas que preservam a memória cultural, incentivam a formação artística e promovem diversidade, inclusão e acessibilidade”, destaca.
Realizado com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), o festival reúne oito produções locais de teatro, dança e performance selecionadas entre grupos do DF e do Entorno. Nesta edição, os espetáculos concorrem em dez categorias, incluindo melhor atriz, ator, direção, dramaturgia, iluminação, sonoplastia, cenário, figurino, produção e espetáculo.
Entre os espetáculos selecionados para a mostra competitiva estão Pedra (p)Árida, Atrás das Paredes, Desdesempre, Se Eu Fosse Eu – Clarices, Um Lapso de Ouro e Vinho, Baraúna Boi Valente, Os sonhos de Gaubi Beijodo: a dor e a delícia de ser quem é e Galhada, em tempos de fissura.
Todas as apresentações contarão com tradução em Libras e audiodescrição. Os ingressos serão distribuídos duas horas antes de cada sessão, no Teatro Sesc Paulo Autran, em Taguatinga.
Serviço
Festival Dulcina
Período: 14 a 23 de maio
Local: Teatro Sesc Paulo Autran – St. B Norte CNB 12 Área Especial 02/03 – Taguatinga
Informações: @festivaldulcina
Programação
15/5 (sexta), 20h – Pedra (P)Arida
16/5 (sábado), 20h – Atrás das Paredes
17/5 (domingo), 20h – Desdesempre
18/5 (segunda), 20h – Se Eu Fosse Eu – Clarices
19/5 (terça), 20h – Um Lapso de Ouro e Vinho
20/5 (quarta), 20h – Baraúna Boi Valente
21/5 (quinta), 20h – Os sonhos de Gaubi Beijado: a dor e a delícia de ser quem é
22/5 (sexta), 20h – Galhada – Em tempos de fissura
23/5 (sábado), 19h – Premiação e encerramento
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