Reportagens
Capital Moto Week agita o DF a partir desta quinta (20)
Com incentivo de R$ 600 mil via Lei de Incentivo à Cultura, 20ª edição do evento vai até o dia 29 de julho, no Parque de Exposições da Granja do Torto
Agência Brasília* | Edição: Vinicius Nader
Brasília está prestes a viver 10 dias de pura emoção sobre duas rodas. Nesta quinta-feira (20), começa a 20ª edição do Capital Moto Week, o maior encontro de motociclistas da América Latina. Com apoio de quase R$ 600 mil por meio de isenção fiscal da Lei de Incentivo à Cultura (LIC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec), o evento promete agitar o Parque de Exposições da Granja do Torto com shows, bares temáticos, restaurantes, parque de diversões, serviços diversos e, claro, muitas motos, a partir das 14h.
A festa completa 20 anos de existência em grande estilo. Esta já é considerada a maior edição do evento que, há duas décadas, traz programação especial para os amantes do veículo. Com expectativa de movimentar cerca de R$ 60 milhões na economia local, o Capital Moto Week é um verdadeiro propulsor de empregos, gerando 12 mil vagas diretas e indiretas, principalmente no setor cultural. A comunidade também sai ganhando, já que diversos empreendimentos locais se beneficiam do aumento do fluxo de turistas e visitantes durante o evento.

Segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa, Cláudio Abrantes, a missão do CMW é unir cultura a geração de renda. “Todos sabem que eu sou completamente apaixonado por todo o universo das motos, mas, além disso, destaco a importância de um evento deste porte para Brasília. Ele não apenas reúne motociclistas e entusiastas, mas também impulsiona nossa economia, promove o turismo e gera milhares de empregos”, afirma Abrantes.
Destaco a importância de um evento deste porte para Brasília. Ele não apenas reúne motociclistas e entusiastas, mas também impulsiona nossa economia, promove o turismo e gera milhares de empregos”Cláudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa
A música será um dos grandes destaques desta edição, com mais de 70 bandas passando pelos palcos do festival. A essência brasiliense estará bem representada, com 49 dessas bandas (70%) sendo da própria cidade. Nando Reis, Sepultura, Angra, Detonautas, Jota Quest, Pitty, Marcelo Falcão, Pato Fu e a apresentação de Marcão Britto & Thiago Castanho com Charlie Brown Jr. são alguns dos nomes que farão shows no evento.
Atrações diversas
49número de bandas brasilienses no line up do CMW
Além dos shows de bandas renomadas, o Capital Moto Week contará com bares temáticos que oferecerão uma variedade de bebidas e petiscos para os participantes. Os restaurantes locais também estarão presentes, oferecendo opções gastronômicas para todos os gostos, desde pratos tradicionais até a culinária internacional.
O CMW também conta com a Vila do Bem, que promove atendimentos gratuitos de saúde, ações de cultura voltadas à comunidade e instituições carentes do DF. Os visitantes poderão conhecer o complexo e tudo que envolve o universo de um grande festival. A entrada é gratuita mediante retirada de ingressos na Bilheteria Digital.
A organização do evento espera receber mais de 800 mil pessoas ao longo dos 10 dias de festa. O parque de diversões garantirá diversão para toda a família, enquanto os entusiastas das motos encontrarão exposições, test drives e a chance de conhecer as últimas novidades do mundo motociclístico.
Serviço
Capital Moto Week – Edição 20 anos
Local: Parque de Exposições da Granja do Torto
Período: De 20 a 30 de julho de 2023, a partir das 14h
Programação completa: Instagram CMW
Ingressos: http://www.capitalmotoweek.com.br/lineup
*Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
Reportagens
Fim da escala 6×1 passa pela 3ª sessão de discussão no Plenário
Paulo Paim (de costas e no telão) defendeu a proposta e disse que ela deve ter primeira votação na semana que vem
Ton Molina/Agência Senado
A proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais e acaba com a escala 6×1 (seis dias trabalhados e um de descanso) passou pela terceira sessão de discussão no Plenário nesta quinta-feira (8). A PEC 221/2019 ainda precisará de duas sessões de discussão para completar o total de cinco sessões antes da votação em primeiro turno.
O senador Paulo Paim (PT-RS) defendeu a proposta e disse que ela será votada na próxima semana.
— A votação será na semana que vem. O Brasil todo está nessa expectativa. Três sessões terminam hoje, mais duas na terça e na quarta, e na própria quarta à noite ou na quinta-feira nós votaremos essa proposta, que será uma grande conquista para o povo trabalhador — disse Paim em Plenário.
Caso a PEC seja aprovada em primeiro turno, seguirá para o segundo turno, com outras três sessões de discussão em Plenário antes da votação final. Uma PEC precisa ter ao menos três quintos dos votos favoráveis nas duas votações, o que representa o apoio de pelo menos 49 senadores.
A proposição, apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em setembro. O relator foi o senador Omar Aziz (PSD-AM).
‘Hora da mudança’
Único senador inscrito para discutir a proposta nesta quinta-feira, Paim lembrou que na Câmara dos Deputados a PEC foi aprovada com apenas 19 votos contrários (e 461 favoráveis). Na sua visão, o Senado deveria aprovar o texto por unanimidade, assim não haveria perdedores e vencedores. Para ele, nenhum parlamentar deveria querer ter no currículo um voto contra a redução da jornada:
— A sociedade que construirmos hoje é a sociedade em que nós mesmos vamos viver e envelhecer. Não podemos aceitar que alguém passe a vida inteira trabalhando seis dias e descansando um dia. Não aceitamos! É chegada a hora da mudança. Não podemos aceitar jornadas que afastem pais, mães, filhos, netos e bisnetos. Não podemos aceitar que o trabalhador chegue à aposentadoria doente, cansado, sem forças para aproveitar a vida.
Na quarta-feira (7), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que uma votação mais rápida da PEC depende dos senadores, que podem apresentar requerimentos para dispensar prazos e sessões de discussão. Se algum requerimento for apresentado, será colocado em votação, afirmou Davi.


Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
Reportagens
MEC irá pedir investigação de ameaças a universidades em redes sociais
Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos será acionada
Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil
O Ministério da Educação (MEC) irá acionar a Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal após ameaças denunciadas por universidades federais. Em entrevista à Agência Brasil, o ministro da Educação, Leonardo Barchini, disse que a pasta tem “uma preocupação grande de que essa violência escale”.

O ministro conversou com a Agência Brasil após visitar a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que sofreu um incêndio de grandes proporções, com prejuízo estimado em R$ 100 milhões.
A PF foi acionada para investigar as causas do incêndio. No entanto, como há também denúncias de ameaças feitas nas redes sociais, o ministro pedirá uma investigação específica.
“Nós acionamos a Polícia Federal, que já instaurou inquérito sobre o incêndio em Pernambuco. Mas, após as ameaças verificadas nas redes sociais, nós vamos acionar agora a Diretoria de Crimes Cibernéticos da Polícia Federal, que atua em conjunto com o Ministério da Educação para vários eventos de ameaças na rede escolar e também ameaça de universidades”, ressaltou.
Além das ameaças na UFPE, nesta quinta-feira (8), a Universidade Federal Fluminense (UFF) também informou em nota que recebeu denúncias de ameaças à instituição.
A universidade informou que se trata de conteúdos compartilhados em aplicativos de mensagens e redes sociais. As mensagens falam, por exemplo, em incendiar a universidade e agredir estudantes em atos políticos. A PF também foi acionada para este caso.
“Toda vez que a gente tem uma situação de risco, a gente aciona a Diretoria de Crimes Cibernéticos da PF e, dessa vez também, tendo em vista o que a gente encontrou no monitoramento das redes sociais e naquilo que a gente tem recebido de estudantes, reitores e professores”, disse, Barchini.
“A universidade é um ambiente plural, um ambiente de manifestação política também”, acrescentou.
Reportagens
Projeto Marias da Penha estreia ciclo de contação de histórias e música contra a violência de gênero na CLDF
Ação com estudantes do CEF 03 de Sobradinho abre série de 10 apresentações culturais e educativas promovidas em instituições do DF
Foto: Divulgação
A programação terá contação de histórias com o Grupo Paepalanthus, que traduz temas urgentes em narrativas lúdicas e poéticas
Unindo arte, debate e cidadania, o Projeto Marias da Penha: Cultura e Conscientização contra a Violência de Gênero dá início nesta quinta-feira (8) a uma nova etapa de suas atividades, apostando na contação de histórias e em intervenções artísticas como ferramentas de transformação social. A abertura acontece, a partir das 14h, na Sala de Reunião das Comissões Pedro de Sousa, localizada no Térreo Superior (TS) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), com a participação de turmas do Centro de Ensino Fundamental 03 (CEF 03) de Sobradinho.
A atividade de hoje é a primeira de uma série de 10 apresentações que irão circular pela CLDF e por diversas outras instituições do Distrito Federal. A proposta leva reflexões sobre a prevenção da violência doméstica e familiar de maneira acessível e sensível aos jovens, dialogando diretamente com a realidade da comunidade escolar.
A programação traz a contação de histórias do Grupo Paepalanthus, que traduz temas urgentes em narrativas lúdicas e poéticas, além da discotecagem temática comandada pelo DJ Zapatta, trazendo repertório focado na valorização, força e no empoderamento feminino.
Durante o encontro na CLDF, os estudantes visitam a Exposição Marias, conhecem o histórico do projeto e recebem a cartilha educativa “Não é Mimimi, é Violência” — material didático desenvolvido para auxiliar na identificação de condutas abusivas e na divulgação dos canais de apoio e denúncia.
Com entrada franca, a iniciativa é uma realização conjunta da Artise e do Projeto Marias da Penha, contando com o fomento do Ministério da Cultura e o apoio institucional da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e do Conselho Curador de Cultura.
Serviço
Abertura do ciclo de contações – Projeto Marias da Penha.
Data: Hoje, 8 de outubro de 2026.
Horário: 14h
Local: Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) – Sala de Reunião das Comissões Pedro de Sousa (Térreo Superior – TS).
Atrações: Contação de histórias com o Grupo Paepalanthus e discotecagem com DJ Zapatta
Entrada: Gratuita.
Agência CLDF
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