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Festival da Cultura na 4ª Conferência Nacional em Brasília: Uma Ode à Diversidade Brasileira
Celebre a Arte, Música e Tradições do Brasil neste Evento Imperdível em Brasília!
O Festival da Cultura é uma parte essencial da 4ª Conferência Nacional de Cultura (CNC), um evento marcante organizado pelo Ministério da Cultura (MinC) em colaboração com a Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura no Brasil (OEI). Com o patrocínio do Banco do Brasil e o apoio da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais do Brasil (FLACSO), este festival vibrante e diversificado está pronto para celebrar a riqueza cultural do Brasil.
Um Espetáculo de Arte e Cultura
Oferecendo uma programação artística de alta qualidade, o Festival da Cultura é uma oportunidade para mergulhar na vastidão das expressões culturais brasileiras. Os shows estão programados para acontecer todas as noites a partir das 19h, prometendo uma experiência imersiva e inesquecível para os participantes.
Desde a música tradicional até as formas de arte mais contemporâneas, o festival abraça a diversidade cultural do Brasil em todas as suas formas. Seja você um amante da música, dança, teatro, literatura ou artes visuais, há algo para todos apreciarem neste evento multifacetado.

Conforto e Hospitalidade
Para garantir o conforto dos participantes, o Festival da Cultura conta com uma infraestrutura completa. Há cobertura para eventuais chuvas, uma área de alimentação com uma variedade de opções gastronômicas, um bar para saborear drinques e bebidas refrescantes, e banheiros bem equipados.
O ambiente acolhedor e festivo do festival proporciona um espaço para conectar-se com outras pessoas que compartilham o amor pela cultura brasileira. Seja você um morador local, um visitante de outra cidade ou até mesmo um turista internacional, todos são bem-vindos a participar desta celebração única.
Participe do Festival da Cultura
O Festival da Cultura é aberto ao público em geral, mas a retirada prévia de ingressos é necessária. Esta é uma oportunidade para se envolver com a riqueza cultural do Brasil e experimentar uma programação dinâmica e envolvente.
Esteja preparado para ser inspirado, encantado e cativado pelas performances e exposições que celebram a diversidade cultural que torna o Brasil único.
Detalhes do Evento:
- 4ª Conferência Nacional de Cultura
- Data: 4 a 8 de março
- Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães, Brasília
Não perca a chance de fazer parte deste festival extraordinário que celebra a cultura, a arte e a identidade brasileira. Retire seu ingresso gratuito e junte-se a nós nesta jornada emocionante através das riquezas da cultura brasileira. Venha fazer parte desta experiência única que promete inspirar, educar e encantar a todos os presentes.
Programação:
04.03 – SEGUNDA
19h às 20:30 – Ops (CRIOLINA)
20:30 às 22:00 – Fafá de Belém convida Johnny Hooker
05.03 – TERÇA
19h às 20:30 – Barata (CRIOLINA)
20:30 às 22:00 – Diogo Nogueira 06.03
06.02 – QUARTA
19h às 20:30 – Pezão (CRIOLINA)
20:30 às 22:00 – Paulinho da Viola
22:00 às 22:30 – Pezão (CRIOLINA)
22:30 às 00:00 – Salgadinho convida Renegado
07.03 – QUINTA
19h às 20:30 – CRIOLINA convida La Ursa
20:30 às 22:00 – Academia da Berlinda
08.03 – SEXTA
17h às 19h – CRIOLINA convida Flávia Aguiar + Magah
19:00 às 20:30 – Sambaiana convida Paula Lima
20:30 às 21:00 – CRIOLINA convida Flávia Aguiar + Magah
21:00 às 23:00 – Daniela Mercury convida Majur
Fonte: Ministério da Cultura
Foto: Divulgação
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NASCIMENTO DO LAGO PARANOÁ
O Lago Paranoá foi idealizado muito antes da construção de Brasília, tendo sua primeira proposta formalizada pelo botânico e paisagista francês Auguste François Marie Glaziou, paricipante da segunda Missão Cruls, em 1894.
No seu relatório, Glaziou identificou uma depressão topográfica na região e sugeriu o represamento do rio Paranoá para criar uma bacia de água indispensável ao abastecimento da futura capital.
Glaziou escreveu: “Entre dois grandes chapadões na localidade pelos nomes de Gama e Paranoá, existe imensa planície em parte sujeita a ser coberta pelas águas da estação chuvosa (…) É fácil compreender que, fechando essa brecha com uma obra de arte – barragem (…) formará um lago navegável em todos os sentidos, num comprimento de 20 a 25 quilômetros sobre uma largura de 16 a 18.”
O projeto do paisagista visava amenizar o clima seco do Planalto Central, garantir o fornecimento hídrico, gerar energia e proporcionar um elemento ornamental e de lazer para a população.
Em 1956, o plano de Glaziou foi incorporado e adaptado pela Novacap para compor o Edital do Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil.
Em março de 1957, quando da abertura do Concurso, todos os 26 projetos constavam a construção do Lago Paranoá, como aconteceu com o projeto vencedor, do urbanista Lucio Costa.

O idealizador do Lago Paranoá foi o paisagista francês Auguste Glaziou, membro integrante da 2ª Missão Cruls. A construção da barragem se inicia em 1957, sob responsabilidade da empresa norte-americana Raymond Concrete Pile of Americas. O constante atraso nas obras fez com que JK mandasse rescindir o contrato com a Raymond e transferisse o comando da construção da barragem para as construtoras Camargo Corrêa, Rabelo, Rodobras, Geotec e Engenharia Civil e Portuária.
DESCRIÇÃO COMPLETA
Essa é a descrição completa feita por Auguste Glaziou, no relatório da Segunda Missão Cruls, em 1894, apontando a solução técnica para a construção do Lago Paranoá:
“Entre os dois grandes chapadões conhecidos na localidade pelos nomes de Gama e Paranoá, existe uma imensa planície sujeita a ser coberta pelas águas da estação chuvosa: outrora era um lago devido à junção de diferentes cursos de água formando o Paranoá; o excedente desse lago, atravessando uma depressão do chapadão, acabou com o carrear dos saibros e mesmo das pedras grossas, por abrir nesse ponto uma brecha funda, de paredes quase verticais pela qual se precipitam hoje todas as águas dessas alturas. É fácil compreender que, fechando essa brecha com uma obra de arte (barragem) forçosamente a água tomará ao seu lugar primitivo e formará um lago navegável em todos os sentidos, num comprimento de 20 a 25 quilômetros sobre uma largura de 16 a 18.”
Nos anos 1970, ao entrar pela primeira vez na Catedral Metropolitana Basílica Menor de Nossa Senhora da Glória, em Maringá, fiquei muito impressionado. Trata-se de uma das mais altas e belas basílicas da América Latina. Depois, caminhando pelas ruas da cidade, a música “Maringá, Maringá” logo me veio à memória. Cidade e canção parecem feitas uma para a outra, unidas por melodia, harmonia e ritmo. Embora separadas por 15 anos de história, a obra musical do mineiro Joubert de Carvalho e o terceiro maior município do Paraná compartilham a mesma beleza e a mesma alma. Conheça a seguir como essa bonita sintonia moldou o destino urbano e social da cidade e da região.
MARINGÁ: A CIDADE E A CANÇÃO
“Maringá… Maringá”, a melodia, nasceu primeiro, em 1932. Quinze anos depois, em 10 de maio de 1947, era fundado o município paranaense. A obra-prima de Joubert Gontijo de Carvalho (1907–1977) surgiu após um diálogo marcante com o ex-governador da Paraíba, José Américo de Almeida, então ministro da Viação e Obras Públicas de Getúlio Vargas e autor do clássico literário “A Bagaceira” (1928). Quem fez a aproximação de José Américo de Almeida com o compositor foi Rui Carneiro (1906-1977), então oficial do gabinete do Ministério da Aviação, natural de Pombal, uma cidade centenária ao norte da Paraíba.
Rui Carneiro era jornalista e advogado, mais tarde foi deputado federal e senador pela Paraíba. Carneiro e José Américo relataram ao compositor o sofrimento do povo nordestino com a seca severa. E deram, como exemplo, a cidade de Ingá, no agreste da Paraíba, a 100km de João Pessoa. Inspirado pelo relato, Joubert de Carvalho (mineiro de Uberaba) que já colecionava sucessos na voz de Carmen Miranda, como “Taí – Eu fiz tudo prá você gostar de mim”, criou uma personagem retirante fictícia chamada Maria. Da junção de “Maria de Ingá” surgiu o neologismo que batizou a música romântica e nostálgica. Mal sabia o compositor que aquele sucesso estrondoso seria o nome, 15 anos mais tarde, de uma das cidades mais prósperas do Sul do país e, ainda, lhe daria o nome de uma importante rua.

MARINGÁ: MODELO DE GESTÃO
Visão de presente e de futuro. Maringá saiu na frente, no Brasil, trazendo a sociedade civil organizada para participar no planejamento econômico sustentável da administração da cidade. Com o objetivo de propor ações efetivas para garantir o desenvolvimento sustentável de toda a região geoeconômica, proporcionando qualidade de vida e condições dignas aos cidadãos, em gestão compartilhada com o poder público, Maringá criou em 1996, o Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá – CODEM. O órgão nasceu com o Movimento Repensando Maringá. No cinquentenário de Maringá, em 1997, houve a posse dos primeiros conselheiro.
Ao longo dos anos, o CODEM não só se consolidou como referência em planejamento socioeconômico sustentável, sempre com a participação ativa da sociedade civil, entidades e lideranças locais, como serviu de exemplo para a criação de órgão similar em muitas cidades brasileiras.
Hoje, mais de 20 cidades brasileiras, inclusive Brasília, usam esse modelo de governança inspirado no modelo pioneiro do CODEM/CODESE de Maringá (PR), com o objetivo de planejar o crescimento urbano e socioeconômico sustentável da região para as próximas décadas.
SAIBA MAIS
Veja duas outras matérias:
1) O batismo e a
cronologia da criação e urbanização.
2) Como o modelo de gestão participativa levou
o município de Maringá a bater recordes
de competitividade e de sustentabilidade.

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