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PRIMEIRA PARÓQUIA DE BRASÍLIA

 

Tenho algumas dúvidas e acho que vale a pena uma pesquisa mais apurada. No grupo MEMÓRIA DE BRASÍLIA (são 22,3 mil membros) o meu amigo João Vicente Costa – historiador, pioneiro, profundo conhecedor da vida da cidade e um dos administradores do grupo – publicou um post dizendo que a primeira paróquia de Brasília é a do Sagrado Coração de Jesus, na 615 Sul. Ela foi fundada em 2 de fevereiro de 1959 por missionários da arquidiocese de Goiânia.
Eu tenho minhas dúvidas. Quem poderia ajudar a esclarecer essa história?
MINHA DÚVIDA:
Sim, porque a Igrejinha Nossa Senhora de Fátima, 308 Sul, foi inaugurada em 28 junho de 1958, e teve seu primeiro pároco – Frei Demétrio de Encantado -nomeado em 21 de setembro de 1958, pelo Arcebispo de Goiás, Dom Fernando Gomes. .
A HISTÓRIA QUE EU SEI
Em 16 de junho 1957, tomou posse o primeiro Arcebispo de Goiânia, nomeado pelo Papa Pio XII, justamente Dom Fernando Gomes dos Santos. Aliás, ele foi fundamental na construção da Catedral de Brasília. Mas essa é outra história.
Logo em janeiro 1958, Dom Fernando confiou aos Capuchinhos as Paróquias de Pirancanjuba e de Macambira (hoje Setor Pedro Ludovico) e delegou a Paróquia ao Frei Demétrio de Encantado, que era um missionário muito popular em Goiás.
Nesse mesmo ano 1958, em 28 de junho, foi inaugurado o Santuário Nossa Senhora de Fátima, em Brasília.
Em 21 de setembro de 1958, o Arcebispo Dom Fernando transferiu e deu posse ao novo Pároco da Igrejinha, justamente Frei Demétrio.
Portando um ano antes da Paróquia do Sagrado Coração de Jesus.
MAIS SOBRE O FREI DEMÉTRIO
Frei Demétrio de Encantado foi um padre capuchinho que nasceu em 30 de junho de 1918, em Encantado-RS. Ele fez história em Goiás e em Brasília.
Nome completo: Antônio Polesi Zanchetta. Ordenou-se sacerdote em 26 de dezembro de 1943, adotando o nome religioso de Frei Demétrio de Encantado.
Era uma figura sorridente e comunicativa despertava simpatia de quantos o conhecessem. Destacou-se como missionário popular.
FOTOS:
1. Igrejinha Nossa Senhora de Fátima.
2. Placa de inauguração.
3. Frei Demétrio de Encantado.
4. Frei Demétrio de Encantado (Antônio Polesi Zanchetta) tendo o arquiteto Oscar Niemeyer ao centro à sua direita (com amigos) no adro da Igrejinha de Fátima. Quem souber o nome dos outros do grupo, seria bom informar).

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SEBASTIÃO NERY

SAUDADES

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Vi hoje um video produzido pela Câmara Municipal de Jaguaquara-BA, terra natal do Tião Nery, que me trouxe lembranças queridas e uma saudade imensa do meu amigo.
Como eu gostava de viajar nos livros, nas palavras e nos causos do NERY. Sobretudo na companhia dele e da Bia. Ainda bem que viajamos muito por este mundo a fora. Até nas montanhas dos Pintos Negreiros, lá perto de São Lourenço, um distrito de Maria da Fé (na Mantiqueira) nós formos. Rodamos a Amazônia, Chapada dos Veadeiros, Líbia, Marvão, a Europa, Líbia, França e Bahia… Fomos juntos, pelo menos, quatro vezes ao Pantanal.
Ganhamos um PRÊMIO ESSO juntos… Uma história fantástica que ocupa cinco páginas (pag.414) de seu livro “A NUVEM – 50 Anos de História do Brasil”.
Mas vamos ao vídeo, um bom resumo da vida desse `Guerrilheiro das palavras`.
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EMILIANO PEREIRA BOTELHO

(1948-2026)

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O Brasil perdeu ontem à noite (11/08) um cidadão empreendedor, dedicado e que deixa um legado incomensurável para a agricultura tropical: EMILIANO PEREIRA BOTELHO.
Paracatu perdeu um filho ilustre e eu perdi um amigo, inclusive, que escreveu a abertura do meu livro “DE CASACA E CHUTEIRAS – JK-BRASÍLIA-PELÉ – A Era dos Grandes dribles na Política, Cultura e História”.
Nesse livro, Emiliano, como presidente da CAMPO – Companhia de Promoção Agrícola, escreveu sobre o Planalto Central e a história da revolução verde-amerela do Cerrado, focando na chegada dos japoneses das famílias Kanegae, Hayakawa, Ogawa, Ikeda e Okudi para desbravar a região do Distrito Federal.
Como jogador de futebol, amante da boa música e torcedor do Cruzeiro, EMILIANO BOTELHO tinha seu lado alegre e festeiro. Como profissional da agropecuária, deixa uma história de empreendedorismo: logo depois de ser o superintendente e, depois, presidente da Cooperativa Agropecuária do Vale do Paracatu, a Coopervap, presidiu por mais de 30 anos a CAMPO – Companhia de Promoção Agrícola, ligada ao Programa de Cooperação Nipo-Brasileiro para o Desenvolvimento dos Cerrados, o Prodecer.
FOTOS
1) Emiliano Botelho quando foi homenageado pela Casa de Cultura e pela Prefeitura Municipal de Paracatu como Personalidade que fez e faz diferença na região.
2) Emiliano, o Ministro Alysson Paolinelli e o primeiro presidente da CAMPO, Paulo Afonso Romano.
3) Emiliano e sua paixão pelo Cruzeiro, que hoje no jogo com o Flamengo bem podia fazer um minuto de silêncio em sua Memória.
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UnB tem finalistas no Prêmio Jabuti Acadêmico 2026

Obras dos docentes Edileuza Penha, Gabriele Cornelli e Elimar Pinheiro concorrem nas áreas de Artes; Tradução; e Ciências Agrárias e Ciências Ambientais. Premiação ocorre em 11 de agosto, em São Paulo

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