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PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS FLORESTAIS

A hora de prevenir é agora, porque no segundo semestre os incêndios começam

 

O alerta geral sobre os incêndios florestais começa agora no mês de maio. Todos sabem que os incêndios florestais ocorrem com maior frequência justamente entre junho e outubro, período de estiagem na maioria dos estados brasileiros. A cada ano, o Ibama, ICMBio, as Secretarias de Meio Ambiente estaduais e as brigadas do Corpo de Bombeiro fortalecem as ações de prevenção para melhor combater aos incêndios florestais. Na Bahia, acontece a ‘Caravana Bahia Sem Fogo’, realizando campanhas anuais de prevenção e fiscalização nos municípios mais afetados, principalmente nas regiões da Chapada Diamantina e Oeste Baiano. Em Goiás e no Distrito Federal, os Parques Nacionais de Brasília e da Chapada dos Veadeiros também iniciam prevenção a incêndios florestais.

 

CARAVANA BAHIA SEM FOGO

A ‘Caravana Bahia Sem Fogo’ segue fortalecendo as ações de prevenção a incêndios florestais no Oeste da Bahia e, em abril e início de maio, levou suas atividades pela primeira vez a três municípios da região. A equipe já passou por Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, São Desidério, Angical e em Baianópolis.  Com o avanço do programa, o número de cidades atendidas na região aumentou para 12, refletindo a demanda crescente dos próprios municípios em receber as atividades da Caravana. Além de promover educação ambiental e sensibilização, a ação presta contas à população sobre os esforços do Estado para reduzir os focos de queimadas e preservar o meio ambiente.

“O balanço é extremamente positivo, até supera nossas expectativas. Em todos os municípios tivemos grande participação, com pessoas interessadas em discutir e aprender sobre esse tema que impacta diretamente a vida delas. A mensagem sobre o uso responsável do fogo e a necessidade de regularização tem sido bem recebida. Além disso, já estamos recebendo pedidos de outros municípios para incluir suas cidades na Caravana”, destacou Saul Reis, coordenador da Unidade Regional do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) de Barreiras.

A recepção da Caravana tem sido marcada pelo engajamento do público, com participação ativa nos encontros e palestras. O aposentado Nilo de Aluveiro Ferreira, morador de Angical, reforçou a importância de discutir o tema neste período do ano.

“Agora que é o momento, porque é no segundo semestre que os incêndios começam. Essa palestra de prevenção aqui contra o fogo é muito importante. Vocês estão de parabéns por orientar as pessoas”, afirmou.

Durante os encontros, são abordados diversos temas relacionados à prevenção e ao combate aos incêndios florestais. Além disso, especialistas explicam os impactos do fogo na saúde, segurança, biodiversidade e economia local.

Durante os encontros, são abordados diversos temas relacionados à prevenção e ao combate aos incêndios florestais. Além disso, especialistas explicam os impactos do fogo na saúde, segurança, biodiversidade e economia local. (foto: Sema-BA)

 

 

O Bahia Sem Fogo é coordenado pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e desenvolvido em parceria com o Inema, as secretarias de Segurança Pública (SSP) e Saúde (Sesab), o Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMBA), a Casa Civil, a Superintendência de Proteção e Defesa Civil (Sudec) e a Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa).

Os incêndios florestais ocorrem com maior frequência entre junho e outubro, período de estiagem em grande parte do estado. A cada ano, o programa Bahia Sem Fogo aprimora sua atuação, realizando campanhas anuais de prevenção e fiscalização nos municípios mais afetados, principalmente nas regiões da Chapada Diamantina e Oeste Baiano.

 

PARQUES NACIONAIS DE BRASÍLIA E DA CHAPADA DOS VEADEIROS INICIAM PREVENÇÃO A INCÊNDIOS FLORESTAIS

 

Também em Goiás e no Distrito Federal começou a temporada de prevenção a incêndios florestais com maior atenção nas Unidades de Conservação com as chamadas ‘queimas prescritas’. As UCs atendidas foram o Parque Nacional de Brasília e o Parque da Chapada dos Veadeiros, em Goiás.  Essas queimas são importantes para impedir a propagação de incêndios florestais e são uma das ferramentas previstas pelo Plano de Manejo Integrado do Fogo (PMIF) das unidades de conservação.

 

QUEIMAS PRESCRITAS

No Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, a queima prescrita ocorreu numa área de aproximadamente 200 campos de futebol. As atividades ocorrem próximo às áreas dos alojamentos e da sede do Parque, com o objetivo de proteger essas estruturas de possíveis incêndios quando chegar o período mais crítico do ano.

Segundo a chefe do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Nayara Stacheski, as queimas prescritas são realizadas com apoio de vários parceiros e vistam fortalecer os laços entre ICMBio e a sociedade civil. “As queimas realizadas com os parceiros são uma oportunidade para intercâmbio de conhecimentos e práticas, de maneira participativa e dialógica, com todos os atores envolvidos na proteção da região da Chapada”.

Nayara Stacheski explica que queimas prescritas são uma das ferramentas no Manejo Integrado do Fogo, utilizadas pelo ICMBio para prevenir e diminuir o impacto dos incêndios florestais nas unidades de conservação, durante a época mais crítica do ano que vai de julho a setembro.

As queimas são realizadas por equipes especializadas de servidores e brigadistas. Elas são cuidadosamente planejadas e visam proteger ecossistemas importantes para a unidade (como habitat de espécies ameaçadas ou áreas que protejam curso d’água e outros recursos ambientais) e são previstas nos Planos de Manejo Integrado do Fogo.

As queimas são realizadas no período conhecido como janela de queima, que varia em cada região. Estas ocorrem na época que fica entre as estações seca-chuvosa e correspondem ao período em que as condições meteorológicas permitem uma propagação controlada do fogo.

O objetivo das queimas prescritas é consumir o combustível acumulado em determinada área. Os brigadistas realizam o procedimento de forma controlada, de modo a não prejudicar a vegetação e o solo, deixando também rotas de fuga para os animais.

Nayara Stacheski explica que queimas prescritas são uma das ferramentas no Manejo Integrado do Fogo, utilizadas pelo ICMBio para prevenir e diminuir o impacto dos incêndios florestais nas unidades de conservação (Fotos: Mayangdi Inzaulgarat)

 

 

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O BRASIL PERDE UM PROFISSIONAL DE EXCELÊNCIA

Uma manhã triste hoje em Brasília.

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O Brasil se despede de CARLOS MONFORTE, exemplo de profissional dedicado, um pai de família exemplar e um amigo de todas as horas.
Carlos Monforte, Maria Ignez, Serginho e Flavinha, uma família linda que conheço desde 1979. Maria Ignez e Carlos Monforte fazem parte do jornalismo brasileiro de excelência. Ambos com uma história maravilhosa em Santos, São Paulo e Brasília.
Carlos Monforte foi pioneiro e implantou o BOM DIA BRASIL. Sucesso absoluto! Lembrar Carlos Monforte é reverenciar o seu legado e suas ações de amizade, de cidadania que fizeram a diferença.
Vá em Paz, meu amigo. Você foi um Guereiro de Luz!
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MISSA DA SAUDADE PARA UM GUERREIRA DE LUZ

Maria Elisa Costa.

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Nessa segunda-feira dia 31 de agosto, às 18h30, na Igrejinha de Fátima na 308 Sul.
“O tempo tem carícias com as coisas velhas”, pressentia Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas ou Cora Coralina (1889-1985). Hoje, 66 anos depois da inauguração, Brasília vive uma realidade: participantes de sua construção estão em outro patamar. Os artistas construtores, todos eles, já se foram. O legado de JK, Oscar Niemeyer, Lucio Costa, Joaquim Cardozo, Athos Bulcão, Mariane Perretti, Burle Marx, Ceschiatti e Bruno Giorgi está aí para a gente celebrar e respeitar.
Dia 25, sexta-feira, partiu uma das mais importantes coajuvantes da criação e da construção de Brasília, a arquiteta Maria Elisa Costa, filha de Lucio Costa.
Maria Elisa se une a outros personagens que ajudaram a colocar Brasília de pé: Israel Pinheiro, Ernesto Silva, Augusto Guimarães, Carlos Magalhães da Silveira, Jofre Mozart Parada e Moacyr Gomes de Souza.
A escolha do projeto do Plano Piloto foi feita em 16 de março de 1957. A construção, mesmo, começou em abril. Vamos voltar três meses antes. Tardinha de uma segunda-feira, 4 de fevereiro de 1957. Maria Elisa, com 22 anos, cursava a Faculdade Nacional de Arquitetura. Tão logo Maria Elisa entra no apartamento, ouve a voz do pai:
– Minha filha, vem aqui que quero mostrar “uma coisa”.
Ela chega, cheia de livros e cadernos, e não dá lá muita importância para a “coisa”. A “coisa” era, simplesmente, o primeiro esboço da Asa Sul de Brasília, a lápis com toques de cor e com anotações manuscritas. Na escala de 1/25.000, como o projeto foi apresentado no concurso.
Ela ainda ouviu seu pai descrever a nova capital, tim-tim por tim-tim. Quando terminou, lembra Maria Elisa: “Papai, com a camisa encharcada de suor, expôs pela primeira vez em palavra falada, a sua criação solitária. Sim – continua ela – porque o projeto de Brasília foi feito por ele sozinho, em casa. Fui a primeira pessoa a saber como seria nossa capital”.
Aquela revelação – uma descoberta que mudaria a História do Brasil e o conceito de urbanismo no mundo – continha um conteúdo único e um vislumbre singular de esperança e de revolução. Ela mesmo explica:
“Quando lembro desse momento ímpar, o que mais me surpreende é que não achei nada de extraordinário. Tudo aquilo me parecia simplesmente normal: mudar a capital, inventar uma cidade… tudo! O próprio fato do meu pai ter feito o projeto sozinho em casa, desenhado a mão-livre e em escala, para mim não foi surpresa. Era esse, o jeito dele”.
A montagem do projeto do Plano Piloto para inscrição no concurso foi outra epopeia artesanal. “Fizemos a montagem em pranchas de cartolina, espalhadas no chão, com a ajuda de minha irmã Helena e de nossa prima, Nadja, sob rígida orientação do ‘inventor’. Detalhe por detalhe. A gente ia colando aquelas preciosas páginas nas cartolinas com aneisinhos de fita adesiva”.
O projeto tinha cinco pranchas, uma com o belo desenho da cidade em escala de 1/25.000, a nanquim e colorido com lápis de cor. E, mais quatro, com o texto da “Memória Descritiva” datilografado, ilustrado com impecáveis croquis, também desenhados a nanquim, alguns com leves toques de cor aqui e ali. À exceção da datilografia, tudo foi feito pessoalmente por Lucio Costa sem a ajuda de ninguém.
A própria Maria Elisa conta: “Fomos para a cidade de carro, meu pai dirigindo. Parou junto à entrada do Ministério da Educação. Minha irmã e eu descemos e entregamos as cinco pranchas na sobreloja. Faltavam 10 minutos para terminar o prazo. Pegamos o pequeno protocolo de número 26, e entregamos para meu pai. Era 11 de março de 1957”. A partir daí, foi a saga da construção.
Desde aquele 4 de fevereiro, Maria Elisa Costa nunca mais se desgrudou de Brasília. Acompanhou tudo. Era a ‘mãe’ cuidando da ‘filha’, como membro do Conselho de Arquitetura e Meio Ambiente, como presidente do IPHAN ou atendendo solicitações diversas dos governadores de Brasília.
Passaram-se os anos. E lá estava Maria Elisa Costa na luta para defender a Capital em duas situações opostas e adjacentes: de um lado, a extensa área urbana em expansão e, de outro, o Plano Piloto a ser preservado. Ela tinha a noção exata de que uma coisa é gerenciar o desenvolvimento urbano da cidade em expansão. E outra, bem diferente, é assegurar a preservação de seu núcleo original. Explica ela: “O centro histórico da capital é a área delimitada pelo divisor de águas da Bacia do Paranoá. Toda e qualquer intervenção nessa área, mesmo não sendo localizada dentro do perímetro tombado ou em seu entorno direto, deve ser compatível com o texto original da Portaria 314 do IPHAN. Tem que ser fiscalizada. Toda e qualquer intervenção nessa área deve passar por uma comissão técnica permanente de alto nível, criada para esse fim. E que tenha com poder de veto”.
A eterna guardiã do dr. Lucio reacendeu em nosso espírito o sentido da preservação e ajudou a moldar a beleza de Brasília.
Obrigado, Maria Elisa Costa.
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MARIA ELISA COSTA

HISTÓRIA, LEGADO E ADEUS!

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“O tempo tem carícias com as coisas velhas”, pressentia Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas ou Cora Coralina (1889-1985). Hoje, 66 anos depois da inauguração, Brasília vive uma realidade: participantes de sua construção estão em outro patamar. Os artistas construtores, todos eles, já se foram. O legado de JK, Oscar Niemeyer, Lucio Costa, Joaquim Cardozo, Athos Bulcão, Mariane Perretti, Burle Marx, Ceschiatti e Bruno Giorgi está aí para a gente celebrar e respeitar.
Dia 25, sexta-feira, partiu uma das mais importantes coajuvantes da criação e da construção de Brasília, a arquiteta Maria Elisa Costa, filha de Lucio Costa.
Maria Elisa se une a outros personagens que ajudaram a colocar Brasília de pé: Israel Pinheiro, Ernesto Silva, Augusto Guimarães, Carlos Magalhães da Silveira, Jofre Mozart Parada e Moacyr Gomes de Souza.
A escolha do projeto do Plano Piloto foi feita em 16 de março de 1957. A construção, mesmo, começou em abril. Vamos voltar três meses antes. Tardinha de uma segunda-feira, 4 de fevereiro de 1957. Maria Elisa, com 22 anos, cursava a Faculdade Nacional de Arquitetura. Tão logo Maria Elisa entra no apartamento, ouve a voz do pai:
– Minha filha, vem aqui que quero mostrar “uma coisa”.
Ela chega, cheia de livros e cadernos, e não dá lá muita importância para a “coisa”. A “coisa” era, simplesmente, o primeiro esboço da Asa Sul de Brasília, a lápis com toques de cor e com anotações manuscritas. Na escala de 1/25.000, como o projeto foi apresentado no concurso.
Ela ainda ouviu seu pai descrever a nova capital, tim-tim por tim-tim. Quando terminou, lembra Maria Elisa: “Papai, com a camisa encharcada de suor, expôs pela primeira vez em palavra falada, a sua criação solitária. Sim – continua ela – porque o projeto de Brasília foi feito por ele sozinho, em casa. Fui a primeira pessoa a saber como seria nossa capital”.
Aquela revelação – uma descoberta que mudaria a História do Brasil e o conceito de urbanismo no mundo – continha um conteúdo único e um vislumbre singular de esperança e de revolução. Ela mesmo explica:
“Quando lembro desse momento ímpar, o que mais me surpreende é que não achei nada de extraordinário. Tudo aquilo me parecia simplesmente normal: mudar a capital, inventar uma cidade… tudo! O próprio fato do meu pai ter feito o projeto sozinho em casa, desenhado a mão-livre e em escala, para mim não foi surpresa. Era esse, o jeito dele”.
A montagem do projeto do Plano Piloto para inscrição no concurso foi outra epopeia artesanal. “Fizemos a montagem em pranchas de cartolina, espalhadas no chão, com a ajuda de minha irmã Helena e de nossa prima, Nadja, sob rígida orientação do ‘inventor’. Detalhe por detalhe. A gente ia colando aquelas preciosas páginas nas cartolinas com aneisinhos de fita adesiva”.
O projeto tinha cinco pranchas, uma com o belo desenho da cidade em escala de 1/25.000, a nanquim e colorido com lápis de cor. E, mais quatro, com o texto da “Memória Descritiva” datilografado, ilustrado com impecáveis croquis, também desenhados a nanquim, alguns com leves toques de cor aqui e ali. À exceção da datilografia, tudo foi feito pessoalmente por Lucio Costa sem a ajuda de ninguém.
A própria Maria Elisa conta: “Fomos para a cidade de carro, meu pai dirigindo. Parou junto à entrada do Ministério da Educação. Minha irmã e eu descemos e entregamos as cinco pranchas na sobreloja. Faltavam 10 minutos para terminar o prazo. Pegamos o pequeno protocolo de número 26, e entregamos para meu pai. Era 11 de março de 1957”. A partir daí, foi a saga da construção.
Desde aquele 4 de fevereiro, Maria Elisa Costa nunca mais se desgrudou de Brasília. Acompanhou tudo. Era a ‘mãe’ cuidando da ‘filha’, como membro do Conselho de Arquitetura e Meio Ambiente, como presidente do IPHAN ou atendendo solicitações diversas dos governadores de Brasília.
Passaram-se os anos. E lá estava Maria Elisa Costa na luta para defender a Capital em duas situações opostas e adjacentes: de um lado, a extensa área urbana em expansão e, de outro, o Plano Piloto a ser preservado. Ela tinha a noção exata de que uma coisa é gerenciar o desenvolvimento urbano da cidade em expansão. E outra, bem diferente, é assegurar a preservação de seu núcleo original. Explica ela: “O centro histórico da capital é a área delimitada pelo divisor de águas da Bacia do Paranoá. Toda e qualquer intervenção nessa área, mesmo não sendo localizada dentro do perímetro tombado ou em seu entorno direto, deve ser compatível com o texto original da Portaria 314 do IPHAN. Tem que ser fiscalizada. Toda e qualquer intervenção nessa área deve passar por uma comissão técnica permanente de alto nível, criada para esse fim. E que tenha com poder de veto”.
A eterna guardiã do dr. Lucio reacendeu em nosso espírito o sentido da preservação e ajudou a moldar a beleza de Brasília.
Obrigado, Maria Elisa Costa.
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